domingo, 23 de setembro de 2018

Crianças e adolescentes se divertem com esportes paralímpicos, em Macapá

Evento do Comitê Paralímpico Brasileiro, aconteceu em outras 47 cidades. Atividades lúdicas de atletismo, bocha e goalball foram oferecidas à pessoas com e sem deficiência.

Por Victor Vidigal, Globoesporte.com — Macapá

Crianças e adolescentes participam de Festival Paralímpico, em Macapá — Foto: Victor Vidigal/G1
Crianças e adolescentes participam de Festival Paralímpico, em Macapá — Foto: Victor Vidigal/G1

Mais de 100 crianças e adolescentes participaram neste sábado (22) do Festival Paralímpico, em Macapá. O evento do Comitê Paralímpico Brasileiro, aconteceu em outras 47 cidades de todos os estados do país e Distrito Federal. O objetivo foi que pessoas com e sem deficiência tivessem o primeiro contato com esportes paralímpicos, de forma lúdica.

Natália Maciel, de 16 anos, é estudante e paratleta de atletismo nas modalidades de arremesso de disco e peso. Ela tem baixa estatura e diz ter vontade de ver os esportes paralímpicos incluídos nas escolas da cidade, como forma de combater o preconceito com portadores de deficiência.

"Na minha opinião é que as pessoas deveriam incluir mais o esporte paralímpico, principalmente nas escolas. Eu, como paratleta, as vezes não me sinto tão confortável na escola, muito por conta desse preconceito, das pessoas não entenderem, não tratarem da mesma forma. A gente é igual, a gente é feito de carne e osso. Incluir esses esportes de um jeito diferente nas escolas, seria uma forma para todos perceberem que nós somos iguais", destacou a estudante.


Paratleta Natália Maciel, de 16 anos, participou do evento — Foto: Victor Vidigal/G1
Paratleta Natália Maciel, de 16 anos, participou do evento — Foto: Victor Vidigal/G1

Também teve crianças sem deficiência que resolveram participar do festival, como forma de aprendizado mas também de brincadeiras. Esse foi o caso da estudante Vivian Brito, de 11 anos, que diz ter gostado da experiência.

"É muito divertido, porque gente aprende como as pessoas com deficiência podem aproveitar esses esportes e também a gente pode brincar praticando eles", disse a estudante.

Quem foi pôde praticar atletismo adaptado, bocha e goalball. Cerca de 40 voluntários, entre acadêmicos de educação física e especialistas em pessoas com deficiência estiveram auxiliando na coordenação.

Estudante Vivian Brito participa de atividade da programação — Foto: Victor Vidigal/G1
Estudante Vivian Brito participa de atividade da programação — Foto: Victor Vidigal/G1

Fonte: globoesporte.globo.com

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