sábado, 18 de fevereiro de 2017

Protesto de cadeirantes bloqueia trecho da Avenida Fernandes Lima - Veja o vídeo.

Eles questionam as más condições das rampas de acessibilidade na via. Protesto durou cerca de 1 hora e foi encerrado após reunião ser agendada.

  Michelle Farias Do G1 AL
  Manifestantes bloquearam a Avenida Fernandes Lima (Foto: Ivaney Marinho/Arquivo Pessoal)
  Manifestantes bloquearam a Avenida Fernandes Lima (Foto: Ivaney Marinho/Arquivo Pessoal)

Vários cadeirantes interditaram parte da Avenida Fernandes Lima, no bairro do Farol, em Maceió, no final da manhã desta sexta-feira (17), em protesto contra as más condições das rampas de acessibilidade na capital. O bloqueio do trânsito no sentido Tabuleiro durou cerca de uma hora.

O presidente da Associação dos Cadeirantes de Maceió, André Dionísio, contou que um colega da Associação caiu na semana passada ao passar por uma rampa.

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“Infelizmente, ele caiu e se machucou porque a prefeitura deixa as rampas desse jeito. Ele está aqui com o pé inchado e roxo. Não é possível que em pleno século 21 ainda temos que enfrentar essas coisas, queremos que nossos direitos sejam reconhecidos”, afirma Dionísio.

O protesto foi encerrado por volta das 11h40, com a liberação do trânsito, depois que agentes da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) fizeram um acordo com os manifestantes.

"Vamos ter uma reunião na SMTT na segunda-feira (20), e na terça (21), uma reunião na prefeitura. Vamos ver se a gente consegue resolver esses problemas com eles", explica o presidente da Associação.
A reunião na prefeitura será com representantes da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável (Semds). Por meio de nota, a secretaria informou que técnicos vão realizar uma inspeção ao longo da avenida para avaliar as rampas (veja a nota completa abaixo).

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável (Semds) informa que uma equipe técnica realizará, a partir da próxima semana, uma inspeção na Avenida Fernandes Lima para avaliar as rampas existentes e verificar os pontos necessários para instalação dos locais de acesso. O órgão esclarece que está aberto ao diálogo com os cadeirantes, que podem colaborar para o atendimento da demanda em relação à acessibilidade nos pontos reclamados.

Fonte: g1.globo.com

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