sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Alunos da APAE dão show na Quadra Central

Evento teve cerca de 30 alunos da instituição, que se divertiram e dançaram ao lado do tenista André Sá.

da Redação


O tênis não é apenas um dos esportes mais amados no mundo. É uma ferramenta de interação entre esporte e a ação social. Na última terça-feira, durante duas horas, o Brasil Open 2012 recebeu cerca de 30 crianças da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) para uma clínica de tênis, na quadra central do Complexo Constâncio Vaz Guimarães, e contou com a participação do tenista André Sá. Durante a clínica, além dos exercícios e do contato com André Sá, os alunos da APAE se divertiram muito, principalmente com as músicas que tocaram durante o evento, e enquanto se concentravam nos movimentos, não perdiam o rebolado com as canções de Ed Motta, Ivete Sangalo e Michel Teló.

Apesar de já ter participado de muitos Kid´s Day e clínicas no circuito, essa foi a primeira experiência de Sá com crianças da APAE. E o tenista de duplas ficou muito feliz com esse contato. "O tênis me deu tudo e essa é uma ótima forma de retribuir. Fico muito feliz com esse apoio emocional que a gente pode dar pra eles e o esporte como inclusão do deficiente na sociedade é muito importante". As crianças da APAE, que tiveram seu primeiro contato com o tênis, gostaram muito da experiência. Elisabete Berti, 19, e Rafael Meri, 29, portadores de Síndrome de Down, estavam muito empolgados com a oportunidade de jogar em uma quadra oficial. "Era meu sonho jogar tênis, e adorei a experiência", disse Elisabete.

Tanto os organizadores da clínica quanto os profissionais da APAE aprovaram a iniciativa. A professora de Educação Física da instituição, Wanda Alves, se surpreendeu com o empenho e dedicação dos alunos. "Eles não desgrudaram os olhos das bolinhas e raquetes, e a cada exercício que passaram para eles, vi que eles ficaram extremamente focados". Para Wilton Procópio, o Batata, o esporte pode trazer muitos benefícios aos excepcionais. "Com a prática do tênis, eles conseguem aprimorar a coordenação e a visão, além de ficarem mais calmos e concentrados". Wilton, que realiza a muitos anos clínicas em creches, favelas e instituições de pessoas com deficiência, se diz gratificado e satisfeito em poder retribuir tudo o que o tênis fez por ele.

Fonte: TVB Campinas - SP, 16/02/2012 - Imagem Internet

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