Eletrotécnico tem 74 anos e foi flagrado por testemunhas entrando em área de mata com a vítima, de 22, em Peruíbe, no litoral paulista.
Por G1 Santos
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/C/B/NEB1PrQVWiVHUH5Aql4w/costao-peruibe.png)
Crime aconteceu em área conhecida como 'Costão', na orla de Peruíbe, SP — Foto: Reprodução/Redes Sociais
Um eletrotécnico, de 74 anos, foi preso em flagrante suspeito de abusar sexualmente de uma jovem, de 22 anos e deficiente mental, em Peruíbe, no litoral de São Paulo. À polícia, ele alegou que estava com a garota, em uma área de mata, pois ‘arrumaria um emprego’ para ela. O crime é inafiançável.
A prisão foi confirmada ao G1 pela Polícia Civil na manhã desta quinta-feira (20). Testemunhas acionaram equipes da Polícia Militar após acharem estranho o comportamento do eletrotécnico e da jovem. Ele a teria conhecido na rua e a convenceu a acompanhá-lo para tomar um café.
Alves levou a vítima até a orla, em um local conhecido como ‘Costão’, onde entrou em uma área de mata com a jovem. Um casal percebeu a movimentação e passou a ver à distância o que acontecia, momento em que flagraram o idoso com a vítima sentada em seu colo.
Ainda de acordo com o depoimento das testemunhas à polícia, Alves chegou a passar a mão nas partes íntimas da jovem. Depois, a pegou pelo braço para levá-la para uma área mais fechada da mata. O casal entrou no local, separou a jovem do idoso e impediu que ele cometesse o ato sexual.
/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2015/03/15/11025534_839859126067678_1623041152_o.jpg)
Caso foi registrado Delegacia Sede de Peruíbe, SP — Foto: Cássio Lyra/G1
À PM, o idoso justificou que estava com a moça pois arrumaria um emprego para ela. Diante do depoimento das testemunhas, que relataram que a jovem deficiente estaria ‘acuada e aflita’, ele acabou detido e levado para a Delegacia Sede da cidade, onde o pai da garota compareceu.
O idoso foi preso em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável, ficando na carceragem da unidade à disposição da Justiça. O crime é hediondo e inafiançável e, se condenado, ele poderá ficar de oito a 15 anos na prisão. A jovem foi submetida a exame de corpo de delito e, depois, liberada.
Fonte: g1.globo.com
Nenhum comentário:
Postar um comentário