terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Escolas utilizam jogos educativos para promover inclusão

Foto: Divulgação

 A imagem está no formato retangular na horizontal. Nela contém um banner de divulgação do aplicativo Matific, com a foto de uma menina sorrindo e fazendo sinal de joia com as duas mãos, acima dela tem desenhos de sinais de matemática. Ao lado direito tem seis imagens em uma linha vertical, com desenhos diferentes, de natureza. E acima, está escrito: Matific. Fim da descrição.

Um estudo recente da Universidade de Sydney (Austrália), realizado com alunos e professores que utilizam o sistema de games educativos em seus métodos de ensino, revelou que o uso da gameficação aumenta em 34% o desempenho e o engajamento dos alunos no ensino da disciplina.

Isso tem feito diferença em colégios em São Paulo (SP), A Escola Estadual Padre Pasquale Filippelli, em Diadema, e a particular Beit Yaacov, de São Paulo, são duas de muitas instituições de ensino que utilizam uma plataforma desenvolvida pela startup israelense Matific, especializada em gamificação para o estudo matemático desde a educação infantil até o sexto ano, o que tem proporcionado uma efetiva inclusão desses estudantes ao ambiente escolar e à sala de aula.

Nas aulas de matemática, os alunos que tem deficiência participam das mesmas atividades do que o resto turma, à medida que o sistema de jogos utilizado pelo colégio possibilita o trabalho de forma conjunta. Antes da plataforma, esses estudantes participavam de outras atividades, separados do grupo, justamente por não conseguir acompanhar o conteúdo programático.

Como o sistema israelense permite personalizar as atividades (jogos de matemática) para cada aluno, de acordo com as habilidades e conhecimentos já adquiridos, os professores conseguem trabalhar com todos os alunos de forma integrada, promovendo, além da inclusão pedagógica, a inclusão social.

Segundo a psicopedagoga da Matific, Ana Paula Carmagnani, a Escola Estadual Padre Pasquale Filippelli possui, em todas as turmas, alunos com deficiência física, cognitivas, intelectuais entre outras, que utilizam a plataforma de jogos educativos. “Há professores que têm até cinco estudantes com condições diferentes em sua sala”, comenta.

“Na Beit Yaacov, a plataforma também tem proporcionado ganhos significativos no estudo da matemática e sobretudo na inclusão dos alunos. “Um dos alunos que tem comprometimento cognitivo e motor apresentava uma grande resistência à aprendizagem da matemática e, com os jogos da Matific, passou a aceitar as aulas e a se envolver com a matemática de forma independente”, completa Ana Paula Carmagnani

O sistema da Matific tem uma abordagem única para o ensino de matemática desde a educação infantil até o sexto ano, por meio de 1600 minijogos interativos e atividades práticas, chamados de episódios. Os episódios têm duração entre 5 e 15 minutos e buscam abordar conceitos matemáticos, habilidades ou ideias simples, bem definidas e de acordo com o currículo escolar.

Para saber mais, acesse:  https://www.matific.com/bra/pt-br

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