quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Nasce o rim biônico para dizer adeus à máquina de hemodiálise - Veja o vídeo

Cientistas dos Estados Unidos estão preparando um rim artificial para implantar em doentes renais. Ele funcionará segundo a pulsação do coração dos pacientes e os liberará das máquinas de hemodiálise.

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O rim biônico está prestes a entrar na fase de teste humano. Ele combinará elementos eletrônicos e orgânicos e terá um tamanho similar aos órgãos cuja função assumirá.

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Nasce o rim biônico para dizer adeus à máquina de hemodiálise


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Este avanço significará uma grande melhoria na qualidade de vida para as pessoas que dependem do dispositivo de hemodiálise externo para sobreviver. Na hemodiálise, o sangue do paciente flui através de um filtro que remove resíduos prejudiciais, minerais e líquidos desnecessários. Desta forma, o sangue é retornado ao corpo do paciente, ajudando a controlar a pressão arterial e mantendo o equilíbrio adequado das substâncias químicas, como o potássio e o sódio.

O rim artificial está sendo desenvolvido por um grupo de universidades americanas sob o nome de Projeto do Rim (The Kidney Project - https://pharm.ucsf.edu/kidne) e será capaz de filtrar o sangue da pessoa com insuficiência renal continuamente, sem a necessidade de visitas ao hospital para sessões de 3 a 5 horas, como ocorre atualmente.

O novo rim artificial oferecerá uma nova esperança às pessoas cujos rins já não podem atender às necessidades do corpo e que estão à espera de um transplante.

"Estamos criando um dispositivo bio-híbrido que pode imitar o rim e é capaz de eliminar resíduos suficientes sem que o paciente precise fazer a hemodiálise", disse o Dr. William H. Fissell, nefrologista e professor da Universidade Vanderbilt (www.vanderbilt.edu) em Nashville (EUA).

O rim será implantado cirurgicamente e possuirá um microchip de silício que funcionará como um filtro, bem como células de rim vivas que, de acordo com o Dr. Fissell:

"Funcionarão sob o impulso do coração do paciente, filtrando a corrente sanguínea que passa por ele. A chave para este dispositivo é o microchip, que utiliza os mesmos processos de nanotecnologia de silício, que foram desenvolvidos pela indústria de microeletrônica para computadores e equipamentos de informática".

Ele será composto de componentes biológicos e tecnológicos e seu tamanho será semelhante ao de uma pequena lata de refrigerante. De acordo com seus criadores, este dispositivo está fora do alcance da resposta imune; isto é, das defesas do próprio organismo, afirmando que o corpo não o rejeitará.

Fissell ressalta que há uma longa lista de pessoas em diálise que estão ansiosas para participar do primeiro teste, que podem começar em breve e ser completado até 2020.

Fonte: gentside.com.br

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