segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Inteligência Artificial pode curar medos e fobias em crianças autistas

Sala Azul foi desenvolvida para que os pacientes se sentissem confortáveis e seguros para superar seus medos na companhia de um terapeuta

TECNOLOGIA E CIÊNCIA - Laís Vieira, do R7* - *Estagiária do R7, sob supervisão de Pablo Marques

Foto: Reprodução/ Third Eye NeuroTech and Newcastle University
Pesquisadores da Universidade de Newcastle, na Austrália, trabalha em conjunto com uma empresa especialista em tecnologia, a Third Eye, que desenvolveu o projeto Blue Room para tratar medos e fobias de crianças autistas*Estagiária do R7, sob supervisão de Pablo Marques

Pesquisadores da Universidade de Newcastle, na Austrália, trabalha em conjunto com uma empresa especialista em tecnologia, a Third Eye, que desenvolveu o projeto Blue Room para tratar medos e fobias de crianças autistas.

Foto: Reprodução/ Third Eye NeuroTech and Newcastle University
A criança é acompanhada por um psicólogo em um ambiente
inteiramente cercado de projeções e recursos sonoros para criar cenários personalizadosLeia também: Campus Party: público com mais de 40 até acampa para não perder nada

A criança é acompanhada por um psicólogo em um ambiente inteiramente cercado de projeções e recursos sonoros para criar cenários personalizados.

Foto: Reprodução/ Third Eye NeuroTech and Newcastle University
O local reproduz uma experiência em 360° sem qualquer interferência externa. Para não deixar as crianças autistas irritadas, não é necessário o uso de fones de
ouvidos e óculosLeia também: WhatsApp: como o aplicativo ganhou preferência na comunicação

O local reproduz uma experiência em 360° sem qualquer interferência externa. Para não deixar as crianças autistas irritadas, não é necessário o uso de fones de ouvidos e óculos.

Foto: Reprodução/ Third Eye NeuroTech and Newcastle University
Entre as experiências simuladas, estão entrar em um ônibus, atravessar uma
ponte, ir às compras e conversar com um funcionário de uma lojaLeia também: Missão da sonda Opportunity chega ao fim após 15 anos em Marte

Entre as experiências simuladas, estão entrar em um ônibus, atravessar uma ponte, ir às compras e conversar com um funcionário de uma loja.

Foto: Reprodução/ Third Eye NeuroTech and Newcastle University
A interação entre criança e o ambiente virtual é realizado por um tablet, permitindo que o paciente navegue pelo cenário e controle totalmente o espaçoLeia também: Robôs atendem e dançam em restaurante na Tailândia

A interação entre criança e o ambiente virtual é realizado por um tablet, permitindo que o paciente navegue pelo cenário e controle totalmente o espaço.

Foto: Reprodução/ Youtube Newcastle University
As cenas sejam
gradualmente construídas em complexidades e níveis de ruído. Permitindo uma
exposição progressiva e um elemento de comando que não pode ser obtido na vida
realLeia também: Veja as curiosidades sobre a sonda da Nasa que ficou 15 anos em Marte

As cenas sejam gradualmente construídas em complexidades e níveis de ruído. Permitindo uma exposição progressiva e um elemento de comando que não pode ser obtido na vida real

Foto: Reprodução/ Youtube Newcastle University
Com o apoio do terapeuta, a criança recebe exercícios de respiração e relaxamento
no ambiente virtual controlável e protegido para ajudá-lo a lidar com as
situações. O tratamento é observado pelos pais através de um link de vídeo que
permite assistir as técnicas usadas para auxiliar seus filhosLeia também: Conheça os detalhes do carro elétrico mais barato da Tesla

Com o apoio do terapeuta, a criança recebe exercícios de respiração e relaxamento no ambiente virtual controlável e protegido para ajudá-lo a lidar com as situações. O tratamento é observado pelos pais através de um link de vídeo que permite assistir as técnicas usadas para auxiliar seus filhos.

Foto: Reprodução/ Third Eye NeuroTech and Newcastle University
O pesquisador do tratamento e professor clínico especializado em Neuropediatria
na Universidade de Newcastle, Dr. Jeremy Parr, disse que “ansiedades e
fobias específicas podem atrapalhar a convivência da criança com autismo a
participar de uma vida normal na família ou na escola”Leia também: Engenheiro desenvolve luva que converte linguagem de sinais em voz

O pesquisador do tratamento e professor clínico especializado em Neuropediatria na Universidade de Newcastle, Dr. Jeremy Parr, disse que “ansiedades e fobias específicas podem atrapalhar a convivência da criança com autismo a participar de uma vida normal na família ou na escola”.

Foto: Reprodução/ Youtube Newcastle University
Também ressalta que o “tratamento principal é a terapia comportamental cognitiva,
mas que em alguns casos não funciona com uma criança que possui autismo, por
depender da sua imaginação”Leia também: Robô artista desenha retratos e fará exposição ainda neste ano

Também ressalta que o “tratamento principal é a terapia comportamental cognitiva, mas que em alguns casos não funciona com uma criança que possui autismo, por depender da sua imaginação”.

Foto: Reprodução/ Youtube Newcastle University
“As pessoas com autismo podem achar difícil
imaginar uma cena, portanto, ao oferecê-la fisicamente na frente dos olhos da
criança, podemos nos sentar ao lado deles e ajudá-los a aprender como
administrar seus medos”, diz o Dr. Jeremy ParrLeia também: Como bloquear o WhatsApp por reconhecimento facial ou digital

“As pessoas com autismo podem achar difícil imaginar uma cena, portanto, ao oferecê-la fisicamente na frente dos olhos da criança, podemos nos sentar ao lado deles e ajudá-los a aprender como administrar seus medos”, diz o Dr. Jeremy Parr.

Foto: Reprodução/ Third Eye NeuroTech and Newcastle University
Harry Mainwaring, teve uma fobia de cães. Ele foi um
dos pacientes da Sala Azul, que superou seus medos utilizando os recursos da Inteligência
artificial imersiva. Após o tratamento, o garoto tem um companheiro, o
cachorro WilfyLeia também: ' target='_self'>Cientista descobre que abelhas podem somar e subtrair números<br>

Harry Mainwaring, teve uma fobia de cães. Ele foi um dos pacientes da Sala Azul, que superou seus medos utilizando os recursos da Inteligência artificial imersiva. Após o tratamento, o garoto tem um companheiro, o cachorro Wilfy.

Foto: Reprodução/ Youtube Newcastle University
O
tratamento também auxiliou uma jovem de 26 anos a se formar na faculdade depois
de superar o medo de portas e corredores longos. A realidade virtual pode curar as fobias e medos de uma criança autista em 45% dos casos, e os cientistas afirmam que os efeitos são permanentes.Leia também: WhatsApp: bloquear, excluir ou silenciar um contato?

O tratamento também auxiliou uma jovem de 26 anos a se formar na faculdade depois de superar o medo de portas e corredores longos. A realidade virtual pode curar as fobias e medos de uma criança autista em 45% dos casos, e os cientistas afirmam que os efeitos são permanentes.

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