sábado, 13 de maio de 2017

Jefinho enaltece Centro de Treinamento Paralímpico e fala da evolução do futebol de 5 no mundo

Por CPB

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Um dos melhores jogadores de futebol de 5 do mundo, Jeferson Gonçalves, mais conhecido com Jefinho, considera o Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo, um dos melhores do mundo e o maior legado dos Jogos do Rio.

O três vezes medalhista de ouro em Jogos Paralímpicos acredita que a estrutura do CT será fundamental na preparação para a Copa América, em novembro, para o Mundial, em 2018, para os Jogos Parapan-Americanos de Lima 2019 e para os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020.

"O CT é tudo o que precisamos para melhorarmos a nossa perfomance e conquistarmos mais títulos. E não é importante apenas para nós, do futebol de 5, mas também para atletas de outros esportes", disse.

O futebol de 5 apresentou, nos últimos anos, um crescimento contínuo, com mais países desenvolvendo a modalidade e muitos chegando a se destacar nas grandes competições. "Um exemplo disso é a China. Depois da prata em pequim 2008, eles não pararam de evoluir e, hoje, estão entre as equipes mais fortes. Irã também desenvolveu muito no ano passado e acabou derrotando a Argentina nas semifinais dos Jogos do Rio. Ainda podemos citar Marrocos, que foi o primeiro time africano a chegar em umas Paralimpíadas, além dos times europeus como França, Turquia e Espanha", cita Jefinho.

"No geral, estou muito orgulhoso de como o futebol de 5 se desenvolveu. Não há segredo para o sucesso. É sobre trabalhar duro e ter uma estrutura que começa no Comitê e termina nos jogadores".

Apesar dos 8 meses que já se passaram desde os Jogos do Rio 2016, as memórias da competição ainda permanecem na cabeça de Jefinho. O atacante foi fundamental para a equipe conquistar o quarto ouro consecutivo. Seu melhor jogo foi contra a China, quando virou a partida com dois golaços.

"Nós nunca esqueceremos dos Jogos do Rio. A competição provou que o esporte paralímpico está crescendo ao redor do mundo e mostrou aos brasileiros que nosso país pode melhorar e se tornar mais acessível para a pessoa com deficiência", ressalta.

Com informações do Comitê Paralímpico Internacional

Fonte: cpb.org.br

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