quinta-feira, 6 de julho de 2017

Família da Bahia procura por gato que sumiu há uma semana e que ajudava criança com autismo - Veja o vídeo

Caso ocorre na cidade de Feira de Santana. Segundo a mãe do garoto, animal ajudou o filho a desenvolver relações afetivas.

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Família procura gata desaparecida de menino autista em Feira de Santana

Uma família de Feira de Santana, cidade que fica a cerca de cem quilômetros de Salvador, está à procura da gata de estimação da casa, que desapareceu na última quinta-feira (29). Além do carinho que a família tem pelo animal, a preocupação é ainda maior porque a gata Nina estava ajudando no tratamento do garoto Leonardo, de 11 anos, que é autista.

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Nina tem sete meses, e está há cinco com Leonardo. Segundo Mônica Cardoso, mãe do garoto, nestes cinco meses, o filho teve uma evolução grande. “Ele não tinha aquela relação com as pessoas, e não desenvolvia a afetividade.

Tipo, a gente dava um beijo, e ele limpava o beijo que a gente dava. Tinha uma face sem expressão de sentimentos. Ele começou a desenvolver a questão da afetividade, de falar, de dizer que gosta, de fazer carinho”, contou Mônica.

Léo e a mãe procuram há uma semana por Nina (Foto: Reprodução/TV Subaé)
Léo e a mãe procuram há uma semana por Nina (Foto: Reprodução/TV Subaé)

O problema de Léo foi detectado quando ele tinha dois anos. Mônica conta que o garoto tinha um comportamento difícil, não interagia com ninguém e rejeitava qualquer manifestação de carinho. O garoto começou a mudar com a chegada da cadelinha Dora, uma shih-tzu que faz parte da família há seis anos.

Ainda segundo a mãe de Léo, depois que Nina chegou na casa, o filho melhorou ainda mais, ficou mais responsável, mais carinhoso e comunicativo. Contudo, Mônica se diz preocupada, porque com o desaparecimento de Nina, Léo voltou a ficar mais calado e introspectivo.

Segundo a mãe de Léo, os bichinhos de estimaçãoa judaram o menino a desenvolver as relações afetivas (Foto: Reprodução/TV Subaé)
Segundo a mãe de Léo, os bichinhos de estimaçãoa judaram o menino a desenvolver as relações afetivas (Foto: Reprodução/TV Subaé)

“O animal é muito importante para o desenvolvimento da criança, principalmente a partir dos quatro ou cinco anos. A gente sabe que animal, a gente pode chegar ali na frente e comprar outro, mas nunca é a mesma coisa quando você cria um laço de amor, de carinho pelo animal", diz Mônica.

Para recuperar Nina, a família está fazendo de tudo: colocou fotos nas redes sociais, distribuiu cartazes e colocou até um carro de som nas ruas.

Para Léo, Nina não está conseguindo voltar para casa. “Eu acho que ela foi passear, que ela saiu e se perdeu. A gente acha que ele não está conseguindo voltar para casa”, diz o garoto, que lembra com cuidava da gatinha. "Eu dava comida, dava água, fazia carinho nela", diz Léo.

Fonte: g1.globo.com

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