quarta-feira, 1 de agosto de 2012

RMC terá laboratório de células-tronco

Empreendimento deve ser inaugurado em setembro; custo para coletar material será de R$ 3,6 mil
Kaique Barreto - Americana


André Feldman, um dos sócios 
do empreendimento em Americana  -   Divulgação

Americana vai ganhar, em setembro, um laboratório de células-tronco. A previsão é que o empreendimento, chamado de Biocells Brasil, seja inaugurado em setembro, com banco capaz de armazenar 28 mil amostras do sangue que será extraído do cordão umbilical de bebês recém nascidos de pais que desejarem manter o material.
O serviço custa cerca de R$ 3,6 mil para a coleta e separação do material, mais taxa anual de R$ 600 para o armazenamento e só a própria pessoa do qual foi extraído pode usar o material.
A documentação necessária já foi protocolada na Vigilância Sanitária municipal, que será responsável por dar aval ao empreendimento. As células-tronco, chamadas também de células-mãe, têm a capacidade de se transformar em outros tecidos do corpo, como ossos, nervos, músculos e sangue.
Atualmente, 80 tipos de patologia podem ser tratados com esse tipo de material, além de outras mais de cem doenças estarem sendo alvos de pesquisas com essa mesma finalidade, segundo um dos empreendedores desse laboratório, o empresário do ramo da saúde André Feldman.
Junto com Bruno Ortolan, ele pretende oferecer o serviço em Americana e região a partir de setembro. A matriz do laboratório é nos Estados Unidos. No Brasil, há laboratórios desse tipo em algumas capitais e também representantes em cidades do interior, como em Piracicaba, que vende planos para um laboratório do Rio de Janeiro.
PROCESSO
Feldman explica que a coleta da célula é realizada em hospital, quando a criança nasce. O material é processado e filtrado para a separação das células tronco e depois armazenado a menos 196 Cº.
O empresário esclarece que todos os procedimentos seguem normas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). “Não só é reconhecido pela Anvisa, como há resoluções regulamentando isso”, comentou. Entre as 80 patologias que podem ser tratadas com células-tronco, a mais conhecida é a leucemia. Em um caso desse, por exemplo, se a criança vir a ter leucemia, não precisará de um doador de medula, procedimento para o qual a fila de espera é de mais de 1 mil pessoas, segundo dados do Ministério da Saúde.
Feldman compara o serviço que será oferecido pelo laboratório como o de um seguro de vida ou incêndio, por exemplo, pelo caráter preventivo. “É uma medicina preventiva”, esclareceu. Segundo Feldman, ele e Ortolan serão “franqueados master” da Biocells e já têm franquias vendidas para montar escritórios comerciais em Campinas, Santos, Ribeirão Preto e Jundiaí, além de, futuramente, implantar laboratórios semelhantes ao de Americana nas regiões Nordeste e Centro Oeste. A Biocell está presente em 17 países e possui capital aberto na Bolsa de Nova York.

Fonte: http://portal.tododia.uol.com.br/?TodoDia=cidades&Materia=704653

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