terça-feira, 20 de março de 2012

Cadeirante fez 28 cursos a distância e hoje acumula dois empregos

Luciana Alvarez* Do UOL, em São Paulo 


                                                                                                                                                                      Fernando Donasci/UOL
  • Fernando Becasse, 31, já fez 28 cursos a distância e supera as dificuldades de uma paralisia cerebral
    Fernando Becasse, 31, já fez 28 cursos a distância e supera as dificuldades de uma paralisia cerebral
Estudar já foi penoso para Fernando Becasse, 31. Seu maior obstáculo, conta, era o preconceito que sofria devido à locomoção por cadeira de rodas. “O ensino médio foi um período muito difícil para mim. Na turma não gostavam de ter um paraplégico, me chamavam de mutilado”, lembra o rapaz que, desde criança, lida com as consequências de uma paralisia cerebral.
O Ensino a Distância (EAD) foi uma das estratégias que o Becasse adotou para se profissionalizar. Hoje, ele acumula quase 12 anos de experiência de estudo a distância e 28 cursos livres e técnicos finalizados, além de dois empregos. Em um dos trabalhos, Becasse é o responsável pelo departamento de relacionamento com o mercado de um site de a divulgação de cursos; no outro, faz tradução de informações para o site de uma agência de turismo.

Cadeirante faz 28 cursos de EAD e acumula dois empregos



Foto 1 de 11 - Com 12 anos de experiência em cursos de EAD, a meta do rapaz é ter seu próprio escritório de informática Fernando Donasci/UOL

VEJA QUAIS FORAM OS 28 CURSOS A DISTÂNCIA QUE BECASSE FEZ

- Matemática financeira
- Curso técnico de contabilidade
- Técnico em informática
- Curso de administração financeira
- Inglês
- Historia da arte
- Jornalismo
- Como elaborar um plano de negócios
- Auxiliar de marketing
- Gestão financeira
- Curso de telecomunicações
- Internet
- Técnico de eletrônica
- Secretariado
- Telemarketing
- Direito, legislação e ética
- Desenho artístico e publicitário
- Como usar um osciloscópio
- Administração imobiliária
- Controles financeiros
- Caligrafia
- Processo migmag (soldagem)
- Técnico em transações imobiliárias
- Desenhista ilustrador
- Compras e planejamento de produção
- Recepção e atendimento
- Auxiliar administrativo
- Chaveiro
Becasse tomou contato com as aulas a distância por um anúncio. Então, se inscreveu em um curso de motivação pessoal e não parou mais. “Em seis meses, recuperei a autoestima. Aí já emendei outro, de gestão de empresas. Depois vieram administração, técnico em contabilidade e técnico em informática”, afirma ele, que também aprendeu inglês a distância.
O motivo de ter buscar tantas formações, Becasse explica com tranquilidade: “Às vezes é bom ter várias formações, porque, quando surgir vaga em alguma, você vai e entra, né?” Os cursos que mais o ajudaram, diz ele, foram de auxiliar administrativo, compras e planejamento de produção, técnico em informática e técnico em contabilidade. “Estou conseguindo juntar os conhecimentos e aplicar no meu trabalho.”
O jovem, que já fez mais de um curso simultaneamente, afirma que é fácil estudar em casa, contanto que se tenha vontade e tempo disponível. “Tenho uma meta: quero ter meu escritório de informática. Por isso, não desanimo”, conta. “Para estudar a distância você tem de se programar. Estudo quatro horas por dia.” Além disso, seu próximo passo é fazer uma faculdade: “Tudo a seu tempo”, planeja.
Um dos empregos, Becasse conseguiu há quatro anos, quando conheceu o diretor do site na escola onde faz EAD. “Nunca me senti deficiente, apesar de saber que não tenho movimento nas pernas. Os cursos me dão força e fazem com que eu me sinta capaz ao quadrado.”
EAD e inclusão social
Além de facilitar o acesso à aprendizagem para pessoas com deficiências, o EAD tem aberto, aos poucos, o ingresso no ensino superior para as classes C e D, analisa o professor João Vianney, conselheiro da Abed (Associação Brasileira de Ensino a Distância) e consultor da Hoper Educacional.
Segundo dados do Censo da Educação Superior de 2010, do MEC (Ministério da Educação), as graduações a distância oferecidas por instituições particulares têm o quase o dobro do número de alunos atendidos pelo Prouni (Programa Universidade para Todos, que concede bolsas integrais ou parciais) e pelo Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) juntos. São 748 mil universitários estudando a distância e outros 375 mil nos dois programas governamentais somados.
Entre os estudantes que recebem bolsa do Prouni, cerca de 12%, segundo estimativas do MEC, estudam a distância. “Estamos falando do mesmo perfil de público: alunos com renda familiar mais baixa, em transição da classe D para a C, e sem tradição de escolaridade de ensino médio ou superior na família”, diz Vianney. Os principais atrativos da modalidade são mensalidades até 75% mais baratas em relação ao ensino presencial e a flexibilidade de tempo.
Cassiane Stefanski Olkoski, 29, optou pela faculdade a distância e a formatura no curso de gestão ambiental pela Unopar (Universidade Norte do Paraná), no ano passado, foi a realização de um sonho. Depois de perder o marido quando estava grávida, aos 21 anos, adiou seus planos de estudo por três anos, até que conheceu o EAD. “Só assim pude conciliar as aulas com a minha rotina de trabalho e de cuidado com o meu filho. E, com tantas contas para pagar, foi a solução mais acessível financeiramente também”, diz.
Para José Manuel Moran, professor de Novas Tecnologias da USP e diretor de EAD da Universidade Anhanguera-Uniderp, já era esperada a predominância das classes C e D na graduação a distância. “Esse é um fenômeno que aconteceu no mundo inteiro no primeiro momento do EAD. Depois de atender a essa demanda reprimida, o público tende a se misturar”, diz. “O adulto que procura uma faculdade tem trabalho e família e muitas vezes não pode ir à instituição de ensino todos os dias”, completa.

Sobre Todas as Coisas discute sobre Síndrome de Down




Sobre Todas as Coisas discute nessa segunda-feira, às 20 horas, sobre a Síndrome de Down, em comemoração ao Dia Internacional da Síndrome de Down, 21. O objetivo é abrir espaço para relatos de experiências e conscientizar a população sobre essa questão. Ainda vai ser discutido o papel e a capacitação dos profissionais que lidam com pessoas com a síndrome. 

Sobre Todas As Coisas é veiculado ao vivo pela Televisão Brasil Central, canal 13 na rede aberta de televisão. Internautas participam pelo e-mail,sobretodasascoisastv@hotmail.com; twitter, @sobretodas.

Mitos e verdades sobre pessoas surdas





Fonte:http://fezago.blogspot.com.br/2012/03/mitos-e-verdades-sobre-pessoas-surdas.html

Dançarino que usa muletas


    Dergin Tokmak é um dançarino com deficiência que dança com muletas. No entanto, tornou-se um breakdancer reconheceu que já trabalhou com o Cirque du Soleil. Aqui está em demonstração de dança em uma sala de ensaio com suas muletas. http://www.youtube.com/watch?v=sfZjtKw7e_E



Fonte:http://fezago.blogspot.com.br/2012/03/dancarino-que-usa-muletas.html

Caminhada pela inclusão reúne cidadãos com Síndrome de Down, em Campinas

Realizada em 18 de março, caminhada reuniu pelo menos 200 pessoas. Atividade integra a programação pelo Dia Internacional da Síndrome de Down.


Uma caminhada reuniu na manhã deste domingo, dia 18 de março, cidadãos com síndrome de Down, seus familiares e amigos na Lagoa do Taquaral. A atividade integra a programação, em CampinasSite externo., pelo Dia Internacional da Síndrome de Down, em 21 de março. A data visa celebrar a vida das pessoas com esta síndrome e chamar a atenção da sociedade para a importância da inclusão total.

Pelo menos 200 pessoas participaram do evento, inclusive alunos com Síndrome de Down inseridos no Projeto Campinas Especial, da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer. O evento foi promovido pelo Centro de Educação Especial Síndrome de Down (CEESD), com apoio da Prefeitura.



Heloísa Modesto Mendes, de 40 anos, foi com a filha Alice Maria, de um ano e dois meses, participar da caminhada. Heloísa, que ajudou na organização do evento, explicou que este é o primeiro ano em que a data é celebrada oficialmente. “O principal desafio em relação à inclusão das pessoas com Síndrome de Down ainda é vencer o preconceito”, disse.
Por isso, segundo ela, o evento deste domingo teve uma questão simbólica importante. “A ideia é mobilizar, chamar a atenção para a inclusão social das pessoas com deficiências, o que significa torná-las participantes da vida social, econômica e política e assegurar o respeito aos seus direitos no âmbito da sociedade, do Estado e do poder público”, afirmou.

Convivência
Quem também ajudou na organização do evento foi Valéria Baroni, de 49 anos. Ela é mãe de Giovana, de 4 anos, que tem síndrome de Down. Valéria reforçou que o principal desafio é mesmo vencer o preconceito. “A sociedade como um todo tem dificuldade para entender que as pessoas são diferentes, mas os direitos são iguais. Estou aqui com meus outros três filhos, além de Giovana. Todos eles são diferentes e todos têm os mesmos direitos”, disse.

Sílvia Amado Rigatto também levou o filho Guilherme, de 16 anos, para participar da caminhada. Segundo ela, o fato do filho conviver com outros adolescentes e com pessoas de outras faixas etárias significa inclusão.

“A sociedade ainda não está preparada para a inclusão. Mas as instituições podem mudar a partir da convivência com o diferente e foi o que aconteceu, por exemplo, com a escola que acolheu meu filho. Os professores que, inicialmente, não sabiam como lidar com a situação, mudaram de postura. É preciso conhecer para desmistificar”, afirmou.

Carla Cardelli e a professora Márcia Lomeu, da Secretaria de Esportes e Lazer, acompanharam na caminhada os alunos com Síndrome de Down que participam das atividades físicas dentro do programa Campinas Especial. “A caminhada pela inclusão é mais um evento que faz valer o direito da pessoa com deficiência à sua condição de cidadão”, disseram.

Com o grupo delas estavam Hugo Veras Costa Pinto, de 26 anos, e a namorada Lídia, de 32 anos. Os dois têm Síndrome de Down. “É importante participar. Estou feliz”, disse Hugo.

Sobre a data
O Dia Internacional da Síndrome de Down foi escolhido como 21 de março porque a data se refere aos 3 cromossomos 21 que caracterizam quem tem a trissomia do cromossomo 21 (21/3).

O objetivo do dia é valorizar as pessoas com síndrome de Down e conscientizar a população sobre a importância da promoção dos direitos inerentes às pessoas que nasceram com a síndrome de desfrutar uma vida plena e digna, como membros participativos em suas comunidades e na sociedade.

Conferência na ONU
Oficialmente, 2012 será o primeiro ano a celebrar o Dia Internacional da Síndrome de Down. Para marcar a data, na sede da ONU, em Nova Iorque, acontece a conferência Construindo o nosso futuro, promovida pelas missões do Brasil e da Polônia e organizada pela Down Syndrome International.

No total, oito jovens com síndrome de Down da Austrália, Brasil, Peru, Estados Unidos e Espanha serão palestrantes na Conferência. Entre estes jovens vai estar a campineira Tathiana Heiderich, que vai falar sobre sua experiência como repórter de televisão.

Nasce o Movimento Down

PORTAL NA INTERNET TERÁ CONTEÚDO INÉDITO SOBRE SÍNDROME DE DOWN

Em parceria com universidades, instituições e empresas, plataforma será a primeira com acessibilidade intelectual a indivíduos com SD.


As estatísticas revelam que a cada 800 partos nasce uma criança com Síndrome de Down. Apesar dessa expressiva taxa de ocorrência, ainda é grande no Brasil a dificuldade de acesso a informações, profissionais e aparatos necessários para o pleno desenvolvimento de crianças nessa condição. Mãe da pequena Beatriz, a advogada mineira Maria Antônia Goulart se deparou com esta preocupante realidade há um ano e meio, depois do nascimento da filha. E partiu não só em busca de conhecimento como decidiu compartilhá-lo com outras mães e familiares na mesma situação e, de forma pioneira, com as próprias pessoas com SD. Da sua obstinação nasceu o portal Movimento Down
(www.movimentodown.com.br), com patrocínio da Amil, que a partir do dia 21 de março, quando entra no ar, promete se transformar em fonte de referência no país para todos aqueles que buscam informação, orientação e um espaço de discussão sobre a Síndrome de Down.

Para dar forma ao projeto, Maria Antônia iniciou há oito meses a mobilização de uma extensa rede de colaboradores – entre profissionais, instituições e empresas, além de familiares e amigos de pessoas com SD –, para desenvolver, de maneira inédita, conteúdo qualificado e ao mesmo tempo acessível para este amplo universo de indivíduos. “Ao mesmo tempo em que ficamos felizes com o excelente desenvolvimento da Beatriz, nos angustiamos com o fato de que somos parte de uma minoria que tem acesso às informações e meios de atendimento ideais. Isso nos motivou a querer difundi-los da forma mais abrangente possível”, explica Maria Antônia.

A data de lançamento do site não foi escolhida ao acaso: desde 2006, 21 de março é oDia Internacional da Síndrome de Down no Brasil e em cerca de 40 países. A partir deste ano, terá um alcance ainda maior, pois será celebrado pela primeira vez em mais de 193 nações, graças à moção apresentada pelo Brasil na ONU e aprovada por consenso. “Desde que foi instituída, a ideia do 21/3 é que seja voltado para as próprias pessoas com Síndrome de Down. É uma oportunidade para que falem por si próprias. Elas têm a palavra para dizer quais suas necessidades, seus sonhos e de que forma podermos ajudá-los a serem cada vez mais inseridos na sociedade”, enfatiza Patrícia Almeida, integrante do conselho da Down Syndrome International e colaboradora doMovimento Down.

O portal será lançado oficialmente em Brasília, onde haverá uma sessão solene no Salão Negro do Congresso Nacional para comemorar a data. Neste mesmo dia será realizada na sede da ONU, em Nova Iorque, a conferência ‘Construindo o nosso futuro’, com expressiva participação brasileira. Os jovens da Associação Carpe Diem, de São Paulo, foram convidados para lançar o livro de sua autoria Mude o seu falar que eu mudo o meu ouvir, guia de acessibilidade na comunicação para pessoas com deficiência intelectual. A publicação, primeira no gênero em todo o mundo, terá edições em português e inglês. A entidade é uma das que apoiam o Movimento Down na produção de material acessível para o portal.

Um dos principais diferenciais da plataforma é sua acessibilidade intelectual. Frequentemente confundida com incapacidade, a deficiência não impede o desenvolvimento de uma vida normal e plenamente autônoma, desde que as pessoas nessa situação sejam tratadas dignamente e estimuladas a desenvolver todas as suas potencialidades. Assim, nada mais natural do que transformar o objeto do portal também em sujeito ativo: Breno Viola, 31 anos, que tem Síndrome de Down, é coordenador de conteúdo e um dos principais entusiastas do site. Em seu currículo estão feitos impressionantes. Primeiro judoca com SD a se tornar faixa preta nas Américas, esporte que pratica desde os três anos de idade, Breno alcançou o segundo Dan da Faixa Preta em 2007, tornando-se o primeiro Down a atingir este grau em todo o mundo. Praticou ainda outras modalidades esportivas como vela, jiu-jitsu e natação.

Nesta última, foi medalhista no IV Campeonato Brasileiro Especial de Natação, em 2000, e nos III Jogos Nacionais das Olimpíadas Especiais, dois anos depois. Participa, de forma atuante, em diversos eventos e campanhas em favor da inclusão social da SD, entre desfiles, conferências, encontros, concursos e shows. Breno ainda poderá ser visto em breve no cinema como um dos protagonistas do longa ‘Os colegas’, que entra este ano em circuito e foi vencedor do Prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Paulínia, em 2008. “Breno é o exemplo de que os limites impostos pela Síndrome de Down não são definitivos e pré-estabelecidos. Como qualquer pessoa, quem tem SD apresenta aptidões distintas e diferentes graus de desenvolvimento. Por isso o estímulo motor e intelectual e o cuidado com a saúde são tão importantes”, esclarece Maria Antônia.

Com base nessas constatações, a saúde ganhou papel de destaque no portal. Explicações detalhadas sobre os cuidados necessários com a criança, desde o seu nascimento, estão dispostas através de uma linha do tempo, dividida por faixa etária. O internauta terá a chance de controlar os marcos de desenvolvimento de cada idade, assim como encontrar serviços públicos e privados relacionados por região. O usuário poderá também fazer uma avaliação deste atendimento, o que, através de parcerias firmadas com as diversas instâncias do governo, poderá servir como parâmetro para a implementação de melhorias. Haverá ainda informações sobre terapia ocupacional, fisioterapia, fonoaudiologia, psicomotricidade, psicopedagogia, psicologia, equoterapia e hidroterapia, entre outras especialidades terapêuticas, além de dicas para brincadeiras e estimulações que podem ser feitas em casa.
As atividades do Movimento Down não ficarão restritas à internet. Um censo pioneiro, atualmente em curso na comunidade da Maré e realizado em parceria com a entidade Redes de Desenvolvimento da Maré, servirá como piloto para o início de um mapeamento inédito da Síndrome de Down que irá ajudar na criação de novas políticas públicas de atendimento. Paralelamente, está sendo criada uma brinquedoteca, em conjunto com o Curso de Terapia Ocupacional da UFRJ, onde serão formados profissionais de terapia ocupacional e desenvolvidos brinquedos e brincadeiras para auxiliar no desenvolvimento das crianças com SD. Maria Antônia alerta que “é importante que as ações extrapolem o âmbito da web. Uma esfera precisa alimentar a outra para que haja reais avanços para a autonomia e plena inclusão social de todos comSíndrome de Down”.

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Informações para a imprensa:
Leila Grimming – leila.grimming@gmail.com
Tels: (21) 8112-3390 / 7748-5112

segunda-feira, 19 de março de 2012

Jornal Hoje exibe matéria sobre acidente de motos

Rede Globo repercute estatísticas sobre acidentes com motos, contextualizando as informações com dados da AACD e entrevistando dois pacientes vítimas deste tipo ocorrência.






Enviado por  em 27/07/2011
Rede Globo repercute estatísticas sobre acidentes com motos, contextualizando as informações com dados da AACD e entrevistando dois pacientes vítimas deste tipo ocorrência.
Fonte:http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=3qVoSBB4Qko