quinta-feira, 29 de março de 2018

Autoridades debatem políticas de proteção às pessoas com autismo em Juiz de Fora

Secretários estaduais e municipais debateram inclusão de crianças e adolescente e melhorias na qualificação de profissionais.

Secretários de Juiz de Fora se reúnem na Câmara Municipal para discutir sobre as políticas de proteção das pessoas com autismo  (Foto: TV Integração/Reprodução )
Secretários de Juiz de Fora se reúnem na Câmara Municipal para discutir sobre as políticas de proteção das pessoas com autismo (Foto: TV Integração/Reprodução )

Por MGTV

No mês em que é comemorado o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, representantes das secretarias de Desenvolvimento Social e de Saúde estaduais e municipais se reuniram nesta segunda-feira (26), na Câmara Municipal de Juiz de Fora, para discutir sobre as políticas de proteção aos direitos das pessoas com autismo na cidade.

A inclusão de crianças e adolescentes portadores do transtorno e a importância da qualificação de profissionais da sáude e da educação para lidar com os autistas foram temas discutidos na audiência pública.

De acordo com o vereador Marlon Siqueira (MDB), pais e responsáveis compareceram à reunião e pediram mais atenção às pessoas com o transtorno.

"Recebemos essas pessoas com questionamentos em relação à docência compartilhada e como o município irá lidar com a situação. Sendo assim, nós nos reunimos também com a Secretaria de Educação e com o Estado para discutir os problemas", explicou.

Segundo a dona de casa, Bianca Franca, a filha enfrenta problemas de depressão devido a falta de recursos para atendê-la. "Ela se encontra neste estado por causa da constante troca de professores de apoio. Não reivindicamos somente a questão de educação, queremos que o espaço de saúde, esporte e lazer também melhorem", disse.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Câmara marcou uma reunião no dia 16 de abril, para voltar a discutir sobre a falta de inclusão e a falta de professores monitores, e outras demandas apontadas pelos pais e responsáveis.

Fonte: g1.globo.com

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