segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Exclusivo: quadrilha roubava remédios de dentro de hospital público e revendia a outros órgãos públicos - Veja o vídeo.

Entre os medicamentos, remédios de uso controlado, uso contínuo, antibióticos e até para tratamento de câncer.

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Quadrilha roubava remédios de dentro de hospital e revendia a outros órgãos públicos

Foi em uma casa de Nilópolis, na Baixada Fluminense, que a polícia descobriu um esquema criminoso de distribuição de remédios. No material apreendido, medicamentos roubados e material cirúrgico. Entre os medicamentos, remédios de uso controlado, uso contínuo, antibióticos e até para tratamento de câncer, incluindo medicamentos caros. Em um dos cômodos, a polícia chegou a encontrar medicamentos vencidos.

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A quadrilha tirava a identificação dos lotes dos medicamentos, dos produtos roubados, para dificultar a fiscalização e facilitar a revenda. Segundo a Polícia Civil, as planilhas apreendidas indicam que a quadrilha tinha mais de quatro mil clientes. Na casa de Nilópolis funcionavam cinco das 19 empresas envolvidas no esquema, a maioria em nome de laranjas. Para parecerem sérias, as empresas da quadrilha tinham alvará de licença e até uma farmacêutica contratada — que se diz inocente, mas está sendo investigada. Na reportagem em vídeo, veja flagrantes e a investigação completa.

Bombeiros utilizam flutuadores para pessoas com mobilidade reduzida tomarem banho de mar em SC - veja o vídeo

Por meio dos life belts, projeto piloto de Palhoça busca dar mais liberdade aos cadeirantes que frequentam a praia.

Por G1 SC e NSC TV

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Projeto ajuda cadeirantes a aproveitarem o mar em SC

Um projeto pioneiro do Corpo de Bombeiros de Palhoça, na Grande Florianópolis, tem dado a pessoas com mobilidade reduzida a oportunidade de tomar banho de mar com mais liberdade.

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Além das cadeiras anfíbia, utilizadas para conduzir os banhistas até a água, pessoas com a locomoção comprometida que frequentam a Praia do Sonho têm experimentado uma maneira mais confortável de curtir o mar.

A iniciativa utiliza flutuadores life belt — boias usadas para resgate em alto mar —, que ficam presos à cintura dos banhistas. Eles são levadas até o mar por meio da cadeira anfíbio e, com o auxílio do life belt, conseguem sair da cadeira e aproveitar o banho de mar de maneira mais livre. O flutuador fica preso a uma cinta, que permanece sob os cuidados dos bombeiros.

O projeto, que está em fase de estudos, surgiu a partir de observações do sargento do Corpo de Bombeiros, Cláudio Luiz Andrade.

"A gente começou a elaborar que a cadeira fosse até um certo ponto e ali [o cadeirante] tentasse descer", explicou o bombeiro.

Antes a gente tinha que tomar muito cuidado com o nosso equilíbrio porque essa cadeira levita pra boiar, então qualquer coisinha a gente virava. Mesmo essa cadeira sendo uma forma de locomoção nossa, ela nos prende muito", fala o estudante Arthur Silva Coelho.

As cadeiras adaptadas funcionam há cinco anos em Santa Catarina. Desta forma as pessoas podem se banhar com segurança sob a supervisão de um guarda-vidas ou bombeiro, e de um familiar. A nova adaptação está em fase de estudos.

Para Arthur, a nova adaptação da cadeira proporcionou a possibilidade de independência. "Liberdade é ser independente sem precisar da cadeira, sem precisar das outras pessoas pra cuidar de nós, só nós mesmos", conclui.

Projeto está em fase de estudos — Foto: NSC TV / Reprodução
Projeto está em fase de estudos — Foto: NSC TV / Reprodução

Fonte: g1.globo.com

Com deficiência na mão e no pé, goleiro de time de peladeiros de Montes Claros é homenageado

Edimar Gonçalves do Nascimento precisou enfrentar o preconceito para praticar o esporte que mais gosta

Por Bruno Lima e Keisi Pinheiro, Inter TV Grande Minas — Montes Claros, MG

Foto:Bruno Lima/Inter TV dos Vales
Com deficiência na mão e no pé, goleiro de time de peladeiros de Montes Claros é homenageado

Cobrador de ônibus, Edimar Gonçalves do Nascimento, de 38 anos, nasceu com uma deficiência que limita os movimentos do lado direito do corpo, mas isso não o impediu de fazer o que ele mais gosta: jogar futebol.

O atleta até que tentou jogar fora das três traves, mas a pressão dos demais jogadores fizeram ele desistir.

Na hora de me escolher diziam ‘esse não’, aí eu só ficava no banco. Eu já pensei em desistir de jogar bola. Eu tirava a camisa e apelava – disse.

Encorajado pela família e por alguns amigos, o goleiro juntou forças para voltar a jogar bola. Foi após um convite do amigo ‘Bozó’, presidente do grupo de peladeiros Corujão, que Edimar desafiou o preconceito e a deficiência física.

O grupo de jogadores da Vila Luiza, região Centro-sul de Montes Claros, há 20 anos se reúne todos os domingos, às 6h, para jogar futebol. Com um início nada fácil, a determinação do atleta de superar os limites impostos pela deficiência cativou os outros jogadores.

Ele é uma pessoa que demonstra todo tipo de superação, de garra, de determinação, que não desanima, que não deixa nada, nem os problemas do dia a dia o abater. Ele está sempre se superando e deixando um exemplo para todos nós - elogiou o colega, Claudiomar Pires Teixeira, presidente da Liga de Peladeiros.

Edimar superou o preconceito para ser jogador de futebol — Foto: Bruno Lima/Inter TV dos Vales
Edimar superou o preconceito para ser jogador de futebol — Foto: Bruno Lima/Inter TV dos Vales

Após oito anos de grupo, Edimar foi homenageado pelos amigos. O atleta ganhou um café da manhã e um troféu.

Nunca desvie dos seus objetivos, porque a caminhada é sempre dolorosa. Eu sempre falo: ‘tenta, tenta, um dia você vai conseguir’ - finalizou Edimar.


Dia de Inclusão reúne acessibilidade e sensibilidade em Capão da Canoa

Ação do Sesc mostrou que é possível tornar o veraneio acessível a pessoas com deficiência

André Ávila / Agência RBS
André Ávila / Agência RBS
Helena Ayub (E) participou da ação com a amiga Daniela Manzke

Eles são uma lição de vida. Então, quando a gente achar que tem muitos problemas, é bom olhar para os lados — sugere a bancária Helena Ayub, após participar de uma caminhada às cegas pela beira da praia de Capão da Canoa.

Guiada pela amiga, a médica Daniela Manzke, ela aproveitou a experiência para sentir na pele como é a rotina das pessoas que não enxergam. Depois de percorrerem um pequeno trajeto na areia, elas trocaram os papéis: Daniela colocou uma venda e se deixou guiar por Helena.

Foi uma vivência muito interessante. A gente tem que confiar totalmente no guia — comentou a médica.

Essa ação fez parte do primeiro Dia de Inclusão do Estação Verão Sesc que promove, ao longo do sábado (18), uma série de atividades de acessibilidade e inclusão para pessoas com deficiência. A iniciativa surgiu da observação do aumento na demanda pelas cadeiras anfíbias - aquelas adaptadas com rodas grandes para levar cadeirantes ao mar -, conta a coordenadora estadual do Estação Verão, Melissa Stoffel.

Segundo ela, no primeiro ano em que a entidade disponibilizou as cadeiras especiais, há oito anos, foram atendidas 174 pessoas. Em 2019, o número ultrapassou os 1,7 mil.

Então, percebemos que não é que não existiam essas pessoas, mas faltava acesso. E hoje, quisemos reunir uma soma de parceiros para mostrarmos essas boas práticas — explica.

Há quatro anos sem frequentar a praia, a aposentada Anajara Carbonell Closs veio de Porto Alegre só para aproveitar o evento. Com um problema congênito, ela passou por 28 cirurgias ao longo da vida e teve uma piora em 2016. Sentindo muitas dores e com dificuldade para caminhar, ela precisou se afastar dos veraneios no Litoral e dos banhos de mar energizantes, como ela mesma diz.

Quando minha amiga ligou contando da ação e perguntou se eu queria ir eu disse: “tô dentro”!

Radiante e com um sorriso de orelha a orelha depois do banho de mar - com direito a alguns caldos e tudo -, Anajara não arredou o pé da areia. Aproveitou o momento pós-mergulho para comer petiscos típicos da beira de praia. E ela já avisa: se tiver outra edição da ação, ela pega a freeway e vem participar.

André Ávila / Zero Hora
André Ávila / Zero Hora
Luciano (D) aproveitou os brinquedos

Quem também veio da Região Metropolitana só para curtir o dia especial com a família foi Luciano Prado Lousado Filho, de oito anos. O menino de Eldorado do Sul tem paralisia cerebral, mas nem por isso deixou de demonstrar seu interesse pelos brinquedos do playground adaptado. Um balanço, uma gangorra e um gira-gira com espaço para cadeirantes fizeram a felicidade do guri.

Se ele vê o brinquedo, grita que quer ir — conta a mãe, Adriana Cleza.

SuperCaetano em ação

De um lado para o outro, o pequeno “SuperCaetano”, de três anos, andava agitado pelo calçadão. De óculos escuros e boné, o menino que tem Síndrome Sjogren Larsson, que provoca alterações na pele e neurológicas, não parecia se importar em zanzar em um andador. Fazia pose para fotos e adorou o equipamento de PVC, produzido pelo projeto Tampinha Legal.

Moramos em Torres e ele adora ir à praia, mas não pode frequentar muito em função da síndrome — comenta a mãe do pequeno, Gislaini Dalpiaz, que distribui até um cartão de visitas com o perfil no Instagram do menino. A página é usada para encontrar pessoas com o mesmo diagnóstico e compartilhar experiências.

André Ávila / Agência RBS
André Ávila / Agência RBS
Caetano, três anos, tem Síndrome Sjogren Larsson

Mobilização é a palavra

Colocar-se no lugar do outro e auxiliar aqueles que precisam são os combustíveis para uma turma que se mobilizou para tornar o evento realidade. Arino da Silva, morador de Capão da Canoa, encontrou um novo sentido para suas caminhadas diárias depois de receber um incentivo da neta, que é colaboradora do Sesc.

O aposentado passou a juntar tampinhas de garrafas por onde andava. O gesto simples, iniciado em março do ano passado foi tomando proporções maiores. Amigos e conhecidos começaram a recolher o plástico e encaminhar para Silva. O resultado? Uma doação que ele estima em 60 mil tampinhas.

Eu tinha um vazio quando me aposentei. Não tinha o que fazer. Então, a caminhada de pegar as tampinhas foi muito boa, eu tinha uma meta — fala, emocionado.

Os resíduos plásticos que ajudaram o aposentado a desenvolver novos objetivos são encaminhados para o projeto Tampinha Legal, que tem como objetivo estimular o recolhimento desses itens em entidades assistenciais e repassá-los a recicladores, que pagam pelo material. O dinheiro é repassado para essas instituições.

A partir do Tampinha Legal, o Instituto Sustenplást criou um novo projeto: o PrAIA, ou Protótipo de Andadores Infantis de Areia, que usa resíduos da construção para fabricar andadores de PVC.

Queremos mostrar que dá para fazer com pouquíssimo custo. Um andador desses custa R$ 30. Só as rodinhas que não são fruto de reciclagem. O restante é resíduo de obras —comemora o presidente do Instituto, Alfredo Schmitt.

A ONG Caminhadores RS, que é quem conduz as pessoas nas cadeiras anfíbias, também marcou presença. Criada em 2003 com a ideia de oferecer opções de lazer para pessoas com deficiência, a ONG foi crescendo até que, em 2009, iniciou um projeto para levar esse público para o Litoral. Dois anos mais tarde, quando ganharam cadeiras anfíbias, deram um gás nas ações e, hoje, promovem passeios no Litoral Norte, na Costa Doce e até em cachoeiras.

É importante tirar essas pessoas de dentro de casa e promover a qualidade de vida através do lazer — pontua o presidente da ONG, Rotechild Prestes.

Além das atividades voltadas para acessibilidade, o Dia de Inclusão ainda contou com a presença de pessoas com deficiência intelectual, que ajudaram na distribuição de mudas de plantas, organizada pela Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para PcD e PcAH no RS (Faders). Também rolou oficina de skate adaptado para cadeirantes.

Usuários denunciam paralisação do Transporte Eficiente em Teresina

O serviço de transporte público municipal voltado para pessoas com deficiência parou de funcionar nesta quinta-feira após deflagração da greve dos motoristas.

Veículos do Transporte Eficiente. (Foto: Divulgação/Strans)

Por: Nathalia Amaral

Os motoristas do Transporte Eficiente, serviço de transporte público municipal voltado para pessoas com deficiência, decidiram deflagrar greve na manhã desta quinta-feira (16). A categoria se reuniu em assembleia extraordinária no último 10 de janeiro e decidiu pela paralisação das atividades até que suas reivindicações sejam atendidas.

De acordo com um ofício assinado pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários do Piauí (Sintetro/PI), Fernando Feijão, entre as reivindicações estão: o descumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho; contratação irregular de trabalhadores; não pagamento de horas extras; entre outros pontos.

Segundo Wilson Gomes, presidente da Associação dos Cadeirantes do Município de Teresina (Ascamte), os usuários foram surpreendidos na manhã de hoje pelo bloqueio na garagem da Empresa Santa Cruz, responsável pelo transporte.

"Vários cadeirantes entrando comigo, que tem consultas marcadas, exames para fazer, colégio, trabalho, todos esses serviços prejudicados por conta de uma greve que nem parcial está sendo. Está impedindo que o Transporte Eficiente possa funcionar com o mínimo possível para atender essas pessoas com deficiência. Estamos em pânico, sem saber o que fazer", denuncia.

Contraponto

Em nota, a Empresa Santa Cruz informou ao O DIA que tentou por diversas vezes marcar com o Sintetro uma reunião na Delegacia Regional do Trabalho e Emprego do Piauí (DRT) para tratar das pautas impostas pelos trabalhadores.

Segundo a empresa, no último dia 10, o Sintetro realizou uma assembleia geral para tratar do assunto, onde só houve o comparecimento de 1 colaborador da Santa Cruz no turno da manhã e outra no turno da tarde. Para a empresa, a greve foi deflagrada arbitrariamente.

"Alegam que temos pessoas contratadas como horista e banco de horas, o que de fato temos são contratos por tempo parcial e contrato de compensação de horas com adesão opcional da maioria dos funcionários. A Empresa Santa Cruz segue todas as Cláusulas da Convenção Coletiva, bem como a CLT, que rege sobre todos os aspectos trabalhistas. Esclarecemos ainda que a Convenção Coletiva é Soberana nos temas abordados por ela( desde que não fira os direitos da CLT) e nos outros temas a CLT é plena e soberana", informou em nota.

Banco de empregos auxilia pessoas com deficiência a ingressar no mercado de trabalho

Apenas em 2019, foram 25 novas contratações de pessoas com deficiência que tiveram apoio do Programa de Empregabilidade em Catanduva (SP)

Por G1 Rio Preto e Araçatuba

                     Banco de Empregos gera 25 contratações de pessoas com deficiência em 2019 — Foto: Divulgação/Prefeitura de Catanduva
Banco de Empregos gera 25 contratações de pessoas com deficiência em 2019 — Foto: Divulgação/Prefeitura de Catanduva

O Programa de Empregabilidade tem dado suporte para pessoas com deficiência (PCD) no mercado de trabalho em Catanduva (SP). Somente em 2019, 25 candidatos foram contratados ao longo do ano.

Os interessados podem cadastrar seu currículo pelo site criado pela prefeitura, a partir daí as empresas acessam os dados do candidato visando o recrutamento de acordo com o perfil e as limitações de cada um.

Além do acesso on-line, o programa também oferece atendimento e cadastro presencial, que é realizado por uma deficiente visual que auxilia os candidatos na elaboração do currículo.

Atualmente o banco de empregos possui 145 currículos cadastrados. Apesar disso, a coordenação do programa alerta que outros 60 currículos estão com informações desatualizadas. Na cidade, cerca de 30 empresas utilizam a ferramenta em busca de candidatos.

É lei

A Lei 8.213/1991 estabelece a política de cotas para inclusão de pessoas com deficiência e reabilitados no mercado de trabalho. A lei prevê que toda empresa com 100 ou mais empregados deve destinar de 2% a 5% dos postos de trabalho a pessoas com deficiência.

As empresas que possuem de 100 a 200 empregados devem reservar 2% de suas vagas; entre 201 e 500 empregados, 3%; entre 501 e 1000 empregados, 4%; e empresas com mais de 1001 empregados, 5% das vagas.

Quase 24% da população brasileira é composta por pessoas que possuem algum tipo de deficiência. De acordo com o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui 45 milhões de Pessoas com Deficiência (PCDs).

Fonte: g1.globo.com

domingo, 19 de janeiro de 2020

Projeto oferece voo de parapente, em João Pessoa, para pessoas com deficiência

Objetivo é proporcionar um dia diferente, com voos de parapente, às pessoas com deficiência e que enfrentam dificuldades de locomoção

Projeto oferece voo de parapente, em João Pessoa, para pessoas com deficiência — Foto: Gutemberg Cunha
Projeto oferece voo de parapente, em João Pessoa, para pessoas com deficiência — Foto: Gutemberg Cunha

Um projeto desenvolvido por uma faculdade particular de João Pessoa promove neste sábado (18) e domingo (19) o "Não consigo Andar, mas Posso Voar". O objetivo é proporcionar um dia diferente, com voos de parapente, às pessoas com deficiência e que enfrentam dificuldades de locomoção. O projeto é desenvolvido na Praia do Sol, no litoral paraibano, das 8h às 15h30.

Clique AQUI para ver o vídeo.

No local, há uma estrutura montada com tendas e lanches para os participantes e a expectativa é receber cerca de 50 cadeirantes da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Para auxiliar os participantes a realizar os voos, pilotos voluntários estarão disponíveis, chamados de Pilotos do Bem, durante os dois dias do evento. O projeto já beneficiou mais de 250 cadeirantes.

O projeto tem como objetivo estimular pessoas com deficiência, para mostrar que elas podem ir além e realizar os seus sonhos. Gutemberg Cunha é voluntário do projeto pela terceira vez e sentiu desde a primeira vez que participou que não poderia deixar de continuar ajudar a ideia. "Eu disse a mim mesmo que faria o possível para não deixar de vir porque você vê seus amigos e outras pessoas com deficiência descer do ar com um sorriso gigante estampado no rosto. É muito bom ver a felicidade deles", disse Gutemberg.

Os voos são gratuitos. Para participar é basta acessar o site da instituição e se inscrever. Todo o ano, as inscrições são abertas no início de janeiro.

O projeto acontece neste sábado (18) e domingo (19), em João Pessoa — Foto: Gutemberg Cunha
O projeto acontece neste sábado (18) e domingo (19), em João Pessoa — Foto: Gutemberg Cunha

Fonte: g1.globo.com