quarta-feira, 10 de maio de 2017

Novo presidente da CBVD fala dos planos da modalidade até Tóquio 2020

Por CPB

Foto: Arquivo pessoal
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Ângelo Alves foi jogador de vôlei até o ano passado, quando decidiu tentar a vaga como dirigente da CBVD.

A Confederação Brasileira de Voleibol para Deficientes (CBVD) tem novo presidente. Angelo Alvez foi eleito no sábado, 29 de abril, e exercerá o cargo até 2021. Ele substitui Amauri Ribeiro, que presidia a confederação desde 2009.

Ângelo atuou como atleta da modalidade até o ano passado; era levantador do clube Ciep/SE (Centro Integrado de Esporte Paratleta), de Sergipe. Com atrofia na perna causada por poliomielite aos dois anos de idade, Ângelo começou a praticar o vôlei sentado há cinco anos, na capital sergipana. Em 2016, aos 43 anos, candidatou-se a presidente da confederação e foi eleito com 19 votos, contra 12 da chapa concorrente.

Ao lado do vice-presidente, Maurício Nery Ferreira, Ângelo quer aplicar seu estilo de gestão. Graduado em direito e ciências contábeis na Universidade Tiradentes (UNIT), em Sergipe, o novo dirigente da CBVD pretende usar esses conhecimentos, somados à experiência como atleta do vôlei sentado, para elevar o nível que as duas seleções atingiram nos últimos anos.

"O Brasil atingiu um nível alto, com medalhas em Mundiais, nos Jogos Paralímpicos, mas quero elevar mais ainda. A ideia é deixar nossas duas seleções no topo. O time feminino levou uma medalha de bronze no Rio e a ideia é subir ao pódio de novo em Tóquio. Os homens ficaram em quarto, e quero colocá-los também entre os medalhistas", disse. "Brasil tem grandes técnicos, e com muita organização poderemos tirar o máximo deles. A meta é ter uma gestão de excelência", planeja.

Fonte: cpb.org.br

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