terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Campeonato Brasileiro de Bocha se encerra em Itajaí (SC) com triunfo da Região Sudeste



A cidade de Itajaí, em Santa Catarina, foi palco do XVI Campeonato Brasileiro de Bocha. De sexta-feira, 4, a sábado, 5, os 61 atletas participantes da competição garantiram disputas emocionantes e alto nível em quadra. O Sudeste conquistou dois ouros e quatro bronzes, ficando com a primeira posição geral. Em segundo ficou a Região Centro-Oeste, com dois ouros. Completaram o pódio os donos da casa, a Região Sul, com quatro pratas conquistadas.
Nas disputas individuais, as semifinais da classe BC1 tiveram os confrontos entre Paulo Renato e Raphael Gregório e Guilherme Germano contra Beto. Melhor para Raphael e Beto, que venceram e avançaram para a final. Na decisão, Beto derrotou Raphael por 4 a 1 e ficou com o título. Pelo terceiro lugar, Guilherme superou Paulo por 5 a 2 e garantiu lugar no pódio.
Pela classe BC2, Maciel Santos foi campeão brasileiro pela décima vez. O campeão paralímpico disputou a semifinal com Bruno Ricardo, também da Smel Mogi, e venceu por 8 a 3. No outro embate, Natali Melo foi derrotada por Mauro Fernando, por 4 a 1. Na decisão, Maciel venceu Mauro por 7 a 2, e Natali levou o terceiro lugar ao derrotar Bruno pelo mesmo placar da final.
Na BC3, já nas semifinais, Mateus Carvalho venceu Evelyn por 3 a 2 e Richardson Rocha venceu Danilo Xavier por 5 a 2. Na disputa do terceiro lugar deu Danilo, que venceu Evelyn por 3 a 1. Na final, mais um grande jogo: Mateus conseguiu uma vitória apertada por 5 a 4 em cima de Richardson e faturou a medalha o ouro.
Na classe BC4, uma das semifinais colocou frente a frente dois bicampeões paralímpicos. Dirceu Pinto e Eliseu Santos se enfrentaram de um lado da chave, e Eliseu levou a melhor ao vencer por 5 a 3. No outro confronto, Churu enfrentou Nardelio e o derrotou por 12 a 2, conquistando lugar na final. Na grande decisão, Eliseu derrotou Churu por 8 a 0 e levou o título. Já na disputa do terceiro lugar, Dirceu superou Nardelio por 8 a 1.
Com informações da Associação Nacional de Desporto para Deficientes (ANDE).

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