quinta-feira, 14 de abril de 2011

Imóveis novos não são preparados para receber pessoas com deficiência

Apesar do já existente conceito do "Desenho universal", a arquitetura e o design ainda não se baseiam nele.
da Redação
APNEN, colaborando na divulgaçao desta matéria: 14/04/2011


A maior parte das construções recentes preza pela quantidade de cômodos e pelo preço final do imóvel, mas esquece que existe um público grande de deficientes que necessitam de algumas adaptações para poderem usar os imóveis, contudo o Brasil não tem nenhuma legislação vigente que constitua o mínimo de acessibilidade no setor de construção civil.

Para os deficientes restam as contruções mais antigas, que tem apartamentos com cômodos maiores e um espaço interno nos imóveis que podem facilitar a circulação dentro das dependências. Porém nem sempre tem fachadas imponentes e os recursos dos imóveis mais novos, como academia, piscina, hidromassagem, salão de festas, etc.

Uma das únicas leis que garantem a acessibilidade, pelo menos deveria, é a lei federal 5.296, de 2004, exige que todas as áreas comuns de edifícios novos tenham rampas ou elevadores, mas ela só vale para as construções que forem feitas a partir de 2004. O grande problema é que ela garante somente o acesso de deficientes e idosos aos prédios, inclusive não garante que eles passem pela porta social do apartamento.

Todas as novas construções deveriam usar o desenho universal para efetuar a construção de apartamentos com adaptações a pessoas com mobilidade reduzida. Devemos lembrar que a mobilidade reduzida não tem somente deficientes e os idosos também podem ser enquadrados nela.

Até quando ainda teremos que buscar alternativas para poder morar?

Fonte: Blog do Deficiente Físico - São Paulo - SP, 13/04/2011 - Imagem Internet

Comentário APNEN: O Decreto Federal 5296/2004 já completou 07 anos, e muita coisa ainda falta ser resolvido, os prazos devem ser respeitados, e não alterados para um ano ou mais, o prazo venceu, não foram respeitadas as Leis, punição...por que será que não á punições..falta fiscalização?..ou é o jeitinho brasileiro de se resolver as coisas.

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