terça-feira, 25 de outubro de 2016

Empresas precisam ter equipes que representem a diversidade - Veja o vídeo.

por Luiz Alexandre Souza Ventura

Antonio Salvador, vice-presidente do Grupo Pão de Açúcar, fala sobre a importância da inclusão para a empresas e explica como a participação direta do alto comando é fundamental nesse processo. "Para disseminar a aceitação da diferença, temos que criar um ambiente onde você pode ser você".

            Data: 24/06/2014 Local: São Paulo - SP - Brasil Cliente: Grupo Pão de Açúcar Departamento: Comunicação Assunto: Executivos do Grupo Pão de Açúcar em fundo azul Fotografo: Sergio Zacchi Assistente: Celso Doni
Antonio Salvador é vice-presidente de Recursos Humanos, Tecnologia da Informação e Gestão do Grupo Pão de Açúcar (GPA). Foto: Sergio Zacchi/Divulgação

“Há aproximadamente quatro anos, aqui no Brasil, começamos a refletir com mais profundidade. E, falando de forma franca, percebemos que, até aquele momento, nós encarávamos inclusão e diversidade como mais um dos milhares de problemas que uma empresa com 150 mil funcionários lida no dia a dia, observando somente a cota exigida por lei, sem avaliar como isso é importante para o nosso negócio”.

A avaliação foi feita pelo vice-presidente de Recursos Humanos, Tecnologia da Informação e Gestão do Grupo Pão de Açúcar (GPA), Antonio Salvador, durante o 24º encontro da Rede Empresarial de Inclusão Social, realizado em São Paulo, quando nove companhias assinaram um pacto pela inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. O #blogVencerLimites acompanhou o evento a convite de TozziniFreire Advogados.

As lojas do GPA (Pão de Açúcar, Extra, Assaí, Casas Bahia e Ponto Frio), segundo Salvador, precisam entender a diversidade de seus clientes. “Nossas unidades recebem milhões de pessoas que representam toda a diversidade do Brasil. E uma empresa que se relaciona diariamente com essa população precisa ter, do lado interno do balcão, a mesma diversidade. Por isso, o aspecto da inclusão é bastante amplo”, diz o executivo.

              

Antonio Salvador ressalta que essa filosofia tem sido aplicada dentro do Grupo Pão de Açúcar na contratação e manutenção de pessoas com deficiência, mulheres, afrodescendentes, gays, transsexuais, etc. “Mas como devemos trabalhar para disseminar a aceitação da diferença? Criando um ambiente onde você pode ser você. Nos últimos quatro anos, essa jornada tem sido muito importante”, ressalta o vice-presidente.

“Atuamos com base em alguns temas, porque não adianta colocar todas essas questões no papel, mas não praticá-las. Ter um time diverso influencia diretamente no nosso ‘órgão’ mais sensível, que é o bolso, todo ano”, explica Salvador. “Sendo assim, estabelecemos metas e demos ferramentas para que esses objetivos sejam cumpridos, com a presença constante e fundamental da diretoria, e também com a participação de associações, sindicatos e outras instituições”, explica.

O Grupo Pão de Açúcar emprega atualmente 4.300 pessoas com deficiência e pretende aumentar esse número para 8 mil em até três anos.

Antonio Salvador (Grupo Pão de Açucar - GPA), Christiane Berlinck (IBM), Beatriz Sairafi Heinemann (Accenture), Maria Elisa Gualandi Verri (TozziniFreire Advogados), José Luiz Rossi (Serasa Experian), Fábio Macieira (JLL), Alexandre Espinosa (Natura), Roberto Martorelli (EY) e Osvaldo Kalaf (Dow) assinaram o pacto pela inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Foto: Divulgação
Antonio Salvador (Grupo Pão de Açucar – GPA), Christiane Berlinck (IBM), Beatriz Sairafi Heinemann (Accenture), Maria Elisa Gualandi Verri (TozziniFreire Advogados), José Luiz Rossi (Serasa Experian), Fábio Macieira (JLL), Alexandre Espinosa (Natura), Roberto Martorelli (EY) e Osvaldo Kalaf (Dow) assinaram o pacto pela inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Foto: Divulgação

Fonte: brasil.estadao.com.br

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