Pais de Ravy, de 7 anos, contam que a má formação causou cegueira no menino. Eles buscam arrecadar R$ 170 mil para conseguir tratamento no país asiático.
Por TV Bahia
Conheça o garoto de sete anos que precisa fazer tratamento no exterior para poder enxergar
Os baianos Daiana Mota e Jocelio Mota estão fazendo uma campanha para arrecadar dinheiro e conseguir levar o filho de 7 anos para um tratamento na Tailândia. O garotinho não enxerga por conta de uma má formação do nervo óptico. A cegueira foi descoberta quando Ravy tinha apenas quatro meses.
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A dona de casa e o porteiro, que moram em Salvador, contam que quando Ravi tinha 5 anos, além da cegueira, foi confirmado que ele também é autista.
No Brasil, não há terapia disponível para tentar reverter o tipo de cegueira que Ravy possui. A família se mobilizou através de uma vaquinha virtual para arrecadar R$ 170 mil, custo do tratamento com células-tronco e despesas da viagem até a Tailândia.
"A gente começou a fazer essa campanha porque a gente não tem de onde tirar esse valor. A gente começou a mobilizar a família", contou Daiana.
Somente Jocelio trabalha, e o salário dele dá apenas para sustentar a esposa e o filho. Já a rotina de Daiana é toda dedicada ao filho.
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Ravy com os pais Daiana e Jocelio, em Salvador — Foto: Reprodução/TV Bahia
A história de Ravy sensibilizou os moradores do condomínio onde trabalha como porteiro.
"Vamos nos unir e montar uma comissão organizadora pra gente avançar, buscar todos os patrocínios possíveis, para que a gente possa conseguir realizar essa ação solidária de forma gigantesca", disse a moradora, Lívia Silva.
O síndico, José Augusto Assis, também falou sobre a mobilização e que se coloca no lugar de Jocelio.
"A gente vê no filho do outro, o nosso filho. Vemos que somos pais e mães que precisamos nos doar, ajudar as pessoas, tentar ser pessoas melhores e ajudar as pessoas sem ter nada em troca", opinou.
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Ravy é cego e pais estão em busca de tratamento na Tailândia — Foto: Reprodução/TV Bahia
Confiantes na solidariedade de amigos, parentes e desconhecidos, os pais esperam realizar novos sonhos ao lado do pequeno Ravy.
Na pele, para nunca esquecer, o casal registrou o amor que transformou a vida deles. Daiana tatuou a metade do nome de Ravy em um dos braços e Jocelio a outra parte do nome do filho, também em um dos braços. Além disso, Daiana tem uma tatuagem onde está escrito: "Mãe de anjo", que segundo ela, é voltada para o autismo.
Fonte: g1.globo.com
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