terça-feira, 25 de abril de 2017

Mesmo com tantos candidatos à adoção, abrigos estão cheios - Veja o vídeo.

Crianças aptas para adoção nem sempre são como os adotantes desejam. Série do JN mostra a história de Vitória, com paralisia cerebral e adotada.

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O Jornal Nacional retoma nesta segunda-feira (24) a apresentação da série especial de reportagens sobre adoção, que nós começamos a exibir no dia 10 de abril. Nos dias seguintes, nós tivemos que interromper a sequência por causa do volume de informações da delação da Odebrecht na Lava Jato.

Aquela primeira reportagem mostrou que mais de 40 mil crianças e adolescentes vivem em abrigos no Brasil e descreveu o processo para adotar no nosso país.

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A repórter Graziela Azevedo vai mostrar por que a conta não fecha. Mesmo com mais interessados em adotar do que crianças e adolescentes disponíveis para adoção, os abrigos brasileiros continuam cheios.

“Força, força! E gol! Estica o corpo! Agora vai! Na trave!”.

“Cada conquista é uma vitória mesmo, porque é maravilhoso. Estou sentindo que eu estou cumprindo com o dever que eu propus a fazer, que é fazer a Vitória feliz”, afirma Ana Cristina Macene Ricieri.

Cumprindo e com louvor. Ana deixou o emprego de vendedora de loja para acompanhar os tratamentos que ajudam ela a superar as dificuldades de uma paralisia cerebral.

A deficiência, que foi a causa do abandono por parte dos pais biológicos, acabou sendo também a razão da aproximação das duas. Aconteceu numa visita ao abrigo onde Vitória viveu seus primeiros 3 anos.

“Eu fui não com a intenção de adotar, só de conhecer, acompanhar uma amiga. Como ela tinha a deficiência dela, ficava num cantinho, as pessoas chegavam para visitar e foram passando direto por ela. E aquilo, na hora que eu olhei, ela quietinha, com carinha tristinha, passei por ela e olhei. Na hora que eu olhei para ela, ela já levantou os bracinhos pedindo colo”, conta a mãe adotiva de Vitória, Ana Cristina.


Querer que os filhos nasçam com saúde é um desejo legítimo de qualquer pai, de qualquer mãe, mas a natureza e o destino não seguem o padrão de perfeição que muitas vezes temos na cabeça. Podemos cuidar da saúde, dar boa educação e carinho, mas os filhos, as crianças são o que são. Há coisas que não podemos moldar ou mudam e nem todos estão abertos para aceitar isso.

Os desencontros começam no preenchimento dos formulários em que os candidatos a adoção colocam as características que aceitam ou não em seus futuros filhos: além de raça, sexo e idade, precisam decidir se receberiam grupos de irmãos, crianças com doenças ou deficiências tratáveis.

“E eu meu marido sentávamos para preenche aquilo e não conseguíamos preencher. Se eu tivesse um biológico, não estaria escolhendo nada disso. Não saberia da forma que ia nascer. Não saberia se ia nascer saudável, se não, se ia nascer com cabelo liso, com cabelo enrolado”, disse Ana Cristina.

Mas é obrigatório fazer escolhas na hora de preencher o cadastro. A média no cadastro nacional é de cinco pretendentes para cada criança disponível para adoção, e mesmo assim muitas passam a vida nos abrigos.

É que elas nem sempre se encaixam nos desejos dos adotantes. Só 8% dos candidatos aceitam crianças com necessidades especiais; 12% dos menores cadastrados têm algum problema físico ou mental; e mais de 65% são negros ou pardos. A maioria tem mais de 5 anos de idade. Muitos têm irmãos que não querem se separar, um desejo que a Justiça hoje costuma respeitar.

Cerca de 56% são meninos e 44% meninas. Mas a maior fila para adotar é de pessoas que querem:

“Menina branca recém-nascida. É a maior fila que tem no Brasil. Menina branca de até 6 meses. Então, a gente precisa tomar cuidado para separar o que é a demora da adoção em decorrência da falta de recursos humanos, em decorrência da burocracia legal, e separar o que é a dificuldade da adoção por conta das restrições que os próprios adotantes colocam na hora de adotar”, explica o juiz da Vara da Infância Protetiva de Guarulhos, Iberê de Castro Dias.
Os bebês ainda são minoria, mas chegam com maior frequência nos abrigos e por uma razão que é uma ferida social: o uso do crack.

Os filhos desse drama são muitos. Só a Vara Central da Infância em São Paulo recebe de dois a três bebês por semana, filhos de dependentes do crack.

Uma casa de acolhimento tem hoje 20 bebês. Quem cuida deles garante que são guerreiros. E se entende logo o porquê.

“Eles chegam aqui numa condição debilitada, eles chegam assustados e com o tempo vão evoluindo, vão melhorando, vão crescendo”, conta a assistente social Vicemy Feitosa Moura.

A maioria supera os problemas de saúde e alguns têm a sorte também de superar medos e preconceitos. Acompanhamos um momento de entrega para adoção. As funcionárias do abrigo se emocionam.

“Vai com Deus, seja muito feliz. Seja abraçada pela sua nova família que nós estamos torcendo por você”, diz a funcionária.

Conhecemos também a fotógrafa Adriana Queiróz, que virou voluntária do abrigo onde adotou o filho Bernardo.

“É muito especial para ele saber da história de vida dele, que não começou quando nós o conhecemos. Começou muito antes. E esse tempo que ele passou aqui é muito especial e eu só tenho a agradecer porque elas cuidaram do meu anjo, da minha promessa até a hora de eu e meu marido podermos conhece-lo”, diz a fotógrafa Adriana Queiroz.

É com carinho que as funcionárias registram em álbuns um pouco da história de cada bebê: primeiros passos, dentinhos, uma evolução que ganha força com a chance de uma família disposta a enfrentar qualquer problema que o passado dos pais biológicos possa ter deixado.

“O que for para a gente enfrentar, enfrentaremos nós três juntos. Quando conhecemos ele, ele tinha problemas respiratórios e aí foi supertranquilo para a gente poder resolver tudo isso com a pediatra dele. Ele está maravilhoso, graças a Deus! Ele está ótimo, ele está muito bem. Ele é um presente maravilhoso”, afirma Adriana.

Um presente tão especial quanto o que a Ana e o Carlos ganharam.
“A Vitória não nasceu de mim, mas ela nasceu pra mim!”, diz Ana Cristina.

Fonte: g1.globo.com

Vídeo mostra resgate de homem com esquizofrenia que vivia 'enjaulado' em casa - Veja o vídeo

Polícia Civil indiciou a irmã por maus-tratos, cárcere privado e por se apropriar da aposentadoria dele, em Anápolis.

Por Paula Resende, G1 GO

Homem vivia sozinho e sem higiene em casa de Anápolis (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)
Homem vivia sozinho e sem higiene em casa de Anápolis (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)

Polícia Civil indiciou uma mulher por maltratar o irmão e mantê-lo "enjaulado" em uma casa, em Anápolis, a 55 km de Goiânia. Cego, o homem de 31 anos possui HIV desde que nasceu e esquizofrenia. Um vídeo mostra quando os policiais o resgatam do local.

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Responsável pelo caso, o delegado Manoel Vanderic disse que o homem não recebia os medicamentos devidos e, muitas vezes, não tinha o que comer. A casa, que só tem um cômodo, não tem condições mínimas de higiene.

A irmã mais velha recebe a aposentadoria do irmão e é quem deveria cuidar dele. “A alegação da irmã é que ela possui um problema de saúde e não conseguia conter a agressividade dele e oferecer os recursos mínimos que o ser humano precisa para sobreviver, após procurar ajuda a diversos órgãos que deveriam ter cumprido sua responsabilidade no cuidado desse rapaz”, disse o delegado à TV Anhanguera.

Depois de ser resgatado, o homem foi levado a um hospital psiquiátrico. Vanderic indiciou a mulher pelos crimes de maus-tratos, cárcere privado e apropriação de aposentadoria. Porém, ela não foi presa.

“Ela só não foi detida porque ele precisa de uma acompanhante no sanatório e, provavelmente, ele será liberado em poucos dias e não existe nenhum outro lugar para ser acomodado diante da agressividade dele e ele vai para casa. Se ele não tivesse a irmã para o receber, mesmo que mal, ele iria para as ruas”, explicou o delegado.

Fonte: g1.globo.com

Mãe deixa menino com deficiência física sozinho em casa para ir a bar

Conselho Tutelar disse que mulher foi presa e solta após pagar fiança. Vizinho chamou a polícia após ouvir criança chorar em casa na Zona Norte de Londrina.

Imagem Internet/Ilustrativa
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Por Luciane Cordeiro, G1 PR, em Londrina

Um menino de 4 anos, com deficiência física, foi encontrado sozinho em uma casa em Londrina, no norte do Paraná, na madrugada de domingo (23). A criança foi encontrada com fome e trancada dentro um quarto do imóvel localizado na Zona Norte. A Polícia Militar e o Conselho Tutelar disseram que a mãe da criança estava em um bar.

Vizinhos da casa onde o menino foi encontrado denunciaram a situação à polícia, pois ouviram ele chorar.

A conselheira tutelar Regina Iwamoto relata que o menino estava com fome quando foi encontrado. “Um vizinho deu um lanche e os policiais deram chocolates que tinham na hora para acalmá-lo. Uma situação lamentável, porque a criança precisou se arrastar até a janela do quarto para pedir socorro. A casa também estava toda bagunçada, em uma situação deplorável”, pontua a conselheira.

Conforme a polícia, a mãe do menino saiu da casa por volta das 23h50 de sábado (22) e só retornou por volta das 4h30 de domingo. Aos policiais e à conselheira tutelar, a mulher disse que era a primeira vez que tinha deixado o filho em casa sozinho.

“A mãe falou que era a primeira vez, mas a criança contou que sempre vê a mãe se arrumando e fazendo maquiagem. Agora vamos encaminhar o caso à Vara da Infância e da Juventude”, relatou Regina Iwamoto.

A mulher de 26 anos foi presa e levada à Delegacia da Polícia Civil. Conforme o Conselho Tutelar, ela pagou fiança de R$ 2 mil e foi solta.

O menino foi entregue a uma avó ainda na madrugada de domingo, e, na manhã desta segunda-feira (24), a guarda passou para o pai e madrasta. O pai relatou ao Conselho Tutelar que não tinha contato frequente com o menino porque a mãe não deixava.

O Conselho Tutelar informou que encaminhará um relatório sobre o caso à Justiça. É a Vara da Infância que definirá com qual dos pais a guarda da criança ficará.

Criança no fundo de vale
Já na madrugada de sexta-feira (21), uma criança de um ano e quatro meses foi encontrada em um fundo de vale no bairro Jardim Sabará, também em Londrina. A criança estava deitada em um carrinho de bebê. O Conselho Tutelar detalhou que a mãe também foi presa.

O conselho informou que a mulher tentou justificar o abandono afirmando que tinha um encontro. “Ela tentou deixar a criança na casa de uma pessoa durante a madrugada, mas essa pessoa se recusou e chamou a polícia”, conta a conselheira.

Fonte: g1.globo.com - Imagem Internet/Ilustrativa

Cartilha mostra como tornar uma empresa acessível a pessoas com deficiências

Material para orientar empresários a atender melhor foi feita pelo Sebrae/MS.

Por G1 MS

                   Imagem Internet/Ilustrativa
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ançada pelo Sebrae/MS, a Cartilha Negócios Acessíveis é um material para orientar empresários a atender melhor pessoas com deficiências e adequar seu empreendimento às normas e leis sobre acessibilidade. Mato Grosso do Sul tem 146 mil pessoas com algum tipo de deficiência, segundo o IBGE.

A cartilha conta com uma série de informações importantes para o empreendedor tornar o negócio acessível: como a legislação a ser cumprida e os aspectos técnicos e físicos que devem estar presentes na empresa para atender a esse público.

O material também apresenta dicas de como melhorar o atendimento aos clientes de acordo com cada tipo de deficiência.


Fonte: g1.globo.com -  Imagem Internet/Ilustrativa

Idoso volta a enxergar após implante de dente no olho

Chamado osteo-odonto queratopróteses, o procedimento cirúrgico é realizado em quatro etapas e dura pelo menos três meses

Foto: John Ings/Reprodução
Reprodução 60 minutes/NINE
Reprodução 60 minutes/NINE

Uma cirurgia incomum realizada em um centro médico localizado em Sydney, na Austrália, chamou a atenção após garantir que um idoso voltasse a enxergar.

Em entrevista ao jornal Goulburn Post, John Ings, de 72 anos, contou que após contrair herpes, há 16 anos, ele notou que foi perdendo a visão gradativamente. De acordo com ele, o vírus danificou a córnea de seus olhos ao longo de de todos esses anos até que o idoso ficasse cego.

Extremamente incomodado com a perda de sua acuidade visual, John decidiu arriscar-se em um procedimento inusitado. Antes dele, esse tipo de tratamento havia sido realizado em apenas um outro paciente, que também obteve sucesso.

Chamada osteo-odonto queratopróteses, a cirurgia é realizada em quatro etapas e é considerada um tratamento extenso. A primeira fase é a extração de um dos dentes do paciente. Em seguida, é feita uma perfuração no meio do dente, onde são inseridas as lentes.

Então, o dente é costurado dentro da bochecha do paciente, onde ficará alojado por semanas. Considerando o dente como um ‘corpo estranho’, o organismo reage criando uma rede de vascularização capaz de fazer com que ele se nutra naturalmente. Nesse processo, também são desenvolvidos alguns tecidos importantes.

Por fim, o dente é removido e, após três meses, foi implantado no lugar da córnea de Ings. Depois de recuperado, o idoso comemorou o sucesso da cirurgia e mostrou-se feliz por voltar a enxergar. Otimistas, os médicos acreditam que mais pessoas possam ser beneficiadas pelo tratamento no futuro.

Fonte: terra.com.br

Judô Paralímpico é convocado para a II Fase de Treinamento em São Paulo

Judô Paralímpico é convocado para a II Fase de Treinamento em São Paulo
Foto: Wilians Araújo encaixa o golpe perfeito na semifinal dos Jogos Paralímpicos RIo 2016. (Crédito: Cleber Mendes/CPB/MPIX)

O ciclo mal começou e o Brasil tem compromissos importantes no judô paralímpico este ano. E para observar e, principalmente, preparar os atletas, a comissão técnica convocou a seleção para II Fase de Treinamento, de 24 a 31 de maio, em São Paulo.

Foram chamados 20 judocas, entre eles, três dos medalhistas dos Jogos Paralímpicos Rio 2016: Alana Maldonado, Antônio Tenório e Wilians Araújo. A lista conta ainda com judocas que estiveram Parapan de Jovens, que aconteceu no último mês de março.

Confira a lista:

Giulia dos Santos Pereira – 48kg (CESEC-SP)
Luiza Guterres Oliano – 48kg (ACERGS-RS)
Rosicleide Silva de Andrade – 48kg (ADEVIRN-RN)
Larissa Oliveira da Silva – 52kg (ASAFAM-PA)
Karla Ferreira Cardoso – 52kg (CEIBC-RJ)
Maria Núbea dos Santos Lins – 57kg (INS. REAÇÃO-RJ)
Alana Martins Maldonado – 70kg (AMEI-SP)
Rebeca de Souza Silva – +70kg (APADV-SP)
Thiego Marques da Silva – 60kg (AEPA-PA)
Gabriel Nascimento Silva – 66kg (CEIBC-RJ)
Anderson Wassian da Silva – 66kg (ACERGS-RS)
Luan Simões Pimentel – 73kg (ISMAC-MS)
Vinicius Ferreira Soares – 73kg (CEIBC-RJ)
Denis Aparecido Rosa – 81kg (CESEC-SP)
Harlley Damião Pereira de Arruda – 81kg (CESEC-SP)
Abner Nascimento de Oliveira – 81kg (ADEVIRN-RN)
Arthur Cavalcante da Silva – 90kg (ADEVIRN-RN)
Antônio Tenório da Silva – 100kg (CESEC-SP)
João Marcos Isaías de Souza – 100kg (CEIBC-RJ)
Wilians Silva de Araújo – +100kg (CEIBC-RJ)

Comissão Técnica
Jaime Roberto Bragança – Técnico
Alexandre de Almeida Garcia – Técnico
Caio Ricardo Lopes Paolillo – Auxiliar Técnico
Cícero Alves Pereira – Apoio
Roger Alves da Fonseca – Preparador Físico
Carolina de Campos – Psicóloga
João Paulo Anselmo de Almeida – Nutricionista
Thiago Claudino Gomes Righetto – Médico
Marcos Augusto da Costa Vitullo – Fisioterapeuta
Reinaldo Ribeiro da Costa – Técnico da base

Fonte: cbdv.org.br

Lima recebe a partir desta segunda o Sul-Americano feminino de basquete em CR

Por CPB

Marcio Rodrigues/CPB/MPIX
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Quatro equipes disputam a partir desta segunda-feira, 24, o Campeonato Sul-Americano de Basquete em Cadeira de Rodas. A competição será disputada em Lima, no Peru, e contará com a participação do Brasil, Chile, Argentina e das donas da casa.

Destas equipes, apenas Brasil e Argentina estiveram na disputa dos Jogos Paralímpicos do Rio 2016. As brasileiras, na ocasião, conseguiram avançar às quartas de final do evento, em que forma derrotadas pela equipe dos Estados Unidos. A Argentina, por sua vez, foi eliminada na primeira fase dos Jogos.

"Estes atletas são um exemplo por terem passado por tamanha adversidade. Tenho certeza que será um incrível campeonato para se assistir, este Campeonato Sul-Americano feminino", disse Oscar Ponce de Leon Castro, presidente da Federação Peruana de Esporte para Pessoas com Deficiência (FEDENADIF, em espanhol).

Nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto, no Canadá, em 2015, o Brasil ficou com a medalha de bronze, enquanto a Argentina foi quarta colocada e o Peru ficou com o sexto posto.

Assessoria de Imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte: cpb.org.br