sábado, 18 de março de 2017

A&E estreia a segunda temporada de Minha Vida com Síndrome de Down


O jogo do amor, episódio de estreia, mostra o dia do baile da Associação de Síndrome de Down.

Para celebrar o Dia Mundial da Síndrome de Down, em 21 de março, o A&E estreia a segunda temporada de Minha Vida com Síndrome de Down. Vencedora de um prêmio Emmy de Melhor Reality Estruturado e homenageada pela Television Academy Honors, a série que acompanha a vida de um grupo de jovens adultos com síndrome de Down retorna com novos episódios no dia 14 de março.

Produzida pela Bunim/Murray, a série relata as histórias de sete jovens do sul da Califórnia junto com seus familiares e amigos: Rachel (33), uma jovem que trabalha em uma companhia de seguros e que sonha em se casar; Sean (22), um excelente jogador de golf, esportista e destruidor de corações; John (29), apaixonado pela música e pelo rap, nascido para entreter; Steven (25), um aficionado por cinema que trabalha lavando pratos em um estádio de beisebol em Anaheim, Califórnia; Cristina (26), uma doce e compassiva jovem que trabalha em uma escola secundária e que adora o noivo com quem mantém um relacionamento há mais de quatro anos; Megan (23), uma empreendedora de moda que criou uma marca de roupas e que também quer concretizar o sonho de ser produtora de cinema; e Elena (29), uma grande cozinheira que abraça a vida, encantada por dançar e escrever poesia.

Em sua primeira temporada, Minha Vida com Síndrome de Down não apenas registrou recordes de audiência como foi reconhecida e premiada com um Emmy em sua última premiação e, além disso, foi uma das homenageadas durante a nona edição do Academy Television Honors, premio que celebra e reconhece a programação que cria consciência, educa e motiva seu público. Ainda, cabe destacar que em maio do ano passado, em homenagem à estreia da série, o artista argentino Juan Manuel Rozas pintou um belo mural na Cidade do México, com uma comovente imagem com o objetivo de conscientizar sobre a síndrome de Down.

Na segunda temporada de 10 episódios, os jovens e suas famílias continuam suas vidas com uma nova perspectiva e honesta, à medida que a série aborda sua independência pessoal e seus relacionamentos, incluindo novos amigos dentro da comunidade, que também aparecerão no programa. Minha Vida Com Síndrome de Down ainda dá voz aos pais, permitindo a eles falar sobre as alegrias que cada um de seus filhos proporcionam a suas famílias, e os desafios com que se deparam todos os dias para ajudá-los a viver de forma mais independente possível.

No final da temporada, o A&E apresentará um episódio extra, que será um especial de uma hora, com um comovente olhar por trás das cenas enquanto o elenco de Minha Vida com Síndrome de Down segue alcançando as estrelas.

Minha Vida com Síndrome de Down oferece um olhar íntimo a um diverso grupo de homens e mulheres, jovens adultos, com síndrome de Down que também são amigos entre si, e apresenta a história pessoal de cada um deles: quais seus sonhos, medos, aspirações, grandes desafios, maiores virtudes, trabalhos, hobbies e, sobretudo, como levam adiante suas vidas com sua incapacidade e o que significa para eles a síndrome de Down. Sete jovens com a mesma incapacidade, mas com grandes e diferentes habilidades individuais.

Minha Vida com Síndrome de Down é uma série com honestidade, nobreza, humor e coração, que aceita e celebra a diversidade. O A&E estreia a segunda temporada na data em que se celebra o Dia Mundial da Síndrome de Down, 21 de março – esse número faz referencia à alteração que provoca a síndrome de Down: a triplicação do vigésimo primeiro cromossomo (mês 3, dia 21). A ideia original foi proposta por Stylianos E. Antonarakis, médico geneticista da Suíça e adotada pelo seu grupo de pacientes, conhecido por ART21.

No episódio de estreia, O jogo do amor, chegou o dia do baile da Associação de Síndrome de Down: Steven não consegue um par, mas Elena parece estar interessada. O problema é que ela já havia prometido ir com John.

Sobre o elenco:

ELENA – “Eu tenho pedido muito perdão. É como meu slogan”

Elena é dinâmica, obstinada, um pouco imprevisível e sempre se pode contar com ela para levar energia ao grupo. De mãe japonesa, Hiromi, e pai australiano, Stephen, Elena nasceu no Japão e leva essa influencia multicultural ao longo de sua vida. Ela gosta de tocar Taiko, tradicionais tambores japoneses, e de cozinhar. Elena já teve muitos problemas para aceitar a si mesma e a sua deficiência. O simples ato de escutar as palavras “Síndrome de Down” evoca nela uma reação visceral. Seus conflitos pessoais inspiram o resto do grupo a examinar sua própria imagem e a ideia do que significa ser um adulto com a síndrome.

MEGAN – “Minha meta é inspirar as pessoas com meu trabalho”

Megan é uma mulher com uma missão. Impulsiva e ambiciosa, ela tem se impôs a missão de “salvar vidas”. Megan fez barulho e ganhou reconhecimento depois da criação de um vídeo intitulado “Não me Limite”, e agora discursa em eventos em todo o país, estendendo sua mensagem de inclusão e inspiração. Ela certamente não se limita, estuda na Universidade do Colorado e administra uma companhia de roupas que possui, a “Meology”. Sua mãe, Kris, é conhecida como sua “criadora de sonhos” e elas formam uma dupla inseparável. Atualmente ela alimenta o seu sonho de vida: viver em Hollywood.

STEVEN – “Sinto que sou como o Matt Damon do grupo”

Steven é perceptivo e perspicaz, muitas vezes a voz pensante do grupo, que é capaz de articular exatamente o que todos necessitam escutar. É um grande aficionado de filmes, com um conhecimento enciclopédico sobre os ganhadores das melhores produções. Único no grupo, Steven tem um particular tipo de Síndrome de Dow, conhecida como mosaico, o que significa que todas as células do seu corpo têm um cromossoma extra. Como tal, ele não possui as mesmas características de uma pessoa que tem a síndrome comum. À medida que cresceu, Steven muitas vezes se sentiu como se estivesse em algum lugar “no meio” e se esforça para se adequar.

SEAN – “Sou um grande homem das mulheres. Amo as mulheres”

Sean se autoproclama como o “homem das mulheres”. Mas embaixo desse singular enfoque sobre si mesmo, nasce um atleta muito talentoso e um excelente amigo. Sean é o foco de três livros escritos por sua mãe, Sandra, que detalham a viagem do filho através do sistema escolar e além. Junto com seu pai, Rick, eles se dedicam a ajudá-lo a alcançar suas metas. Com seus pais se mudando para um novo lugar, Sean se esforça para obter uma maior independência e poder viver algum dia por conta própria.

RACHEL – “Não tenham medo de mim, eu não mordo”

O sorriso de Rachel é contagioso. Uma grande amiga para todos do grupo, ela se sobressai em qualquer ambiente em que está, especialmente no escritório da companhia de seguros em que trabalha. Rachel será a Dama de Honra do seu irmão mais novo Jonathan, no casamento dele, mesmo manifestando um pouco de inveja, por ele se casar antes dela. Ela se considera uma das maiores fãs de Adam Lambert e está ansiosa para ter um romance e construir uma relação amorosa.

CRISTINA – “O que quero é comprar uma casa com meu noivo”

Cristina é uma romântica. Mantém um relacionamento de quase cinco anos com seu noivo, Angel. Sua família muito unida é oriunda da Espanha, e a Cristina se alegra em aprender o idioma e cozinhar pratos típicos espanhóis. Ela assume completamente o papel de irmã mais velha de seus irmãos menores, sempre os protegendo de namoros e trabalho. Cristina vive surpreendendo seus pais com sua maturidade e compaixão, é sempre a primeira a ajudar quando alguém necessita. Ela espera levar sua relação com Angel a outro nível e vive uma vida independente com ele.

JOHN – “Estou aqui. Estou vivo. Sou humano. Temos que permanecer juntos e cada um ser a pessoa que é, porque todos somos seres humanos”

John é um artista, dos pés à cabeça, sempre se expressando pela música, escrita e dança. Ele é um adepto particular do rap, que trabalha expedita e devotamente em seu disco de estreia “JT: The Project”. John é a voz da razão no grupo e sempre cria um clima de festa em qualquer situação. Incentivado pela sua mãe, Joyce, sua numerosa família o apoia em todos seus esforços criativos. John busca levar a música a outro patamar.

Fontes: Visto Livre - turismoadaptado.wordpress.com

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