quinta-feira, 29 de junho de 2017

ATENÇÃO AS MAMÃES E VOVÓS - O perigo mora... em casa! 11 casos de acidentes domésticos com bebês.

Quando se tem uma criança pequena em casa, infelizmente, um piscar de olhos pode ser tempo suficiente para um acidente. 

do BOL

Pais que já vivenciaram situações dramáticas com seus bebês alertam para ameaças reais que por vezes passam despercebidas no cotidiano. Confira alguns desses riscos e não deixe o perigo morar em casa.

Reprodução/bestproducts
Reprodução/bestproducts
Lencinho umedecido

Enquanto Tati trocava a fralda da filha, em dezembro de 2016, deixou que a menina segurasse a embalagem de lenços umedecidos para se distrair, um hábito até então. "Hoje tive o maior pesadelo da minha vida:ela passou a embalagem do lenço em um dos olhinhos. Foi a parte das laterais que tem tipo uns dentinhos no plástico". Além de chorar muito, a menina desmaiou de dor quando Tati tentou acalmá-la no colo."No exame, foi detectado que a embalagem cortou a córnea do olhinho de ponta a ponta. O corte foi superficial, mas o pior poderia ter acontecido e ela poderia ter perdido a visão". A paulistana relatou o acidente no Facebook na esperança de que outros pais fiquem atentos e não passem pela mesma situação.

Reprodução
Reprodução
Afogamento em balde

No final de 2016, dois bebês, um de um ano e oito meses, em Goiás, e outro de 11 meses, em Mato Grosso, morreram após se afogarem em baldes. Nos dois casos, as mães lavavam roupas quando os acidentes aconteceram. De acordo com a avó de Miguel, o bebê de 11 meses, a mãe do menino entrou em casa por 10 minutos para recolher roupas sujas e, quando voltou,ele havia caído de cabeça no balde com água. "Estava todo mole e roxo", relatou Francisca ao G1. O neto completaria um ano dois dias depois do ocorrido e apenas engatinhava.

Reprodução/Baby Center
Reprodução/Baby Center
Eletrocutada com carregador de celular

No final de 2016, uma menina do Cazaquistão brincava com um celular no colo da mãe, que pegou no sono. Quando a mulher se deu conta, a filha estava muito quieta, sem pulso ou respiração. De acordo com um amigo da família, a garota teria começado a brincar com o cabo do carregador, colocando-o na boca e mastigando o fio. O caso ficou conhecido após uma enfermeira publicar fotos dos ferimentos da menina na internet para alertar outros pais. Um fato semelhante aconteceu em Teresina (PI) no dia 16 de janeiro, quando um bebê identificado como Heitor, de 7 meses, morreu eletrocutado. A suspeita é que ele tenha colocado na boca a ponta solta de de um carregador de celular que estava ligado na tomada.

Reprodução/Ebay
Reprodução/Ebay
Engoliu bateria de brinquedo

Em Mauá (SP), Jéssica, 20 anos, percebeu que a filha, de 11 meses, havia ingerido uma bateria tipo botão, do cavalinho pula-pula com que brincava. Como o objeto é de lítio, os médicos temiam que a substância pudesse se espalhar pelo corpo do bebê. "Foi terrível, ficamos desesperados. Felizmente, não foi preciso fazer cirurgia, e ela conseguiu expelir a bateria", relatou Jéssica em entrevista ao "Diário do Grande ABC". Baterias estão presentes em muitos produtos, como brinquedos, relógios ou balanças, por exemplo, e representam um grande risco, uma vez que podem ficar presas no esôfago e perfurar o tecido do canal, que faz parte da ligação entre a boca e o estômago por causa do efeito corrosivo dentro do corpo humano.

Reprodução/paradebaby
Reprodução/paradebaby
Roupinha que pode sufocar

No início deste ano, a inglesa Katie, 22 anos, fez um alerta no Facebook após a filha, de três anos, quase morrer asfixiada por usar um macacão com zíper. "Minha filha estava dormindo ao meu lado na cama;quando eu virei, vi que ela estava sendo enforcada pelo macacão! O zíper estava muito alto no pescoço dela, impedindo-a de respirar. Ela não podia sequer falar ou chamar minha atenção, porque estava sufocando! Minha filha ficou um pouco abalada com o que ocorreu, mas está bem e saudável". Segundo a mãe, a menina se mexeu para cima na cama durante o sono, enquanto o macacão foi para baixo na parte de trás e subiu na frente.Por ser de zíper, o fecho apertou o pescoço. "Quem diria que uma simples roupinha quase matou minha filha?!", desabafou..

Reprodução/ Facebook.
Reprodução/ Facebook
Fralda mofada

Em julho de 2016, a jornalista Renata, do Rio de Janeiro, compartilhou no Facebook que a filha apresentou irritação e pequenos pontos vermelhos na pele.Segundo a mãe, quando foi trocar a menina, ela pegou uma fralda nova do pacote, recém-aberto e dentro do prazo de validade, e notou que o objeto estava com "muitos bichos, o forro, com mofo, e o gel, duro feito pedra".A menina foi levada ao hospital, onde foi submetida a exames e medicada. No entanto, o fabricante da fralda afirmou que o problema não representa risco aos bebês. "Testes técnicos realizados indicaram oxidação do polímero, o gel super absorvente das fraldas, apresentando o aspecto de escurecimento e de pontos pretos no produto, podendo ser confundidos com 'bichos'".

Reprodução
Reprodução
Engoliu presilha de cabelo

A história da pequena Valentina, de nove meses, causou muita comoção nas redes sociais em 2014, quando morreu em Curitiba após meses em tratamento. A professora de educação infantil Amanda, mãe da criança, fez uma série de posts no Facebook relatando a luta da filha e pedindo orações. A menina passou a ter desmaios repentinos sem que a família desconfiasse da razão. Mesmo após vários exames,nenhum apontava a causa. Porém após vomitar sangue, uma endoscopia revelou que uma pequena presilha havia perfurado o esôfago de Valentina, que fez a primeira cirurgia, da qual se recuperou bem. Já em casa, ela voltou a expelir sangue, precisando voltar ao hospital, tendo sido submetida a uma série de exames e cirurgias até falecer.

Reprodução/ Facebook
Reprodução/ Facebook
Beijinho do mal 

Esse caso não representa exatamente um acidente, mas o fim também poderia ter sido trágico. Tudo por causa de um simples ato de carinho. Claire, mãe de uma menina recém-nascida na Inglaterra, relatou o ocorrido no Facebook. A garotinha contraiu herpes por causa de um beijo que recebeu de uma visita. Após ver que a filha apresentava bolhas no queixo, nos lábios e nas bochechas, Claire levou a menina ao médico. A criança ficou cinco dias dias internada correndo risco de danos ao cérebro, aos pulmões e ao fígado, além de os médicos terem alertado a família para o risco de morte, uma vez que um bebê com menos de três meses não tem imunidade para combater o vírus. "Nunca deixem estranhos beijarem seu bebê, mesmo que não aparentem nenhuma doença", disse a mãe no post. A britânica Amy, cujo filho de um ano e três meses também foi infectado com o vírus e precisou ser internado, fez coro aos avisos em uma postagem no Facebook: "Agora, ele tem herpes e o terá para a vida toda. Pense antes de beijar um bebê".

Divulgação
Divulgação
Bebida quente 

A pequena Libbie, de um ano e quatro meses, entrou na cozinha logo após sua mãe, a australiana Emma, ter preparado uma xícara de chá. A bebida estava em cima da mesa, porém na ponta, onde a garotinha conseguiu alcançar. O líquido caiu sobre seu rosto e provocou queimaduras graves. Libbie passou três dias internada, mas, segundo os médicos, teve sorte,pois o acidente poderia tê-la deixado cega e com cicatrizes permanentes. No caso da menina, a pele vai se recuperar completamente com o tempo. "Se eu não tivesse feito (a bebida), nada disso teria acontecido.É impressionante como uma xícara de chá pode ter consequências tão devastadoras. Eu quero que os pais percebam o quão fácil e rápido este tipo de acidente pode ocorrer", alertou Emma.

Reprodução/ Facebook
Reprodução/ Facebook
Boxe do banheiro

No final do ano passado, a carioca Dani contou no Facebook que seu filho João Guilherme, 6 anos, precisou levar dois pontos e ficou com cortes superficiais após o boxe do banheiro se quebrar, enquanto ele tomava banho. No início deste ano, caso semelhante aconteceu com a britânica Stacy e sua filha Eliseè-Marie, de um ano. "Meu vidro do boxe não estava trincado e nem nada e mesmo assim isso aconteceu! Então é preciso ficar atenta sempre em relação ao boxe", contou Stacy. Vale lembrar que o boxe precisa de manutenção anual para preservar o funcionamento e garantir a segurança do produto.

Divulgação
Divulgação
Queda fatal

Aos oito meses, a filha da jornalista Mariane Ferreira morreu após cair da cama, em setembro de 2016. "Agradeço tanto a Deus por ter me dado você, por ter te amado intensamente,por viver ao seu lado o tempo que pra Deus foi suficiente para que cumprisse o seu propósito nessa Terra", escreveu a mãe no Facebook. No início deste ano, a blogueira Eva revelou que o filho, Major, sofreu traumatismo craniano e sangramentos no cérebro depois de sofrer uma queda. "Algumas semanas após o Dia de Ação de Graças, nossa babá do período da noite estava segurando o Major quando cochilou e o deixou cair no chão duro de madeira". Ela disse que só se sentiu confortável para falar sobre o caso agora, que o filho está bem, por medo de julgamentos.

Nenhum comentário: