segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Convocada para o Mundial Júnior de Halterofilismo, mineira bate recorde brasileiro no Circuito Loterias Caixa

Por CPB

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Neste último dia de disputas da 2ª etapa nacional do Circuito Loterias Caixa, o destaque do halterofilismo ficou por conta da mineira Maria Rita Martins de Oliveira. A atleta de 18 anos bateu duas vezes o recorde brasileiro júnior da categoria até 79kg e levou a medalha de ouro.

Ela, que treina em Uberlândia na CDDU, é uma das oito atletas convocadas para o Mundial Júnior de Halterofilismo, que será disputado junto com o Mundial adulto, no final de setembro, na cidade do México.

Logo em sua primeira tentativa no banco, Maria Rita levantou 61kg, um 1kg a mais que a antiga marca, que já era dela. Na segunda chance, tentou alçar os 63kg, mas teve o movimento invalidado. Já na terceira e última, tudo certo: os 63kg foram validados e, a medalha dourada, garantida.

"Estou muito ansiosa para o meu primeiro Mundial e, bater o recorde aqui, dá uma animada", comentou ela, que usa órteses nas duas pernas por causa de sequelas de mielomeningocele e hidrocefalia.

A 3ª e última edição do Circuito Loterias Caixa será em outubro, em São Paulo.

Outros resultados deste domingo, 6:
Categoria feminina até 73kg
Ouro - Maraisa Proença (AESA-ITU/SP) - 74kg
Prata - Caroline Leal Batista (AVA/RJ) - 59kg
Bronze - Vanessa Aparecida (APNH/RJ- 47kg

Categoria masculina até 107kg
Ouro – Rodrigo Marques (CDDU/MG) - 195kg
Prata – Vitor Afonso Santos (FEMAM/AM) - 160kg
Bronze - Dirceu Nunes Santana (AESA-ITU/SP) - 156kg

Categoria masculina acima de 170kg
Ouro - Christian Porteiro (AESA-ITU/SP) - 192kg
Prata - Sidnei Crispim Gomes (APNH/SP) - 130kg
Bronze - Alef Fernandes (CDDU/MG) - 125kg

O Circuito
O Circuito Caixa Loterias é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e patrocinado pelas Loterias Caixa. Este é o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo, halterofilismo e natação. Composto por quatro fases regionais e três nacionais, tem como objetivo desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país.

Fonte: cpb.org.br

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