segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Jovem tenista sul-coreano busca top 100 sem escutar nada dentro de quadra

Por: SentiLecto


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O efeito entre a raquete e a bolinha , os gritos de o oponente após rebater e as marcações de o Juiz : Lee Duck-hee escuta em quadra nenhum de esses sons.

O sul-coreano de 18 anos é um dos raríssimos casos de tenistas surdos nos principais torneios do esporte. Atual 149º colocado no ranking da ATP , ele tem metas realistas para a temporada 2017, mas que se forem alcançadas o vão colocar em outro platô na modalidade.

“Em primeiro lugar desejo entrar no top 100. Também ser campeão de um challenger [um nível abaixo dos torneios da ATP] e ganhar um jogo na chave principal de um Grand Slam”, alegou à Folha por e-mail.

A deficiência auditiva acompanha o tenista desde o seu nascimento. Ao longo dos anos, ele aprendeu a fazer leitura labial e a falar. Em alguns casos, porém, conta com a assistência de seu primo, treinador e grande incentivador da carreira, Woo Chung-hyo, para se comunicar.

Se o considera escutar os golpes de os oponentes crucial para antecipar os movimentos em o tênis. Segundo um estudo do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos publicado em 2015, o tempo de reação médio para estímulos visuais é 0,04 segundo mais lento se comparado à reação a estímulos auditivos.

É habitual que os tenistas reclamem de barulhos que possam interferir durante os pontos. Faz 4 meses, de o ano passado, o som de a chuva caindo sobre o novo telhado retrátil de a quadra central de o Aberto dos EUA aborreceu o britânico Andy Murray, em setembro.

O sentimento do sérvio pode ser explicado pela rivalidade com o britânico. Em 2016 Murray teve uma temporada melhor que o Djokovic e roubou do sérvio a liderança na lista de melhores do mundo.

“Quando jogamos, utilizamo nossos escutados , não somente os olhos. Isso nos assistência a pegar a velocidade da bola, o conseqüência colocado e quão forte foi batida”, declarou à época.

Lee, no entanto, não considera sua deficiência uma desvantagem. “Eu jogo tênis sem nenhum som desde a primeira vez que joguei. Então, pelo menos para mim, isso não afeta muito”, alega.

Quando a bola toca a rede, de acordo com ele, a maior obstáculo é não escutar as marcações do Juiz ao sacar, principalmente e passa para o lado do adversário.

Quando ele atirou uma bola em direção à plateia, a icontrariedadedo sérvio já tinha aparecido no ciníciodo jogo mas ficou maior no segundo set, quando, após desperdiçar três match points e errar um movimento, ele deu duas raquetadas no chão, quebrando seu equipamento.

Se ela quica dentro da área de saque, , é o chamado ” let “, se repete o primeiro serviço em esse caso. Se quicar fora, o tenista dá um segundo saque, normalmente com menos força e mais precisão.

“Eu não sei, se o Juiz não faz gestos corporais se ainda tenho duas possibilidades para sacar ou somente uma. Às vezes perco a chance de sacar forte por achar que era um segundo saque”, alega.

ASCENSÃO

Quando perdeu para o compatriota Hyeon Chung, finalista em um challenger em setembro de 2016 20, Lee está em ascensão.

Ele iniciou o ano passado na 229ª posição do ranking e chegou a atingir o 143º lugar, o melhor da carreira. Atualmente, é o segundo mais bem colocado da sua idade.

A primeira semana de 2017, porém, não foi boa para Lee, que era o terceiro favorito no challenger de Nouméa , mas caiu logo na partida de estreia.

Numeá, Numea ou Numeia é a principal cidade e capital do território francês da Nova Caledónia.

As possibilidades de recuperação, todavia, estão logo à frente. Na próxima semana, o sul-coreano tem que tentar uma vaga no Aberto da Austrália pelo qualificatório.

“Vi uma reportagem sobre o Aberto do Brasil, que treinou cachorros abandonados para que eles fossem pegadores de bola. Eu amo cães, então fiquei impressionado. Eu desejo receber as bolas desses cachorros”, declarou, se eu tiver a possibilidade de jogar no país.

Fontes: FolhaGeneric - entretenimientobit.com - Imagem Internet

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