terça-feira, 11 de abril de 2017

Mulher fica paraplégica após fazer agachamento com peso: “Minhas costas estalaram e dobraram ao meio”

Bombeiro Victoria Griffiths, de 31 anos, carregava o dobro de seu peso quando escorregou

Do R7

Foto: Montagem/ R7/ Reprodução/ Daily Mail
Uma mulher de 31 anos ficou paraplégica após fazer exercício de agachamento com peso na academia. Victoria Griffiths carregava 130 kg (o dobro do seu peso ccorporal) quando escorregou e caiu para a frente. Suas costas estalaram e 'dobraram ao meio'. As informações são do jornal Daily Mail

Uma mulher de 31 anos ficou paraplégica após fazer exercício de agachamento com peso na academia. Victoria Griffiths carregava 130 kg (o dobro do seu peso ccorporal) quando escorregou e caiu para a frente. Suas costas estalaram e "dobraram ao meio". As informações são do jornal Daily Mail.

Victoria tem dois filhos e trabalhava como bombeiro na cidade de Warrington, na Inglaterra.

Ela fazia exercício de agachamento com peso na academia quando escorregou. A barra rolou sobre o pescoço da bombeiro, jogando-a para o chão, relembra Victoria.

Eu lembro de alguém dizendo ao meu lado para ficar quieta, mas eu continuei tentando me levantar. Parecia que eu tinha sido colocada em cima do concreto frio por tanto tempo que meu corpo estava dormente. Eu não entendia o que estava acontecendo.

A bombeiro passou por uma cirurgia de emergência de 4 horas, aonde foram inseridas barras de titânio em suas costas, e passou 11 dias internada sob cuidados intensivos.

Desde então, Victoria está paralisada da cintura para baixo. Ela sofreu ruptura em dois dos ossos das costas que danificou sua medula espinhal.

Ela e o marido Dave, de 35 anos, estavam juntando dinheiro para comprar uma casa. Agora, os dois tentam arrecadar fundos para adaptar a casa onde moram às necessidades de Victoria, que passou a se locomover com cadeira de rodas.

Os médicos duvidam que ela vai voltar a andar, mas Victoria tem esperanças de reverter o quadro.

Eu sei que o pior caso é que eu possa estar em uma cadeira de rodas e não vou andar, mas tenho que aceitar isso da melhor maneira possível. Há uma pequena chance que, com fisioterapia intensa e trabalho duro, eu possa voltar a andar.

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