sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Nos dias que estou com dor aceito e espero um novo dia , pois, sei que será melhor

Façam o tratamento corretamente e viva de acordo com sua possibilidade. Não tente se comparar somos diferentes.


por Priscila Torres*

No dia 13/06/11 acordei sem conseguir andar, pois, sentia fortes dores na lombar o que me levou ao ortopedista, depois ao nefrologista e ai começaram a saga de médicos e especialidades.

Foram 02 anos e meio até conseguir um pré diagnóstico. Minha mãe tem Lupus e passei por muitos reumatologista até que uma Dra Barbara resolveu investigar com maior cuidado.

Hoje convivo melhor com AR mas meu lema é um dia após o outro. Sinto muitas dores e o artrite mudou muito minha vida. Moro perto da praia e quase não posso aproveitar o mar uma das minhas atividades de lazer preferidas (água muito fria).

Fiquei sensível a mudanças de temperatura, alterou minha parte alimentar (desde pequena tenho alergias respiratórias e alimentares) estou com sensibilidade extrema. Minha vida social ficou bem limitada. Não frequento ambientes onde possa desencadear uma crise. Estamos tentando melhorar essa questão da alergia para eu voltar a uma vida social razoável.

E vivo assim, nos dias que estou com dor aceito e espero um novo dia , pois, sei que será melhor. Tenho um marido abençoado que.me entende e ajuda. Nem sempre o psicológico ajuda nestes casos vale uma terapia para aceitar nosso novo estilo de viver.

Façam o tratamento corretamente e viva de acordo com sua possibilidade. Não tente se comparar somos diferentes.

Carpe Diem. Um dia após o outro

Carla, contadora, tem 46 anos e há 7 convive com artrite reumatoide, mora em Vila Velha/ES.

Priscila Torres*
Jornalista, motivada pelo diagnóstico de artrite reumatoide aos 26 anos, “Patient Advocacy”, Arthritis Consumer, presidente do Grupo EncontrAR, vice-presidente do Grupar-RP, idealizadora dos Blogueiros da Saúde, eterna mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.

#MãesnaPolítica: “Os políticos não têm ideia da epidemia de abandono paterno que as crianças com deficiência sofrem”.

Candidata a deputada federal em São Paulo, Andréa Werner, que é mãe de um menino autista, quer lutar pela inclusão e pela qualidade no atendimento para as pessoas com deficiência

Por Aline Dini

Andréa Werner com o filho Theo, que é autista e a inspirou a ser ativista pelas causas das pessoas com deficiência (Foto: Reprodução Instagram)
Andréa Werner com o filho Theo, que é autista e a inspirou a ser ativista pelas causas das pessoas com deficiência (Foto: Reprodução Instagram)

Há 8 anos, a jornalista Andréa Werner,42, recebia o diagnóstico de autismo do filho Theo, 10. Dois anos depois passou a compartilhar sua experiência no blog Lagarta Vira Pupaonde também cobra atendimento de qualidade e inclusão para as crianças com deficiência. A partir daí, Andréa passou a ter uma legião de pais e mães que veem em seu blog um canal de empoderamento para enfrentar as tantas barreiras impostas pela sociedade às crianças com deficiência. O blog foi crescendo e, quando a mineira de Belo Horizonte se deu conta, já havia se tornado porta-voz da causa. Um dos pontos que mais chocou Andrea foi descobrir que muitas mães sequer tinham coragem de sair de casa com os filhos, temendo o preconceito que os esperava do lado de fora. “Diante disso, passei a me reunir com elas para conversar e interagir. Criei também o 'Pupanique', um piquenique realizado periodicamente em parques e que chegou a reunir 800 pessoas em uma ocasião”, conta.

Tanto o blog quanto os encontros têm o objetivo de fazer com que essas famílias entendam que o espaço público também pertencia aos seus filhos. “Sempre quis promover uma mudança de mentalidade tanto para as famílias dos autistas quanto as que não convivem com esse tipo de realidade. Só estando perto dessas pessoas para entendê-las e ver o quanto o Estado falha com elas, especialmente nas áreas da saúde e educação”, diz. 

O primeiro passo para sua candidatura à deputada federal aconteceu após uma audiência pública na Assembleia Legislativa de São Paulo, em fevereiro desse ano, onde defendeu mais de 2.500 crianças autistas que ficaram sem aula após mudanças nos contratos do Estado de São Paulo com as escolas conveniadas. Foi quando recebeu o convite para a candidatura. “Minha atuação de militância política já havia começado com os protestos nas redes sociais, mas nas audiências ao vivo entendi que eu poderia ajudar muito mais se estivesse no legislativo."

Em entrevista à CRESCER, ela falou sobre suas propostas e o desafio que a espera como defensora das famílias de pessoas com deficiência. Confira:

Quais são as suas principais propostas de governo?
Eu já tenho 18 propostas prontas para diversas áreas. Todas elas visam proporcionar uma vida mais digna às crianças e adultos. Aumentar o número de pesquisas, capacitação e reciclagem dos profissionais da saúde pública para diagnóstico precoce e encaminhamento de intervenções é algo que proponho, e que é urgente. Os médicos são unânimes em dizer que o cérebro da criança se desenvolve muito até os 3 anos. Então, se o diagnóstico é dado antes desse período, é possível iniciar logo o tratamento e fazer com que ela se desenvolva melhor e tenham mais autonomia. Fiz uma pesquisa no meu blog e recebi 1.200 respostas, sendo que 76% delas afirmavam que o pediatra do filho não identificou o autismo ou ignorou essa possibilidade apresentada pela família. Ainda lidamos com o discurso de que a culpa pelo atraso no desenvolvimento dos filhos é dos pais, que não os estimulam como deveriam.

Outras propostas importantes são: a criação de “centros dia” para jovens e adultos com deficiência, onde eles tenham atividades ocupacionais, terapêuticas e profissionalizantes; garantir que os planos de saúde não recursem ou dificultem os atendimentos necessários; fazer com que os cursos de pedagogia tenham, pelo menos, um ano de educação especial e inclusiva, com foco em ensino estruturado, comunicação alternativa e recursos de alfabetização para pessoas com deficiência, a fim de capacitar os professores a receber esses alunos. O fornecimento de exames genéticos pelo SUS em casos de suspeita de síndromes raras em bebês também está entre as minhas propostas.

90% do legislativo é formado por homens. Eles conhecem o drama que essas famílias vivem?
Certamente não. Isso fica cada vez mais claro nas audiências das quais participo: recentemente, um deputado estadual que estava sentado ao meu lado ouvindo os depoimentos de mães que temem pelo futuro dos filhos quando elas falecerem comentou que não fazia ideia de que existisse essa preocupação. Vale dizer que temos boas e avançadas leis, mas elas não são fiscalizadas. Não temos representatividade em Brasília. Não há políticos militando pela causa das crianças e adultos com deficiência. Converso com muitos deputados e eles não sabem da epidemia de abandono paterno que essas crianças sofrem.

Andréa Werner vai lutar pela causa dos deficientes (Foto: Reprodução Instagram)
Andréa Werner vai lutar pela causa das pessoas com deficiência (Foto: Reprodução Instagram)

Como você está fazendo sua campanha?
A campanha está a todo vapor. Tenho agenda em muitas cidades. O que mais tenho feito é sentar com mães e professores e ouvir deles qual é a real situação. Todas as minhas propostas, inclusive, foram baseadas nessas necessidades. É nas rodas de conversa que consigo entender a fundo a situação de cada família e ver como posso atuar para ajudar. Ontem à noite mesmo, durante uma dessas rodas, uma mãe me contou que o filho usa sonda, fez traqueostomia, tem várias convulsões, mas o SUS não cobre os exames que ele precisa fazer, porque o menino tem uma síndrome rara. Nessas reuniões, eu ouço mais do que falo. Espero poder colocar em prática o que tenho em mente e assim poder contribuir de forma positiva para a vida dessas pessoas. No fim das contas, essa é a minha missão.



Criança autista de 6 anos é agredida com tapas por voluntária de escola pública do DF

Agressão foi vista por professora titular da turma. Instituição expulsou educadora; 13ª DP investiga.

Por Michele Mendes, TV Globo

Fachada do Centro de Educação Infantil 2 de Sobradinho, no DF — Foto: Google/Reprodução
Fachada do Centro de Educação Infantil 2 de Sobradinho, no DF — Foto: Google/Reprodução

Uma criança autista de 6 anos foi agredida com tapas por uma educadora social voluntária do Centro de Educação Infantil 2 de Sobradinho, no Distrito Federal. O caso ocorreu no último dia 18, em uma atividade conjunta entre os alunos.

Segundo a ata da escola que relatou o fato, a educadora social revidou o tapa que teria recebido no rosto. Depois disso, também deu outro tapa no braço. A professora titular da sala viu a ação e levou a voluntária para a coordenação.

A mãe da criança agredida, Thais Martins, registrou boletim de ocorrência na 13ª Delegacia de Polícia, em Sobradinho, e pretende entrar na Justiça contra a voluntária. "Quando os professores me contaram, eu me assustei, chorei, estava desesperada. Cheguei à escola e o diretor estava com o pessoal do conselho tutelar, que me aconselhou a fazer um boletim de ocorrência. Foi o que eu fiz", disse.

"Ela não era preparada para lidar com uma criança especial."

Depois da agressão, a criança deixou de ir para a escola, pois estava muito agitada. Agora, já retomou os estudos.

A orientadora foi expulsa da escola. A instituição colocou outra pessoa para cumprir a mesma função na turma.


Ata de escola registra agressão a aluno autista em Sobradinho, no DF — Foto: Arquivo pessoal
Ata de escola registra agressão a aluno autista em Sobradinho, no DF — Foto: Arquivo pessoal

O que diz o governo

Em nota, a Secretaria de Educação informou que "repudia qualquer forma de violência" e que fez o desligamento da voluntária da escola. Disse, ainda, que está dando "todo o apoio para o estudante e a família dele" e que o caso está em investigação na esfera policial.

O educador social voluntário trabalha no suporte de atividades de ensino integral, especializado e infantil. Para ocupar essa vaga, a pessoa deve ser universitária em formação, estudante da educação de jovens e adultos, ou estudante do ensino médio.

Eles colaboram em atividades diárias da escola de segunda a sexta-feira, sempre sob a orientação de um professor titular, recebendo um salário de auxílio de R$ 27 por dia.

Fonte: g1.globo.com

Acessibilidade nas eleições: Saiba os direitos das pessoas com deficiência

“A cidadania efetiva deve alcançar a todos e isso requer medidas que promovam a acessibilidade das pessoas a tudo aquilo que as tornam cidadãs”.

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O Brasil, nos termos da Constituição Federal, tem como um de seus fundamentos a cidadania, exercida, entre outros meios, pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos.

O direito de votar, portanto, deve ser assegurado a todas as pessoas indistintamente, aí incluindo-se as pessoas com deficiência e os idosos, obedecidas as restrições legais.

Existem em nosso ordenamento jurídico diversos mecanismos visando a garantir ao cidadão com deficiência e ao idoso o pleno exercício do direito ao voto, entre eles o atendimento prioritário que deve ser estendido também ao seu acompanhante.

Um desses mecanismos é a Lei Brasileira da Inclusão da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146/2015, que assegura, no art. 53, a acessibilidade como direito que garante à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida viver de forma independente e exercer seus direitos de cidadania e de participação social.

A matéria possui tamanha relevância, que mencionada Lei destinou a ela capítulo próprio - Capítulo IV do Título III – versando sobre o direito à participação na vida pública e política.

Assim é que são garantidos à pessoa com deficiência todos os direitos políticos e a oportunidade de exercê-los em igualdade de condições com as demais pessoas, sendo-lhe assegurado o direito de votar e de ser votada, inclusive por meio das seguintes ações (art. 76):

I - garantia de que os procedimentos, as instalações, os materiais e os equipamentos para votação sejam apropriados, acessíveis a todas as pessoas e de fácil compreensão e uso, sendo vedada a instalação de seções eleitorais exclusivas para a pessoa com deficiência;

II - incentivo à pessoa com deficiência a candidatar-se e a desempenhar quaisquer funções públicas em todos os níveis de governo, inclusive por meio do uso de novas tecnologias assistivas, quando apropriado;

III - garantia de que os pronunciamentos oficiais, a propaganda eleitoral obrigatória e os debates transmitidos pelas emissoras de televisão possuam, pelo menos, os recursos elencados no art. 67 da LBI (subtitulação por meio de legenda oculta; janela com intérprete da Libras e audiodescrição);

IV - garantia do livre exercício do direito ao voto e, para tanto, sempre que necessário e a seu pedido, permissão para que a pessoa com deficiência seja auxiliada na votação por pessoa de sua escolha.

No mesmo sentido, o Estatuto do Idoso, Lei nº 10.741/2003, também cuidou de assegurar à pessoa idosa o exercício de sua cidadania, dispondo no art. 10 que é obrigação do Estado e da sociedade, assegurar à pessoa idosa a liberdade, o respeito e a dignidade, como pessoa humana e sujeito de direitos civis, políticos, individuais e sociais, garantidos na Constituição e nas leis, e discriminando, no § 1º, VI, do mesmo artigo, que o direito à liberdade compreende, entre outros aspectos, a participação na vida política, na forma da lei. Não obstante, frise-se que o voto é facultativo aos maiores de 70 (setenta) anos, nos termos da Constituição Federal, art. 14, § 1º, inciso II, b, e da Resolução TSE nº 23.456/2015.

O eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida pode requerer a transferência do local de votação para uma seção especial que possa atender melhor às suas necessidades, como uma seção instalada em local com rampas e/ou elevadores. Isso pode ser feito no cartório eleitoral até 151 dias antes das eleições. (Lei nº 9.504/1997, art. 91, caput, e Resolução nº 21.008/2002, art. 2º).

Os eleitores com deficiência que votam em seções especiais tiveram até 04/07/2016, para comunicar ao juiz eleitoral, por escrito, suas restrições e necessidades, visando a que a Justiça Eleitoral providencie, se possível, os meios e recursos destinados a facilitar-lhes o exercício do voto (Resolução nº 21.008/2002, art. 3º).

Porém, mesmo não tendo feito requerimento no prazo assinalado, o eleitor ainda poderá, no momento da votação, informar ao mesário suas limitações, a fim de que a Justiça Eleitoral providencie as soluções adequadas no momento.

A Resolução n. 23.456/2015, apresenta, em seu artigo 50, medidas que visam a auxiliar na superação das barreiras impostas pela deficiência ou mobilidade reduzida. Quais sejam:

Auxilio de pessoa de confiança

É garantido ao eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida o auxílio de pessoa de sua confiança para votar, ainda que não o tenha requerido antecipadamente ao juiz eleitoral. A pessoa que prestar o auxílio poderá, além de entrar na cabina de votação, junto com o eleitor, digitar os números na urna. A condição é que a presença do acompanhante seja imprescindível para que a votação ocorra e que o escolhido não esteja a serviço da Justiça Eleitoral, de partido político ou de coligação.

Recursos auxiliares

Sistema de áudio, identificação em braile e a marca de identificação da tecla 5 são recursos auxiliares que a Justiça Eleitoral coloca a favor dos eleitores que possuem deficiência visual.

Além disso, é possível utilizar o alfabeto comum ou o braile para assinar o caderno de votação ou assinalar as cédulas, se for o caso. Também é assegurado o uso de qualquer instrumento mecânico que portar ou lhe for fornecido pela mesa receptora de votos.

Por fim, ressalte-se, que qualquer ação ou omissão, que tenha o propósito ou o efeito de prejudicar, impedir ou anular o reconhecimento ou o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais de pessoa com deficiência, incluindo a recusa de adaptações razoáveis e de fornecimento de tecnologias assistivas, importa em discriminação (art. 4º, § 1º, da LBI), a qual configura crime apenado com reclusão de 1(um) a 3(três) anos e multa (art. 88 da mesma lei).

Da mesma forma, discriminar pessoa idosa, impedindo ou dificultando seu acesso aos meios ou instrumentos necessários ao exercício da cidadania, por motivo de idade, é crime apenado com reclusão de 6 (seis) meses a 1 (um) ano e multa – art. 96 do Estatuto do Idoso.

Antes de tudo, é necessário que todos nós rompamos a barreira atitudinal e respeitemos as pessoas com deficiência e os idosos em seus direitos, tratando desigualmente os desiguais, a fim de atingir a isonomia em seu sentido mais amplo.

Fontes: 180 Graus - fernandazago.com.br

O Nerd e a Cadeirante

         
        Um Nerd, uma cadeirante, um bebê e uma história de amor!

No post de hoje trago para vocês a linda história de um nerd e de uma cadeirante. E de um bebê muito fofo!!

"Olá, me chamo Suellen Gomes Calixto, tenho 28 anos, casada, moro em Taubaté, interior de São Paulo, Paratleta, bacharel em Administração. Aproximadamente aos 4 anos fui diagnosticada com a neuropatia de Charcot Marie Tooth... Andei até os 16 anos...


Minha vida toda me "preparei" psicologicamente pra cadeira de rodas, pois tenho um irmão com o mesmo diagnóstico. Masss a teoria é bemmmm distante da prática rsrs e dos 14 aos 16 anos, onde era nítido q realmente tava perto de pegar a cadeira de rodas, foi difícil, não foi constante, mas não foi nada fácil aceitar isso...evitei ao máximo esse dia kkkk (faz parte) eu era muito rueira, da "baguncinha" rsrs a dificuldade para andar foi chegando e eu fingindo q nada tava acontecendo, saia com as amigas carregada nas costas, de bicicleta e fazia meus pais também me carregarem... até que um dia houve uma situação que não dava para sair sem a cadeira.

E desde então, percebi quão livre poderia ser... afinal eu dependia muito das pessoas para me locomover. E foi muito melhor ter aceitado logo.

         

Como eu disse sempre fui meio descolada e era difícil me ver triste e deprimida, mas eu guardava muitos monstros e tristezas por dentro, quem me conheceu via quanto eu era "rebelde", dava de durona para esconder meus sentimentos oprimidos... e ai Jesus se apresentou a mim, me ajudou a matar todos os monstros que viviam escondidos dentro de mim, naqueles lugares de difícil acesso kkkkk na verdade tem me ajudado todos os dias, e me dá uma paz e uma alegria que é impossível de se achar na vida, me presenteou com um marido abençoado e maravilhoso e um filho, dá pra acreditar???? Um filho??? Muito lindo, esperto e saudável por sinal! Se sou feliz? Muito mais que isso!

                       

É possível sim ser feliz com poucos movimentos, ou ate mesmo sem braço ou pernas ou sem os dois, porque o que te faz feliz não são membros, mas por experiência própria, a felicidade, a alegria, a paz, e tudo o mais que precisamos, que desejamos para uma vida top de linha, está em Jesus, e acredite: ELE É O ÚNICO QUE PODE MATAR OS MONSTROS QUE NÓS MESMO "ALIMENTAMOS"! Que Ele possa se apresentar a vocês e possam entender que nossa dependência deve estar NELE e não em nossas cadeiras, muletas ou qualquer acessório que nos ajude em nosso dia a dia, ou pessoas que conduzem nossas cadeiras e nos ajudem em algo que nós não fazemos sozinhos, pois sem nenhuma dúvida afirmo: poderíamos ter todos nossos membros funcionando perfeitamente, uma vida estável, mas sem ELE continuaremos com nosso vazio preenchido por sonhos inalcançáveis e monstros escondidos!


E se quiser acompanhar mais de perto, se inscreve lá em nosso canal do YouTube: www.youtube.com/onerdeacadeirante



Comissão técnica convoca 15 atletas para etapa de treinos do judô paralímpico

Foto: Tadeu Casqueira/CBDV
Comissão técnica convoca 15 atletas para etapa de treinos do judô paralímpico
Legenda: Luan Pimentel durante o Campeonato das Américas IBSA 2018

A Seleção Brasileira de judô paralímpico foi convocada para mais um período de treinos no CT Paralímpico, em São Paulo, de 6 a 15 de outubro. A VI Fase de Treinamento acontece cerca de um mês antes do principal desafio dos judocas no ano, a disputa do Campeonato Mundial IBSA, em Lisboa, de 16 a 18 de novembro.

A lista conta com 15 atletas nas categorias masculina e feminina. A etapa tem como principal objetivo preparar os judocas para o Mundial e para a comissão técnica definir a convocação final para a competição.

Confira a relação.

ATLETANOME COMPLETOCATEGORIAEQUIPE
Giulia PereiraGiulia dos Santos Pereira-48KGCESEC-SP
Karla CardosoKarla Ferreira Cardoso-48KGCEIBC-RJ
Maria LinsMaria Nubea dos Santos Lins-57KGREAÇÃO-RJ
Lucia AraújoLucia da Silva Teixeira Araújo-63KGCESEC-SP
Alana MaldonadoAlana Martins Maldonado-70KGAMEI-SP
Meg EmmerichMeg Rodrigues Emmerich+70KGIRM-PR
Rebeca SilvaRebeca de Souza Silva+70KGAPADV-SP
Thiego SilvaThiego Marques da Silva-60KGAEPA-PA
Gabriel SilvaGabriel Nascimento Silva-66KGCEIBC-RJ
Denis RosaDenis Aparecido Rosa-73KGCESEC-SP
Luan PimentelLuan Simões Pimentel-73KGISMAC-MS
Harlley ArrudaHarlley Damião Pereira Arruda-81KGCESEC-SP
Arthur SilvaArthur Cavalcante da Silva-90KGADEVIRN-RN
Antônio TenórioAntônio Tenório da Silva-100KGCESEC-SP
Wilians AraújoWilians Silva Araújo+100KGCEIBC-RJ
 
Comissão Técnica
 
NOMEFUNÇÃOESTADO
Alexandre de Almeida GarciaTécnicoSP
Jaime Roberto BragançaTécnicoSP
Roger Alves da FonsecaPreparador FísicoSP
Cícero Alves PereiraApoioSP
Marcelo Machado ArantesMédicoSP
Marcos Augusto da Costa VitulloFisioterapeutaSP
Carolina CamposPsicólogaSP
João Paulo AlmeidaNutricionistaSP
Kelvin Gyulo BakosCoordenadorSP
Adriano Gomes SerrãoApoioSP

Fonte: cbdv.org.br

Primeiro Campeonato Brasileiro de Atletismo começa nesta sexta, 28, em SP

Daniel Zappe/CPB/MPIX
Imagem

Por CPB

A temporada 2018 do atletismo paralímpico nacional reservou para este final de semana, a primeira edição do Campeonato Brasileiro Loterias Caixa da modalidade. Serão 522 atletas inscritos de 23 Estados e do Distrito Federal na pista e no campo do CT Paralímpico, em São Paulo.

O evento será realizado durante três dias, a partir das 8h da manhã desta sexta-feira, 28, até a manhã do domingo, 30, um dia a mais em relação às duas etapas nacionais já realizadas neste ano. Outra novidade na competição é o critério de participação: apenas os oito melhores atletas em cada classe puderam se inscrever, uma oportunidade extra para melhorar suas marcas nacionais e aumentar as chances de convocação para as competições internacionais no próximo ano. Os resultados da competição já serão usados como base para a preparação dos Jogos Parapan-Americanos de Lima, em agosto, e do Mundial de Atletismo em Dubai, em novembro, de 2019.

“Conversamos com os treinadores para trazer um novo formato, para ajudar a manter a competitividade do calendário e colaborar para os atletas melhorarem suas marcas ou ajudar os que não conseguiram o índice mínimo para competições nacionais durante o ano. Fora isso, será a primeira vez que os atletas poderão conquistar título de campeão brasileiro de sua classe, o que acaba aumentando o nível de competitividade”, comenta Ricardo Melo, coordenador da modalidade no Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

“Nomes de peso” do atletismo nacional estarão presentes no campeonato, como o paraibano Petrúcio Ferreira, ouro nos 100m na classe T47 (amputados de membros superiores) dos Jogos Rio 2016, o alagoano Yohansson do Nascimento, campeão paralímpico nos 200m em Londres 2012, e o paraense Alan Fonteles, também campeão em 2012.

“Vai ser um campeonato muito grande. Vem grandes atletas de todas as modalidades e lugares do Brasil para conquistar esse título brasileiro”, comenta Yohansson.

O Campeonato Brasileiro Loterias Caixa de Atletismo é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e terá transmissão ao vivo pelos canais Sportv no sábado, a partir das 10h30. Esta é a terceira e última etapa do ano (sendo as duas anteriores conhecidas como Circuito Loterias Caixa de Atletismo), e o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo e irá, além de declarar os campeões brasileiros de suas classes, premiar atletas, treinadores e clubes com valores que variam entre quinze e mil reais.

Imprensa
Os profissionais de imprensa interessados em cobrir o Campeonato Brasileiro de Atletismo não precisam de credenciamento prévio. Bastará dirigir-se à sala de imprensa para identificação.

Patrocínios
O campeonato brasileiro de atletismo tem patrocínio das Loterias Caixa.
A Braskem é patrocinadora do paratletismo brasileiro.

Serviço
Data: 28 a 30 de setembro
Cidade: São Paulo (SP)

Local: CT Paralímpico Brasileiro, em São Paulo - Rodovia dos Imigrantes, km 11,5 (ao lado do São Paulo Expo)

Programação*
Campeonato Brasileiro de Atletismo
Sexta-Feira (28/9) - 8h às 12h e 14h às 18h
Sábado (29/9) - 8h às 12h e 14h às 18h
Domingo (19/8) - 8h às 12h
*Programação sujeita a alterações

Fonte: cpb.org.br