sábado, 27 de agosto de 2016

Quadra de tênis da Rio 2016 vira campo de futebol para Paralimpíada - Veja o vídeo.

Parque Olímpico, que foi sede principal da Olimpíada, começa a ganhar a identidade visual dos Jogos Paralímpicos e algumas arenas já sofrem transformações

Por SporTV.com Rio de Janeiro

Quadra de futebol da paralimpíada (Foto: Reprodução/SporTV)
Quadra 1 de tênis virou um campo de futebol da Paralimpíada (Foto: Reprodução/SporTV)

Após o fim da Olimpíada, chegou a hora das arenas começarem suas transformações para receberem os Jogos Paralímpicos, que começam no dia 7 de setembro e vão até o dia 18 do mesmo mês. Uma das grandes mudanças aconteceram no Centro Olímpico de Tênis. A quadra 1 já está praticamente pronta, mas ao invés do piso emborrachado, recebeu grama sintética para receber o futebol de 5.

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Gustavo Nascimento, diretor de gestão das instalações, em entrevista ao "SporTV", deu mais detalhes sobre essas mudanças, que ainda não estão todas concretizadas. Segundo ele, a ideia é que no dia 31 de agosto, tudo já esteja pronto para que os paratletas já comecem a treinar.

A prioridade principal é a área de competição, em fazer as mudanças necessárias para as modalidades e a mudança visual também. Tirar os aros olímpicos e começar os agitos paralímpicos, que é a identidade visual dos Jogos e fazer que o ambiente seja paralímpico, com o mesmo charme e sucesso da Olimpíada - afirmou.

Para esta Paralimpíada, 10 das 23 modalidades dos Jogos serão no Parque Olímpico, que foi sede da Olimpíada. No dia 7 de setembro acontece a cerimônia de abertura, no Maracanã e já no dia 8 começam as competições, com atletismo, judô, futebol de 7 e natação.


Nova exposição no Museu do Amanhã mostra paratletas brasileiros superando desafios com a tecnologia

Acervo de fotos traz à tona a capacidade do cérebro de incorporar artefatos ao corpo humano, estimulando a inclusão de pessoas com deficiência no esporte
Acervo de fotos traz à tona a capacidade do cérebro de incorporar artefatos ao corpo humano, estimulando a inclusão de pessoas com deficiência no esporte

Como o cérebro humano é capaz de sentir um braço, mesmo se este tiver sido retirado? Os neurônios podem incorporar uma cadeira de rodas como se fosse parte do corpo? A um mês do início dos Jogos Paralímpicos, o Museu do Amanhã apresenta a nova exposição “Esporte e Cérebro – A Expansão do Corpo pela Tecnologia”, que tem como objetivos refletir sobre a capacidade do cérebro em incorporar tecnologia ao corpo humano e ampliar o debate sobre inclusão no Brasil, que possui 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, segundo o Censo 2010.

O público poderá conferir diversas fotografias de paratletas brasileiros superando desafios com a tecnologia em competições de diferentes modalidades, como rúgbi, basquete em cadeira de rodas, atletismo e bocha adaptada. “Queremos mostrar que, mesmo pessoas com algum tipo de deficiência aos olhos da sociedade, do ponto de vista cerebral, são completamente iguais ou até melhores a nós. Elas incorporam tecnologias que expandem a capacidade delas de locomoção, reconhecimento do espaço e aprendizado”, afirma Leonardo Menezes, gerente de Exposições e Observatório do Amanhã, time responsável pela criação da mostra.

A exposição “Esporte e Cérebro – A Expansão do Corpo pela Tecnologia” tem o apoio do Comitê Paralímpico Brasileiro e da agência MPIX. O conteúdo científico teve a consultoria da neurocientista Cláudia Domingues Vargas, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A mostra estará disponível aos visitantes do Museu do Amanhã, na Galeria do Tempo, até o dia 02 de outubro. Os interessados devem comprar o ingresso via internet.

Serviço:

Exposição de fotos “Esporte e Cérebro – A Expansão do Corpo pela Tecnologia”
Local: Galeria do Tempo | Museu do Amanhã
Data: 02 de agosto a 02 de outubro
Horário: 10h às 18h
Valor: ingresso do Museu do Amanhã

Fontes: Sopa Cultural - turismoadaptado.wordpress.com

Lesionado, Bill dá lugar a Marquinhos no Futebol de 5 para os Jogos Rio 2016

                            Lesionado, Bill dá lugar a Marquinhos no Futebol de 5 para os Jogos Rio 2016
Foto: Marquinhos durante jogo contra Argentina no Desafio Internacional deste ano (Bruno Miani/CBDV/Inovafoto)

A Seleção Brasileira de Futebol de 5 teve uma notícia nada agradável nesta sexta-feira (26). O ala Severino Gabriel, o Bill, precisou ser cortado do grupo que irá disputar os Jogos Paralímpicos Rio 2016. Após uma dividida durante o treino realizado na última quinta, o jogador teve 40% do músculo da coxa direita rompido. Para o seu lugar foi convocado o também paraibano Marquinhos.

Jogador mais vitorioso com a amarelinha, Marquinhos irá disputar a sua quarta Paralimpíada aos 34 anos. Na conquista do segundo ouro do Brasil, o ala foi o herói ao marcar o gol da vitória brasileira na final contra China (2 a 1) quando restavam apenas 35 segundos para o fim do jogo.

O atleta é aguardado no Centro de Treinamento Paraolímpico de São Paulo nesta sexta para se juntar aos companheiros, que estão desde o último domingo (21) em período de aclimatação. No dia 04 de setembro a Seleção Brasileira chega ao Rio de Janeiro quando seguirá para a Vila Paralímpica.

Fonte: cbdv.org.br

Seis atletas são acrescentados à delegação brasileira dos Jogos Paralímpicos Rio 2016

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O Comitê Paralímpico Brasileiro, por meio de seu Departamento Técnico, comunica a inclusão de seis atletas na delegação que representará o país nos Jogos Paralímpicos Rio 2016. Os nomes foram convocados em decorrência da realocação de vagas promovida pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês) após a suspensão da Comitê Paralímpico da Rússia e uma desistência ocorrida na modalidade tiro com arco.

Mariana D’Andrea (halterofilismo), Ronystony Cordeiro, Adriano de Lima, Alan Augusto Santos (natação), Vanderson Chaves (esgrima) e Patrícia Layolle (tiro com arco) são os novos integrantes. Desta maneira, a delegação brasileira agora será composta por 285 atletas (185 homens e 100 mulheres) – recorde absoluto nas participações do Brasil em Jogos Paralímpicos.

Com os 23 acompanhantes e 195 oficiais, a equipe verde e amarela será composta por 504 pessoas.

Nos Jogos Rio 2016, o Brasil tem como objetivo chegar ao quinto lugar no quadro geral de medalhas. A melhor participação até o momento ocorreu em Londres 2012, quando a delegação brasileira conquistou o sétimo lugar – foram 21 medalhas de ouro, 14 de prata e oito de bronze.

Os Jogos Paralímpicos têm sua Cerimônia de Abertura marcada para o dia 7 de setembro e irá até o dia 18. São esperados cerca de 4.350 atletas de 160 países na competição. Estarão em disputa 528 medalhas.

Fonte: cpb.org.br

Em Cerimônia em Brasília, Tocha Paralímpica é acesa com participação do atleta Yohansson Nascimento

Momento em que Yohansson acende a chama da Tocha Paralímpica. Foto: Tomás Faquini/CPB/MPIX
Momento em que Yohansson acende a chama da Tocha Paralímpica. Foto: Tomás Faquini/CPB/MPIX

A tarde desta quinta-feira, 25, foi especial para o esporte paralímpico. Faltando apenas 13 dias para o início dos Jogos Rio 2016, a Tocha Paralímpica foi acesa no Palácio do Planalto pelo presidente em exercício, Michel Temer, com a participação do campeão paralímpico e mundial Yohansson Nascimento.

Em nome dos 285 atletas (185 homens e 100 mulheres) da delegação brasileira nas Paralimpíadas, um dos principais nomes do atletismo mundial mostrou bastante confiança ao discursar sobre a preparação e o empenho dos atletas para os Jogos do Rio.

“Eu garanto para vocês que todos os atletas estão treinando com afinco. Nós temos uma meta muito ambiciosa, que é o quinto lugar no Rio, e eu quero estar voltando de lá com medalhas no peito”, disse Yohansson.

Aproveitando o momento, Andrew Parsons lembrou o investimento do Governo Federal nos Jogos Paralímpicos e a importância do esporte para as pessoas com deficiência.

“Acho inconcebível que não se veja isso como investimento. Num país de 45 milhões de pessoas com deficiência é fundamental o governo apoiar decisivamente um evento que é um catalisador de mudança, que muda a percepção da sociedade. A gente tem que respeitar a diferença, valorizar a diferença. São as diferenças que tornam o mundo mais interessante, que tornam a nossa sociedade e o Brasil um país miscigenado”, afirmou o presidente do CPB.

Também participaram do evento no Palácio do Planalto o presidente do Comitê Organizador Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o ministro do Esporte, Leonardo Picciani.

O revezamento da Tocha Paralímpica durará sete dias em setembro, envolvendo cerca de 500 carregadores em cinco cidades brasileiras, mais o Rio de Janeiro. O revezamento terá início em Brasília, no dia 1 de setembro, com a mesma chama acesa nesta quinta-feira.

Uma sexta chama se acenderá na cidade britânica de Stoke Mandeville, berço do movimento paralímpico. As seis chamas se juntarão no Rio de Janeiro para formar a Chama Paralímpica, que percorrerá a cidade por dois dias seguidos, culminando na cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, marcada para 7 de setembro, no Estádio do Maracanã.

Fonte:  cpb.org.br

Documentário aborda como pessoas com deficiência lidam com a moda -Veja o vídeo.



De pouco em pouco, a moda caminha para a inclusão. Surgem marcas que oferecem collants e binders de vários tons de cor da pele, linhas de roupas que são desenvolvidas com o público LGBT e coleções feitas apenas em tamanhos grandes. Entre as minorias, estão também as pessoas com deficiência, que constantemente não são lembradas como consumidoras na moda.

“Nós somos corpos invisíveis para a moda”, afirma Michele Simões, estilista e autora do blog Guia do Viajante Cadeirante e do evento Fashion Day Inclusivo. Ela se tornou cadeirante após sofrer um acidente em 2006 - foi partir daí que se originou o projeto # MEU CORPO É REAL. Através de um minidocumentário, a estilista deu voz a pessoas com diferentes tipos de deficiência para falar justamente sobre como a moda não enxerga esse público como consumidores - e fazer essa indústria perceber isso. “A moda tem um padrão hegemônico. Será que é só esse corpo que existe? Então nosso corpo não existe", diz Michele.

A partir dos bastidores de um ensaio fotográfico, o vídeo mostra os problemas e desejos que pessoas com deficiência enfrentam ao lidar com moda. "Todas as roupas eu tenho que ajustar. Se tenho que ajustar, é porque a indústria não está preparada para me atender", aponta uma das entrevistadas. Outra, por sua vez, lembra a importância da representatividade: "eu gostaria de abrir uma revista e ver uma cadeirante, ver uma pessoa amputada".

No entanto, vale observar que o # MEU CORPO É REAL busca ir ainda além: a ideia é falar sobre corpos reais como um todo. No Instagram, por exemplo, o projeto compartilha fotos de outras minorias falando sobre a relação de seus corpos com a moda. E no fim, sempre há uma reflexão em comum: afinal, para quais corpos a moda trabalha?

Assista ao minidocumentário do projeto:



Pais criam cadeira de rodas caseira para filhinha de 2 anos (e ela amou!) Veja os vídeos.

Essa é uma daquelas histórias em que usamos sabiamente a máxima: “Se a vida lhe der limões, faça uma bela limonada”.


Evelyn Moore foi diagnosticada com um tumor na espinha aos 4 meses de idade. O tumor estava esmagando uma de suas vértebras e é como se ela fosse portadora de espinha bífida. Após 8 rodadas de quimioterapia, o tumor entrou em remissão. Porém, Evelyn ficou paralisada da cintura para baixo.

“Você vai para casa e chora. No outro dia, acorda e são a mãe e o pai mais fortes do mundo, porque você simplesmente não tem outra opção”, confessa a mãe da bebê, Kim.

A GRANDE IDEIA QUE TROUXE LIBERDADE A EVELYN


Kim contou à ABC News que estava navegando pelo Pinterest quando achou uma cadeira de rodas super bacana.

Ela, então, perguntou ao marido se ele conseguia construir algo parecido e, depois de uma volta pelos estabelecimentos da cidade a procura de peças, um assento e os menores pneus possíveis, a cadeirinha de rodas de Evelyn estava pronta.

“Primeiro, ela aprendeu a ir para trás e depois para frente. Em pouco tempo descobriu como virar e, agora, temos uma lombada no meio da nossa sala, porque ela virou uma ‘ligeirinha’”

, contou Kim.

EVELYN É TRATADA COMO QUALQUER OUTRA CRIANÇA DE 1 ANO

De acordo com a mãe da garota, as pessoas ficam felizes por notarem que ela trata a filha como qualquer outra criança de 1 ano de idade.

“Algumas crianças já andam nessa idade e outras não. Evelyn vem rodando atrás de mim pelo mercado”, informou.

Kim disse que tudo que elas precisam fazer juntas leva, no mínimo, 2 horas e meia para ser feito, porque todo esforço está concentrado nos bracinhos da filha.


A NOVA CADEIRA

Evelyn agora está sendo treinada para utilizar uma versão industrializada da sua cadeira, chamada de ZipZac.

A nova cadeira permite que a garota consiga ficar em outras posições e que fique sentada mais adequadamente. Porém, ela tem maior dificuldade para girar as rodas.

“Ela tem que fazer mais força e, por isso, treinamos todos os dias”, contou Kim.

Veja no vídeo abaixo como Evelyn se movimenta com agilidade com a sua pequena cadeira de rodas e a felicidade inocente de criança estampada em seu rostinho…