Foto: Leandro Martins/CPB/MPIX
Legenda: Rebeca Silva tenta aplicar golpe em adversária.
No Ranking Mundial de Judô Paralímpico divulgado na última segunda-feira, 1, pela Federação Internacional de Esportes para Cegos (IBSA – sigla em inglês) três brasileiros estão na liderança e dois na segunda colocação, de suas respectivas categorias. Ao todo são sete judocas do Brasil entre os dez primeiros colocados.
Antônio Tenório domina a categoria meio-pesado. O veterano conquistou recentemente a medalha de bronze na Copa do Mundo IBSA, no Cazaquistão, e somou pontos que o credenciaram na primeira colocação.
Com apenas 17 anos, Rebeca Silva assumiu a liderança pela primeira vez na sua carreira. A peso pesado foi campeã da Copa do Mundo e mostrou mais uma vez que é um dos grandes nomes do judô paralímpico brasileiro na atualidade. Na divisão de baixo, Alana Maldonado domina os médios. A vice-campeã dos Jogos Rio 2016 manteve a primeira colocação e superou as concorrentes.
O Brasil tem ainda como destaque Wilians Araújo e Lúcia Araújo, segundos colocados nas categorias pesado e meio-médio, respectivamente. Além deles, Arthur Silva (90kg) e Maria Nubea Lins (57kg) aparecem entre os dez primeiros, na oitava e nona colocação, respectivamente.
A Seleção Brasileira se apresenta neste sábado, 6, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, para a VI Fase de Treinamento, para dar continuidade na preparação dos atletas para o Campeonato Mundial IBSA, em novembro, na cidade de Lisboa, Portugal.
Confira a relação dos brasileiros melhores colocados em cada peso:
60kg – Thiago Marques – 17º
66kg – Halyson Boto – 29º
73kg – Luan Pimentel – 15º
81kg – Harlley Arruda – 14º
90kg – Arthur Silva – 8º
100kg – Antônio Tenório – 1º
+100kg – Wilians Araújo – 2º
48kg – Luiza Oliano – 15º
52kg – Michele Ferreira – 14º
57kg – Maria Nubea Lins – 9º
63kg – Lúcia Araújo – 2º
70kg – Alana Maldonado – 1º
+70kg – Rebeca Silva – 1º
Patrocínio e apoio ao esporte
Com o patrocínio da Infraero desde 2009, o judô paralímpico brasileiro conta com recursos oriundos desta parceria, fundamentais na execução das fases de treinamento, realização das duas etapas do Grand Prix, intercâmbios dos atletas da seleção, contratação de profissionais para a equipe multidisciplinar, além de atender outros projetos importantes para o crescimento da modalidade no país.
Fonte: cbdv.org.br
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