terça-feira, 28 de março de 2017

Legado paralímpico: CT brasileiro reaproveita material utilizado na Rio 2016

Casa dos Jogos Parapan-Americanos de Jovens, centro de treinamento do CPB recebeu doações de equipamentos como barras e pesos do halterofilismo, mesas de tênis de mesa, pisos de futebol, cadeiras de arquibancada e mesas de escritório

Por Flávio Dilascio, São Paulo

Legado paralímpico: CT brasileiro reaproveita material utilizado na Rio 2016

Considerado o principal legado da Paralimpíada do Rio, o Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo, recebeu diversos equipamentos e materiais esportivos utilizados na Rio 2016. Estruturas como halteres e pesos do halterofilismo, mesas de tênis de mesa, pisos dos campos de futebol, traves de goalball, bolas dos mais diversos esportes e cadeiras de arquibancada ganharam reúso após os Jogos. Administrado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), o CT recebe nesta semana os Jogos Parapan-Americanos de Jovens, competição que reúne atletas com faixa etária entre 13 e 21 anos.

- A gente vinha discutindo esse reaproveitamento de material com o Comitê Rio 2016 há muito tempo, bem antes dos Jogos Paralímpicos. Tivemos várias reuniões para falar sobre esse legado, sobre o que poderia ser distribuído para cada confederação e o que poderia vir para cá. Alguns equipamentos paralímpicos já estavam determinados que seriam doados ao CPB e outros nós discutimos qual seria o destino - revelou o diretor técnico do CPB, Edilson Alves da Rocha, o Tubiba.

Além do Comitê Rio 2016, outra fonte doadora de equipamentos foram as Forças Armadas. Contudo, como se trata de um órgão militar ligado ao Governo Federal, os materiais doados esbarraram numa burocarcia, que atrasou um pouco a transferência para o Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo.

Equipamentos de tênis de mesa utilizados na Rio 2016 estão sendo aproveitados no CT de São Paulo (Foto: Leandro Martins/MPIX/CPB)
Equipamentos de tênis de mesa utilizados na Rio 2016 estão sendo aproveitados no CT de São Paulo (Foto: Leandro Martins/MPIX/CPB)

Tudo o que foi comprado pelas Forças Armadas não pôde vir direto para cá, teve que ser repassado a alguma entidade pública, o que atrasou um pouco o nosso processo. Como o CT foi construído pelo Governo de São Paulo, utilizamos o órgão como receptor dos equipamentos, o que demandou num processo mais demorado de doação - explicou Tubiba.

O diretor técnico do CPB contou ainda que mais materias utilizados na Rio 2016 devem chegar ao CT Paralímpico nos próximos meses. Itens como pisos de goalball, rugby, bocha, voleibol sentado e muitos implementos de atletismo estão em processo de doação. Segundo Tubiba, um dos equipamentos mais caros recebidos pelo CPB nos últimos meses são os fixadores de esgrima, que custam em média 8 mil euros fora do país.

Se eu quisesse importar, pagaria 16 mil euros por causa das taxas. São equipamentos que não fabricam no Brasil. Em 2008, aquirimos alguns fixadores nos Jogos de Pequim e distribuímos para as confederações. Estávamos precisando de itens novos - comentou o diretor técnico do CPB, que informou que a entidade ainda não tem um cálculo de quanto economizou com os equipamentos doados desde a Rio 2016.

Itens de halterofilismo adquiridos para a Rio 2016 são considerados os melhores do mundo neste esporte (Foto: Leandro Martins/MPIX/CPB)
Itens de halterofilismo adquiridos para a Rio 2016 são considerados os melhores do mundo neste esporte (Foto: Leandro Martins/MPIX/CPB)

Inaugurado em maio de 2016 depois de obras que custaram R$ 264,7 milhões - R$ 145 milhões do Governo Federal e R$ 119,7 milhões do Governo Estadual de SP -, o CT Paralímpico abriga 15 modalidades e é administrado pelo CPB. O primeiro contrato de administração se encerra em maio. Até lá, será feito um edital para definir o administrador pelos próximos dez anos. O CPB já demonstrou ser uma das partes interessadas e deve continuar gerindo o espaço.
Atualmente, o CT abriga treinamentos das seleções brasileiras de diversas modalidades, com destaque para a natação e o atletismo. Há também escolinhas esportivas e locação para eventos como os jogos em basquete em cadeira de rodas da Federação Paulista. Edições dos Jogos Escolares também já foram realizadas no local, que fica no Parque Estadual Fontes do Ipiranga.

Campo de futebol de 5 é um dos legados paralímpicos (Foto: Leandro Martins/MPIX/CPB)
Campo de futebol de 5 é um dos legados paralímpicos (Foto: Leandro Martins/MPIX/CPB)

Nosso contrato é de um ano, se encerrando em maio. A partir daí vai haver um edital de chamada pública, mas acredito que o Comitê Paralímpico Brasileiro seja o principal interessado. É um processo de longo prazo e imagino que vamos renovar por mais dez anos de novo depois - finalizou.

Blogueira diz à polícia que está arrependida de ofensas publicadas em foto de bebê com Síndrome de Down na internet - Veja os vídeos.

Na tarde desta segunda (27), Julia Salgueiro foi ouvida na Delegacia de Casa Amarela, na Zona Norte do Recife, e alegou que enfrenta depressão há seis meses.

Por G1 PE
Acompanhada da mãe, a blogueira Julia Salgueiro prestou depoimento na Delegacia de Casa Amarela, no Recife (Foto: Reprodução/TV Globo)
Acompanhada da mãe, a blogueira Julia Salgueiro prestou depoimento na Delegacia de Casa Amarela, no Recife (Foto: Reprodução/TV Globo)

Em depoimento à Polícia Civil na tarde desta segunda-feira (27), a blogueira pernambucana Julia Salgueiro afirmou estar arrependida dos comentários preconceituosos publicados em uma foto de um bebê de 11 meses com Síndrome de Down postada em uma rede social. Acompanhada da mãe e do advogado, a internauta prestou depoimento ao delegado responsável pela investigação do caso, Paulo Rameh, durante aproximadamente uma hora e saiu da Delegacia de Casa Amarela, na Zona Norte do Recife, sem falar com a imprensa. 

Segundo o advogado Humberto Cavalcante, responsável pela defesa da blogueira, ela enfrenta uma depressão. “Ela está passando por problemas depressivos, tomando medicação e tudo isso influenciou no que foi dito. Ela está bastante arrependida, tudo isso foi feito sem ter noção do que estava falando", argumentou o defensor.

Click AQUI para ver os videos.

De acordo com o delegado, Julia Salgueiro apresentou laudos médicos que comprovam que ela tem depressão há seis meses e alegou que estava sob efeito de remédios fortes quando fez o comentário preconceituoso. Porém, Paulo Rameh ressaltou que o arrependimento da blogueira não altera o ocorrido.

“No âmbito da Polícia Civil, a questão de ela ter colocado o arrependimento, não modifica o fato que ela praticou o crime. Talvez, dentro do Poder Judiciário, pode ser favorável a ela no momento de um julgamento. Ela alegou que enfrenta problemas particulares e trouxe documentos que mostram que ela está me tratamento psicológico, demonstrou estar bastante abalada, era visível que a situação emocional dela era muito forte”, contou o delegado.

Paulo Rameh afirmou que deve concluir o inquérito até a sexta-feira (31) e vai encaminhar para a Justiça o pedido de prisão preventiva da blogueira, conforme havia informado ao G1 no sábado (25). "Ela teve oportunidade de falar, colocar a sua opinião, a sua defesa. Vamos concluir o inquérito nesta semana e encaminhar para o Judiciário. Como a pena do crime que ela praticou chega a 5 anos, vou representar pela prisão preventiva. Não estamos aqui para julgá-la, e sim para encaminhar para o juiz, esse sim vai julgar", finalizou o delegado.

Entenda o caso
A postagem da foto foi feita em uma rede social pela tia da criança na terça-feira (21), Dia Internacional da Síndrome de Down. Através dos comentários na publicação, a blogueira comparou o bebê de 11 meses da foto a um filhote de cachorro e classificou como “nojento” o sexo entre pessoas com deficiência. Em um dos comentários, ela afirmou que os portadores da Síndrome são “lindos quando são pequenos, mas quando crescem só pensam em...”, referindo-se de forma pejorativa ao ato sexual.

Resultado de imagem para ofensas publicadas em foto de bebê com Síndrome de Down na internet
Foto de bebê com Síndrome de Down recebe ofensas de internauta em rede social

Pouco tempo depois de ter publicado o comentário, a internauta apagou as mensagens. O caso foi levado pelos pais e pela tia da criança à Polícia Civil na sexta (24). Também nessa data, por telefone, a blogueira afirmou à reportagem que não conhecia a criança. Ainda na ligação, ela disse não se arrepender do que fez e não classifica o ato como agressão ou preconceito.

A Seção Pernambuco da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/PE) repudiou, através de nota, tais comentários preconceituosos. Segundo o texto, a entidade repudia “qualquer comportamento desumano, discriminatório, e criminoso que afronte os direitos das pessoas com deficiência”. Ainda de acordo com a nota, o órgão se colocou à disposição da família e ressaltou que é “inacreditável que em pleno século XXI a sociedade ainda seja vítima de atos dessa natureza”.

Fonte: g1.globo.com

Ministério troca laboratório de remédio de leucemia e preocupa especialistas - Veja o vídeo;

Usados no Brasil há décadas, medicamentos são produzidos nos EUA e na Alemanha. Nova medicação vem da China e foi comprada sem licitação.

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Giulianna tem 11 anos e enfrenta o câncer desde os 6. Ela tem leucemia linfóide aguda, a LLA, um tipo de câncer que ataca, principalmente, crianças e adolescentes. Giulianna toma um medicamento que tem como princípio ativo a asparaginase, essencial para conter o avanço da doença. É um remédio que tira um alimento essencial pra célula maligna, que chama asparagina. E se a célula não "comer" asparagina ela morre.

Click AQUI para ver o vídeo.

Segundo especialistas, 4.000 crianças precisam do medicamento, que não é fabricado no Brasil. Os remédios usados aqui, desde a década de 1970, são produzidos por laboratórios dos EUA e da Alemanha e têm um nível de eficácia, segundo especialistas, de até 90%. Os remédios são importados pelo governo e distribuídos aos hospitais por meio do Programa de Prevenção e Controle do Câncer do Ministério da Saúde.

Mas, neste ano, o Ministério comprou outro medicamento: a asparaginase chinesa, do laboratório Beijing SL Pharmaceutical, representado pela empresa uruguaia Xetley S.A. O órgão não fez licitação, valendo-se da lei que permite a dispensa em caso de emergência ou calamidade pública. Foi feita uma pesquisa de preços entre quatro laboratórios estrangeiros e escolhido o produto chinês, que ofereceu o menor preço. A importação do novo remédio despertou preocupação entre especialistas. Veja na reportagem do Fantástico, de Cristina Serra.

Fonte: g1.globo.com

Alunos de Etec criam detector para identificar quem desrespeita vaga para deficientes


Infelizmente é comum ver pessoas estacionarem na vaga destinada a deficientes, mesmo não sendo um. A fim de identificar os infratores, os alunos da Escola Técnica Estadual (Etec) Cidade do Livro, de Lençois Paulista, pensaram um jeito de melhorar a fiscalização e criaram um sistema que fotografa o veículo infrator.

A ideia é que o piso da vaga tenha um sensor interligado à câmera fotográfica, uma espécie de radar. Como as pessoas com deficiência já utilizam um adesivo para identificar o veículo, a proposta dos estudantes é que essa identificação também tenha um sensor. Assim, quando um carro sem o adesivo estaciona, o sensor do piso identifica a falha e aciona o radar.

Baixo custo
O projeto Detector fotográfico de infratores em vagas de deficientes foi elaborado com o uso de Arduíno, uma placa que pode ser programada para controlar os mais diversos equipamentos. É um material de baixo custo que torna a ideia dos estudantes acessível. Entretanto, como ainda não foi feito um protótipo, os alunos não conseguem precisar quanto custa o sistema. “Mas certamente é de fácil acesso”, garante Matheus Henrique Soares, um dos integrantes do grupo.

Além dele, participaram do trabalho Amanda Aparecida de Godoi, Lidiane Lopes de Azevedo, Nathalia Monteiro Almeida e Tiago Prenhaca. Eles concluíram o curso técnico de Informática para a Internet integrado ao Médio no segundo semestre de 2016. O projeto foi orientado pelo professor João Alberto Prado Martins.

Parapan de Jovens 2017 mostra a evolução do esporte paralímpico nas Américas

Por CPB

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Durante seis dias, mais de 800 atletas de 13 a 20 anos de 19 países disputaram em São Paulo a maior e melhor edição dos Jogos Parapan-Americanos de Jovens. O evento terminou no sábado, 25 de março, com a Cerimônia de Encerramento e uma festa para os atletas no Anhembi. Foram 12 modalidades no programa (atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha, futebol de 5, futebol de 7, goalball, halterofilismo, judô, natação, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas e vôlei sentado). A maioria das disputas foram realizadas no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro – apenas o tênis teve a competição no Clube Espéria.

A competição tem o importante objetivo de desenvolver o esporte paralímpico nas Américas. E com essa ideia, a realização em um dos maiores legados dos Jogos Rio 2016, o CT Paralímpico, foi essencial e agradou dirigentes de comitê paralímpicos nacionais (NPC’s, em inglês) das Américas e do Comitê Paralímpico Internacional (IPC), entidade máxima do esporte paralímpico.

“Tenho certeza que este palco magnífico, maior legado dos Jogos Paralímpicos, será uma grande inspiração para esses atletas, que darão o seu melhor para obter resultados”, disse José Luis Campo, presidente do Comitê Paralímpico das Américas (APC).

O desempenho dos atletas chamou a atenção do Comitê Organizador do Parapan de Jovens. Para Andrew Parsons, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e do Comitê Organizador, o crescimento de inscritos e a maior qualidade dos atletas presentes têm deixado a competição mais interessante a cada edição.

“O nível aumentou muito. Se compararmos essa edição com Buenos Aires 2013, Bogotá 2009 e Baquisímeto 2005 vamos notar a evolução dos atletas mais jovens. Aí vemos atletas aqui alcançando índices para campeonatos mundiais de adultos. Então isso mostra a qualidade dos atletas juvenis que temos aqui nas Américas”, afirmou Parsons.

A análise de Parsons salienta, na verdade, o papel de uma competição juvenil continental. Se olharmos para a última edição do Parapan de Jovens, veremos que alguns dos medalhistas daquela edição seguiram crescendo e alcançaram os Jogos Paralímpicos, caso do nadador argentino Facundo Arregui, ou as brasileiras Danielle Rauen (tênis de mesa) e Verônica Hipólito (atletismo), ambas com medalhas nos Jogos do Rio.

Para o diretor da competição, Edilson Rocha, não há dúvidas que muitos dos mais de 800 atletas que estiveram em São Paulo nos últimos dias aparecerão nos próximos anos nas principais competições paralímpicas do mundo. “Se olharmos nos Jogos de 2013, veremos atletas que em 2016 conquistaram medalhas nos Jogos do Rio. Então, alguns daqueles que ganharam medalha aqui em São Paulo certamente estarão em Lima 2019 [Jogos Parapan-Americanos] e também em Tóquio 2020 [Jogos Paralímpicos]”, afirmou.

Proximidade dos países e desenvolvimento mútuo
Outro ponto positivo do Parapan de Jovens São Paulo 2017 foi a aproximação – cada vez maior – entre os comitês paralímpicos nacionais. Este contato, segundo Andrew Parsons, fortalece toda a região por meio de trocas de experiências entre atletas, dirigentes, árbitros, técnicos e todos aqueles com alguma relação com o esporte.

“A gente aproveitou para estreitar laços com outros comitês paralímpicos nacionais. E fizemos com que outros países estreitem laços entre si também”, lembrou o presidente do CPB ao falar sobre a importância da troca de conhecimento entre as nações.

Esse “estreitamento de relações” pode ter os benefícios observados na Colômbia, por exemplo. O país alcançou apenas o sexto lugar no quadro de medalhas quatro anos atrás, em Buenos Aires. Firmou um acordo de cooperação com o Comitê Paralímpico Brasileiro e fez um trabalho de desenvolvimento do esporte paraolímpico. Em São Paulo, a delegação colombiana melhorou muito o desempenho e ficou na segunda colocação geral, atrás apenas dos anfitriões.

Os Jogos Parapan-Americanos de Jovens são disputados a cada quatro anos. Esta foi a quarta edição. A próxima será disputada em 2021. A sede ainda será anunciada.

Fonte: cpb.org.br

Homem perde 2 pernas e corre risco de perder os braços após picada de aranha

A picada do inseto causou uma infecção generalizada e o estado de saúde dele é grave

Do R7

Foto: Reprodução/The Sun
Ele estava no jardim de sua irmã em fevereiro e sentiu uma
mordida em sua perna direita. O membro começou a inchar horas após o incidente
e ele foi levado pela irmã ao hospital em Melbourne, na Austrália

Um homem, pai de dois filhos, corre o risco de ter os braços amputados após ser mordido por uma aranha, segundo informações do The Sun. O homem já perdeu as duas pernas após a picada do animal.

Terry Pareja, de 65 anos, já passou por nove operações, mas enfrenta a possibilidade de perder os membros superiores porque a picada do inseto gerou uma infecção generalizada.

Ele estava no jardim de sua irmã em fevereiro e sentiu uma mordida em sua perna direita. O membro começou a inchar horas após o incidente e ele foi levado pela irmã ao hospital em Melbourne, na Austrália.

No hospital, ele teve que passar por uma cirurgia de emergência para amputar a perna direita para que a bactéria não se espalhasse. Infelizmente, a bactéria conseguiu ultrapassar as barreiras da perna direita e a perna esquerda do homem também teve que ser amputada.

Semanas após o ocorrido, ele permanece em estado grave e vomitando sangue na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital. Além disso, os rins do homem estão falhando e a pressão arterial dele está muito alta. Por isso, os médicos responsáveis estudam amputar também os braços.

Os médicos suspeitam que a responsável pelo estado de Pareja é uma aranha de cauda branca, espécie encontrada no sul e no leste da Austrália que mede até dois cm. Jeffmarey Pareja, filha de 27 anos do homem, disse que os médicos não acreditam que foi o veneno da aranha que o deixou assim.

O estado dele não foi causado pelo veneno da aranha, porque ele não é perigoso por humanos. A causa é a bactéria que entrou no organismo dele por meio do ferimento.

Recife recebe primeira etapa regional de 2017 do Circuito Loterias Caixa de Atletismo e Natação

Por CPB

(Marcio Rodrigues/CPB/MPIX)
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Recife (PE) receberá neste fim de semana, 1 e 2, a primeira etapa regional do Circuito Loterias Caixa de Atletismo e Natação de 2017. A capital pernambucana será a casa de 471 atletas das duas modalidades, que competirão na pista e na piscina do Centro Esportivo Santos Dumont, em Boa Viagem.

Em Recife, atletas das regiões Norte e Nordeste terão a oportunidade de obter marcas e classificar-se para as três etapas nacionais do Circuito Loterias Caixa, que acontecerão a partir de junho - todas em São Paulo. Dos 471 competidores, 299 estão inscritos no atletismo, enquanto os outros 172 são nadadores.

Além da etapa deste fim de semana, outras três competições regionais serão realizadas. De 7 a 9 de abril, Brasília (DF) será sede da regional Centro-Leste, enquanto São Paulo terá seu evento entre os dias 29 e 30 de abril. O Rio de Janeiro, por fim, fecha as etapas regionais com a Rio-Sul, entre os dias 6 e 7 de maio.

As competições nacionais estão programadas para terem início de 2 a 4 de junho, na capital paulista. A cidade ainda receberá a segunda (4 a 6 de agosto) e terceira (27 a 29 de outubro) paradas do principal circuito do esporte paralímpico brasileiro.

Para chegar à fase nacional do Circuito, os atletas precisam alcançar metas estabelecidas pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). As marcas tomam como base rankings e recordes mundiais das modalidades, e os competidores precisam chegar a uma porcentagem especificada destas marcas em suas classes e modalidades para confirmar suas vagas entre os melhores do Brasil. Os atletas com os 50 melhores índices técnicos da temporada anterior estão automaticamente classificados para o Circuito em 2017.

O Circuito
O Circuito Caixa Loterias é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e patrocinado pelas Loterias Caixa. Este é o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo e natação. Composto por quatro fases regionais e três nacionais, tem como objetivo desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país.

Serviço
Circuito Caixa Loterias - etapa regional Norte-Nordeste
Data: 1 e 2 de abril
Cidade: Recife (PE)
Local: Centro Esportivo Santos Dumont -
Horário: Sábado, das 8h às 18h. Domingo, das 8h às 12h

Fonte  cpb.org.br