sábado, 20 de outubro de 2018

Recorde e estreia de filme: gaúcha tem fim de semana agitado no CT Paralímpico

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Por CPB

Começou na manhã desta sexta-feira, 19, a primeira edição do Campeonato Brasileiro Loterias Caixa de Natação. A competição acontece até domingo, 21, no CT Paralímpico, em São Paulo, e tem na gaúcha Susana Schnarndorf um de seus destaques. A atleta de 51 anos terá um fim de semana agitado: além de ter aberto a competição com a quebra de um recorde brasileiro, ela verá neste sábado, 20, a pré-estreia de um filme que contará a história da sua vida.

O evento no CT Paralímpico tem inscritos 259 atletas de 72 clubes. As instituições, técnicos e nadadores disputam ainda premiações que somam R$ 65 mil. Organizada pelo CPB, a primeira edição do Campeonato Brasileiro Loterias Caixa de Natação contará com os oito melhores atletas no ranking nacional em cada prova. Além da sessão da manhã desta sexta, haverá ainda no período da tarde, a partir de 17h (confira a programação completa abaixo).

Susana estreou na competição com uma medalha de prata nos 50m costas, classe S4. A nadadora do Grêmio Náutico União, do Rio Grande do Sul, registrou o tempo de 59s78. Em seguida, caiu novamente na água, e obteve o ouro dos 150m medley (SM4), com o tempo de 3min11s72 - três segundos abaixo do seu próprio recorde brasileiro. "Estou muito feliz com este resultado, era meu objetivo para esta competição. Três segundos foi uma melhora muito boa", disse.

O sucesso na piscina do CT Paralímpico também será refletido fora das competições. Neste sábado, haverá a pré-estreia de "Um Dia Para Susana", documentário que conta a trajetória da atleta, diagnosticada em 2005 com um síndrome chamada MSA, múltipla falência dos sistemas e, desde então, dedica-se ao esporte paralímpico. O filme foi produzido de 2013 até os Jogos Paralímpicos do Rio 2016, em que Susana conquistou uma medalha de prata.

A obra da produtora Clubsoda Filmes terá sua pré-exibição no Shopping Frei Caneca, neste sábado, 20, a partir das 21h45. O filme, dirigido por Giovana Giovanini e Rodrigo Boecker, será exibido na 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, um dos maiores e mais tradicionais festivais de cinema do Brasil. "Estou na maior ansiedade para o lançamento do filme e para este fim de semana cheio de emoções. Já assisti ele e me emocionei bastante, pois é incrível ver a sua história contada numa tela de cinema. No fim, é o que deixarei para inspirar as pessoas a não desistirem", completou Susana.

O Campeonato Brasileiro encerra o calendário nacional da modalidade em 2018. Anteriormente, foram disputadas quatro fases regionais e duas nacionais do Circuito Loterias Caixa. O torneio ainda servirá como preparação para a próxima temporada. Em 2019, dois são os maiores desafios internacionais da modalidade: o Campeonato Mundial, em Kuching, na Malásia, de 29 de julho a 4 de agosto, e os Jogos Parapan-Americanos de Lima, no Peru, de 23 de agosto a 1º de setembro.

Imprensa
Os profissionais de imprensa interessados em cobrir o Campeonato Brasileiro de Natação não precisam de credenciamento prévio. Bastará dirigir-se à sala de imprensa para identificação.

Patrocínios
A natação paralímpica brasileira tem patrocínio das Loterias Caixa.

Time São Paulo
Os atletas Daniel Dias e Ítalo Pereira são integrantes do Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo que beneficia 62 atletas e seis atletas-guia de dez modalidades.

Serviço
Data: 19 (10h e 17h), 20 (10h e 17h) e 21 (10h) de outubro
Cidade: São Paulo (SP)
Local: CT Paralímpico Brasileiro, em São Paulo - Rodovia dos Imigrantes, km 11,5 (ao lado do São Paulo Expo)

Fonte: cpb.org.br

CT Paralímpico recebe reunião do Conselho Nacional do Esporte nesta sexta-feira, 19

MPIX/CPB
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Por CPB

Pela primeira vez, o Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, sediou uma reunião do Conselho Nacional do Esporte (CNE), em sua 47ª reunião ordinária. O encontro, que ocorreu nesta sexta-feira, 19, teve como itens da pauta a aprovação de procuradores para o Tribunal de Justiça Antidopagem (TJDAD); a campanha Esporte Mais Forte; e a aprovação da Resolução 59, que altera o Código Brasileiro Antidopagem, especialmente em prazos.

De acordo com o ministro Leandro Cruz, a escolha de um dos principais legados esportivo do país como local do encontro teve um objetivo claro. “O Ministério do Esporte e o Conselho Nacional do Esporte marcarem encontro aqui no CT Paralímpico não foi à toa. Foi para dar um recado claro de que cuidamos do paradesporto da mesma forma que cuidados do desporto. Com o mesmo carinho, esmero”, comentou.

Inaugurado em maio de 2016, o CT é o principal centro de excelência do Brasil e da América Latina e um dos melhores do mundo no esporte de alto rendimento.

O segundo vice-presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, professor Ivaldo Brandão, saudou os visitantes. “Estamos muito felizes com a presença de todos e com a realização desta reunião do CNE aqui no nosso Centro de Treinamento Paralímpico. Estamos com as portas abertas para o fomento e desenvolvimento da prática esportiva, porque temos muito orgulho deste equipamento”, afirmou.

Durante o evento, conselheiros se manifestaram pelo fortalecimento de instituições como o CNE e destacaram a pluralidade e a representatividade do órgão. Para o ministro do Esporte, Leandro Cruz, o CNE é um fórum fundamental, com diversidade, para que o esporte no Brasil siga forte, seja no lazer, nas escolas, no alto rendimento ou no direito à atividade física. “Este é um conselho da sociedade brasileira. Inclusive se firmou nos últimos anos, como aconteceu com conselhos como o de Saúde e o de Educação. Conseguimos dar a ele a capacidade de decisão que os outros conselhos têm”, disse.

O diretor-geral do COB, Rogério Sampaio, destacou o trabalho do Ministério do Esporte nos últimos anos e elogiou também o funcionamento do CNE e as decisões tomadas nas reuniões. “Dentro dessas decisões, destaque para o Plano Nacional do Desporto, uma vitória do esporte. O projeto ainda será aprovado pelo Congresso Nacional, e sua implantação será um caminho longo e árduo, mas, quando estiver concluído, será muito importante”, explicou.

A diretora da ONG Atletas pelo Brasil Ana Moser destacou o papel do CNE para o esporte no país e sugeriu que a organização seja uma estratégia permanente para o setor. “Temos debatido no Atletas pelo Brasil que temos que lutar por vias e instrumentos que perdurem por governos e que possam fazer avançar questões como o Plano Nacional do Desporto”, afirmou. “Vejo o CNE como uma ferramenta importante para isso”, concluiu.

TJAD

Durante a reunião do CNE, os conselheiros aprovaram quatro nomes de procuradores para o Tribunal de Justiça Antidopagem (TJDAD). As indicações foram feitas pelo procurador-geral, Paulo Marcos Schmitt, em cumprimento à Resolução 52 de 2 de fevereiro de 2017. Os novos procuradores são Fernando Francisco da Silva Junior, William Figueiredo de Oliveira, Raquel Lima e Caio Pompeu Medauar de Souza. O ministro reafirmou a importância do fortalecimento do combate ao doping: “Proteger a saúde dos nossos atletas e garantir uma competição em igualdade, com jogo limpo, correto e saudável”.

Esporte Mais Forte

Outro tema tratado pelo CNE foi a Campanha Esporte Mais Forte, idealizada pela comunidade esportiva e aprovada em reunião anterior do Conselho Nacional do Esporte e da Comissão Nacional de Atletas (CNA). O vídeo e o folder da campanha, que busca recompor o orçamento para a área esportiva, foram exibidos durante o encontro.

Para o presidente da Federação Nacional dos Clubes do Brasil (Fenaclubes), Arialdo Boscolo, o esporte não pode recuar em relação a investimentos e políticas públicas. “Não podemos regredir nos recursos e nos marcos que já foram conquistados pelo esporte”, opinou.

*Com informações do Ministério do Esporte

Fonte: cpb.org.br

Em campanha, Tommy Hilfiger fala sobre independência de pessoas com deficiência - Veja o vídeo.

Marca norte-americana possui uma linha com adaptações para serem mais inclusivas

REDAÇÃO - O ESTADO DE S.PAULO

Linha inclusiva da Tommy Hilfiger atende homens, mulheres e crianças
Linha inclusiva da Tommy Hilfiger atende homens, mulheres e crianças Foto: Divulgação/Tommy Hilfiger

A grife Tommy Hilfiger tem uma linha paralela a sua marca principal que não é tão conhecida pelo grande público, a Tommy Adaptive, especializada em roupas para pessoas com deficiência física.

As peças, que atendem homens, mulheres e crianças, foram adaptadas para serem mais práticas de vestir e mais confortáveis, têm fechos magnéticos ou de velcro e aberturas que acomodam melhor as próteses.

A nova campanha, que fala sobre a independência das pessoas com deficiência física, é focada nas diferenças que fazem cada pessoa única. O filme foi dirigido por James Rath, que nasceu cego por causa de albinismo ocular e é estrelada por Dmitry Kim, dançarino de hip-hop que tem uma perna amputada, Mia Armstrong, que tem síndrome de down, Lauren 'Lolo' Spencer, que tem esclerose lateral amiotrófica, Gavin McHugh, um surfista com paralisia cerebral e outros portadores de deficiência.

"A democratização da moda é um dos valores centrais da marca", explica Tommy Hilfiger ao WWD. "A coleção Adaptive continua a falar sobre inclusão, transformando o modo como a indústria da moda atende as pessoas com deficiência."

Veja o filme: 

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Menino de 5 anos com Síndrome de Down quebra protocolo e abraça Harry e Meghan na Austrália

Duques de Sussex foram recebidos por crianças em Dubbo. Menino ficou brincando com a barba de Harry.

Por G1

Luke Vincent, de 5 anos,  brinca com a barba do príncipe Harry em Dubbo, na Austrália — Foto: Phil Noble/Reuters
Luke Vincent, de 5 anos, brinca com a barba do príncipe Harry em Dubbo, na Austrália — Foto: Phil Noble/Reuters

Um menino de 5 anos quebrou o protocolo e abraçou os duques de Sussex, Harry e Meghan, quando eles chegaram a Dubbo, na Austrália.

O garoto, Luke Vincent, que tem síndrome de Down, ficou encantado com a barba do príncipe Harry e brincou com ela. A cena chamou a atenção de Meghan, que se ajoelhou para falar com o menino e logo ganhou um abraço.

Luke é aluno de uma das escolas que foram convidadas para receber o casal em Dubbo. A diretora da escola, Anne van Dartel, disse à revista People que os alunos foram orientados a não se aproximar dos duques e que os adultos ficaram apreensivos quando viram a cena, mas que o príncipe Harry foi muito educado e receptivo.

Meghan Markle ganha abraço de menino de 5 anos durante visita a Dubbo, na Austrália — Foto: Phil Noble/Reuters
Meghan Markle ganha abraço de menino de 5 anos durante visita a Dubbo, na Austrália — Foto: Phil Noble/Reuters

Segundo van Dartel, foi o próprio Harry que pediu a ele para dar um abraço em Meghan. A diretora disse que acredita que Luke foi atraído pela barba de Harry porque o menino adora o Papai Noel.

Os duques de Sussex estão visitando a Asutrália. No dia em que o casal chegou a Sydney, o Palácio de Kensington anunciou que eles esperam seu primeiro filho. Meghan recebeu flores e presentes para o futuro bebê.

Durante a viagem de 16 dias, o casal também visitará Fiji, Tonga e Nova Zelândia.

Menino de 5 anos brinca com a barba do príncipe Harry em Dubbo, na Asutrália — Foto: Phil Noble/Pool via AP
Menino de 5 anos brinca com a barba do príncipe Harry em Dubbo, na Asutrália — Foto: Phil Noble/Pool via AP

Fonte: g1.globo.com

Goiano de 70 anos entra para o livro dos recordes como o idoso com Síndrome de Down mais velho do Brasil

Morador de Caçu, João Batista faz caminhada, artesanato, canta e está aprendendo a tocar gaita. Especialista diz que expectativa de vida de indivíduos com a condição genética dobrou em poucos anos.

Por Murillo Velasco, G1 GO

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Homem com síndrome de down mais velho do Brasil é goiano

O goiano João Batista, de 70 anos de idade, entrou para o livro dos recordes como o idoso com Síndrome de Down mais velho do Brasil. Morador de Caçu, na região sudoeste de Goiás, ele tem uma vida ativa, faz artesanato, canta e está aprendendo a tocar gaita.

Clique AQUI para ver o vídeo.

O sobrinho dele, Hallyson Hedhen Resende, foi quem teve a iniciativa de procurar uma empresa que faz pesquisa para o livro dos recordes. Ele afirma que quer que o tio quebre, daqui a muitos anos, uma novo recorde: o da pessoa com Down que mais viveu no país.

“Eu pensava que ele poderia estar entre os 5, entre o terceiro, mas foi uma surpresa saber que ele era o primeiro da lista. Hoje ele é o Down mais idoso do país, mas o Down que mais viveu teve 77 anos, então nós aguardamos bater mais um recorde”, disse.

O Brasil tem cerca de 270 mil pessoas com Síndrome de Down. A condição genética é causada pela presença de 3 cromossomos 21 em todas ou na maior parte das células de um indivíduo. Isso ocorre na hora da concepção. As pessoas com síndrome de Down têm 47 cromossomos no núcleo das células em vez de 46, como é comum.

O geriatra Richard Arruda afirma que a expectativa de vida das pessoas com Síndrome de Down dobrou em poucos anos.

“A pouco tempo atrás, a expectativa média de vida de um paciente que tem síndrome de Down era de 30 anos, hoje a gente já comenta em 60. Isso em uma média. Este senhor que tem 70 anos, ele está realmente já acima da média e funcionalmente ativo, o que é um grande ganho talvez da medicina e do suporte familiar e suporte profissional que ele teve ao longo da vida”

A irmã de João Batista, Olegária Cândida, diz que o segredo da longevidade dele é a mente ocupada.

“Ele levanta bem cedo, toma banho, toma seu cafezinho da manhã, e sai na sua caminhada matinal. Em casa, ele faz roupas de bonecas, e está aprendendo a tocar gaita, canta”, contou.

João Batista é o idoso mais velho com Síndrome de Down no Brasil — Foto: Reprodução/TV Globo
João Batista é o idoso mais velho com Síndrome de Down no Brasil — Foto: Reprodução/TV Globo

Síndrome de Down não é doença

A síndrome de Down não é uma doença, mas uma condição inerente à pessoa, portanto não se deve falar em tratamento ou cura. Essa condição está associada a algumas questões de saúde que devem ser observadas desde o nascimento da criança. O termo correto é criança com síndrome e criança comum.

Ainda no útero, é possível realizar exames que podem detectar se o bebê apresenta síndrome de Down. Casais com síndrome tem 80% de chance de ter um filho também com síndrome. Se só um dos parceiros tiver a síndrome, a possibilidade de ter um filho com Down cai para 50%.

Fonte: g1.globo.com

Desfile de moda em Macapá aborda a inclusão de crianças com deficiência

Programação em alusão ao ‘Mês da Criança’ propõe o combate ao preconceito.

Por Jorge Abreu, G1 AP — Macapá

Otávio Henrique, de 5 anos, nasceu surdo e faz reabilitação para escutar — Foto: Jorge Abreu/G1
Otávio Henrique, de 5 anos, nasceu surdo e faz reabilitação para escutar — Foto: Jorge Abreu/G1

Com a proposta de abordar a inclusão social como forma de combate ao preconceito, crianças com diferentes deficiências físicas foram as grandes estrelas em um desfile de moda realizado nesta quinta-feira (19) numa casa de show, em Macapá.

Durante o evento, em alusão ao “Mês da Criança”, os pequenos homenageados apresentaram coreografia de dança. Pula-pula, show musical, distribuição de lanches e pintura facial também fizeram parte da programação.

Amaury Barros, diretor-presidente do Creap — Foto: Jorge Abreu/G1
Amaury Barros, diretor-presidente do Creap — Foto: Jorge Abreu/G1

A iniciativa é de empresários, voltada para crianças que fazem tratamento no Centro de Reabilitação do Amapá (Creap). Segundo o diretor-presidente da instituição, Amaury Barros, muitos deficientes deixam de fazer o que gostariam por falta de oportunidade.

“Nós tivemos a ideia de promover o desfile e a apresentação de dança para mostrar para sociedade que cada indivíduo tem sua característica, seja ele portador ou não de alguma deficiência física. O importante é fazer a inclusão dessas pessoas em todas as atividades”, destacou.

Crianças que fazem realitação no Creap foram as estrelas do evento — Foto: Jorge Abreu/G1
Crianças que fazem realitação no Creap foram as estrelas do evento — Foto: Jorge Abreu/G1

De acordo com o diretor-presidente, o Creap atende cerca de 150 a 200 crianças em reabilitação por mês no Creap. Para ele, iniciativas de inclusão pode ajudar na aceitação pessoal de deficientes e no combate ao preconceito e paradigmas.

“A grande importância aqui é mostrar que a gente deve começar essa inclusão desde o início, da fase de criança até a adulta, pois se a sociedade fizer isso, essas pessoas se sentirão muito mais acolhidas futuramente”, enfatizou Amaury Barros.

Taciane Soeiro e o filho Otávio Henrique — Foto: Jorge Abreu/G1
Taciane Soeiro e o filho Otávio Henrique — Foto: Jorge Abreu/G1

Taciane Soeiro, de 29 anos, é professora de educação especial e mãe de Otávio Henrique, de 5 anos. O garoto nasceu surdo e faz reabilitação no Creap há cerca de três anos, após cirurgia de um implante coclear para identificar os sons, antes desconhecidos para ele.

“Eu acho uma ação como essa muito importante porque as crianças interagem com a música, com o desfile e até com outras crianças. Sou professora de educação especial e vejo essa inclusão, mesmo com dificuldade para andar, ouvir, entre outros, como um ganho muito grande”, disse Tatiane.

Apresentação de dança também teve a proposta de inclusão social — Foto: Jorge Abreu/G1
Apresentação de dança também teve a proposta de inclusão social — Foto: Jorge Abreu/G1

Programação em Macapá foi realizada em alusão ao 'Mês da Criança' — Foto: Jorge Abreu/G1
Programação em Macapá foi realizada em alusão ao 'Mês da Criança' — Foto: Jorge Abreu/G1

Fonte: g1.globo.com

Detran/MS amplia validade da credencial para vagas de estacionamento de idosos e pessoas em deficiência

Uma das principais alterações é a ampliação da validade do documento. Antes, na norma de 2011, era de dois anos, e agora passa para cinco.

Por G1 MS

Detran/MS reformulou a portaria para a emissão credencial para uso das vagas de estacionamento exclusivas de idosos e pessoas com deficiência — Foto: Reprodução/TV Morena
Detran/MS reformulou a portaria para a emissão credencial para uso das vagas de estacionamento exclusivas de idosos e pessoas com deficiência — Foto: Reprodução/TV Morena

O Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso de Sul (Detran/MS) reformulou a portaria para a emissão da credencial para uso das vagas de estacionamento exclusivas de idosos e pessoas com deficiência. Uma das principais alterações é a ampliação da validade do documento. Antes, na norma de 2011, era de dois anos, e agora passa para cinco.

Outra alteração é que anteriormente o idoso ou pessoa com deficiência poderia solicitar o benefício na condição de passageiro. Agora, a nova portaria estipula que nos casos em que a pessoa que queira a credencial e não puder comparecer ao órgão de trânsito para requerê-la, que o documento poderá ser emitido para representante dela legalmente constituído.

Para as pessoas com deficiência ou com dificuldade de locomoção temporária a portaria estipula que o prazo de validade da credencial será determinado pelo período em que persistir o quadro, comprovado por laudo médico.

Para solicitar a credencial, os idosos ou pessoas com deficiência deverão comparecer ao órgão do trânsito de sua cidade - onde a gestão é municipal, ou as agências regionais do Detran/MS, onde a instituição estadual é a responsável pelo setor.

Para idosos a exigência é de um documento que comprove idade igual ou superior a 60 anos e comprovante de residência. Para pessoas com deficiência, além destes dois documentos é necessário ainda um laudo médico que especifique o tipo de deficiência.

As credenciais vão receber um número único em cada município e se forem extraviadas ou estiverem danificadas, impossibilitando o uso, poderá ser emitida uma segunda via.

Fonte: g1.globo.com