segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Mutilados, esquartejados e perseguidos em seus países, albinos africanos mostram sua beleza em concurso

Ataques foram tão abundantes que a ONU foi solicitada a classificar albinos como "em perigo"

Do R7

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Quando nasceu, o avô da jovem albina Loise Lihanda queria ter a matado, convencido de que a menina representava uma maldição em sua família. 20 anos depois, a inspiradora estudante foi coroada Miss Albino 2016 acredita que seu avô ficaria orgulhoso do que ela alcançou em sua curta — mas desafiadora — vida.

Realizado em Nairóbi, no Quênia, o concurso trouxe competidores de diversos países da África, que desfilaram pela passarela mostrando sua beleza única.

Além de servir como uma oportunidade para celebrar o albinismo, o concurso tinha uma mensagem clara: lembrar que eles são um dos grupos mais perseguidos do mundo.

A vencedora da competição, Loise, é a única de cinco irmãs com albinismo.

Meu avô me queria morta, porque pensou que eu era um espírito. Se não fosse pela minha mãe, que me protegeu de forma agressiva, eu não teria sobrevivido.

Em determinado momento da transmissão do evento, foram exibidas uma série de imagens horríveis de vítimas de albinos vítimas de assassinatos brutais.

Albinos na África costumam ser perseguidos e ter seus membros decepados para serem usados como amuletos da sorte. Muitos deles têm seus cabelos cortados, olhos arrancados e os genitais removidos por criminosos.

Os ataques foram tão abundantes nos últimos dois anos que a ONU (Organização das Nações Unidas) foi solicitada a classificar os albinos como uma população em perigo, e advertiu que os ataques podem resultar em uma possível "extinção" dos albinos.

(Com informações do Daily Mail)




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