terça-feira, 14 de agosto de 2018

Como viver com o autismo? Bem Estar exibe série de reportagens sobre o assunto - Vejam os vídeos

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), existem 2 milhões de autistas no Brasil.

Por G1, São Paulo

Resultado de imagem para Autismo: descoberta de um novo mundo pode ser cheia de incertezas
Autismo: descoberta de um novo mundo pode ser cheia de incertezas

O Bem Estar estreia nesta segunda-feira (13) a série Autismo, uma jornada nesse novo mundo. Ao longo de sete reportagens vamos mostrar a origem do autismo, seus níveis, como a lei lida com a síndrome, como estão as pesquisas.

Clique AQUI para ver os vídeos.

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), existem 2 milhões de autistas no Brasil. Em relação à infância, a Organização estima que o transtorno do espectro autista (TEA) afete uma em cada 160 crianças no mundo.

As gravações passaram pelas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Campinas. No caminho, foram ouvidos diversos casos e histórias, como a de dona Berenice, que criou a Escola-Clínica, onde são atendidos mais de 100 alunos autistas.

O autismo foi descoberto em 1943 pelo psiquiatra Leo Kanner, nos Estados Unidos, quando ele analisou onze crianças que se isolavam de tudo. Daí em diante, o que era chamado de ‘esquisito’, foi visto como o ponto de partida para uma longa pesquisa.

Resultado de imagem para Autismo: descoberta de um novo mundo pode ser cheia de incertezas
Nesses últimos 75 anos, a ciência caminhou e descobriu que nenhum autista é idêntico.

Pesquisadores estudam a origem do autismo
Como é viver com autismo? Cada pessoa com autismo é diferente da outra, existem muitos espectros da síndrome, mas a dificuldade de compreensão e comunicação com outras pessoas é uma dificuldade comum. Nas terapias as pessoas treinam esse reconhecimento para melhorar sua relação com o mundo.

Existem alguns sinais de alerta para o autismo:

  • Não responder ao nome aos 12 meses
  • Não apontar objetos aos 14 meses
  • Não brincar de faz de conta aos 18 meses
  • Falta de contato visual e querer ficar sozinho
  • Dificuldades para entender os sentimentos dos outros e falar dos próprios
  • Repetir palavras e frases muitas vezes
  • Dar respostas que nada têm a ver com as perguntas
  • Ter interesses obsessivos
  • Ficar extremamente abalado por pequenas mudanças
  • Agitação excessiva
  • Reações inesperadas ao barulho de coisas, cheiros, gostos

Quanto mais cedo o diagnóstico, melhor a qualidade de vida da pessoa.  (Foto: Bruno Fávaro)
Quanto mais cedo o diagnóstico, melhor a qualidade de vida da pessoa. (Foto: Bruno Fávaro)

O Centro de Controle de Doenças dos EUA criou bandeiras vermelhas, de atenção, mas muitas pessoas sem autismo podem também apresentar esses sinais. Por isso é importante buscar ajuda profissional.

Quanto mais cedo o diagnóstico, melhor a qualidade de vida da pessoa. Não existem testes sanguíneos para identificar o autismo. A observação do comportamento e desenvolvimento é essencial para fechar o diagnóstico.


Fonte: g1.globo.com

Nenhum comentário: