quinta-feira, 14 de abril de 2016

COI faz última visita às obras para as Olimpíadas no Rio

Comitê acompanha desenrolar da votação do impeachment. Segundo representante, houve transparência em tudo ligado aos Jogos.


O Comitê Olímpico Internacional terminou nesta quarta-feira (13) a última visita ao Rio, antes dos jogos. Quando a marroquina Nawal El Moutawakel, principal representante do Comitê Olímpico Internacional (COI), entrou na sala, ela se mostrava segura para falar de tudo sobre o andamento das obras e a preparação do Rio para os Jogos.

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Essa era, afinal, a décima e última vez que ela vinha prestar contas ao mundo de como andam os trabalhos.

Os representantes do Comitê Olímpico Internacional tinham que estar preparados para responder perguntas de A a Z, da água da Baía de Guanabara até zika.

Mas inegavelmente havia uma grande preocupação por parte deles: não só o que está acontecendo no Rio, mas também em Brasília. E era bem delicado para todos na mesa falar qualquer coisa que pudesse parecer uma opinião.

Perguntados se havia algum desconforto do comitê sobre o envolvimento de construtoras envolvidas na Lava Jato nas obras para as Olimpíadas, a resposta foi negativa. Segundo o comitê, houve transparência em tudo ligado aos Jogos e que nada mais tinham a dizer sobre o assunto.

Nawal reconheceu nas palavras dela a complexa situação política e econômica de hoje no Brasil e agradeceu o esforço de todos diante de tudo isso. Disse também que vão aguardar para saber o impacto da decisão de domingo (17), se referindo à votação do impeachment na Câmara.

O comitê enfatizou que 98% das obras estão concluídas, mas que existem milhares de detalhes ainda a serem resolvidos.

O estádio do Engenhão e o velódromo serão os últimos de uma longa lista de obras a ficarem prontos. A preocupação agora passa para uma data específica, dia 3 de maio, quando chega o fogo de Olímpia e começa o revezamento da tocha.

A chegada será em Brasília, um lugar onde a temperatura está muito alta por outras razões.

“Nós vamos seguir o que foi planejado”, disse o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman.

Repórter: Quem vai estar lá”
Nuzman: Eu vou estar lá.

Fonte: g1.globo.com

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