domingo, 4 de dezembro de 2016

Projeto de esportes adaptados volta a Goiânia com paratletas da Rio 2016

"Experimentando Diferenças" sensibiliza o público sobre modalidades especiais e fica na cidade até 14 de dezembro com a presença de vários medalhistas paralímpicos

Por GloboEsporte.com Goiânia

"Experimentando Diferenças" esporte paralímpico Fortaleza (Foto: Divulgação)
No "Experimentando Diferenças", público tem contato com modalidades especiais, como o handbike (Foto: Divulgação)

O projeto "Experimentando Diferenças", criado com a proposta de sensibilizar o público para as conquistas e o valor do atleta paralímpico brasileiro, chega a Goiânia pela segunda vez, agora em edição especial de Natal no Passeio das Águas Shopping, até o dia 14 de dezembro.

O projeto leva às grandes cidades do país atividades esportivas gratuitas e desafiadoras, realizadas numa arena de 130m². Nesses ambientes, monitores ensinam o público a jogar futebol com os olhos vendados, basquete em cadeira de rodas, além de games com simulação virtual de corrida e handbike, dentre outras modalidades do esporte adaptado. Assim, o público tem a oportunidade de se sentir "na pele" de uma pessoa com deficiência que pratica esportes.

Desde 2013, o projeto já esteve em 30 cidades, interagindo com mais de 40 milhões de frequentadores dos shoppings e grandes eventos em que a arena foi montada, como a Casa Brasil, na Rio 2016. Cerca de 160 mil pessoas aceitaram o convite para brincar no espaço utilizando equipamentos semelhantes aos usados por atletas profissionais em provas internacionais.

O projeto conta ainda com a participação de vários atletas que brilharam na Paralimpíada Rio 2016 e faturaram medalhas. Nesta segunda passagem por Goiânia, o evento receberá:

2/12: Claudiney Santos (lançamento de dardo), Tito Sena (atletismo) e Adria Santos (atletismo)
3/12: Bruno Carra (halterofilismo)
4/12: Lorena Spoladore (salto em distância)
9/12: Fernando Fernandes (canoagem)
10/12: Eliseu Santos (bocha)
11/12: Ítalo Gomes (natação)

É um orgulho para o "Experimentando Diferenças" estar presente novamente em Goiânia e repetir o enorme sucesso de público da edição de 2015 - diz Fernando Rigo, idealizador do projeto criado em 2013 e que tem chancela do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e apoio da Caixa Loterias.

Experimentando Diferenças Vale Sul (Foto: Divulgação)
Arena do "Experimentando Diferenças" possui 130m² e possui diversas atrações ao público (Foto: Divulgação)

Serviço

"Experimentando Diferenças"
Cidade: Goiânia
Data: 30 de novembro a 14 de dezembro
Local: Shopping Passeio das Águas
Horários: segunda a sexta – 13h às 21h; sábado – 10h às 22h; domingo – 14h às 20h

Modalidades oferecidas:

Futebol com olhos vendados
Basquete em cadeira de rodas
Corrida em cadeira de rodas
Games com simulação virtual
Bocha
Handbike

Fonte: globoesporte.globo.com

Pessoas com Deficiência e Modalidades Esportivas

Por CBDV
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Neste espaço falaremos um pouco da história e das curiosidades dos esportes paralímpicos e não-paralímpicos praticados por deficientes visuais. Atualmente a CBDV administra cinco modalidades no Brasil, sendo três paralímpicas: Futebol de 5, Goalball (masculino e feminino) e Judô; e duas não-paralímpicas: Futebol B2/B3 e Powerlifting. O Comitê Paralímpico Brasileiro – CPB é responsável pelas modalidades paralímpicas: Atletismo e Natação.
Como começou
Em geral, o paradesporto teve início em 1945, logo após a Segunda Guerra Mundial, devido ao elevado número de combatentes que ficaram com alguma deficiência, seja ela, visual, auditiva, paraplégica, tetraplégica, entre outras. Isto influenciou o neurocirurgião austríaco Ludwig Guttmann a começar um trabalho de reabilitação médica e social através de práticas esportivas.
O que era para ser somente um trabalho de recuperação de pessoas com deficiência, começou a ganhar contornos cada vez mais profissionais, tanto que em 29 de julho de 1948, na cidade Stoke Mandeville, na Inglaterra, foi realizada a primeira competição para atletas deficientes.
Primeira Paralimpíada
Pouco mais de uma década depois, em 1960, veio a consagração das modalidades paralímpicas. Foi em Roma, na Itália, que aconteceu a primeira Paralimpíada, o evento foi realizado logo após os Jogos Olímpicos. O marco foi uma vitória para Guttmann, considerado como o fundador dos Jogos Paralímpicos. O neurologista foi o idealizador da competição e não poupou forças para coloca-la em prática.
Mesmo com o sucesso nos Jogos em Roma (1960), a Paralimpíada não teve a mesma atenção nas edições seguintes. Em algumas, inclusive, chegaram a acontecer em lugares diferentes das Olimpíadas. No entanto, nas Olimpíadas de Seul-88, as Paralimpíadas voltaram ser realizados no mesmo local. Desde então, a competição é parte obrigatória do planejamento dos organizadores. A primeira participação brasileira nos Jogos Paralímpicos aconteceu em 72, em Heidelberg, na Alemanha Ocidental.
Importância
Além de serem praticadas profissionalmente as modalidades servem como estimulo para que pessoas com alguma deficiência possam conhecer e praticar algum esporte, o que torna importante para a saúde e estima para os mesmos.
Para saber mais sobre alguma modalidade específica basta clicar nas opções abaixo.

Fonte: cbdv.org.br

Sergio Oliva comemora ano vitorioso e relembra emoção compartilhar medalhas com torcedores

Por CPB

Marco Antônio Teixeira/CPB/MPIX
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Sergio Oliva conquistou duas medalhas de bronze para o Brasil nos Jogos Paralímpicos Rio 2016

O hipismo brasileiro só tinha duas medalhas em Jogos Paralímpicos até este ano. Antes de setembro, apenas Marcos Alves, o Joca, havia levado dois bronzes em Pequim 2008. Em 2016, Sergio Oliva colocou o nome entre medalhistas da modalidade ao igualar a campanha do companheiro de Seleção e faturar duas medalhas de bronze nos Jogos Rio 2016. Sergio é um dos homenageados no Prêmio Paralímpicos 2016, dia 7 de dezembro, no Rio de Janeiro.

O cavaleiro participou de cinco competições internacionais nesta temporada, contando com os Jogos Paralímpicos, e subiu ao pódio em quatro delas. O desempenho, para ele, foi o planejado com a comissão técnica.

"O ano foi muito bom. Cumpri todas as metas que definimos com a equipe, subi no pódio em quatro das cinco competições internacionais que participei e meu sonho como atleta foi realizado nos Jogos Rio 2016", definiu.

Para Sergio, a melhor sensação do ano, ao lado da conquista das medalhas, foi o contato com os espectadores brasileiros na arena. "Foi emocionante estar em casa representando a nação. A gente depende do silêncio para concentração e a torcida fez isso também. E gostei muito de estar por perto e porder mostrar minhas medalhas, comemorar com os torcedores", relembrou.

A campanha foi, junto com a de 2008, a melhor do time equestre brasileiro. Por isso, o cavaleiro acredita que tenha marcado a modalidade com o desempenho. "Este foi um ano histórico para mim. Termino a temporada feliz por ter ido bem no meu esporte e por ter igualado a campanha do Joca [Marcos Alves], um cara tão importante para o hipismo", observou Sergio.

Assessoria de imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)


Fonte: cpb.org.br

PARA VOCÊS MAMÃES - ENTREVISTA COM O PEDIATRA CARLOS GONZÁLEZ - VEJAM OS VÍDEOS.

MARIANA FERRÃO CONVERSA COM O MÉDICO QUE FICOU FAMOSO POR QUEBRAR REGRAS. ELE DEFENDE O COLO, A CAMA COMPARTILHADA, O AFETO SEM LIMITES E A AMAMENTAÇÃO EM LIVRE DEMANDA.

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Quantidade de comida
O pediatra Carlos González diz que a quantidade que uma criança precisa comer é absolutamente imprecisa. Algumas crianças comem diariamente mais que o dobro que outras.
Sal
O sal não é tão prejudicial aos bebês quanto para adultos. O pediatra Carlos González explica que, por peso, uma criança pode comer mais sal que um adulto.
Compreensão
A criança comer mal não significa falta de amor ou desgosto pela comida da mãe. Muitas vezes obrigamos a criança a comer reproduzindo padrões de educação que recebemos.
Obesidade
O pediatra espanhol Carlos González diz que obrigar as crianças a comer é contraproducente. Elas podem comer ainda menos por pura raiva.
Comer para crescer
Embora seja um ditado popular, o pediatra espanhol Carlos González diz que não é comendo que se cresce. Quem acredita nisso, pode tentar e ver se dá certo.
Comer sozinha
Carlos González diz que é possível deixar as crianças comerem com as próprias mãos, mas a supervisão é necessária, porque elas podem engasgar, por exemplo.
Culpa
Apesar de fazerem sempre o que julgam ser o melhor, as mães sentem muita culpa, sem motivo, de forma irracional.
Pesagem
Quando chega o momento em que a criança recupera o peso do nascimento, não tem muita necessidade de continuar pesando.

Amamentação
Quando falamos sobre amamentação, estamos falando de mulheres saudáveis, que acabaram de ter um filho. É muito difícil que não possam dar o peito.

Luciano Rezende alcança o melhor resultado do tiro com arco em Jogos Paralímpicos

Por CPB

Cleber Mendes/MPIX/CPB
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Luciano Rezende agradece o carinho do público que compareceu no sambódromo durante o Rio 2016

Luciano Rezende foi o responsável por dar ao tiro com arco brasileiro a melhor posição em edição de Jogos Paralímpicos. No Rio 2016, ele alcançou o quarto lugar na competição e apesar de não ter conquistado a sonhada medalhada, saiu no dia 13 de setembro, radiante do sambódromo (local da competição).

“Eu só tenho a agradecer, eu fui para dar o meu melhor e consegui: acho que nunca atirei tão bem. Eu queria muito a medalha, mas tudo valeu muito a pena. Ainda não conquistei a sonhada medalha paralímpica por isso ainda tenho determinação para alcançar esse objetivo e que seja logo em Tóquio-2020", brincou o atleta.

Para Luciano, o diferencial que ajudou muito a equipe brasileira durante os Jogos Paralímpicos foi a aclimatação realizada no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo.

"A gente estava bastante focado no Rio. O treinamento em São Paulo antes das Paralimpíadas foi decisivo para ter esse bom resultado. Conseguimos alinhar os equipamentos e ajustar a mente para alcançar o melhor possível. O trabalho da comissão técnica do tiro com arco foi importantíssimo", concluiu o atleta que ainda faturou este ano um ouro no arco recurvo nos Estados Unidos.

Luciano nasceu com um problema congênito na coluna, que prejudicou os movimentos de suas pernas. Nadou dos 13 aos 20 anos. Só aos 30 experimentou o tiro com arco. E logo percebeu que tinha um talento para a modalidade. “Foram mais de sete anos de caminhada e muito treino para chegar até aqui. O mais difícil é o controle emocional. O duelo mais difícil é sempre comigo mesmo”, concluiu.

Assessoria de imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte: cpb.org.br

Recado de Tathiana Piancastelli - Veja o vídeo.

No Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, Tathiana Piancastelli mandou o seguinte recado:
                                                 logo do dia internacional da pessoa com deficiencia 3/12.
                   
logo do dia internacional da pessoa com deficiencia 3/12.

Dez anos da Convenção da ONU

Por Izabel Maior *

Ilustração com os pictogramas representando as deficiências. Uma pessoa cadeirante, uma muletante, uma pessoa cega usando bengala, uma mulher cega com cão guia e outro cadeirante no outro extremo da figura.

Quase não acredito que aconteceu há dez anos a conclusão do processo de elaboração da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e sua homologação pela Assembleia Geral da ONU em 13 de dezembro de 2006. Ainda estão vívidos na minha memória e, com certeza, na lembrança de todos que participaram, os debates e propostas dos 192 países e as vozes do movimento político mundial das pessoas com deficiência presente no Comitê ad hoc para a Convenção. A participação direta do movimento social nas negociações da ONU foi inédita e conferiu atualidade e arrojo ao texto aprovado. Os trabalhos dos bastidores estendiam-se pelas madrugadas, com intensa troca entre diferentes culturas e realidades de violação dos direitos humanos vividas pelas pessoas com deficiência. Tive a oportunidade de participar das reuniões formais dos países-partes, como representante governamental, e das conversas aprofundadas do segmento social. Aprendi muito, encontrei meu espaço no mundo, apresentei a realidade brasileira das pessoas com deficiência, desde a situação de pobreza e discriminação até às políticas públicas para favorecer oportunidades iguais na sociedade. Influenciamos em assuntos como acessibilidade, educação, vida independente, saúde sexual e reprodutiva, cooperação internacional, estatísticas e apoio ao Comitê para monitorar as condições de implementação da Convenção. Compreendemos e apoiamos os artigos sobre igualdade perante a lei, acesso à justiça, combate à violência e artigos para crianças e para mulheres com deficiência.

Dez anos depois, tenho a sensação de que trabalhamos arduamente e alcançamos o um excelente tratado de direitos humanos específico para promover e assegurar a autonomia, protagonismo, emancipação e não-discriminação, a acessibilidade como direito básico e a presença das questões das pessoas com deficiência na agenda política internacional. Cada conceito, a redação de cada artigo, com seus detalhamentos, as obrigações destinadas aos governos e às instituições sociais estão tomando vida em todo mundo. Até dezembro, 164 países ratificaram a Convenção e 89 países ratificaram o Protocolo Facultativo que submete suas ações ao Comitê sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. O Comitê avaliou o Brasil quanto à implementação da Convenção em agosto de 2015, levando em consideração o relatório governamental e aquele elaborado pelas organizações da sociedade civil. As recomendações do Comitê da ONU, traduzidas para o português, estão disponíveis em  http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/cpd/documentos/relatorio-do-comite-da-onu-sobre-os-direitos-das-pessoas-com-deficiencia-traduzido-em-portugues

Em 2016, no Brasil entrou em vigor a primeira lei derivada da Convenção, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) que adotou a avaliação funcional da deficiência como biopsicossocial, garantiu a igualdade perante a lei com a aplicação da tomada de decisão apoiada e restrições à interdição mesmo parcial, deu ainda mais ênfase à acessibilidade, trouxe a aplicação dos diversos direitos, como a educação inclusiva em todos os níveis, no âmbito público e privado, o trabalho com apoio como mais uma oportunidade de emprego, a garantia de cuidados de saúde, habilitação e reabilitação e acesso aos equipamentos de tecnologia assistivas, auxílio-inclusão em situações de maior vulnerabilidade para estimular a participação das pessoas com deficiência grave e moderada no mercado de trabalho formal. Esse e outros artigos importantes da lei aguardam a regulamentação para sua aplicabilidade. Ainda neste ano, o Supremo Tribunal Federal negou a pretensão das escolas particulares de descumprir a LBI e estabelecer custos adicionais para matricular alunos com deficiência. O status constitucional da Convenção favoreceu a decisão judicial em favor das pessoas com deficiência.

Dia 3 de dezembro, comemorado como o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, em 2016 dedica-se ao “Alcance dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável até 2030”. É a mais importante agenda internacional e requereu grande esforço de países e do movimento social até que a participação das pessoas com deficiência surgisse de forma expressa. Assim, estão textualmente presentes nas ações do desenvolvimento sustentável pela educação inclusiva, trabalho e emprego digno, decente e inclusivo, redução das desigualdades pelo empoderamento e inclusão social e a acessibilidade nas cidades e nos transportes. As pessoas com deficiência são contempladas em todos os demais objetivos do desenvolvimento sustentável até 2030. Uma das estratégias para monitorar os avanços da qualidade de vida do segmento é a desagregação e elaboração de indicadores sociais que revelem as condições de desenvolvimento do segmento. Disponível em  https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/

Nos dez anos da Convenção, em setembro passado, foi criado o Fórum Permanente UFRJ Acessível e Inclusiva, instância consultiva da Reitoria para discussão, elaboração e suporte ao desenvolvimento e implementação da política institucional em acessibilidade. Encontra-se em curso a pesquisa de identificação de alunos e servidores com deficiência nos espaços na sede, em Xerém e em Macaé. Também começaram as parcerias com setores-chaves da universidade para conhecer e encaminhar as demandas da comunidade, como a Ouvidoria, a Procuradoria, as áreas de projetos físicos e o Sistema de Bibliotecas. Dessa forma a Universidade Federal do Rio de Janeiro assume as responsabilidades definidas na Convenção, nas leis nacionais e nas políticas para a autonomia e inclusão das pessoas com deficiência.

Quase não acredito que aconteceu há dez anos a conclusão do processo de elaboração da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e sua homologação pela Assembleia Geral da ONU em 13 de dezembro de 2006. Ainda estão vívidos na minha memória e, com certeza, na lembrança de todos que participaram, os debates e propostas dos 192 países e as vozes do movimento político mundial das pessoas com deficiência presente no Comitê ad hoc para a Convenção. A participação direta do movimento social nas negociações da ONU foi inédita e conferiu atualidade e arrojo ao texto aprovado. Os trabalhos dos bastidores estendiam-se pelas madrugadas, com intensa troca entre diferentes culturas e realidades de violação dos direitos humanos vividas pelas pessoas com deficiência. Tive a oportunidade de participar das reuniões formais dos países-partes, como representante governamental, e das conversas aprofundadas do segmento social. Aprendi muito, encontrei meu espaço no mundo, apresentei a realidade brasileira das pessoas com deficiência, desde a situação de pobreza e discriminação até às políticas públicas para favorecer oportunidades iguais na sociedade. Influenciamos em assuntos como acessibilidade, educação, vida independente, saúde sexual e reprodutiva, cooperação internacional, estatísticas e apoio ao Comitê para monitorar as condições de implementação da Convenção. Compreendemos e apoiamos os artigos sobre igualdade perante a lei, acesso à justiça, combate à violência e artigos para crianças e para mulheres com deficiência.


* Izabel Maior é conselheira municipal e estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência no Rio de Janeiro e integrante da comissão executiva do Fórum Permanente UFRJ Acessível e Inclusiva