Calçamento ao lado do Ceprevi, em Itapetininga, está cheio de buracos e desníveis, além de materiais deixados no caminho. Segundo a prefeitura, alvará da empresa não foi renovado em 2017.
Por G1 Itapetininga e Região

Prefeitura interdita oficina por deixar objetos na calçada em Itapetininga
A Prefeitura de Itapetininga interditou nesta quarta-feira (13) uma oficina mecânica que funcionava ao lado do Centro de Pesquisa e Reabilitação Visual (Ceprevi). O motivo é que as calçadas próximas ao local são cheias de buracos e desníveis, além de materiais deixados no caminho pelo comércio.
Clique AQUI para ver o vídeo.
O local é motivo de reclamação, principalmente, dos deficientes visuais que frequentam o local. O TEM Notícias mostrou o problema na edição de meio-dia.
Segundo a prefeitura, o alvará da empresa não foi renovado em 2017. Para regularização, o proprietário deverá regulamentar toda documentação referente à atividade.
O dono da empresa confirmou à reportagem da TV TEM que precisou fechar as portas por ordem da prefeitura e disse que já está providenciando a renovação do alvará.
A prefeitura de Itapetininga informou que o dono tem um prazo de até 72 horas para fazer as adequações necessárias no passeio público.
Com relação ao alvará, a prefeitura disse que como a fiscalização não encontrou o dono no dia 8 fevereiro, ficou impedida de fazer a interdição naquele dia. O dono foi encontrado nesta quarta-feira e a interdição foi feita.
Enquanto isso, a empresa permanece interditada não podendo ter atividade comercial no local.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/A/A/zYWo0vRBqrgLohFiaOhQ/calcada-itapetininga2.jpg)
Deficientes visuais têm dificuldade de andar por calçadas perto do Ceprevi, em Itapetininga — Foto: TV TEM/Reprodução
Desde 2015 a TV TEM acompanha a dificuldade de quem vai ao centro. Nesses anos muitas promessas, multas, notificações, mas o problema nunca foi resolvido.
O aposentado Donizete Moreira Alexandre, deficiente visual e atendido pelo Ceprevi, conta que sempre que está andando pelas ruas da cidade, usa os muros como referência. Mas em alguns lugares, essa ajuda tem que ser a sarjeta, pois na calçada que ele passa todos os dias para chegar ao Ceprevi, isso não é possível.
Outro assistido pela entidade é o Osvaldo José de Assis. Ele explica que, devido ao diabetes perdeu a visão. Ele diz que, por várias vezes, trombou nas carrocerias que ficam na calçada.
O Ceprevi atende mais de 100 deficientes visuais da cidade. No local são oferecidos fisioterapia, mobilidade, assistência social, além da parte educacional, como aulas de braile.
Fonte: g1.globo.com
Nenhum comentário:
Postar um comentário