sexta-feira, 21 de julho de 2017

Piscinas podem ser armadilhas submersas

por Odele Souza

Rachel Rodrigues Novaes, 7 anos, a vítima mais recente da sucção dos ralos de piscinas

Esta semana a mídia voltou a mencionar a falta de segurança nas piscinas por causa do afogamento e morte da menina Rachel Rodrigues Novaes, 7anos, na piscina de um Hotel de um Balneário em Camboriú, Santa Catarina, no domingo dia 16 de Julho. Rachel foi a vítima mais recente da sucção dos ralos de piscinas que há anos, vem causando tragédias, vitimando principalmente crianças. As meninas, são sugadas quase sempre pelos cabelos, os meninos por qualquer parte do corpo. Há até evisceração (sucção dos intestinos) A maioria desses acidentes são fatais.

Há quem, cruelmente,  ainda ouse falar em culpa dos pais, alegando falta de vigilância aos filhos. Detalhe, a piscina infantil, onde Rachel se afogou tinha 60 cm de profundidade. (!) CULPADOS, sim, mas não os pais, e sim os proprietários e administradores de piscinas assim como as autoridades que têm feito "vistas grossas" para as tragédias envolvendo principalmente crianças, que sugadas pela extraordinária sucção dos ralos de piscinas, se afogam e morrem, ou como no caso de minha filha Flavia, passam a viver em coma pelo resto da vida. Sugada pelos cabelos na piscina do condomínio onde morávamos aqui em São Paulo, Flavia vive em coma há  mais de 19 anos.

Desde 2007 quando resolvi criar este blog,  usando a tragédia de minha filha,  tento sensibilizar as autoridades para a necessidade de uma Lei Federal para Segurança nas Piscinas. Além de viagens, fiz inúmeros telefonemas para Brasília, sem nunca ter recebido mais do que promessas vazias.

Em 2014, quando somente no mês de janeiro daquele ano, três crianças foram vítimas do mesmo tipo de acidente que matou Rachel e deixou Flavia em coma, o Programa Fantástico da TV Globo entrevistou algumas mães de vítimas, eu entre elas, além do deputado Darcisio Perondi que prometeu à Repórter Sonia Bridi que até Março de 2014 a Lei Federal de Segurança nas Piscinas seria aprovada e passaria a vigorar em todo o Brasil. Infelizmente, , foi mais uma promessa  que nunca se cumpriu.

Mas há uma luz no fim do túnel.  A boa notícia é que a ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas, que tinha suas normas para segurança nas piscinas  desatualizadas em pelo menos 30 anos (sim, 30 anos), vem fazendo um trabalho de atualização  dessas normas, mencionando todos os dispositivos  anti aprisionamento que se instalados em uma piscina,  vão evitar a sucção dos ralos assim como cercas de segurança e portões auto travantes vão evitar a queda e consequente afogamento de crianças pequenas.

Lamentavelmente, em nosso país tudo funciona de forma muito lenta e com muita burocracia. Reuniões, discussões e necessidade de consenso são necessários até que se possa disponibilizar no site da ABNT, as normas de segurança das piscinas atualizadas. Enquanto isso não acontece, as piscinas continuam a ser sim,  armadilhas submersas onde o lazer das crianças vira tragédia afetando famílias que passam a viver enlutadas.

Tornar uma piscina segura não é algo que custe caro, pelo contrário. São dispositivos, a um custo bastante acessível,  simples e de fácil instalação. (Não precisa quebrar nada na piscina)  No Brasil, onde temos ao redor de 2 milhões de piscinas, apenas algo em torno 70 mil  podem ser consideradas seguras, porque têm os dispositivos de segurança instalados, mesmo sem a obrigatoriedade  imposta por uma Lei. Se mais proprietários e administradores de piscinas tivessem essa atitude, certamente, não veríamos esses devastadores acidentes nas piscinas do Brasil. Falta Lei, falta conscientização, falta atitude!



Menino que recebeu transplante duplo de mãos se veste e se alimenta sozinho

O menino Zion Harvey: cirurgia pioneira em crianças

Zion Harvey, primeira criança a receber um transplante duplo de mãos, em 2015, quando tinha 8 anos, continua a mostrar melhoras um ano e meio depois da operação, relatam médicos responsáveis pelo caso em artigo publicado ontem no periódico científico “The Lancet Child & Adolescent Health”. Segundo eles, o garoto americano, hoje com 10 anos, consegue se alimentar, se vestir e até escrever após meses de terapia ocupacional e psicológica, além de ter recentemente realizado seu sonho de brincar com um taco de baseball.

Nosso estudo mostra que a cirurgia de transplante de mãos é possível quando cuidadosamente administrada e apoiada em um time de cirurgiões, especialistas em transplantes, terapeutas ocupacionais, equipes de reabilitação e psicólogos — comemora Sandra Amara, médica do Hospital Infantil da Filadélfia e uma das profissionais envolvidas no caso do menino. — Dezoito meses depois da cirurgia, a criança está mais independente e capaz de cumprir tarefas do dia a dia. Ele continua a melhorar à medida que frequenta terapias diárias para evoluir na função das mãos e tem apoio psicológico para ajudar a lidar com as demandas da operação.

E estas demandas não foram poucas. Segundo os médicos, neste um ano e meio desde a cirurgia, Zion enfrentou oito episódios de rejeição das novas mãos, submetendo-se a agressivos tratamentos com drogas imunossupressoras que o deixam mais sujeito a doenças. O menino foi escolhido para a operação justamente porque já tomava este tipo de remédios por ter feito um transplante duplo dos rins quando ainda era um bebê, após o qual sofreu com infecções que forçaram a amputação de suas mãos e pés quando tinha apenas 2 anos de idade.

Ainda de acordo com os médicos, exames de imagem do cérebro de Zion revelaram que o órgão do menino desenvolveu vias para controlar os movimentos das mãos e levar sinais de tato delas para o cérebro. Mas mesmo diante dos bons resultados no caso do garoto, eles alertam que deve-se ter muita cautela ao analisar os benefícios e riscos deste tipo de cirurgia, lembrando que em outra tentativa recente, envolvendo um adolescente que recebeu um membro de um doador, houve sérias complicações e o paciente morreu pouco depois da operação.

Fontes: Jornal Extra - creativeideias.blogspot.com.br

86% dos brasileiros votariam num cadeirante para presidente da República, diz Datafolha

POR JAIRO MARQUES

   
  Cadeirante em rampa interna do Palácio do Planalto, em Brasília

A representação política de pessoas com deficiência ainda é muito baixa no país, não atingindo 2% na Câmara Federal e menos que isso no Senado. No Estado de São Paulo, o reflexo segue praticamente o mesmo, com a diferença de que na Câmara de Vereadores não há nenhum representante do grupo social, enquanto que na Assembleia Legislativa já há representação uma.
Mas a depender da vontade do brasileiro, esse quadro tem amplo potencial de mudança. Segundo pesquisa do Datafolha, instituto de pesquisa da Folha, em parceria com a ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), nove entre cada dez brasileiros votariam em um cadeirante, independentemente de que tipo de cargo político ele se candidatasse.
É o primeiro levantamento deste tipo já feito no país. Foram ouvidas 2.080 pessoas em 149 municípios, entre 9 e 17 de maio deste ano. Recortes de outras deficiências devem ser pesquisados em breve. A primeira parte da pesquisa analisou a presença de cadeirantes na mídia.
Embora a aceitação seja grande, apenas 8% dos entrevistados disseram que já votaram em um cadeirante. Aqui, vale a pena destrinchar os percentuais encontrados:
90% votariam em um cadeirante para vereador
89% votariam em um cadeirante para deputado estadual ou para deputado federal
7% não votariam em um cadeirante
Como a margem de erro do levantamento é de três pontos percentuais para mais ou para menos, os índices ficam bastante embolados. Saquem só os dados para o Executivo:
87% votariam para um cadeirante para prefeito ou para governador
86% votariam em um cadeirante para presidente

                                                 Subir a rampa do Planalto é bem difícil em uma cadeira de rodas, mas, do alto, a imagem fica bonita kkkkk
Um ponto muito interessante: quanto mais jovem o entrevistado, mais alto o percentual de aceitação, quando mais velho, maior a rejeição
Avalio os dados de duas maneiras: a deficiência não é colocada como um impeditivo para que o brasileiro eleja alguém, o que é um ganho de imagem social muito relevante, ao mesmo tempo que é possível dizer que a deficiência dá ao candidato uma certa “aceitação”, uma confiança natural ao eleitor.
Mara Gabrilli (PSDB), deputada federal pela segunda vez por São Paulo, chegou a ser uma das mais bem votadas do país e guarda ainda enorme capital político no Estado. Quadro parecido tem a deputada Rosinha (PTdoB), em Alagoas. No âmbito estadual, Célia Leão (PSDB), está em seu sétimo mandato.
Já escrevi algumas vezes aqui no blog que nenhuma deficiência física ou sensorial é atestado de idoneidade ou de competência para ninguém e que o simples fato de o sujeito andar na cadeira de rodas não o bonifica para ser um bom político, porém, é fato que seja necessário mais representação e espaço político para esse público.
Então, aliar bandeiras de inclusão, acesso para todos e respeito à diversidade com competência, bons projetos, boas ideias e carisma, pode ser um caminho promissor para cadeirantes que tenham talento, vocação e vontade de ter uma vida política.
Nas eleições de 2016, em uma sondagem informal, é possível perceber que mais vereadores com deficiência foram eleitos pelo país, mas não detectei prefeitos nessa condição. Se alguém souber ou se lembrar de algum, por favor, indique nos comentários. Lembro, por fim, que o Equador elegeu há pouco um presidente cadeirante.


Como britânica que carrega bolsa pós-colostomia recuperou vida sexual e ajudou outras mulheres.

Aos 20 anos, Jasmine Stacey teve intestino grosso retirado em cirurgia para salvar sua vida e se viu obrigada a portar bolsa para armazenar as fezes; aos poucos, foi lidando com realidade, até ter ideia de criar linha de lingerie especial.

Por BBC

Jasmine Stacey passou por cirurgia que a obrigou a carregar permanentemente uma bolsa com suas fezes  (Foto: Jasmine Stacey/BBC)
Jasmine Stacey passou por cirurgia que a obrigou a carregar permanentemente uma bolsa com suas fezes (Foto: Jasmine Stacey/BBC)

Há cinco anos, a jovem Jasmine Stacey, hoje com 25, passou por uma cirurgia que a obrigou a carregar consigo, permanentemente, uma bolsa com suas fezes. E, por isso, chegou a pensar que jamais teria uma relação sexual outra vez.

Jasmine tinha 10 anos quando começou a sofrer da doença de Crohn, que lhe causava uma dor crônica e a levava ao banheiro em média 25 vezes por dia, além de ter constante diarreia com sangue e muco. Ela lembra que ir ao colégio ou à universidade era um pesadelo e que era internada em média quatro vezes por ano.

Seus médicos lhe deram uma opção para salvar sua vida: passar por uma ileostomia, cirurgia que conecta o intestino delgado a uma pequena abertura no abdômen - um "ânus artificial" -, permitindo que as fezes caiam diretamente para uma pequena bolsa - procedimento parecido com a colostomia, quando a abertura é ligada ao intestino grosso.

Em depoimento à BBC, Jasmine contou que, após 11 horas e meia na sala de operação, ficou com o que chamou de "bumbum de Barbie", ou seja, sem ânus. Seu intestino grosso e reto estavam tão debilitados que os médicos tiveram que removê-los totalmente.

Aos 20 anos, Jasmine passou pela ileostomia   (Foto: Jasmine Stacey/BBC)
Aos 20 anos, Jasmine passou pela ileostomia (Foto: Jasmine Stacey/BBC)
Estigma

A cirurgia salvou sua vida, mas a deixou diante de uma nova realidade. Lidar com o estigma de levar consigo, permanentemente, uma bolsa com suas fezes, condição sobre a qual ninguém quer falar pelos vários pontos delicados em que toca.

"Como falar disso quando se trata de sexo? Qual é o momento certo para tratar do tema? Logo no primeiro encontro ou é melhor esperar que as luzes se apaguem? Vão achar isto repulsivo, já que eu mesma pensava assim? Fará barulho? A bolsa pode cair?", explica.

Depois da operação, Jasmine passou um ano sem considerar a possibilidade de sair com um jovem outra vez. Ela se sentia solitária e sua autoestima foi ao chão.

"Pensava: por que aconteceu comigo, que tenho apenas 20 anos? Pensei que nunca mais voltaria a ter relações sexuais. A ideia de me sentir sexy era quase tão difícil como ter que contar a alguém que levava uma bolsa de cocô presa a meu corpo."

Lydia também passou pela cirurgia e foi modelo no ensaio fotográfico da linha de lingerie criada por Jasmine (Foto: Jasmine Stacey/BBC)
Lydia também passou pela cirurgia e foi modelo no ensaio fotográfico da linha de lingerie criada por Jasmine (Foto: Jasmine Stacey/BBC)

O desafio de se aceitar

Mas chegou um momento em que ela se deu conta de algo: se o homem não quisesse sair com ela por conta da bolsa, então ela também preferia não sair com alguém como ele.

Desde então, portanto, já se envolveu em casos de uma noite, romances curtos e até um relacionamento de dois anos. Mas também houve casos de homens que disseram não conseguir lidar com sua condição.

Por conta de complicações da cirurgia, algumas posições sexuais são incômodas para Jasmine. Além disso, há alguns cuidados, como evitar que a bolsa caia, embora seja robusta, e ter que ignorar ruídos da bolsa durante o sexo. Mas, em geral, ela é fisicamente apta a ter relações sexuais. Sua principal barreira é a mental.

Jasmine foi aos poucos assumindo o controle da situação, e hoje ela adota algumas medidas para o momento da relação: troca a bolsa antes do contato com o parceiro, põe algumas gotas de perfume ou toma um comprimido para retardar a evacuação.

Lingerie se adapta ao corpo da mulher com ileostomia ou colostomia  (Foto: Jasmine Stacey/BBC )
Lingerie se adapta ao corpo da mulher com ileostomia ou colostomia (Foto: Jasmine Stacey/BBC )

Ponto de virada

O ponto de virada em sua vida ocorreu quando teve a ideia de bolar uma linha de lingerie que se adaptasse melhor à sua condição.

"Eu queria colocar algo feminino e sexy, que me devolvesse a confiança, mas não havia nada acessível para mulheres com uma bolsa como a minha", lembra-se. "Se terei ou não relações sexuais, quero me ver bonita. Faço os desenhos para empoderar as mulheres".

Jasmine deu um grande passo em 2015, quando deixou seu emprego como enfermeira para abrir uma empresa de lingerie, à qual, hoje, se dedica integralmente. "Agora estou solteira, mas a lição mais importante que aprendi foi como me amar e me aceitar de novo, com ou sem esse problema", afirma.

Ela também ajudou outras pessoas, como Lydia, uma jovem que passou pela mesma cirurgia, a lidar com a condição. Por conta do destino em comum, as duas se tornaram amigas e Lydia é modelo da linha de lingerie de Jasmine.

"[A cirurgia] foi meu último recurso, meu pior pesadelo, mas se quisesse salvar minha vida, precisaria passar por isto", contou Lydia durante um ensaio fotográfico.

"Quando saí do hospital, precisava de algo que me fizesse sentir normal de novo. E isto é o que a roupa íntima criada pela Jasmine faz", afirma a jovem.

"Todas as opções são médicas e não pessoais, então encontrar uma roupa íntima que me faz sentir como uma mulher de novo, teve um enorme impacto em mim".

Fonte: g1.globo.com


Três equipes garantem vaga nas semifinais do Centro-Norte de Futebol de 5

Três equipes garantem vaga nas semifinais do Centro-Norte de Futebol de 5
Foto: Davison Monteiro marcou quatro vezes e ajudou a CFCP-PA

Resta apenas uma vaga para as semifinais do Regional Centro-Norte de Futebol de 5. Nas quatro partidas realizadas nesta quinta-feira (20), no Ginásio Moreninho, em Campo Grande/MS, três equipes garantiram um lugar na próxima fase. 

A situação do Grupo A está definida com a ABDV-DF e AMC-MT classificadas. As duas equipes venceram a Advam-AM. Os candangos por 4 a 0, e o time de Cuiabá por 1 a 0. Nesta sexta (21), às 10h30, elas decidem a liderança da chave.

No Grupo B o CFCP-PA largou na frente e garantiu classificação ao vencer a Uniace-DF, de virada, por 4 a 1, e depois empatar com o Ismac-MS pelo placar de 1 a 1. Na última rodada, sul-matogrossenses e candangos se enfrentam em busca da última vaga. O jogo será nesta sexta, às 09h.

A partida ganha uma importância a mais pelo fato de poder confirmar as duas equipes classificadas para a Copa Loterias Caixa de Futebol de 5 - Série B. Em caso de vitória do Ismac-MS, ABDV-DF e CFCP-PA carimbam a vaga. Um triunfo do time de Brasilia deixa a equipe ainda na briga direta com as classificadas no Grupo A.




Fonte: cbdv.org.br

Mateus Evangelista se vinga de sul-africano e é ouro no Mundial de Atletismo

Por CPB

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Mateus Evangelista  conquistou nesta quinta-feira, 20, a sexta medalha de ouro do Brasil no Mundial de Atletismo Paralímpico, em Londres. O rondoniense foi mais veloz dos 100m T37 (paralisados cerebrais) e subirá pela segunda vez no pódio no Estádio Olímpico. A equipe brasileira chega às 15 medalhas na capital britânica - seis de ouro, cinco de prata e quatro de bronze. A competição se encerrará neste domingo, 23.

O rondoniense de 23 anos foi à forra e superou o sul-africano Charl du Toit, que havia vencido-o na emocionante final dos 200m, em que ficou com a prata. Dessa vez, Mateus foi o mais veloz com o tempo de 11s48. Seu rival foi o segundo colocado, com 11s55. Completou o pódio o ucraniano Vladyslav Zahrebelnyi, que registrou a marca de 11s69. O brasileiro, assim, afastou a frustração dos Jogos do Rio, quando ficou com a quarta colocação desta mesma prova.

"Comemorei muito porque eu queria demais essa medalha de ouro. Era algo que estava engasgado. Essa vitória mostra que a minha mudança de Rondônia para São Paulo há quatro anos valeu a pena. Mas, eu dedico essa vitória para o meu estado. Minha casa é Rondônia, apesar de morar em São Paulo. Meu coração segue em Rondônia”, disse Mateus que, por falta de oxigênio na hora do nascimento, teve uma paralisia cerebral que prejudicou os movimentos do lado direito do corpo.

Mateus ainda retorna nesta sexta-feira, 21, à pista do Estádio Olímpico de Londres. O brasileiro disputará o salto em distância, prova da qual é especialista e na qual conquistou a medalha de prata nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro, no ano passado. Ele terá a missão de destronar o chinês Guangxu Shang, dono do ouro no Rio ao alcançar 6,77m - vinte e quatro centímetros a mais do que Mateus (6,53m).

O outro brasileiro a competir nesta quinta-feira foi Fabrício Junior. Ele ficou em terceiro lugar em sua semifinal dos 200m T12 (baixa visão), com o tempo de 22s90. Como apenas o primeiro colocado de cada uma das três baterias e o melhor tempo no geral se classificavam, ele ficou fora da decisão por medalha.

Confira, abaixo, a participação dos brasileiros nesta sexta, 21, sétimo dia do Mundial de Londres. O SporTV anuncia a transmissão das provas a partir das 15h15. O perfil do CPB no Facebook também exibirá, via streaming, ao vivo, toda a programação do dia.

Esta é a oitava edição do Mundial de Atletismo Paralímpico. Cerca de 1.300 atletas de 100 países disputam as 213 medalhas, todas no Estádio Olímpico de Londres. Em 2015, em Doha, no Catar, o Brasil ficou com a sétima colocação no quadro geral de medalhas do evento. Foram oito medalhas de ouro, 14 de prata e mais 13 de bronze.

Programação dos brasileiros - sexta-feira (21/7)*
15h10 - Edson Pinheiro (semifinal dos 100m T38)
15h14 - Elizabeth Gomes (final do lançamento de disco F55)
15h26 - Yohansson Nascimento (semifinal dos 200m T47)
15h34 - Petrúcio Ferreira (semifinal dos 200m T47)
16h13 - Daniel Martins (semifinal dos 800m T20)
16h35 - Mateus Evangelista (final do salto em distância T37)
17h03 - Edson Pinheiro (final dos 100m T38) - caso avance
*Horário de Brasília

Acompanhe a transmissão ao vivo pelo Facebook (facebook.com/comiteparalimpico), e a cobertura nos perfis no Twitter (@cpboficial) e no Instagram (ocpboficial)

Patrocínio
A equipe brasileira de paratletismo tem patrocínio das Loterias da Caixa e da Braskem.

Time São Paulo
O atleta Mateus Evangelista é integrante do Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo que beneficia 56 atletas e nove atletas-guia de 10 modalidades.

Fonte: cpb.org.br

Mateus Evangelista reencontra algoz chinês na final do salto; confira a programação de sexta, 21

Por CPB

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O rondoniense Mateus Evangelista despede-se do Mundial de Atletismo Paralímpico nesta sexta-feira, 21, em prova na qual é especialista: salto em distância da classe T37 (paralisado cerebral). Ele é o atual vice-campeão paralímpico e pode chegar à marca de três medalhas neste Mundial, realizado no Estádio Olímpico de Londres.
 
Mateus já guarda em sua bagagem uma prata nos 200m e o ouro nos 100m, esta conquistada na noite (em Londres) da quinta-feira, com final eletrizante.

Ele terá a missão de destronar o chinês Guangxu Shang, dono do ouro nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016, quando alcançou 6,77m, vinte e quatro centímetros mais distante da marca do atleta de Rondônia no Engenhão, no ano passado (6,53m).
 
Mateus manteve o alto nível na atual temporada, é o dono do melhor salto de 2017 nesta classe, com 6,32m, atingido em abril, durante o Open Internacional Loterias Caixa, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo.  A prova se inicia às 16h35 (de Brasília).
 
Antes, contudo, dar-se-á início à disputa dos esperados 200m da classe T47 masculina. É a prova preferida do paraibano Petrúcio Ferreira, que já tem um ouro e um recorde mundial em Londres, nos 100m, disputado no sábado, 15, não consta no programa dos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020. As finais serão na noite (em Londres) de sábado, 22.

Programação dos brasileiros - sexta-feira (21/7)*
15h10 - Edson Pinheiro (semifinal dos 100m T38)
15h14 - Elizabeth Gomes (final do lançamento de disco F55) 
15h26 - Yohansson Nascimento (semifinal dos 200m T47)
15h34 - Petrúcio Ferreira (semifinal dos 200m T47)
16h13 - Daniel Martins (semifinal dos 800m T20) 
16h35 - Mateus Evangelista (final do salto em distância T37)
17h03 - Edson Pinheiro (final dos 100m T38) - caso avance
*Horário de Brasília

Esta é a oitava edição do Mundial de Atletismo Paralímpico. Cerca de 1.300 atletas de 100 países disputam as 213 medalhas, todas no Estádio Olímpico de Londres. Em 2015, em Doha, no Catar, o Brasil ficou com a sétima colocação no quadro geral de medalhas do evento. Foram oito medalhas de ouro, 14 de prata e mais 13 de bronze.
Acompanhe a transmissão ao vivo pelo Facebook (facebook.com/comiteparalimpico), e a cobertura nos perfis no Twitter (@cpboficial) e no Instagram (ocpboficial)
 
Patrocínio
A equipe brasileira de paratletismo tem patrocínio das Loterias da Caixa e da Braskem.
 
Time São Paulo
O atleta Mateus Evangelista é integrante do Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo que beneficia 56 atletas e nove atletas-guia de 10 modalidades.


Fonte: cpb.org.br