domingo, 19 de novembro de 2017

Conheça a anã que está quebrando estereótipos no mundo da moda

Foto: reprodução Instagram
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@g0lden.bebe Dru Presta


Dru Presta, de 21 anos, está revolucionando a indústria da moda. A norte-americana nasceu com acondroplasia, tem nanismo e mede cerca de 1 metro de altura. Porém, seu tamanho não a amedrontou de seguir o sonho de ser modelo. Após se mudar de Reno, em Nevada, para Los Angeles, as coisas começaram a acontecer e ela tem estampado páginas de renomadas publicações de moda e beleza.

Segundo o Daily Mail, Presta sofreu durante 15 anos por causa de sua baixa estatura. “Reno é uma cidade pequena, com pouca diversidade e as pessoas não aceitavam algo diferente, algo anormal. Elas me provocavam e me davam apelidos prejudiciais, e quando eu era mais nova lidava com críticas da pior maneira possível. Meu dedo médio da mão ficava dolorido. Viver lá me tornou uma pessoa mais forte“, conta ela, que assim que terminou o colegial se mudou para L.A. para ter uma vida ‘mais livre’.

Chegando na ‘cidade dos sonhos’, Presta começou a modelar para a indústria da moda e tem se destacado cada vez mais. “Eu quero que todos sejam aceitos na moda. Quero que as pessoas possam caminhar pelas passarelas como qualquer outra pessoa, seja anã, estando em uma cadeira de rodas ou usando muletas “, diz.

                     Anã que está quebrando estereótipos na moda

Confira fotos de seus ensaios:

      

                       

                           

          

  

        

    

   





Adolescente morre eletrocutada por cabo de carregador enquanto dormia

Do BOL, em São Paulo

Reprodução/ Facebook
Polícia investiga se cabo era original ou falso
Polícia investiga se cabo era original ou falso

Le Thi Xoan era uma adolescente de 14 anos que morreu eletrocutada enquanto dormia. Durante o sono, a jovem teria encostado no fio que estava encapado com uma fita adesiva e conectado à tomada, o que fez com que ela levasse o o choque fatal. O caso ocorreu no Vietnã, na cidade de Hanói. A polícia local encontrou o cabo ao lado da cama dela.

Foi a família da adolescente que a encontrou desacordada. Ela foi encaminhada ao hospital, mas já chegou morta à unidade de saúde. Le Thin usava um iPhone, mas a polícia local investiga se o carregador que causou o choque era original ou "pirata".

(Com informações do Extra).

Transporte Aéreo de passageiros que necessitam de assistência especial.

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Click abaixo, e leia na integra o documento da Agência Nacional de Aviação Civil que regulamenta o acesso ao transporte aéreo de passageiros que necessitam de assistência especial.

Click AQUI para ler o documento.

Fonte: pessoacomdeficiencia.sp.gov.br - Imagem Internet/Ilustrativa

Passe Livre para Pessoas com deficiência e carentes.

Como tirar o passe livre interestadual

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Com o Passe Livre, você vai poder viajar por todo o país. Use e defenda o seu direito. O bom funcionamento do Passe Livre depende também da sua fiscalização. Denuncie, sempre que souber de alguma irregularidade. Faça valer a sua conquista. E boa viagem!

Conheça Melhor o Passe Livre
Quem tem direito ao Passe Livre? - Pessoas com deficiência física, intelectual, auditiva ou visual comprovadamente carentes.
Quem é considerado carente?Aquele com renda familiar mensal per capita de até um salário mínimo.
Para calcular a renda, faça o seguinte:
Veja quantos familiares residentes em sua casa recebem salário. Se a família tiver outros rendimentos que não o salário (lucro de atividade agrícola, pensão, aposentadoria, etc.), esses devem ser computados na renda familiar. Some todos os valores. Divida o resultado pelo número total de familiares, incluindo até mesmo os que não têm renda, desde que morem em sua casa. Se o resultado for igual ou abaixo de um salário mínimo, o portador de deficiência será considerado carente.

Quais os documentos necessários para solicitar o Passe Livre?

1- Cópia de um documento de identificação. Pode ser um dos seguintes
  • certidão de nascimento;
  • certidão de casamento;
  • certidão de reservista;
  • carteira de identidade;
  • carteira de trabalho e previdência social;
  • título de eleitor.
2- Laudo médico reconhecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), comprovando a deficiência ou incapacidade do interessado. Requerimento com declaração de que possui renda familiar mensal per capita igual ou inferior a um salário mínimo nacional . Clique e carregue em seu computador o formulário para preencher.
Atenção: Quem fizer declaração falsa de carência sofrerá as penalidades previstas em lei.

Como solicitar o Passe Livre?

Acesse e baixe no computador os formulários no site do Ministério dos Transportes (http://www.transportes.gov.br/conteudo/70971). Preencha-os e anexe um dos documentos relacionados. Uma vez preenchidos, os formulários devem ser enviados ao Ministério dos Transportes ao seguinte endereço: Ministério dos Transportes, Caixa Postal 9600 - CEP 70.040-976 - Brasília (DF). Neste caso, as despesas de correio serão por conta do beneficiário.
Outra alternativa é escrever para o endereço acima citado, solicitanto e informando o seu endereço completo para que o Ministério dos Transportes possa lhe remeter o kit do Passe Livre. Após a análise das informações, a carteira do Passe Livre será emitida pelo Ministério dos Transportes e enviada para o endereço que você indicar.

Observação: Se as vagas no transporte escolhido já estiverem preenchidas, a empresa tem obrigação de reservar a sua passagem em outra data ou horário. Caso você não seja atendido, faça a sua reclamação pelo telefone (61) 2029.8035. Horário de funcionamento: das 8h às 17h.

Formulários para solicitação do Passe Livre:
http://www.transportes.gov.br/index/conteudo/id/36024

Informações:

Telefone: (61) 2029.8035
Site: http://www2.transportes.gov.br/ascom/PasseLivre/apresentacao.htm
Atenção: Não aceite intermediários. Você não paga nada para solicitar o Passe Livre.

Quais os tipos de transporte que aceitam o Passe Livre?

Transporte coletivo interestadual convencional por ônibus, trem ou barco, incluindo o transporte interestadual semi-urbano. O Passe Livre do Governo Federal não vale para o transporte urbano ou intermunicipal dentro do mesmo estado, nem para viagens em ônibus executivo e leito.
Como conseguir autorização de viagem nas empresas? Basta apresentar a carteira do Passe Livre do Governo Federal junto com a carteira de identidade nos pontos-de-venda de passagens, até três horas antes do início da viagem. As empresas são obrigadas a reservar, a cada viagem, dois assentos para atender às pessoas portadoras do Passe Livre do Governo Federal.
Atenção: Se as vagas já estiverem preenchidas, a empresa tem obrigação de reservar a sua passagem em outra data ou horário. Caso você não seja atendido, faça a sua reclamação pelo telefone (0..61) 3315.8035. 
O Passe Livre dá direito a acompanhante? Quando for comprovado, por laudo médico, que a presença de acompanhante é imprescindível para locomoção do beneficiário do Passe Livre, o acompanhante também terá o direito garantido. Nesse caso, a carteira do beneficiário do Passe Livre deverá trazer a indicação "necessidade de acompanhante". O acompanhante também deve comprovar que não possui condições financeiras para custear sua passagem, usando o mesmo cálculo de renda per capita utilizado para concessão do benefício à pessoa com deficiência
Informações e reclamações: 
Posto de atendimento - SAN Quadra 3 Bloco N/O térreo - Brasília/DF
Telefone: (61) 3315.8035
Caixa Postal - 9.800 - CEP 70.040-976 - Brasília/DF
e-mail: passelivre@transportes.gov.br
Fontes: Site do Ministério dos Transportes - pessoacomdeficiencia.sp.gov.br -  Imagem Internet/Ilustrativa


Benefício - BPC -Benefício de Prestação Continuada

Um direito garantido pela Constituição Federal

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BPC é um benefício da assistência social, integrante do Sistema Único de Assistência Social – SUAS, pago pelo Governo Federal e assegurado por lei, que permite o acesso de idosos e pessoas com deficiência às condições mínimas de uma vida digna. Já são mais de 2 milhões de pessoas beneficiadas sob a coordenação do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Os beneficiários ganham independência, autonomia e participam muito mais da vida comunitária. Em muitas regiões, o BPC movimenta o comércio da cidade. Se você recebe o BPC, leia com atenção este manual. Entenda quais são os seus direitos e quais são as suas responsabilidades. Se você não recebe, informe-se e verifique se você, ou alguém que conheça, atende aos critérios do programa. Com a sua ajuda, o Brasil vai ser um país de todos. Um país que assegura direitos e oportunidades para todos.

O que é o BPC

O BPC é um benefício da assistência social. Isso significa que o BPC é um direito dos cidadãos brasileiros, que atendem aos critérios da lei e que dele necessitam. O valor do BPC é de um salário mínimo, pago por mês às pessoas idosas e/ou com deficiência que não podem garantir a sua sobrevivência, por conta própria ou com o apoio da família.

Quem pode reber o BPC?

Podem receber o BPC pessoas idosas com 65 anos ou mais e pessoas com deficiência. O benefício é destinado a idosos que não têm direito à previdência social e a pessoas com deficiência que não podem trabalhar e levar uma vida independente.
A renda familiar nos dois casos deve ser inferior a 1/4 do salário mínimo.

Como saber se você tem direito ao BPC?

Idosos - Você precisa comprovar que tem 65 anos ou mais, que não recebe nenhum benefício previdenciário e que a renda da sua família é inferior a 1/4 do salário mínimo por pessoa.
Pessoas com deficiência - Você deve comprovar que a renda da sua família é inferior a 1/4 do salário mínimo por pessoa e que não recebe nenhum benefício previdenciário. Deve comprovar, também, a sua deficiência e o nível de incapacidade por meio de avaliação do Serviço de Perícia Médica do INSS.

Renda Familiar por pessoa: Saiba como calcular a sua

O que é: renda familiar por pessoa é a soma total da renda de toda a família, dividida pelo número de membros que fazem parte do núcleo familiar, vivendo na mesma casa. Quais as pessoas da família que você deve colocar nesta conta: se estas pessoas vivem no mesmo teto que o seu, elas podem participar da conta.
  •    Esposa/Esposo
  •    Companheiro/Companheira
  •    Filhos/Filhas, menores de 21 anos ou inválidos
  •    Irmãos/Irmãs,menores de 21 anos ou inválidos
  •    Pai/Mãe
Como fazer a conta: some todos os ganhos destas pessoas e divida o resultado pelo número de pessoas que fazem parte da sua família. Por exemplo: com o salário mínimo no valor de R$ 300,00, 1/4 deste valor são R$ 75,00.

Como você pode requerer o BPC?

Se você tem direito a receber o BPC, não é necessário nenhum intermediário. Basta dirigir-se à agência do INSS mais próxima da sua casa, levando consigo os documentos pessoais necessários. veja a seguir quais são eles. Algumas prefeituras também podem orientar você. Confira se a prefeitura da sua cidade pode ajudá-lo. É fundamental que as informações que você fornecer estejam corretas e atualizadas.

Quais são os documentos que você precisa levar para o requerimento?

Levar os documentos exigidos é importante para que seja possível avaliar se você tem direito ao BPC. Por isso, não esqueça: quando você fizer o seu requerimento, leve os seus documentos e os documentos da sua família. Seus documentos:
  • Certidão de nascimento ou casamento;
  • Documento de identidade, carteira de trabalho ou outro que possa identificar quem é você;
  • CPF, se tiver;
  • Comprovante de residência;
  • Documento legal, no caso de procuração, guarda, tutela ou curatela.
  Documentos da sua família:
  • Documento de identidade, carteira de trabalho, CPF, se houver, certidão de nascimento ou casamento ou outros documentos que possam identificar todas as pessoas que fazem parte da família e suas rendas.
Deve ser preenchido o Formulário de Declaração da Composição e Renda Familiar. Este documento faz parte do processo de requerimento e será entregue a você no momento da sua inscrição.
Em alguns casos, o beneficiário precisa ser representado por outra pessoa para receber o BPC. Escolha uma pessoa da sua confiança
Nesses casos, serão necessárias procuração, guarda, tutela ou curadela
Procuração - A procuração é útil em caso de problemas de saúde ou nos casos em que a pessoa não pode se movimentar. Você deve escolher uma pessoa da sua confiança para representá-lo. Essa pessoa, escolhida por você, será o seu procurador.
Guarda - Se você é responsável por uma criança ou adolescente, mas não é pai ou mãe deles, você deve comprovar a guarda com o documento.
Tutela - Quando os pais das crianças ou adolescentes (menores de 18 anos) são inexistentes, é necessário que o juiz nomeie um tutor.
Curatela - Este documento é necessário para o responsável por maiores de 18 anos que não possuem nenhum discernimento. Estas pessoas são consideradas, pela lei, incapazes para atos da vida civil. A curatela não é obrigatória para ter direito ao BPC. E deve ser usada em casos de real necessidade.
Lembre-se: só autorize pessoas de sua confiança.

Como saber se seu requerimento foi aprovado para receber o BPC?

O INSS enviará uma carta para a sua casa informando se você vai receber ou não o BPC. Essa carta também informará como e onde você receberá o dinheiro do BPC.
Se você tiver direito ao BPC, em até 45 dias após a aprovação do seu requerimento, o valor em dinheiro já estará liberado para você sacar.

Como o BPC é pago?

Quem tem direito ao BPC recebe do banco um cartão magnético para usar apenas para o BPC.
Você não precisa pagar por isso. Nem é obrigado a adquirir nenhum produto do banco para receber o seu cartão. Com ele é muito fácil sacar o dinheiro nos bancos que pagam o BPC.

Mais de uma pessoa pode receber o BPC na sua família

Para que mais de uma pessoa receba o BPC na sua família, a regra não muda: a renda familiar por pessoa tem que ser menor que 1/4 do salário mínimo. Por isso, fique atento ao modo de fazer esta conta nos dois casos.
Se você é idoso Se já existe um idoso que recebe o BPC na família, este valor NÃO entra no cálculo da renda familiar.
Se você é pessoa com deficiência - Se já existe alguém na família, idoso ou pessoa com deficiência, que já receba o BPC, este valor entra no cálculo da renda familiar.

Em caso de morte, o BPC não pode ser transferido para outra pessoa da família

O BPC não é transferido em caso de morte. Por exemplo, se os pais falecerem, o direito de receber o BPC não passa para os filhos. Somente os valores não retirados em vida pelo beneficiário pode passar para outras pessoas da família.

De onde vem o dinheiro que paga o BPC?

Todo o dinheiro do BPC vem do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Esse Ministério cuida do Fundo Nacional de Assistência Social. O BPC investiu 7,5 bilhões de reais em 2005 e está atendendo mais de 2 milhões de brasileiros. E estes números não param de crescer e de beneficiar mais brasileiros que não têm condições de viver com dignidade.

As leis que garantem o direito ao BPC

A Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS regulamentou o BPC, que está previsto na Constituição Federal. Em 2003, o Estatuto do Idoso reduziu de 67 para 65 anos a idade mínima para o requerimento dos idosos. Assim, mais idosos puderam receber o BPC.

Não esqueça de informar seu endereço. Se você mudar de endereço, informe à agência do INSS mais próxima da sua casa. Não esqueça de informar também a ocorrência de óbito (se falecer a pessoa que recebe o BPC).

Qualquer pessoa pode requerer o BPC. Você não precisa pagar a ninguém para fazer isso por você
BCP é lei. Se alguém ficar com seu cartão, isso é crime. O Estatuto do Idoso é muito claro. Ninguém tem o direito de reter o cartão de um idoso que recebe o BPC, seja qual for a situação. Isso é crime e está no Estatuto do Idoso, artigos 102, 103 e 104.
As informações devem ser atualizadas. A lei obriga que de dois em dois anos seja feita uma revisão na lista das pessoas que recebem o BPC. Isso quer dizer que, a cada dois anos, é verificado se as condições que garantiram o direito ao BPC ainda são as mesmas. A atualização das informações é importante para que o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome pague o valor em dinheiro do BPC somente para quem realmente precisa dele. Quem realiza esta revisão são as Secretarias Estaduais e Municipais de Assistência Social, junto com o INSS e com o Ministério. Você pode contar com a orientação do Centro de Referência Social - CRAS Casas das Famílias ) e das Secretarias Estaduais e Municipais de Assistência Social.
O BPC pode deixar de ser pago. O pagamento do BPC só é garantido enquanto as pessoas que têm direito a ele continuarem atendendo às exigências da lei. Por isso, você deve sempre manter seus dados e informações em dia. Só assim o BPC tem o controle de quem precisa ou não do dinheiro. Se você fizer a sua parte, o BPC vai continuar ajudando a melhorar a sua vida e a de muitos brasileiros.
O BCP não é aposentadoria. O BPC não dá direito ao 13º salário.

Irregularidades

A legislação diz que qualquer pessoa que tenha conhecimento de alguma irregularidade no pagamento do BPC deve denunciar, junto ao MDS, INSS ou Ministério Público. Se você souber de alguma irregularidade, denuncie.

Para Saber Mais

  • Informe-se nas Secretarias de Assistência Social do seu município.
  • Procure os Centros de Referência de Assistência Social - CRAS (Casa das Famílias) no seu município, se houver.
  • Procure a agência do INSS mais próxima da sua casa ou telefone 135 para informações.
  • Ligue para o Prevfone: 0800-780-191

Fonte: pessoacomdeficiencia.sp.gov.br - Imagem Internet/Ilustrativa

Dicas sobre a terminologia enfocando pessoas com deficiência.

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Na produção de textos, documentos e ofícios ou em matérias e reportagens contendo terminologia enfocando pessoas com deficiência, deve-se atentar para que as expressões ou termos utilizados não reforcem a segregação ou contribuam para legitimar a discriminação e os preconceitos que envolvem as pessoas com deficiência. Muitos termos e expressões utilizados em meios de comunicação e materiais distribuídos em atendimentos ou eventos estão incorretos, evidenciando a exclusão social. Propomos a adoção de atitudes com comunicação mais inclusiva! Considere essas dicas:
  • “Especial”, “excepcional”, “dito-normal” e “anormal” não devem ser utilizados, pois as deficiências são uma manifestação inserida na diversidade humana. Se todos somos diferentes e se a diversidade é uma marca da sociedade, como designar os “especiais”?
  • A expressão “pessoa com necessidades especiais” tem origem em necessidades educacionais especiais (dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de aprendizagem; dificuldades de comunicação e/ou concentração). Saiu do campo do ensino e passou a ser usada incorretamente para designar todas as pessoas com deficiência, uma vez que absolutamente todas as pessoas, com e sem deficiência, podem ter “necessidades especiais” em dado momento.
  • Equivocadamente, atribui-se ao termo deficiência o antônimo de eficiência, acarretando o falso conceito de que as pessoas com deficiência são menos capazes, sem eficiência.
  • Algumas pessoas ainda relutam em utilizar o termo “deficiência” acreditando ser algum tipo de ofensa, quando é apenas uma característica da pessoa, sendo o correto a ser utilizado, simplesmente, pessoa com deficiência.
  • Deficiência intelectual não é sinônimo de doença mental. A deficiência se refere a um comprometimento intelectual com inúmeras origens e associado à capacidade da pessoa responder às demandas da sociedade. Não há cura para a deficiência intelectual e nem mesmo pode ser controlada com medicamentos. Na doença mental, a pessoa tem sofrimento psíquico, como depressão, síndrome do pânico e esquizofrenia, configurando-se como um quadro psiquiátrico, passível de controle ou cura por meio de remédios e terapias.
  • Da mesma maneira, deficiência não é doença e, muito menos, “transmissível”. A comparação entre as duas traduz na imagem de que para inserir uma pessoa com deficiência na sociedade é necessário antes “curá-la”, quando as pessoas com deficiência são titulares de direitos, estando reabilitadas, não sendo necessariamente passíveis de cura. 
  • Deficiência não é doença, mas algumas podem ter sido causadas por doenças. Por não se tratarem de doenças e não serem contagiosas, não podem ganhar contornos de epidemia. Diabetes não é deficiência e sim doença, mas pode ser a causa de amputações e cegueira, essas sim, deficiências física e visual, respectivamente. 
  • Ao se abordar pessoas com deficiência não se pode generalizá-las com o termo “deficiência física” englobando qualquer tipo de deficiência (física, auditiva, visual, intelectual ou múltipla). 

Não existe surdo-mudo, mas apenas surdo. A pessoa que nasce surda tem a capacidade de aprender uma linguagem oral, mas é comum que tenha na Língua Brasileira de Sinais – Libras uma opção de comunicação. Há, ainda, surdos oralizados que se comunicam pela leitura labial ou são implantados – implante coclear – e não utilizam a Libras como forma de comunicação.

  • Nem todo cego sabe ler braile. Nem todo surdo sabe Libras. Nem toda pessoa com deficiência é “coitadinha” nem é “super esforçada e eficiente”. Generalizações não podem ser empregadas às pessoas com deficiência, assim como não se deve generalizar as demais pessoas. Pessoas, com ou sem deficiência, têm suas habilidades, vocações, falhas e defeitos por simplesmente tratar-se de humanos.
  • Segundo a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência “Pessoas com deficiência são aquelas que têm impedimentos de natureza física, intelectual ou sensorial, os quais (impedimentos), em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade com as demais pessoas”. O Decreto Federal 5296/2004 apresenta definição clara sobre quem são as pessoas com deficiência para efeito da legislação.
  • Para se referir a uma pessoa com deficiência não utilize palavras como “defeituoso”, “incapacitado” ou “inválido”. Da mesma forma, pessoas sem deficiência podem ser chamadas de “comuns” ou “sem deficiência”, mas não “normais”, afinal, este é um conceito muito relativo e polêmico. Embora o poeta diga que “ninguém é normal quando se visto bem de perto”, o conceito de pessoas “normais” para as que não têm deficiência pode depreciar as que têm deficiência.
  • As expressões “anomalia genética” ou “doença genética” devem ser evitadas. Utilize “síndrome genética”, “alteração genética” ou “condição genética”. 
  • Existem critérios muito rígidos para definir uma deficiência, portanto, uma pessoa com alto grau de miopia, por exemplo, não é uma pessoa com deficiência visual. Pelo mesmo motivo, não é recomendável dizer “somos todos deficientes”.
  • Atenção, jornalista: apurar uma matéria que envolva uma pessoa com deficiência exige o mesmo olhar crítico do que qualquer outra matéria. A má informação não se justifica pelo fato de ter sido passada por uma pessoa com ou sem deficiência. 
  • Como em qualquer outra matéria, evite generalizações para se referir às pessoas com deficiência, por exemplo, dizer que todas as pessoas com síndrome de Down têm talento artístico ou toda pessoa com deficiência visual tem audição apurada. As pessoas com deficiência são, acima de tudo, pessoas, com falhas de caráter, talentos e aptidões, como qualquer outra. 
  • Evite supervalorizar a pessoa com deficiência bem sucedida e que supera as limitações. Nem todos seguem o mesmo caminho e quem não conseguiu superar as próprias limitações pode se sentir minimizado. Sociedade inclusiva é aquela onde o “herói” é apenas uma entre muitas possibilidades.
  • Procure tratar da deficiência também em eventos ou encontros que não abordem o tema explicitamente, e considere a participação direta de pessoas com deficiência, na contribuição do conteúdo, formato e execução do projeto.
  • Habilitação e reabilitação são serviços que têm por objetivo reduzir as limitações existentes e promover a qualidade de vida e os meios para a pessoa mudar a própria vida. Incluem as áreas de Medicina, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição, Terapia Ocupacional, Psicologia, entre outras. Também se inclui na reabilitação recursos que favoreçam a estabilidade clínica e funcional e no controle das lesões que geram incapacidades.
  • O adjetivo “inclusivo” se refere a quaisquer ambientes e situações abertos à diversidade humana e não somente quando se trata de pessoas com deficiência. Desta forma, ambientes inclusivos são aqueles que oferecem condições plenas, em desenho universal, para qualquer pessoa desenvolver seu potencial com dignidade.
 
Principais Diferenças entre Inclusão e Integração:
 

Inclusão

Integração

Inserção total e incondicional. Pessoa com deficiência e sociedade simultaneamente procuram se adequar para plena participação. Mão dupla.Inserção parcial e condicional. Pessoas com deficiência “se preparam” para a sociedade que “concorda” em recebê-la. Mão única.
Mudanças que beneficiam toda e qualquer pessoa (não se sabe quem “ganha” mais; TODAS ganham)Mudanças visando prioritariamente a pessoa com deficiência (consolida a ideia de que elas “ganham” mais).
Exige transformações profundas.Consente transformações superficiais
Sociedade se adapta para atender às necessidades das pessoas com deficiência e, com isso, se torna mais atenta às necessidades de TODOSPessoas com deficiência se adaptam às necessidades dos modelos existentes na sociedade, que faz apenas ajustes.
Defende o direito de TODAS as pessoas, com e sem deficiência.Defende e protege pessoas com deficiência.
Traz para dentro dos sistemas os grupos de “excluídos” e, paralelamente, transforma esses sistemas para que sejam para TODOS.Insere nos sistemas os grupos de “excluídos que provarem estar aptos”.
Valoriza a individualidade de pessoas com deficiência, que podem ou não ser bons funcionários; podem ou não ser carinhosas, podem ou não ser “boazinhas”.Há a tendência de tratar pessoas com deficiência como um bloco homogêneo, ex.: surdos se concentram melhor, cegos são excelentes massagistas, as crianças e jovens com síndrome de Down são dóceis, etc.
Não disfarça as limitações, porque elas são reais.Tende a disfarçar as limitações para aumentar a possibilidade de inserção.
A partir da certeza de que TODOS somos diferentes, não existem “os especiais”, “os normais”, “os excepcionais”, o que existe são pessoas com e sem deficiência.Quem não tem deficiência se apresenta como um bloco majoritário e homogêneo de pessoas rodeadas pelas que apresentam deficiência, com destaque para suas limitações.
 
 
Conteúdo adaptado do Manual da Mídia Legal desenvolvido pela ONG Escola de Gente e produzido pela Assessoria de Comunicação Institucional da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Governo do Estado de São Paulo – www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br | Facebook:InclusaoSP| Twitter: @InclusaoSP| youtube.com/SEDPCD


Fonte: pessoacomdeficiencia.sp.gov.br - Imagem Internet?ilustrativa

sábado, 18 de novembro de 2017

Falta de sondas em postos de saúde prejudica pacientes de Campinas

Outros itens importantes para evitar infecção em pessoas com deficiência também estão em falta. Prefeitura admitiu o problema e disse que situação será normalizada nos próximos dias.

Por Jornal da EPTV 2ª Edição

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Pacientes reclamam da falta de sondas em postos de saúde de Campinas

Campinas está com falta de sondas e outros materiais básicos para pessoas com deficiência. De acordo com apuração da EPTV, afiliada da TV Globo, cada pessoa precisa de pelo menos 200 sondas por mês para urinar. No entanto, alguns pacientes têm recebido apenas 30. Outros itens importantes para evitar infecções, como anestésicos, gazes e luvas também estão em falta em algumas unidades

Click AQUI para ver o vídeo.

A ausência dos materiais forçou algumas famílias a gastar R$ 200 a mais do que o previsto no orçamento. O agente de relacionamento Adauto Pereira de Carvalho ficou paraplégico há 11 anos, precisa usar uma sonda de 12 milímetros e retirava o item no Posto de Saúde do Jardim Itatinga. No entanto, com a resposta negativa, ele precisou comprar o produto com o próprio dinheiro.

“Eles [os postos] não estão me fornecendo, com a informação de que a Prefeitura não está enviando. Esse dinheiro que eu estou gastando, eu usaria para conta de luz, água, todos os mantimentos, é um custo muito elevado", disse.

A funcionária de uma farmácia no Jardim Figueira afirmou que faltam todos os tipos de sonda nos postos de saúde e que a orientação da Prefeitura é para que os pacientes reutilizem os materiais. "Falta sonda de 12 milímetros, de 14, de 16. Eu me recuso a falar pra eles reutilizarem as sondas. Nós recebemos um e-mail com essa orientação, mas não digo isso para ninguém. É perigoso pegar uma infecção", afirmou.

Falta de sondas em postos de saúde em Campinas (SP) (Foto: Reprodução/EPTV)
Falta de sondas em postos de saúde em Campinas (SP) (Foto: Reprodução/EPTV)

O que diz a Secretaria de Saúde

A Prefeitura reconheceu o problema e informou que houve um atraso no processo de licitação. Segundo a diretora municipal de Saúde, Mônica Macedo Nunes, a situação deve ser normalizada nos próximos dias. Sobre a orientação para reutilizar a sonda, ela explicou que segue todos os protocolos assistenciais.

Fonte: g1.globo.com