sábado, 19 de janeiro de 2013

'Robô-cobra' é nova aposta para tratar câncer

Uma "cobra" de 30cm se move pelo corpo de um homem deitado em uma maca, avançando pelo seu fígado. Ela para, "fareja" um ponto à sua esquerda e vira à direita.
Katia Moskvitch Repórter de Tecnologia da BBC News

                                Robô chega a pontos de difícil alance no corpo, de forma pouco invasiva

Trata-se de um robô médico, guiado por um cirurgião experiente e criado para alcançar pontos do corpo que os médicos só conseguiriam ver durante um procedimento cirúrgico invasivo.

Por enquanto, o equipamento é apenas um protótipo e não foi usado em pacientes reais - apenas em laboratório. Mas seus criadores britânicos dizem que, quando o aparelho estiver pronto e aprovado, será uma arma da medicina para encontrar e remover tumores.
A "cobra mecânica" é uma entre várias tecnologias de combate ao câncer que estão sendo apresentadas nesta semana na Conferência de Engenharia Oncológica da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha.
A maioria dos equipamentos exibidos ainda está em fase inicial de desenvolvimento, mas Safia Danovi, representante da organização Cancer Research UK, lembra que pesquisas em inovações são extremamente importantes no combate ao câncer.
"Novas tecnologias que façam as cirurgias mais precisas e eficientes são fundamentais", diz ela. "Graças a pesquisas, inovações como cirurgias por pequenas incisões e a robótica estão mudando as perspectivas para os pacientes de câncer, e essa tendência precisa continuar."

Orifícios ou incisões

O câncer causa 13% das mortes anuais registradas no mundo, aponta a Organização Mundial da Saúde. Ainda que alguns tratamentos usem técnicas não invasivas, os médicos muitas vezes necessitam adotar procedimentos cirúrgicos de risco.
Os "robôs-cobra", por sua vez, são tão minimamente invasivos quanto possível dentro da tecnologia atual. Eles usam orifícios do corpo ou incisões locais como pontos de entrada, explica Rob Buckingham, diretor-gerente da OC Robotics, empresa de Bristol (Inglaterra) responsável pelos equipamentos.
O aparelho permite que o cirurgião observe e "sinta" o corpo do paciente, usando câmeras e dispositivos ultrassensíveis. Com isso, pode complementar um sistema de cirurgia robótica em uso há uma década: o sistema Da Vinci, desenvolvido nos EUA, que é um robô com quatro braços equipados com pinças.
Ainda que o equipamento não realize a cirurgia de forma autônoma, ele permite que os médicos realizem cirurgias complexas de forma menos invasiva e mais precisa.
O Da Vinci é controlado por um cirurgião, através de pedais e alavancas.
Apesar do alto custo (US$ 2,2 milhões, ou R$ 4,4 milhões) do sistema Da Vinci, ele já é adotado por diversos hospitais no mundo.
Mirosurge, da alemã DLR
Centro alemão DLR desenvolveu novos braços robóticos para cirurgias
Outra opção é um longo e fino braço mecânico chamado Mirosurge, desenvolvido pelo centro espacial alemão DLR. Também é um protótipo, mas engenheiros da DLR defendem que ele é mais versátil que o sistema Da Vinci.
"Ele tem sensores que impedem que diferentes braços mecânicos se choquem (durante um procedimento)", diz Sophie Lantermann, da DLR, agregando que os custos do Mirosurge também são menores.

Remoção do tumor

Um dos desafios no combate ao câncer é garantir que, na cirurgia, todo o tumor seja removido. Para tal, os cirurgiões precisam saber exatamente onde o tumor acaba, tarefa nem sempre fácil.
Na Universidade de Berna, na Suíça, cientistas têm injetado um medicamento no corpo do paciente que, uma vez que alcança o tumor, torna-se incandescente perante a luz.
Essa tecnologia de imagem também é aplicada a instrumentos usados para "navegar" pelo corpo, da mesma forma que um GPS ajuda a encontrar um caminho.
"A ideia é controlar os instrumentos cirúrgicos para que um cirurgião possa ver, pela tela do computador, como esses instrumentos se movem pelo corpo", explica Stefan Weber, do centro ARTORG de Pesquisas de Engenharia Biomédica na Universidade de Berna.
"Se você observa o fígado, por exemplo, verá que é um órgão homogêneo de cor vermelha e marrom. Mas para ver onde estão os tumores, fazemos uma tomografia do paciente, um modelo 3D do órgão e dos vasos sanguíneos e nesse modelo conseguimos enxergar o tumor, para dizer ao cirurgião onde ele deve operar."
Weber conta que essa detecção dos vasos sanguíneos, que alinha o modelo com a anatomia do paciente, e a precisão do procedimento "é algo que os computadores não eram capazes de fazer há cinco anos".
Uma técnica semelhante está sendo desenvolvida na Holanda. Mas Rob Buckingham, da OC Robotics, explica que um dos principais objetivos da conferência oncológica de Leeds é fazer com que todas essas tecnologias trabalhem em conjunto.
"Se começamos a combinar, por exemplo, nosso 'robô-cobra' - para alcançar partes traseiras dos órgãos do corpo - com sensores que podem identificar um alvo, pode haver benefícios clínicos", diz ele.

Lei 5554 de 17 de Janeiro de 2013 - Exclusão Anunciada


Alerta sobre a lei assinada pelo prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes.

Comentário SACIClaudia Grabois alerta: Foi publicada hoje, no diário oficial, com a assinatura do prefeito da cidade do Rio de Janeiro a Lei 5554, que contraria a Convenção sobre os Diretos das Pessoas com Deficiência, a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente, a Lei 7853/89 e os princípios do Plano Viver Sem Limite, que tem como um dos programas, no eixo educação, o BPC na Escola, com o objetivo de assegurar o acesso e permanência dos estudantes publico alvo da educação especial na classe comum da escola regular. Pais, gestores, professores e pessoas com deficiência não são obrigados a aceitar Leis que violam direitos fundamentais, muito pelo contrario, tem o direito de denunciar e exigir que os direitos humanos sejam respeitados. A Lei do prefeito do Rio de Janeiro direciona estudantes para classes e escolas especiais, muito embora cite a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva que é um marco contra a exclusão educacional. O prefeito certamente está sem assessoria e, desde logo, solicito que a AMPID se manifeste com veemência, lembrando que cada um de nos pode e deve fazer o mesmo. Enviem e-mails para a prefeitura do Rio de Janeiro, por que nem o prefeito Eduardo Paes e nem qualquer outro prefeito tem o direito de excluir seres humanos do sistema de ensino por motivo de deficiência. Educação é na Escola, assim é na nossa legislação, assim manda a Convenção no artigo 24 e em todos os demais. Negar ou fazer cessar matricula por motivo de deficiência é crime (Lei 7853/89 - artigo 8) e encaminhar para classe especial e não ofertar recursos para a garantia do acesso e permanência em classe comum pode sim ser compreendido como fazer cessar. No meu entendimento é! Segue abaixo a Lei sancionada pelo prefeito do Rio de Janeiro, de autoria dos vereadores Eliomar Coelho (PSOL), Paulo Messina (PV) e Teresa Bergher (PSDB), para a qual solicito da AMPID atenção especial. Lembro ainda que a cidade recebeu em 2010 494 kits para salas de recursos multifuncionais e que recursos para equiparação de direitos e igualdade de condições são direitos fundamentais. Vamos fazer valer! Juntos Somos Fortes! Quanto ao inciso I do artigo 1º, que segue abaixo...o RJ mantém abertas 10 escolas e quase 1000 classes especiais....... Isso é oferta de educação? DENUNCIE! Mesmo que a negativa de matricula seja em escola privada, não deixe de levar a Lei 5554 para anexar a denúncia. Sr prefeito: E' muito mais fácil segregar do que fazer acontecer educação para todos e todas, mas lembre que pessoas com deficiência são seres humanos.

I – instituição da Educação Especial na perspectiva inclusiva, na Educação Infantil e Ensino Fundamental da Educação Básica, preferencialmente em escolas regulares, sem prejuízo, das escolas especiais ou classes especiais continuarem a prover a educação mais adequada aos alunos com deficiência que não possam ser adequadamente atendidos em turmas comuns ou escolas regulares;"

O inciso VII do artigo 2o contraria o inciso I do artigo 1o, acima citado. Assim é a Lei 5554!

"VII – combate permanente a toda forma de discriminação e exclusão dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação;"

Diário Oficial nº : 204
Data de publicação: 17/01/2013
Matéria nº : 51484

OFÍCIO GP n.º 10/CMRJ Em 16 de janeiro de 2013.

Senhor Presidente,

Dirijo-me a Vossa Excelência para comunicar que, nesta data, sancionei o Projeto de Lei n.º 552-A, de 2010, de autoria dos Vereadores Teresa Bergher, Paulo Messina e Eliomar Coelho, que “Estabelece diretrizes para a inclusão educacional de alunos com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, e dá outras providências”, cuja segunda via restituo-lhe com o presente.

Aproveito o ensejo para reiterar a Vossa Excelência meus protestos de estima e distinta consideração.

EDUARDO PAES

LEI N.º 5.554 DE 16 DE JANEIRO DE 2013.

Estabelece diretrizes para a inclusão educacional de alunos com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, e dá outras providências.

Autores: Vereadores Teresa Bergher, Paulo Messina e Eliomar Coelho

O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, faço saber que a Câmara Municipal decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art.1º As ações públicas de educação voltadas aos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação e/ou dificuldades de aprendizagem no âmbito do Município deverão observar as seguintes diretrizes:

I – instituição da Educação Especial na perspectiva inclusiva, na Educação Infantil e Ensino Fundamental da Educação Básica, preferencialmente em escolas regulares, sem prejuízo, das escolas especiais ou classes especiais continuarem a prover a educação mais adequada aos alunos com deficiência que não possam ser adequadamente atendidos em turmas comuns ou escolas regulares;

II – garantir a permanência, a acessibilidade e o desenvolvimento escolar dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação e/ou dificuldades de aprendizagem;

III – qualificação continuada e especializada dos professores;

IV – prioridade de oferta de vagas aos alunos com deficiências em unidades escolares próximas à residência do aluno.

Art. 2º Para fins de aperfeiçoamento e sustentabilidade das diretrizes estabelecidas no art.1º, o Poder Público desenvolverá ações que prestigiem os seguintes aspectos:

I – emprego de recursos pedagógicos atualizados e compatíveis com o atendimento adequado de acordo com as diversas deficiências, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação e/ou dificuldades de aprendizagem de cada aluno;

II – planejamento estratégico para estimular o desenvolvimento e aprendizagem do aluno segundo as necessidades educacionais de cada um, e sua inclusão social e educacional;

III – a capacitação do corpo docente para identificação precoce dos distúrbios, síndromes e/ou transtornos relacionados ao processo de aprendizagem e desenvolvimento de abordagem pedagógica especializada para atendimento dos alunos;

IV – visão multidisciplinar que assegure a interação dos profissionais de educação e das áreas afins no atendimento, acompanhamento e desenvolvimento educacional dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação e/ou dificuldades de aprendizagem;

V - avaliações periódicas para detecção das deficiências, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação e/ou dificuldades de aprendizagem, com o encaminhamento do aluno para atendimentos especializados;

VI – formação de banco de dados específicos e complementares que, dentre outros, registrem os processos de avaliação, diagnósticos, tratamentos adotados, acompanhamento do desempenho pedagógico e desenvolvimento sócio-emocional do aluno;

VII – combate permanente a toda forma de discriminação e exclusão dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação;

VIII – abordagem sobre o papel e a importância da família e da sociedade na formação e desenvolvimento de crianças e adolescentes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação com vistas à adoção de medidas que assegurem a inclusão educacional, cultural, profissional e social;

IX – participação efetiva da família no processo educacional especial e no acompanhamento dos tratamentos especializados e desenvolvimento de habilidades e nas atividades pedagógicas específicas dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação.

Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

EDUARDO PAES

* Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial


Muito ainda para alcançar a acessibilidade universal

Artigo do site 'O Timoneiro', sobre os problemas gerados pela falta de acessibilidade.
da Redação

Imagem Internet
Obstáculos e má condições de calçadas são dificuldades frequentemente apontadas por pessoas com deficiência.

A acessibilidade universal ainda não é uma realidade em Canoas. Muitos são os transtornos pelos quais Pessoas com Deficiência (PcDs) passam para a locomoção na cidade. Os problemas citados por muitos indivíduos relacionam-se às calçadas esburacadas e desniveladas, além de obstruções diversas nos espaços públicos. Muitos estabelecimentos comerciais, por exemplo, acabam dispondo produtos e mercadorias nas calçadas, local que deveria ter a passagem livre para não prejudicar o trânsito das pessoas.

A acessibilidade é arregimentada como direito de todos os cidadãos e que deve alcançar toda a sociedade, beneficiando e sendo direito das Pessoas com Deficiência (PcDs). A implantação de medidas simples que facilitam a locomoção e que permitem segurança contempla algo importante a qualquer indivíduo: o direito de ir e vir com autonomia. Um rearranjo na arquitetura de estabelecimentos públicos e na urbanização faz-se necessário, visto que a maioria dos locais ainda não apresenta condições de locomoção universal, o que acaba por gerar maiores dificuldades aos PcDs.

A acessibilidade é condição de alcance para a utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos transportes e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa com deficiência. Entretanto, essas determinações não são presentes na maioria dos locais públicos, culminando em prejuízos e dificuldades à população.

Piso tátil
Um aspecto que merece ênfase é a desinformação de muitos cidadãos acerca da importância dos pisos táteis para deficientes visuais. Os pisos táteis são faixas de alto relevo fixadas no chão para auxiliar na locomoção de pessoas com deficiência visual. Luís Fernando Vieira da Rosa, que é deficiente visual, afirma que muitas vezes as pessoas ficam conversando exatamente na localização do piso tátil, o que pode prejudicar as pessoas que necessitam desse recurso para guiar-se com segurança. “Falta consciência de muitas pessoas em relação aos avanços que existem hoje em dia para auxiliar quem tem algum tipo de deficiência. Todos precisam informar-se sobre isso para que a população como um todo seja beneficiada”, fala Luís.

Estruturas precisam de melhorias
Em Canoas, a condição das calçadas é amplamente exposta pelo jornal O Timoneiro, de forma que a população majoritariamente não se sente segura ao transitar pelas mesmas. “Todas essas irregularidades e buracos nas calçadas são uma grande dificuldade para os deficientes visuais e para cadeirantes, por exemplo. Além disso, é muito comum as lojas colocarem produtos nas calçadas, o que também prejudica as pessoas com deficiência, pois são obstáculos que temos para passar e que muitas vezes causam acidentes”, explica Luís.

Outro problema existente é a falta de acessibilidade em muitos prédios públicos e estabelecimentos comerciais em geral, como lanchonetes e lojas, por exemplo, que não apresentam rampa ou plataforma para locomoção de cadeirantes.

Paradas de ônibus em local adequado, elevador e plataformas nos veículos coletivos são fundamentais para garantir a acessibilidade universal. Desde o momento em que o cidadão sai de sua casa até a parada final do ônibus, há necessidade de uma arquitetura urbana que permita a chegada ao local de destino.

Outro aspecto importante e frequentemente comentado por PCDs é a falta de capacitação de muitos funcionários para a utilização correta dos equipamentos, como elevadores e plataformas, por exemplo. “Falta informação de muitos profissionais e também de muitos cidadãos. As pessoas precisam conhecer os direitos das pessoas com deficiência”, diz Luís Fernando Vieira da Rosa, deficiente visual. Se o veículo já tem a plataforma, a via pública tem de ser também preparada para o veículo operar, caso contrário o veículo pode acabar por parar longe do cordão da parada ou o nível da calçada pode configurar-se como não sendo compatível com o do elevador ou plataforma, por exemplo.

Fonte: http://saci.org.br - Imagem Internet

Projeto de lei destina porcentagem da frota de táxis a pessoas com deficiência.

O projeto de lei já foi aprovado no ano passado pela Comissão de Seguridade Social e agora segue para aprovação da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados.

Um Projeto de lei busca reservar 10 por cento das vagas na frota de táxi para motoristas com deficiência. 

Para concorrer às vagas, o motorista precisa de veículo próprio e adaptado. Além disso, o carro deve ser identificado como automóvel de pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida.

Os novos taxistas começam a trabalhar ainda neste primeiro semestre de 2013. O projeto de lei já foi aprovado no ano passado pela Comissão de Seguridade Social e agora segue para aprovação da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados.















sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Acidente com Shaolin completa dois anos; esposa diz que ele se esforça para falar

Vanessa Silva Do NE10/ Paraíba

                                          Foto: Reprodução/ Arquivo Pessoal
        Esposa de Shaolin, Laudicéia Veloso, diz que o marido luta para voltar a falar.

Dois anos após o acidente que deixou em coma o humorista Francisco Jozenilton Veloso, o Shaolin, o estado de saúde dele não passou por grandes mudanças, mas a família continua confiante de sua plena recuperação e retomada das atividades. Através das redes sociais, a esposa do artista, Laudicéia Veloso, procura sempre manter atualizados amigos e fãs acerca da evolução do tratamento do "guerreiro", como ela carinhosamente o chama. Nesta sexta-feira (18), comunicou que Shaolin está resistindo a utilizar o aparelho que ganhou da apresentadora Ana Hickman, através do qual poderia se comunicar pela leitura ótica. Para Laudicéia, esse é um sinal de que ele está se esforçando para utilizar a própria voz. De acordo com a esposa, Shaolin fecha os olhos quando o aparelho é aproximado. Os médicos aconselharam a família a não forçá-lo, e Laudicéia afirmou que, pelo que conhece do marido, ele não deseja falar através de uma máquina. "É preciso respeitar o tempo dele. Eu sinto que ele está tirando forças do além para conseguir falar e, em algum momento, ele vai fazer isso", comentou em um de seus posts.


Durante a visita da amiga e apresentadora Ana Hickman, Shaolin chegou a se comunicar através do Tobii, aparelho que tem origem sueca e já é utilizado por muitos pacientes em estado de coma no mundo inteiro. Segundo o ex-empresário e cunhado de Shaolin, Ricardo Santos, ele mostrou ter reconhecido todos ao redor e ainda respondeu que está triste por não conseguir se comunicar como gostaria.

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Aparelho é capaz de ler informações repassadas através do olhar do paciente
(Foto: Reprodução/ Internet)

Desde o acidente, Shaolin é acompanhado por uma equipe de mais de dez profissionais de saúde, entre neurologistas, neuropsicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, ortopedistas e nutricionistas. Ele se recupera em casa, na cidade natal de Campina Grande (PB) e, mesmo com o suporte médico, a esposa não sai de perto dele.

JULGAMENTO - Em novembro de 2012, o motorista acusado de haver provocado o acidente que vitimou Shaolin, Jobson Clemente Benício, de 33 anos, foi julgado e condenado a dois anos de detenção, além de ter o direito de dirigir suspenso. Por ser réu primário, a pena de Jobson foi substituída por igual período de prestação de serviços comunitários. A família de Shaolin não quis recorrer da decisão.

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Carro do humorista após a colisão (Foto: Reprodução/ Internet)

O acidente aconteceu no dia 18 de janeiro de 2011 na BR-230, na região de Mutirão, município próxima a Campina Grande, na Paraíba, em 18 de janeiro de 2011.  O comediante dirigia no sentido São José da Mata quando o caminhão dirigido por Jobson Benício, que vinha na faixa oposta, invadiu a contramão e bateu contra o veículo dele. 

Jobson só teria se apresentado à polícia dois dias após o fato. Como livrou o flagrante, prestou depoimento e foi liberado para responder em liberdade. Durante o processo de julgamento, foram ouvidos policiais rodoviários federais, médicos do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) que prestaram os primeiros socorros a Shaolin e pessoas da comunidade local que teriam presenciado o ocorrido. Todas as testemunhas afirmaram que o motorista foi o responsável pela colisão.

Campanha do Paraná pede respeito à vagas destinadas a deficientes

A campanha “Essa vaga não é sua nem por um minuto” foi criada para conscientizar quem não respeita a lei, e já ganhou adeptos em todo o país.

Todo mundo sabe que vagas para pessoas com necessidades especiais, para idosos, e gestantes, têm que ser respeitadas. Mas na prática, não é o que acontece. Por isso, uma campanha que nasceu no Paraná vem ganhando simpatizantes em todo o país.

“Filha, você está gravando? Com que direito você está gravando isso daí”, questiona o agressor.

O flagrante da agressão foi registrado no estacionamento de um supermercado em Curitiba, no Paraná. O motorista não respeitou a sinalização e parou com a moto em uma vaga destinada a portadores de deficiência.

O motoqueiro não admitiu o erro e ainda discutiu com a motorista do outro veículo. “Eu não parei aqui porque não teria como eu descer do carro por causa da sua moto”.

Quem estava no outro carro era Mirela Prosdocimo, cadeirante e consultora dos direitos dos deficientes. Cansada de enfrentar esse tipo de situação, Mirela criou a campanha “Essa vaga não é sua nem por um minuto”, para conscientizar quem não respeita a lei. Em pouco tempo, a campanha ganhou adeptos em várias partes do país.

Em Ourinhos, no interior de São Paulo, a primeira etapa da campanha foi para conscientizar os motoristas. Agora não tem mais desculpas: a Polícia Militar multa cerca de 400 motoristas por mês por estacionamento irregular, e 10% dessas multas são porque o condutor parou em vaga destinada a portadores de deficiência ou idosos.

Wolney perdeu uma das pernas em um acidente de moto, por isso também está engajado na fiscalização. “Estão multando geral para pessoa aprender. Não aprende no amor, vai na dor”, diz.

Com uma câmera fotográfica, Wolney registra os flagrantes de motoristas que insistem em estacionar de forma irregular nas vagas destinadas a deficientes e idosos. As fotos são postadas nas redes sociais na internet.

Um motorista tenta justificar a infração de trânsito: “Eu sei que estou parando na vaga de deficiente, mas não tem onde encostar”, afirma o homem.

Uma invenção de um engenheiro do Paraná promete ajudar os motoristas desavisados. Os carros dos portadores de deficiência serão equipados com um sensor. O aparelho será instalado nas vagas especiais e vai emitir uma mensagem quando o veículo autorizado estacionar.

Agora quem estacionar sem autorização, receberá uma bronca por parar irregularmente no local. “Essa vaga é exclusiva. Estacione em outra vaga”.

VEJA O VÍDEO:

AFINAL, QUEM É DEFICIENTE?

Vamos corrigir nossas deficiências, tendo atitude de respeito e de acolhimento.
por: Marco Aurélio de Souza

                                             Imagem Internet


Até alguns anos atrás, as pessoas com deficiência eram confinadas, viviam isoladas e caso resolvessem participar da vida social eram vistas como pessoas incômodas.

E, se formos mais além, num passado um pouco mais distante, os deficientes eram considerados ‘inválidos’, ou seja, pessoas inúteis, desprovidas de qualquer validade. Portanto, ‘pesos’ a ser carregados pelas pessoas ditas normais.

Atualmente, graças à luta de muitos, sobretudo de pessoas com deficiência e de seus familiares, houve avanços não só na terminologia e na legislação, mas também na cultura.

Hoje, por exemplo, já é visto como deselegante e politicamente incorreto estabelecimentos comerciais ou públicos que não tenham rampas de acesso, sejam desprovidos de sinalização em Braille ou não possuam acessos especiais para quem deles necessita. Assim, podemos dizer que neste campo avançamos, mesmo tendo ainda muito a conquistar.

Sobre a definição e as características da deficiência, um dia li um texto, de autoria desconhecida, que me chamou a atenção e que gostaria de usar este espaço para divulgá-lo, visto que considero de uma profunda sabedoria quem o escreveu.

Eis o texto:
“Se você deixa de ver a pessoa, vendo apenas a deficiência, quem é o cego?
Se você deixa de ouvir o grito do seu irmão para a justiça, quem é o surdo?
Se você não pode comunicar-se com sua irmã e a separa, quem é o mudo?
Se sua mente não permite que seu coração alcance seu vizinho, quem é o deficiente mental?
Se você não se levanta para defender os direitos de todos, quem é o aleijado?

A atitude para com as pessoas deficientes pode ser nossa maior deficiência… E a sua também.”

Este texto nos remete a refletir se não somos, de certa forma, cegos ou surdos ou mudos ou deficientes mentais ou mesmo aleijados. É muito bom vermos uma sociedade como a brasileira, que avança nas questões sociais em termos de legislação. No entanto, chamo a atenção que, para que esta legislação seja prática, há necessidade de que os valores de respeito humano estejam antes nos corações das pessoas.

Valores enraizados e plenos são aqueles que nascem de dentro de cada um de nós. São aqueles que, mesmo na inexistência de lei, nos levam a uma atitude de inclusão. Nosso mandato lançou no final de 2011 a Frente Parlamentar pela Acessibilidade e Mobilidade Urbana da Assembleia Legislativa. O intuito é unir forças entre os vários segmentos – pessoas com deficiência, entidades e militantes ligados ao tema – para abordar a questão e discutir medidas necessárias para que possamos atualizar e melhorar a legislação e as iniciativas para ampliar a inclusão social nos municípios.

Nesta nossa caminhada, devemos lutar pelo avanço da legislação que proteja o deficiente, a criança, o idoso e que tire o pobre de sua condição inferior. Mas, ao mesmo tempo, há necessidade de essa legislação existir antes como princípio e valor interior de cada ser humano, para que de dentro de cada pessoa jorrem ações condignas à uma sociedade civilizada.

É preciso pensar e agir para que mudanças sejam feitas no ambiente em que vivemos, mas é necessário também repensar e transformar os nossos valores pessoais.

Visto que estamos iniciando um novo ano, que todos nós aproveitemos para corrigir nossas deficiências e que nos aproximemos de todos, deixando de lado preconceitos e tendo uma nova atitude: de respeito e acolhimento. Enfim, que sejamos mais humanos.

Estaremos, assim, construindo uma sociedade sem deficiência, independentemente de algumas limitações que alguns possam ter.

Fonte:  http://politica.ovale.com.br - Imagem Internet

Passageira com deficiência física receberá indenização


Uma passageira que tem deficiência física e utiliza cadeira de rodas receberá R$ 4 mil por danos morais da Litoral Rio Transportes. Um motorista do ônibus adaptado da empresa em que ela se encontrava discutiu com a passageira e parou o coletivo em local que impossibilitava sua saída, o que a fez permanecer no interior do veículo por cerca de vinte minutos, juntamente com seu acompanhante. A decisão é da 16ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, que negou provimento a um recurso da empresa de ônibus.

Elisângela Pianca afirma que estava no ponto de ônibus com seu acompanhante, que fez sinal para que o coletivo da linha 269/240, adaptado, estacionasse a fim de facilitar o seu acesso ao veículo. Após a entrada de todos os outros passageiros, quando estava na porta de embarque, o motorista e o cobrador desceram do ônibus e disseram que nem ela nem seu acompanhante havia sinalizado, o que foi retrucado por Elisângela, dando início a uma intensa discussão. Após conseguirem entrar no coletivo, o cobrador do ônibus dirigiu-se a seu acompanhante e disse que o mesmo teria que pagar passagem. Ele, então, apresentou o documento que lhe garantia gratuidade, seguindo-se nova discussão.

Ainda de acordo com a passageira, no ponto final, o motorista estacionou o ônibus em frente a um canteiro de plantas, impossibilitando o seu desembarque e que somente após algum tempo, em razão do pedido de um colega do motorista, é que ele teria dado marcha-ré. Elisângela disse ainda que, após o ocorrido, reclamou com o despachante, que tratou a situação com indiferença, sem ao menos ter chamado o motorista ou o cobrador para que se explicassem.  A autora relatou também que, após este fato, a empresa diminuiu o número de coletivos adaptados na linha.

Para o desembargador Carlos José Martins Gomes, relator do processo, não se pode deixar de ressaltar que a autora apresenta deficiência física, locomovendo-se por cadeira de rodas e que o serviço público, de modo geral, deve ser prestado de modo a atender às necessidades específicas de pessoas com essa condição.

“No intuito de dar cumprimento ao comando constitucional, é fato notório que, atualmente, no Município do Rio de Janeiro, existem coletivos adaptados para tal fim. Entretanto, para que o acesso ao coletivo seja realizado de forma eficiente e de modo a respeitar a condição especial do portador de deficiência física, é necessário que os prepostos das empresas de ônibus (notadamente, o motorista e o cobrador) atuem de forma a possibilitar a prestação do serviço. Na presente hipótese, o que se verifica é que o serviço não foi devidamente prestado, eis que a autora e seu acompanhante, apesar de terem acesso ao coletivo, tiveram que permanecer dentro do mesmo esperando que o motorista manobrasse o ônibus, permitindo que os mesmos pudessem descer, em evidente ofensa à dignidade da autora”, destacou na decisão.


Fonte: TJ-RJ - http://andremansur.com.br

Secretaria e a Fundação Padre Anchieta abrem inscrições para concurso de documentários

Serão selecionados três projetos sobre o tema Moradia Assistida e as inscrições estão abertas até 28 de fevereiro. O concurso conta com apoio institucional da UNESCO.

A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em parceria com a Fundação Padre Anchieta, lança o concurso “Passa Lá em Casa – A Moradia Assistida e a Autonomia Possível”, que visa a seleção de projetos de obras audiovisuais documentais de 52 minutos sobre o tema.

O objetivo é disseminar o conceito da inclusão social das pessoas com deficiência, abordando experiências de moradia assistida no Brasil e no exterior, preferencialmente públicas, tendo como base questões como autonomia individual, inserção social, relação com a família e trabalho.

Os projetos inscritos passarão pela fase de habilitação e análise da proposta, resultando em até quinze finalistas que participarão de um workshop de aprofundamento do tema. Em seguida, os finalistas apresentarão um vídeo que reflita a ideia da sua produção para a seleção final de até três vencedores.

As produções deverão contar com todos os recursos de acessibilidade comunicacional. Informações sobre o tema e o concurso podem ser obtidas no site:http://tvcultura.cmais.com.br/passalaemcasa .
As inscrições dos projetos vão até 28 de fevereiro de 2013, exclusivamente pela página www.lumlab.com.br, na plataforma de Projetos.
SERVIÇO

Concurso “Passa Lá em Casa – A Moradia Assistida e a Autonomia Possível” 

Data: 
14 de janeiro a 28 de fevereiro de 2013

Inscrições: Plataforma de Projetos da página 
www.lumlab.com.br

Pessoa com deficiência poderá ter isenção de pedágio

Da Redação

A senadora Ana Amélia (PP-RS) apresentou no final do ano passado um projeto de lei que isenta do pedágio em rodovias os carros dirigidos por pessoacom deficiência. Ela argumenta que o objetivo de sua proposta (PLS 452/2012) é fortalecer a integração social dessa parcela da população.
Ana Amélia lembra que o direito à integração das pessoacom deficiência está previsto no artigo 203 da Constituição e vem se consolidando por meio de iniciativas como a Lei 7.853/1989 e a Lei 10.098/2000.
A Lei 7.853 dispõe, entre outras medidas, sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência, sua integração social, sobre a Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora deDeficiência (Corde), institui a tutela jurisdicional de interesses coletivos ou difusos dessaspessoas e disciplina a atuação do Ministério Público. Já a Lei 10.098, entre outras providências, estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.
É nesse contexto legal que se insere a iniciativa da senadora. Para permitir a isenção de pedágiopara os motoristas com deficiência, seu projeto altera o artigo 2º da Lei 7.853.
O projeto será avaliado em duas comissões do Senado: primeiramente, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), onde tramita desde dezembro, e posteriormente naComissão de Assuntos Econômicos (CAE). Nesta última, a matéria será avaliada em decisãoterminativa, ou seja, se aprovado, o texto não terá de passar pelo Plenário – a não ser em casode recurso – e poderá ser enviado diretamente à Câmara dos Deputados.
Trabalho conjunto
A proposta de Ana Amélia se junta a outro projeto de lei, o PL 3.624/2012, apresentado pelodeputado federal Afonso Hamm em abril do ano passado, também do PP gaúcho.
O projeto do deputado visa isentar do pedágio em rodovias federais os veículos que transportem pessoacom deficiência, sejam eles condutores ou passageiros. A matéria tramita na Câmara em conjunto com o PL 4.251/2001, projeto de lei mais antigo que, originalmente, previa a isenção de pedágio para veículos cujos proprietários sejam portadores de deficiência.
Agência Senado

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

APNEN Realiza doação de duas Cadeiras de Rodas.



A APNEN, realizou dia 15/01/2013 a doação de duas Cadeiras de Rodas, Baxmam Jaguaribe, uma destas Cadeiras, (vermelha) foi comprada direto da fabrica com um valor de R$824,80, foi doada para um morador no Jardim Santa Rosa, a segunda Cadeira (amarela), e usada, mais em ótimo estado,  foi toda reformada, sendo realizada uma nova pintura, trocado assento e encosto, rodinhas dianteiras e ajustes tendo um custo de R$130,00 doada para um morador do Jardim Jequitibas, a mãe deste morador, entrou em contato com a APNEN, e solicitou uma Cadeira de Rodas para seu filho, e nos informou que seu filho, faz uso dela somente para ir e vir as consultas médicas.

Parabéns a todos os membros da diretoria, nossos colaboradores, voluntários, patrocinadores por mais esta conquista.

Abraços.

Carlos Raugust - Presidente da APNEN

5 aplicativos para estudantes com deficiência

Possuir uma deficiência pode atrapalhar o processo de aprendizagem de um estudante, mas a tecnologia pode ser usada para compensar o problema. Confira 5 aplicativos para iPhone que podem ser úteis para estudantes com as mais variadas deficiências.


Embora a inclusão e a acessibilidade sejam prioridades na educação atual, ainda é difícil encontrar práticas realmente inclusivas para estudantes  com deficiências, sejam elas cognitivas ou motoras. Esses estudantes ficam, muitas vezes, em desvantagem no processo educativo. Para resolver esse problema, os professores podem contar com a ajuda da tecnologia. Confira 5 aplicativos úteis para esses estudantes.
 Ainda é difícil encontrar práticas realmente inclusivas para estudantes com deficiências, sejam elas cognitivas ou motoras




5 aplicativos para estudantes com deficiência: 1. ArtikPix

Com o ArtikPix, um aplicativo grátis voltado para capacitar professores de educação especial e alunos, é possível proporcionar diversas maneiras de interação e aprendizado simultâneos. O aplicativo permite que os estudantes pratiquem discursos, além de ser útil para que os professores coletem e mantenham controle dos dados por meio do Google Spreadsheets.


5 aplicativos para estudantes com deficiência: 2. In My Dreams

In My Dreams é um aplicativo de combinação e leitura que permite que os estudantes aprendam, de maneira efetiva, a leitura, a escrita e a fala por meio de animações e repetições. O app utiliza vozes, linguagens de sinais, fotos e palavras que ajudam os estudantes a enriquecer seus vocabulários e estruturas de frases, bem como diferenciar conexões entre palavras e imagens.


5 aplicativos para estudantes com deficiência: 3. ADHD Angel

Além dos problemas de aprendizagem encontrados por muitos estudantes, outra dificuldade frequente é em manter o foco, especialmente para jovens com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade). Para ajudar com o problema, o ADHD Angel faz com que os estudantes entendam sua condição e monitorem, além de gerenciar, seus sentimentos. O aplicativo conta com lembretes para medicação, mas também fornece informações sobre o transtorno e possui detalhes de contatos de emergência, conselhos e lembretes para que os estudantes lidem com o TDAH mesmo na escola.


5 aplicativos para estudantes com deficiência: 4. TapToTalk

Para estudantes que sentem dificuldade em se comunicar por conta de autismo, paralisia cerebral ou mesmo dificuldades de fala, uma ferramenta de comunicação bastante útil é o aplicativo TapToTalk, que funciona como ferramenta de comunicação simples e divertida. O aplicativo está cheio de fotos que o usuário pode tocar para expressar seus sentimentos e necessidades. Além dele, existem outros aplicativos afins, como o TapToTalk Uploader, que ajuda as crianças a expandirem seu álbum de fotos enviando as próprias imagens,


5 aplicativos para estudantes com deficiência: 5.Learn Braille Alphabet

Mesmo que um estudante não seja deficiente visual, é sempre bom aprender novas maneiras de comunicação, como o Braille. Estudantes que não enxergam ou que tenham algum familiar ou amigo nessa situação podem aprender o alfabeto Braille de uma maneira simples com o aplicativo Learn Braille Alphabet. Além disso, o aplicativo ainda oferece games.


5 aplicativos úteis para escrever redações