segunda-feira, 29 de maio de 2017

Mãe é violentada pelo namorado ao tentar evitar estupro da filha deficiente

Criança de 11 anos foi abusada pelo pedreiro em Pontes e Lacerda (MT). Mulher e suspeito estavam em um relacionamento há uma semana.

Do G1 MT

(Foto: Divulgação/ Polícia Civil de Pontes e Lacerda)
Pedreiro estuprou mulher e criança deficiente de 11 anos e foi preso em Mato Grosso (Foto: Divulgação/ Polícia Civil de Pontes e Lacerda)
Pedreiro estuprou mulher e criança deficiente de 11 anos e foi preso em Mato Grosso

Um pedreiro, de 38 anos, foi preso nesta segunda-feira (15) suspeito de ter estuprado uma criança com deficiência mental e a mãe dela, na cidade de Pontes e Lacerda, a 483 km de Cuiabá. Segundo a Polícia Civil, as vítimas têm 11 e 38 anos, respectivamente. O suspeito e a mãe da criança estavam em um relacionamento há uma semana.

De acordo com a Polícia Civil, o crime ocorreu no final de semana na casa das vítimas, no Bairro São Cristóvão. O pedreiro negou ter estuprado mãe e filha e chegou a dizer que não as conhecia. A criança, durante depoimento, disse que o suspeito passou as mãos nas partes íntimas dela. A mãe, ao ver a filha sendo abusada, tentou agredir o suspeito.

Conforme a Polícia Civil, o pedreiro também passou a violentar a mulher. Toda a cena foi vista pela criança. O suspeito responde por outros crimes, um deles um homicídio em Cuiabá, pelo qual estava em liberdade condicional, após ser condenado a 12 anos, e usava tornozeleira eletrônica. No momento da prisão o pedreiro estava sem o dispositivo de monitoramento.

O equipamento foi encontrado, junto com outros pertences dele, na casa das vítimas. O suspeito foi preso por estupro e encaminhado para a Cadeia Pública de Pontes e Lacerda. A mulher e a filha dela foram encaminhados para atendimento psicológico.

Fonte: g1.globo.com

Pai é preso suspeito de estuprar filha com paralisia cerebral em MT

Mãe denunciou o caso à polícia após presenciar abuso dentro de casa em Sinop. Menina de 13 anos de idade vive em estado vegetativo, diz delegado.

Por G1 MT

Imagem gazetamt.net
Pai é preso suspeito de estuprar filha com paralisia cerebral em MT

Um homem de 34 anos foi preso pela Polícia Civil em Sinop, a 503 km de Cuiabá, após estuprar a filha de 13 anos de idade, que tem paralisia cerebral. O abuso ocorreu na quinta-feira (25) e foi denunciado pela mãe da vítima, após flagrar o companheiro deitado na cama da filha, com a bermuda abaixada.

Segundo a polícia, o suspeito foi preso na sexta-feira (26) e autuado por estupro de vulnerável. Quando foi flagrado pela mulher dele, o homem teria dito que "teve um minuto de bobeira". Em seguida, fugiu de casa, sendo localizado pela polícia apenas no dia seguinte.

De acordo com o delegado Carlos Eduardo Muniz, que investiga o caso, a mãe da vítima disse que foi dormir e deixou o companheiro sozinho na sala. Ao perceber que ele não havia se recolhido ainda, saiu para procurá-lo, encontrando-o deitado na cama da filha e abusando da menina.

"É um caso traumático, muito brutal, pois a menina vive em estado vegetativo, não consegue se comunicar, muito menos se defender", disse o delegado.

De acordo com a polícia, o exame de conjunção carnal confirmou o estupro sofrido pela vítima. O pai ficou à disposição da Justiça e deve ser encaminhado para uma unidade prisional.

Fonte: g1.globo.com -  Imagem gazetamt.net

Enquanto esteve em coma após um terrível acidente, algo começou a crescer em sua barriga — quando ela acordou, ela recusou que o retirassem

Em setembro de 2012, Gemma Holmes, de 26 anos de idade, da Inglaterra, sofreu um terrível acidente. Ela estava dirigindo sua moto em alta velocidade quando bateu em um carro. A batida jogou a garota pelos ares, e em seguida, ela bateu em um poste de luz.

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Gemma foi levada imediatamente para um hospital e teve que passar por várias cirurgias. Os ferimentos eram terríveis: uma grave concussão, uma fratura na coluna e nas extremidades. Os médicos acreditavam que ela não sobreviveria. Por fim, Gemma entrou em coma.

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Apesar das previsões pessimistas, a mulher despertou depois de três meses. Os médicos ficaram perplexos, mas então, eles descobriram algo que os deixou completamente atordoados. Eles encontraram um “corpo estranho dentro da barriga de Gemma”. Parecia que algo estava crescendo dentro dela. Os médicos não acreditaram nos próprios olhos: Gemma estava grávida de quatro meses! Porém, ela não se lembrava do pai da criança, e nem dos próprios pais — a lesão cerebral grave havia provocado uma perda de memória.

Os médicos pediram que Gemma escolhesse entre um aborto ou uma cesariana sem anestesia — o corpo da garota não conseguiria suportar isso. Todos estavam certos de que a futura mamãe escolheria tirar o bebê, porque o parto com uma espinha quebrada poderia matá-la.

“Me disseram que eu poderia fazer um aborto se eu quisesse. Mas eu não podia — eu sentia o bebê crescendo dentro de mim. Foi muito difícil… era extremamente doloroso para eu andar. Mas eu estava pensando no bebê o tempo inteiro e isso estava me dando um motivo.”

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Apesar das previsões pessimistas, a mulher despertou depois de três meses. Os médicos ficaram perplexos, mas então, eles descobriram algo que os deixou completamente atordoados. Eles encontraram um “corpo estranho dentro da barriga de Gemma”. Parecia que algo estava crescendo dentro dela. Os médicos não acreditaram nos próprios olhos: Gemma estava grávida de quatro meses! Porém, ela não se lembrava do pai da criança, e nem dos próprios pais — a lesão cerebral grave havia provocado uma perda de memória.

No dia 2 de março de 2013, os médicos realizaram uma cesariana com analgésicos mais fracos. Gemma esqueceu de toda a dor que sentiu, no momento em que olhou para o seu filho, Ruben.

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Depois do nascimento do bebê, a nova mamãe passou por mais cirurgias, mas todos os dias, Ruben a fazia esquecer dos problemas. Mesmo em uma situação difícil, Gemma decidiu arriscar e, literalmente, salvar duas vidas. E isso, somente as mães podem fazer.

Fonte: perfeito.guru

Os médicos disseram a ela para desligar os aparelhos que o mantinham vivo pois não havia chances de ele sobreviver. Mas ela nunca desistiu de seu amor e, no final, ela venceu!

Acredito que não há nada pior no mundo do que ver uma pessoa amada ferida e não ser capaz de ajudá-la! Muitas pessoas desistem em tais situações, mas não esta menina. Mesmo quando lhe disseram que não havia esperança de que seu marido se recuperasse, ela não o abandonou!

Crédito: Matt Davis Recovery

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Conheça Danielle Davis! Danielle havia conhecido seu futuro marido Matt quando ela tinha 23 anos, e em apenas alguns meses os jovens se casaram. Eles estavam completamente apaixonados e extremamente felizes juntos!

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Mas então uma tragédia terrível aconteceu: a moto de Matt bateu em um veículo e ele ficou severamente ferido. Após os médicos terem lutado pela vida de Matt por 9 dias, eles disseram à sua esposa que ele provavelmente não conseguiria sobreviver. Mas, caso ele se recuperasse, o jovem rapaz não seria capaz de funcionar de forma independente. Desta forma, os médicos aconselharam Danielle a desligar os aparelhos que permitiam que Matt continuasse vivo.

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A mulher de coração partido disse que nunca faria isso. Danielle ficou ao lado de seu amado esposo dia e noite. Após certo tempo, ela o levou para casa.

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Em um mês, um milagre aconteceu: Matt começou a mostrar sinais de vida. Ele abriu os olhos e começou a se mover. Danielle estava mais do que feliz ao ver o sorriso de seu marido de novo!

Veja como Matt está agora! Ele trabalha duro para se recuperar e irá conseguir fazer isso com o apoio carinhoso de sua esposa amorosa!

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Fonte: perfeito.guru



Ela postou uma foto da sua bebê na internet e as enfermeiras notaram que ALGO estava errado…- Veja o vídeo.

Scarlett, a bebê de Kande Hein, tinha apenas 5 semanas de idade quando pegou um resfriado.

Ela foi levada ao médico em duas ocasiões e ambas as vezes disseram a sua mãe que não era nada grave.

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No entanto, dias depois, uma fotografia revelou que algo não andava bem: os olhos da bebê aparentavam um ligeiro tom azulado, além disso, Kande disse que a pequena Scarlett estava letárgica e sem apetite, com dificuldade para respirar: então ela foi diagnosticada com o vírus sincicial respiratório (VSR).

Trata-se de um micróbio que causa infecções nos pulmões e nas vias respiratórias, especialmente em bebês e adultos maiores de 65 anos. Se não for tratado a tempo pode levar a morte, especialmente em bebês prematuros.

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Depois que Scarlett se recuperou da hospitalização, Kande decidiu alertar outros pais sobre os sinais e sintomas do perigoso vírus através de uma reportagem que foi compartilhada nas redes sociais.

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  • Coloração cutânea azulada devido à falta de oxigênio
  • Dificuldade para respirar
  • Adejo nasal (batimentos acelerados nas asas do nariz provocado por obstrução das vias aéreas)
  • Respiração rápida
  • Pieira (sibilo ou chiado no peito provocado pelo estreitamento dos brônquios inflamados)

  • Pieira (sibilo ou chiado no peito provocado pelo estreitamento dos brônquios inflamados)
Fonte: perfeito.guru






Vem aí a primeira cadeira de rodas capaz de subir escadas - Veja o vídeo.

 
O equipamento poderá dar condições de acessar escadas nos mais diferentes lugares, até em transportes públicos

Escadas. São a maneira mais barata de construir um acesso ao piso superior de uma casa. São também um obstáculo para cidadãos com mobilidade reduzida. E embora já seja possível encontrar rampas de acesso em quase todo o lado, nem todas as casas e prédios têm um. E nem falamos da dificuldade de acesso de cadeiras de rodas aos transportes públicos…

Para resolver o problema, surgiu o projeto Scewo. Criado por um grupo de jovens engenheiros suíços, estes já conseguiram demonstrar a tecnologia que estão a desenolver num exemplar experimental, que consegue subir escadas e entrar e sair de autocarros. Mas este modelo experimental, embora no vídeo pareça trabalhar bem, ainda tem alguns problemas que deverão ser resolvidos este ano, quando o grupo de criadores montar o primeiro protótipo funcional.

O projeto já foi apresentado ao público em certames na Suíça, mas querem financiar o projeto a nível internacional. Para isso, a cadeira de rodas Scewo  está a ser financiada em Patreon.

Falta de controle de mosquito e mau atendimento são causas de epidemia de Chikungunya no Ceará

Para especialistas, combate ao mosquito deve ser uma parceria entre a população e o governo

Do R7 - Caíque Alencar, do R7

Thinkstock
Epidemia de Chikungunya coloca cidades cearenses em alerta

O Ceará vive uma epidemia de febre Chikungunya com mais de 41.723, sendo 16.185 já confirmados e oito mortos. A falta de controle na proliferação do mosquito Aedes aegypti e o mau atendimento médico são as principais causas das mortes e do aumento de casos notificados, segundo especialistas consultados pelo R7. Para o epidemiologista Luciano Pamplona, professor da Faculdade de Medicina da UFC (Universidade Federal do Ceará), tanto a população quanto os profissionais da saúde ainda não têm o preparo adequado para lidar com a doença.

De fato, nos primeiros dias de sintomas de alguns pacientes as doenças são muito parecidas, então é provável que o médico veja um paciente nos dois ou três primeiros dias e tenha dificuldade de fazer o diagnóstico. Eu digo que é preciso que o médico olhe para o paciente e faça um bom exame médico, ouça o paciente falar. Isso é impossível de ser feito em uma consulta de 30 segundos ou um minuto.

O especialista ressalta que o combate precisa ser feito de forma conjunta entre poder público e população. Se o trabalho de remoção de eventuais criadouros do mosquito não for realizado nas residências, os casos só tendem a aumentar.

Governo nenhum no mundo vai controlar essas doenças se não houver uma participação efetiva da população. Na prática, é fundamental que as pessoas entendam que o mosquito está dentro de casa. Tem pessoas que acreditam que os agentes de saúde é que vão resolver o problema, mas não é isso. O papel dele quando passa na casa das pessoas a cada dois ou três meses é orientar o que elas vão fazer em relação ao controle. Se ele não fizer nada até a próxima visita, o mosquito vai se desenvolver. Na prática, é preciso é uma boa orientação para que a população consiga se proteger no seu imóvel.


A opinião é compartilhada pelo professor João Bosco Siqueira, epidemiologista em medicina tropical da Universidade Federal de Goiás, que explica que a população às vezes espera que muitas situações se tornem mais graves para começar a fazer um combate efetivo a doenças.

Esse combate depende muito da percepção pública que existe em torno de uma doença. É uma coisa muito parecida que acontece com o cinto de segurança dos carros, por exemplo. Enquanto as mortes não sobem muito por conta da falta do uso, isso não chega até as pessoas. É como se fosse um estímulo que elas precisam ter para tomar uma atitude.


Falta de continuidade

A coordenadora de Promoção e Proteção à Saúde da Sesa (Secretaria de Saúde do Ceará), Daniele Queiroz, afirma que os aumento nos casos de febre Chikungunya se devem à paralisação dos fucionários para as eleições e troca de gestores nas prefeituras, que causaram rupturas nas medidas que haviam sido aplicadas contra doenças até então.

Nós tivemos 81% dos municípios que tiveram mudanças de seus gestores. Houve descontinuidade de planejamento no controle vetorial e nossa sazonalidade começa em novembro. Então se não tiver uma atividade continuada de controle do vetor, ele acaba se multiplicando e fica em um quantitativo que permite a transmissão contínua.


Mesmo assim, Daniele reforça que toda a população precisa ter paciência e e saber que cada um responsável pela sua própria casa.

Quando tem rato, a gente controla. Quanto tem barata, a gente controla. E como o Aedes também é praga, a população não se sente responsabilizada por ajudar. Ela prefere que o ACE (Agente de Combate de Endemias) venha de dois em dois meses do que ela mesma procurar se tem algum foco dentro da residência. Essa visita é importante, mas a população não pode esperar todo esse tempo para ter uma ação preventiva.

Por isso, além da limpeza, a coordenadora ressalta a importância que a população tem na denúncia de outros locais que possam ser caracterizados como potenciais criadouros de larvas de mosquito, como é o caso de pontos de descarte irregular de lixo.

Casos da doença aumentaram no Brasil

De acordo com o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado na quinta-feira (25), o número de casos de Chikungunya no país aumentou 88% em um mês. O documento mostra que, até 13 de maio, foram registrados 80.949 pacientes com suspeita da doença, sendo que até 15 de abril haviam sido identificados 43.010. Para o professor da UFC, esses resultados, no entanto, não dizem que um Estado é melhor que outro. São séries históricas que atingem Estados distintos em épocas diferentes.

Nesse momento o Ceará está tendo uma epidemia muito grande, mas ela não é de forma igual em todos os municípios. Então é possível que a gente ainda tenha epidemia no ano que vem porque ela é uma doença de transmissão vetorial e vai se espalhando. Lamentavelmente é esperado que você tenha epidemia em uma região e depois em outra e, naturalmente, diminui o número de ocorrências e ela acaba explodindo em outros locais.

No Nordeste como um todo, por exemplo, é normal os casos se concentrem no 1º semestre do ano, mas principalmente no segundo trimestre, que é quando é verão na região e as chuvas são mais intensas.