sexta-feira, 28 de abril de 2017

Brasil será mentor de vizinhos das Américas em projeto da Agitos Foundation

Por CPB

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O Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês) anunciou nesta quinta-feira, 27, que o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a maior fonte de recursos para o desenvolvimento da região das Américas, ajudará no suporte ao legado dos Jogos Rio 2016.

Os países que se beneficiarão do investimento serão a Colômbia, El Salvador, Equador, Nicarágua e Peru. Sede dos Jogos Paralímpicos do Rio 2016, o Brasil servirá como mentor dos vizinhos da região. A cerimônia de anúncio do acordo contou com a presença do vice-presidente do CPB, Ivaldo Brandão.

O IPC e a Agitos Foundation - braço de desenvolvimento do IPC - trabalharão com as partes interessadas nas Américas para investir cerca de 600 mil euros - dados pelo BID - para melhorar o acesso ao paradesporto, prover caminhos sustentáveis para mais de 300 mil pessoas com deficiência que vivem em comunidades sem serviços básicos, além de promover o Movimento Paralímpico e contribuir para uma sociedade mais inclusiva nas Américas. Uma das organizações parceiras envolvidas no projeto é a Coldesportes Colômbia.

O compromisso do BID foi firmado nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016, entre o presidente do IPC, Sir Philip Craven, o diretor do BID para a Colômbia e Equador, Sergio Diaz-Granados, e Hector Salazar, diretor do setor social do BID.

"Sempre estivemos muito confiantes de que uma das maiores oportunidades que a América Latina já teve, os Jogos Paralímpicos do Rio 2016, seria o legado que ficaria para a região, para a inclusão social das pessoas com deficiência. Este aporte do BID tem valor imensurável para assegurar o impacto que o Rio 2016 terá nas gerações a seguir. É mais uma entre as ações que a Agitos Foundation tem entregue em apenas quatro anos, e é um exemplo que queremos replicar nas próximas Paralimpíadas", disse Sir Philip Craven.

Os país participantes receberão um suporte em áreas-chave para engajar as pessoas no paradesporto, inspirar a inclusão e garantir capacidade institucional dos Comitê Paralímpicos Nacionais (NPCs, em inglês).

As atividades incluirão melhorar as oportunidades de competição dos atletas paralímpicos, identificação de talentos em áreas vulneráveis afetadas afetadas por conflitos, treinamento específico para técnicos, classificadores, oficiais, além de reuniões para líderes dos NPCs e criação de mecanismos para garantir a cooperação entre os NPCs.

O acordo de cooperação com o BID é a última atividade entregue pelo IPC e a Agitos Foundation nas Américas. Outros projetos incluíram workshops para atletas, técnicos, classificadores - tudo feito com o apoio da organização dos Jogos de Toronto 2015 e o Rio 2016.

Com informações do Comitê Paralímpico Internacional (IPC)

Fonte: cpb.org.br

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