sábado, 22 de setembro de 2018

Romário promete criar unidade de saúde para centralizar atendimento a pessoas com deficiência Veja o vídeo

Candidato do Podemos ao governo do estado visitou, nesta sexta-feira (21), as instalações da Andef e disse que, se for eleito, os transportes públicos do RJ também serão adaptados.

Por RJ2

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Romário (Podemos) visita instalações da Andef

No Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, nesta sexta-feira (21), o senador Romário, candidato do Podemos ao governo do estado, visitou as instalações da Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (Andef), na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O ex-jogador conversou com atletas paralímpicos, ouviu histórias de superação e assistiu a uma apresentação de dançarinos cadeirantes.

Clique AQUI para ver o vídeo.

O senador comentou que pretende criar uma unidade de saúde específica para centralizar o atendimento a esses pacientes.

"Uma acessibilidade maior, uma forma de trabalho melhor, uma possibilidade de inclusão mais direta com a sociedade. Eu vivo isso há 13 anos, sei das dificuldades dessas pessoas para poder participar mais da sociedade. No meu governo elas vão ter isso", concluiu.

O político também afirmou que pretende adaptar todos os modais de transporte público do estado para melhor atender as pessoas com deficiência, além de melhorar os acessos aos prédios públicos.

"Em relação aos prédios públicos, a gente vai melhorar e fazer uma acessibilidade melhor para cadeirantes, deficientes visuais e pessoas com pouca mobilidade. Isso será de imediato. No próprio palácio, se não tiver, vai ter da forma adequada. Os trens, o metrô e tudo que for transporte público e não tiver preparado para pessoas com qualquer tipo de deficiência, a gente vai fazer isso no nosso governo", disse Romário.

Fonte: g1.globo.com

Preconceito é entrave para a contratação de pessoas com deficiência

Mais de 7 milhões de cidadãos se enquadram nas exigências da Lei de Cotas, que passou reservar cargos em empresas para pessoas com deficiência. Entretanto, apenas 381.322 vagas foram criadas

Aplicativo Open Sesame ajuda pessoas com deficiência (Foto: Divulgação)
PRECONCEITO É ENTRAVE PARA A CONTRATAÇÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Após ser aprovado no concurso público para professor da rede estadual do Rio de Janeiro, João Carlos Carreira Alves foi barrado no exame médico. “O médico alegou a surdez em si, que isso seria um impeditivo para eu exercer o magistério”, conta. Ele recorreu e acabou conseguindo assumir a vaga.

Ensinou geografia a estudantes surdos por quatro anos. “Um cego passou pelo mesmo problema. Mas ele recorreu ao judiciário e consegui ser contratado. Eu não tinha consciência nem que tinha o direito de ter direito”.

Isso ocorreu em 1978. De lá para cá, segundo Alves, muita coisa mudou, mas ainda há barreiras a serem superadas para ampliar a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Essa é uma das bandeiras lembrada hoje (21), no Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência.

“No geral, a situação melhorou. Mas há muita gente esperta. Porém, são espertezas dentro da lei. Por exemplo, muitos surdos são contratados por somente quatro horas, que é o mínimo exigido por lei para contratação com carteira assinada”, explica.

Hoje, aos 63 anos, Alves trabalha como analista de tecnologia da informação. O que viveu aos 24 anos o marcou tanto que ele criou Comissão de Luta pelos Direitos do Deficiente Auditivo. “No quesito acessibilidade, a situação melhorou, mas falta atender os surdos que não falam e usam a língua de sinais”, diz.

De acordo com o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil são mais de 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência. Sendo assim, essa data representa quase um quarto da população brasileira, cerca de 24%. Em 1991, a Lei de Cotas, Lei 8.213, passou reservar cargos em empresas para pessoas com deficiência.

Mercado de trabalho
Dados do Ministério do Trabalho e Previdência Social de 2016 indicam que, caso as empresas seguissem a lei, pelo menos 827 mil postos de trabalho estariam disponíveis para essas pessoas, que são mais de 7 milhões de cidadãos que se enquadram nas exigências da legislação. Entretanto, apenas 381.322 vagas foram criadas.

“Muitas empresas preferem pagar multa do que ter pessoas com deficiência. Falta de vontade, elas estão presas ao que é cômodo. Para que vou contratar um cadeirante, se vou ter que me adaptar e não sei se ele vai responder com produtividade”, diz o analista de sistemas

Leonardo Knittel, 37 anos.

Com duas formações, em análise de sistemas e em relações internacionais, Knittel tem baixa visão. “Sempre as primeiras vagas que surgem são de qualificação muito baixa. É difícil. Quanto mais se tem qualificação, mais difícil achar emprego. “Eu me orgulho muito quando ouço que eu preencher uma cota é favor que estou fazendo, porque entrego produtividade e ainda ajudo a empresa a cumprir uma obrigação legal”.

Direitos descumpridos
Para a criadora e superintendente do Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência (IBDD), Teresa Costa d’Amaral, o Brasil tem muita legislação para pessoa com deficiência, mas ela não é cumprida na íntegra. “Emprego e igualdade de condições ainda são questões muito difíceis, empresas ainda não acreditam na competência da pessoa com deficiência. Temos legislação de cotas, mas essa legislação não é fiscalizada”, diz.

Segundo Teresa, o grande entrave é o preconceito. “A pessoa com deficiência é vista com olhar negativo. Falta o olhar para aquilo que o empregado oferece de importante e no que pode contribuir para a empresa”.

Uma pesquisa feita pelo IBDD e pelo DataSenado mostra que 77% das pessoas com deficiência acreditam que os direitos não são respeitados no país. A pesquisa, feita em 2010, é considerada a mais completa por ter entrevistado diretamente as pessoas com deficiência. Segundo Teresa, ela ainda reflete o cenário atual.

Dia de luta
A data de 21 de setembro foi a escolhida para reforçar a importância da discussão de propostas e políticas públicas para integrar essas pessoas na sociedade de forma igualitária. A data foiescolhida porque está próxima do início da primavera, estação conhecida pelo aparecimento das flores e coincide com o Dia da Árvore, datas que representam o renascer das plantas, que simbolizam o sentimento de renovação das reivindicações em prol da cidadania, inclusão e participação plena na sociedade.

Documentário sobre crianças com autismo ‘Em Um Mundo Interior’ ganha trailer; veja o Vídeo

Produção brasileira chega aos cinemas no dia 31 de maio

O Estado de São Paulo

Imagem Youtube
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Filme sobre o autismo, a produção brasileira Em Um Mundo Interior divulgou seu primeiro trailer nesta segunda-feira, 2, Dia Mundial de Conscientização do Autismo. O documentário chega aos cinemas no dia 31 de maio. Veja o trailer:

Ao longo de dois anos, os cineastas Flavio Frederico e Mariana Pamplona filmaram a rotina de sete famílias de diferentes classes sociais e regiões do Brasil. A experiência é ponto de partida do documentário, mosaico de histórias conectadas pelo diagnóstico do autismo sob a perspectiva da inclusão.

O filme participou da seleção oficial do Festival É Tudo Verdade 2017 e chega aos cinemas em 31 de maio, com distribuição da Elo Company e produção da Kinoscópio.

Veja o trailer:


“A ideia nasceu de um desejo antigo de fazer um documentário sobre crianças com algum tipo de dificuldade, que tivessem que superar obstáculos pra conseguir estar no mundo”, conta Mariana, em um comunicado. 

O autismo não tem cura e nem origem definida – há apenas hipóteses, algumas mais aceitas, outras menos – e o documentário vem à tona em um contexto em que diversas correntes antagônicas se debruçam sobre o tema. “As pessoas de um modo geral não sabem o que é o autismo e muito menos como lidar com ele”, completa a diretora.


Cena de ‘Em Um Mundo Interior’. Foto: Elo Company/Kinoscópio

Para compor um panorama desse universo, Flavio e Mariana buscaram a via da diversidade. “Queríamos crianças de diferentes gêneros, idades, classes sociais, diferentes cidades brasileiras e com diferentes graus do transtorno. Foi um processo bastante demorado, difícil. Aos poucos fomos encontrando esses personagens e nos apaixonando por eles”, lembra Flavio, também em nota. “Enquanto no Brasil e no mundo pesquisas tentam decifrar o autismo ao mesmo tempo em que legislações inclusivas são criadas ou modificadas, nossa proposta é a de tentar se aproximar do universo interior dessas crianças tão especiais.”

Fonte: cultura.estadao.com.br - Imagem Youtube

Novo material pode ajudar a tornar próteses tão sensíveis quanto membros humanos

iStock

Do BOL, em São Paulo

Uma equipe de cientistas, incluindo professores da Academia Chinesa de Ciências, publicou artigo na Science Robotics em 19 de setembro deste ano sobre a reprodução da experiência da pressão produzida na pele humana por objetos que entram em contato com ela. O estudo pode resultar em um passo importante no desenvolvimento de próteses inteligentes, tão ou mais sensíveis quanto a pele humana. As informações são do Daily Mail.

Em humanos, a pressão provocada pelo toque é transformada em sinais para os nervos, que os envia ao cérebro, onde são transformados em sensação de pulsação. Essa sensibilidade é um passo importante para tornar próteses mais realistas e mais aceitáveis para seus usuários.

Os cientistas conseguiram desenvolver um sistema de e-skin (ou pele eletrônica, em tradução livre) capaz de converter a pressão do toque em sinais elétricos internos. "No geral, o desempenho do sensor tátil indica possíveis aplicações em próteses inteligentes. A resposta do equipamento apresentou alta sensibilidade, baixo limite de detecção e sinais de frequência digital que podem tornar as próteses melhores no futuro", escreveu a equipe no artigo científico publicado na Science Robotics.

Como funciona a tecnologia?

A pele eletrônica tem um sensor magnético e é composta também por uma membrana de polímero oco com partículas magnéticas em sua superfície superior. Quando recebe pressão, a membrana se inverte, fazendo com que as partículas da parte superior encontrem o sensor magnético. Isso gera uma resistência que é traduzida como sinal, e depois convertido em pulsos com várias frequências que aumentam conforme a pressão.

Um braço mecânico que teve um dedo equipado com a e-skin foi capaz de perceber toques sutis como o do vento. Nas experiências seguintes, o equipamento percebeu e respondeu ao estímulo de volumes diferentes de gotas d'água e a uma trilha de formigas em movimento.

(Com informações do Daily Mail)

Fonte: noticias.bol.uol.com.br

Cegos criam mostra fotográfica em Florianópolis: "Queremos retratar o mundo através das lentes".

Pedro Fonseca Do BOL, em São Paulo
Felipe Cristiano da Silva e Carla Cheirosa Antunes
Felipe Cristiano da Silva e Carla Cheirosa Antunes

Felipe Cristiano da Silva e Carla Cheirosa Antunes

O Campus da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Florianópolis, recebe, até o dia 30 de setembro, a exposição fotográfica "Uma prática inclusiva de ensino de fotojornalismo".

A mostra é composta por 26 fotografias de autoria de Felipe Cristiano da Silva e Carla Cheirosa Antunes, acadêmicos de Jornalismo, cegos, que aprenderam a fotografar graças à prática inclusiva de ensino proposta por Eduardo Gomes, professor da disciplina de Fotojornalismo.

"Posso dizer que 99% do trabalho é responsabilidade do professor Eduardo pelo incentivo", conta Felipe. "Eu sempre gostei muito de fotografia, eu perdi a visão ao passar do tempo. Por conta disso, tenho noção dos ambientes, mas o Eduardo descrevia as coisas e a partir disso escolhíamos o que queríamos fotografar", completa o estudante.

Para alcançar o feito, o professor criou uma metodologia, adaptou equipamentos e acompanhou os estudantes na captação e produção das imagens que integram a exposição fotográfica.

"A ideia da metodologia surgiu quando me deparei com dois alunos cegos na disciplina e perguntei para eles como poderíamos adaptar as aulas", diz o professor Eduardo Gomes.

"Foi então que pediram para descrever em detalhes as imagens e seus sentidos. Quando chegou o momento das aulas práticas, tive a ideia de criar um relevo nos principais recursos da câmera com borrachinhas auto-colantes em tamanhos diferentes", explica o professor. "A partir do que eles queriam fotografar, eles tocavam na pessoa ou objeto, davam dois passos para trás e conseguiam fotografam em close. Depois, quando queriam fazer o corpo inteiro, contavam quatro passos. Também falava para eles sobre usar o nariz para direcionar a câmera. Com isso foi criada uma dinâmica de trabalho", completa.

A exposição é inspirada nos cães guia dos estudantes. "É uma forma de retribuir esse trabalho tão bonito que os instrutores de cães guia fazem e ao mesmo tempo seguir uma pauta confortável que faz parte da nossa realidade", explica Felipe.

"O mais incrível é que se você olha as fotos não acredita que foram feitas por pessoas cegas. Os enquadramentos estão perfeitos, no mesmo nível de fotógrafos que enxergam", diz Eduardo.

Essa já é a segunda exposição dos jovens e a ideia é tornar a mostra itinerante para deixar mais pessoas cientes de que a acessibilidade pode ser algo simples, que apenas depende da iniciativa das pessoas. "O exemplo deles de superação e perseverança comprovam que todos são capazes, basta o conhecimento ser acessível. Até fazer fotografia sendo cego é possível", completa Eduardo.

O professor e os jovens pensam em criar uma parceria com uma grande marca de câmeras para ver se é possível um equipamento mais acessível de fábrica. Além disso, pretendem desenvolver outros trabalhos e levar a experiência para jovens através de palestras motivacionais.

Lais Souza emociona fãs ao aparecer em pé com ajuda de prótese

Ex-ginasta fraturou a vértebra em janeiro de 2014 quando se preparava para Olimpíadas de Inverno. Desde então, faz fisioterapia para voltar a andar

ESPORTES OLÍMPICOS André Avelar, do R7

                               Reprodução/Instagram/@lalikasouza
                                    Lais Souza recebeu apoio dos fãs
                               Lais Souza recebeu apoio dos fãs

Lais Souza voltou a emocionar seus fãs. Em longa recuperação para voltar a andar, a ex-ginasta publicou na última quinta-feira (20), em sua conta nas redes sociais, uma foto em que aparece em pé, com ajuda de uma prótese.

A atleta ficou tetraplégica em janeiro de 2014, enquanto se preparava para a disputa dos Jogos Olímpicos de Inverno. Ela treinava com a equipe brasileira de esqui aéreo, quando fraturou a vértebra em Salt Lake, nos Estados Unidos. Em maio de 2017, ela havia  conseguido ficar em pé pela primeira vez.

Assim que publicou a imagem, os fãs dispararam a mandar mensagens de otimismo na recuperação da atleta. "Fico feliz pela sua recuperação" e "parabéns por suas conquistas" eram as mensagens mais comuns na conta do Instagram da atleta.

Lais usou a música Mais uma vez, de Renato Russo, para citar sua emoção de ficar em pé. “Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena. Acreditar no sonho que se tem. Ou que seus planos nunca vão dar certo. Ou que você nunca vai ser alguém. Tem gente que machuca os outros. Tem gente que não sabe amar. Mas eu sei que um dia a gente aprende. Se você quiser alguém em quem confiar. Confie em si mesmo. Quem acredita sempre alcança.”

Fonte: esportes.r7.com

Megafestival comemora o Dia do Atleta Paralímpico neste sábado, em 48 cidades

Imagem

Por CPB

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) promoverá neste sábado, 22, o Festival Paralímpico, em celebração ao Dia do Atleta Paralímpico, nesta mesma data. Será um megaevento em 48 cidades, em todos os Estados do país e o Distrito Federal, e oferecerá a experimentação do esporte adaptado a cerca de 7.200 crianças, com faixa etária de 10 a 17 anos. A programação terá três modalidades por sede e duração de 2h30 - a partir das 8h30. A intenção é de mobilizar pessoas com deficiência em todo o território brasileiro por meio das atividades.

A organização do Festival nas sedes é feita pela coordenação de desporto escolar do CPB. Foi mobilizada uma força de trabalho de cerca de 2.500 pessoas, entre profissionais de Educação Física e voluntários, que conduzirão a programação. Estarão à disposição esportes como atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha, futebol de 5, futebol de 7, goalball, judô, parabadminton e parataekwondo e tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas, vôlei sentado.

Confira abaixo a relação completa das sedes do evento e as respectivas modalidades ofertadas. A participação é livre e gratuita para as crianças. Dúvidas poderão ser esclarecidas por meio do e-mail festivalparalimpico@cpb.org.br.

"A iniciativa de criar o Festival Paralímpico visa dar a crianças de todo o Brasil o primeiro contato com o esporte paralímpico. Estaremos nos 26 Estados e no Distrito Federal, no que será um passo de imensurável importância para a massificação do Movimento. Será uma maneira de celebrarmos nossos maiores ídolos e fomentarmos o esporte em sua iniciação", disse Mizael Conrado, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, ex-atleta da Seleção Brasileira de futebol de cegos, melhor do mundo na modalidade em 1998, e bicampeão paralímpico (Atenas 2004 e Pequim 2008).

O CPB desenvolveu ainda outras atividades para celebrar o Dia do Atleta Paralímpico (22 de setembro). Uma delas ocorrerá no SESC Vila Mariana. De 18 a 23 de setembro, o local receberá a Arena Paralímpica, onde haverá experimentação de cinco modalidades: atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha, futebol de 5 e tênis de mesa. Os usuários do metrô paulistano ainda poderão desfrutar, até o dia 1º de outubro, de uma exposição de fotos na estação Higienópolis-Mackenzie, da linha 4-Amarela.

Lista das sedes do Festival Paralímpico

Acre
Cidade: Rio Branco
Centro de Iniciação ao Esporte - CIE - Aeroporto Velho
Modalidades: Atletismo, bocha e futebol de 7

Alagoas
Cidade: Maceió
Centro de Desporto Recreação Profa Cleonice de Barros - CDR/ CEPA
Modalidades: Bocha, goalball e vôlei sentado

Amapá
Cidade: Macapá
SESI Macapá
Modalidades: Atletismo, Bocha e Goalball

Amazonas
Cidade: Manaus
Mini Vila Olimpica do Colorado
Modalidades: Atletismo, futebol de 5 e goalball

Bahia
Cidade: Salvador
Universidade Federal da Bahia UFBA
Modalidades: Atletismo, futebol de 5 e vôlei sentado

Cidade: Vera Cruz
Colégio Municipal de Vera Cruz
Modalidades: Atletismo, futebol de 5 e vôlei sentado

Ceará
Cidade: Fortaleza
Centro de Formação Olímpica - Arena Castelão
Modalidades: Atletismo, basquete em cadeira de rodas e judô

Espírito Santo
Cidade: Vitória
Centro de Treinamento Jaime Navarro de Carvalho
Modalidades: Basquete em cadeira de rodas, bocha e goalball

Cidade: Colatina
Centro Universitário do E.S - UNESC
Modalidades: Atletismo, bocha e goalball

Distrito Federal
Cidade: Brasília
Centro Integrado de Educação Física- CIEF
Modalidades: Atletismo, basquete em cadeira de rodas e bocha

Goiás
Cidade: Goiânia
ESEFFEGO - UEG
Modalidades: Atletismo, badminton e vôlei sentado

Cidade: Anápolis
Ginásio Internacional Newton de Faria
Modalidades: Atletismo, goalball e vôlei sentado

Maranhão
Cidade: São Luís
Universidade Federal do Maranhão
Modalidades: Atletismo, judô e tênis de mesa

Minas Gerais
Cidade: Belo Horizonte
Complexo Esportivo PUC Minas
Modalidades: Atletismo, bocha e futebol de 5

Cidade: Varginha
Campus II – Rodovia BR 491 (Varginha - Elói Mendes) Km 232
Modalidades: Atletismo, goalball e tênis de mesa

Cidade: Uberlândia
Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Uberlândia
Modalidades: Bocha, goalball e vôlei sentado

Mato Grosso do Sul
Cidade: Campo Grande
Espaço Cultural e Poliesportivo Unigran (Badminton e vôlei sentado)
Pátio da Unigran (Goalball)

Cidade: Dourados
Clube Indaiá
Modalidades: Atletismo, basquete em cadeira de rodas e bocha

Mato Grosso
Cidade: Cuiabá
Complexo Ginásio Dom Aquino
Modalidades: Atletismo, basquete em cadeira de rodas e futebol de 5

Pará
Cidade: Belém
Universidade Estadual do Pará
Modalidades: Atletismo, bocha e goalball

Cidade: Marabá
Centro de Convenções Leonildo Rocha
Modalidades: Bocha, judô e tênis de mesa

Paraíba
Cidade: João Pessoa
Vila Olímpica Parayba
Modalidades: Atletismo, bocha e goalball

Cidade: Campina Grande
DELC – Departamento de Esporte Lazer e Cultura – Petrônio Colégio e Curso
Modalidades: Atletismo, bocha e parataekwondo

Paraná
Cidade: Curitiba
Centro Esportivo Oswaldo Cruz
Modalidades: Atletismo, bocha e parataekwondo

Cidade: Cascavel
Completo Esportivo Ciro Nardi
Modalidades: Atletismo, basquete em cadeira de rodas e bocha

Cidade: Maringá
Ginásio de Esporte Valdir Pinheiro (bocha e vôlei sentado)
Estádio Willie Davids (atletismo)

Cidade: Pontal do Paraná
Associação Banestado
Modalidades: Atletismo, bocha e tênis de mesa

Pernambuco
Cidade: Recife
Núcleo de Educação Física e Desporto da Universidade Federal de Pernambuco
Modalidades: Atletismo, badminton e bocha

Piauí
Cidade: Teresina
Setor de Esportes da UFPI
Modalidades: Atletismo, bocha e vôlei sentado

Rio de Janeiro
Cidade: Rio de Janeiro
Club de Regatas Vasco da Gama
Modalidades: Futebol de 7, judô e vôlei sentado

Rio Grande do Norte
Cidade: Natal
CAIC Lagoa Nova
Modalidades: Atletismo, bocha e goalball

Rio Grande do Sul
Cidade: Santo Ângelo
URI Santo Ângelo e Ginásio Marcelo Mimoso
Modalidades: Bocha, goalball e vôlei sentado

Cidade: Porto Alegre
Centro Estadual de Treinamento Esportivo (CETE)
Modalidades: Atletismo, basquete em cadeira de rodas e goalball

Cidade: Gravataí
Ginásio Aldeião
Modalidades: Goalball, natação e vôlei sentado

Rondônia
Cidade: Porto Velho
Ginásio Cláudio Coutinho (bocha e tênis de mesa)
Estádio Aluízio Ferreira (atletismo)

Roraima
Cidade: Boa Vista
Instituto Federal de Roraima
Modalidades: Bocha, goalball e tênis de mesa

Santa Catarina
Cidade: Itajaí
Centreventos Gov. Luiz Henrique da Silveira
Modalidades: Bocha, judô e tênis em cadeira de rodas

Cidade: Joinville
Centro de Convenções Edmundo Doubrawa
Modalidades: Atletismo, basquete em cadeira de rodas e bocha

Cidade: Lajes
Ginásio Ivo Silveira (vôlei sentado)
Colégio Industrial (bocha)
Estádio Vidal Ramos Junior (atletismo)

Cidade: Blumenau
Uniasselvi
Modalidades: Bocha, futebol de 7 e tênis de mesa

Cidade: Florianopólis
Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC
Modalidades: Atletismo, bocha e goalball

São Paulo
Cidade: São Paulo
Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro
Modalidades: Atletismo, goalball e vôlei sentado

Cidade: São José do Rio Preto
Centro Regional Eventos
Modalidades: Atletismo, basquete em cadeira de rodas e bocha

Cidade: Suzano
SESI Suzano
Modalidades: Bocha, goalball e vôlei sentado

Cidade: Campinas
Unicamp
Modalidades: Atletismo, judô e tênis em cadeira de rodas

Cidade: Itu
SESI - ITU
Modalidades: Atletismo, bocha e goalball

Sergipe
Cidade: Aracaju
Ginásio de esportes UFS (Universidade Federal de Sergipe)
Modalidades: Atletismo, parabadminton e vôlei sentado

Tocantins
Cidade: Palmas
Universidade Federal do Tocantins
Modalidades: Atletismo, bocha e tênis de mesa

Fonte: cpb.org.br