sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Fórum discute inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho no ES - Veja o vídeo.

Evento acontece nesta quinta (19) e sexta-feira (20), no campus de Vitória do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes).

Por G1 ES

Pessoas com deficiência são tema de fórum em Vitória (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)

O crescente número de pessoas com deficiência no mercado de trabalho é tema do fórum de educação na área tecnológica que acontece nesta quinta (19) e sexta-feira (20), no campus do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), em Vitória.

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Entre 2009 e 2014, o número de pessoas com deficiência no mercado de trabalho cresceu 32%, segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho.

Normatização de diretrizes curriculares, possibilidades de ensino e metodologias específicas para estudantes com deficiência são assuntos que serão discutidos no 2º Fórum Crea-ES de Educação e Formação na Área Tecnológica.

Com a lei 13.409/2016, as universidades federais e os institutos federais de ensino técnico de nível médio devem reservar parte das vagas destinadas às cotas de escolas públicas a estudantes com deficiência. A sistemática de reserva de vagas nas instituições federais de ensino tem validade de 10 anos, até 2022, para quando está prevista a revisão do programa.

O decreto amplia o ensino profissional, como revela o pedagogo do Ifes Marcus Podestá, e será preciso rediscutir a maneira de ensinar.

“As escolas públicas vão ampliar o ensino para estudantes que vão desde a deficiência física à cognitiva, ou intelectual. Por isso, a metodologia e questões administrativas para atender às necessidades de cada estudante já devem ser praticadas”, disse.

A tecnologia é um aliado na sala de aula, segundo o pedagogo, permitindo a integração dos alunos independente da suas limitações.

“No caso de uma aluna cega, por exemplo, a limitação em sala de aula foi resolvida com a aquisição de recursos tecnológicos. Ou seja, a cada dia, menos se justifica essas pessoas estarem fora do mercado”, ponderou.

Marco ainda ressalta a importância de adaptar as atribuições da profissão conforme as atividades que o futuro profissional conseguirá desempenhar.

“E quando o aluno for para o mercado de trabalho, a ideia é que suas atribuições sejam inseridas dentro das atividades que ela consiga desenvolver. Ou seja, dar ênfase no que as pessoas conseguem fazer”, falou.


Fonte: g1.globo.com

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