segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Avril Lavigne fala sobre luta contra grave doença: "Passei 2 anos na cama" - Veja o vídeo

Cantora foi entrevistada pela revista Billboard

POR QUEM ONLINE

Avril Lavigne (Foto: David Needleman/Billboard/Reprodução)
Avril Lavigne (Foto: David Needleman/Billboard/Reprodução)

Enquanto Avril Lavigne se prepara para lançar seu novo álbum no início de 2019, a cantora de 34 anos abre o jogo sobre a doença de Lyme, descoberta em 2014, em entrevista a Billboard. "Sentia dor e fadiga o tempo todo, não conseguia sair da cama. O que tinha de errado comigo?", relembra.

Um amigo suspeitou que ela tivesse a doença de Lyme e sugeriu uma visita a um especialista na condição. "Passei dois anos na cama. É como se fosse um inseto. Você toma antibióticos para destruí-los. Mas ele é esperto: se transforma num cisto, então você tem que tomar outros antibióticos. Fiquei tanto tempo sem um diagnóstico que já estava ferrada", diz.

A doença de Lyme é uma infecção bacteriana transmitida por carrapatos. Tem tratamento com uso de antibióticos, mas se não descoberta a tempo, pode evoluir para um quadro de dores crônicas. "Eu não quis falar sobre a doença para a imprensa porque não queria que se tornasse parte da minha identidade. Fingia ser forte e que minha vida estava maravilhosa", revela Avril.

Avril só revelou o problema que enfrentava em 2015, durante uma entrevista ao Good Morning America. "Fiquei totalmente vulnerável. Não quero falar ou relembrar isso. Mas é a minha responsabilidade", conta. A cantora, então, incluiu infectados pela doença de Lyme no programa de apoio de sua instituição, a Avril Lavigne Foundation.

Veja o vídeo abaixo.


A cantora relembra um momento que estava com a mãe, deitada na cama, e quase não conseguia respirar. "Eu estava aceitando que ia morrer. Comecei a rezar. A sensação é que eu estava me afogando. Pedia a Deus para deixar minha cabeça fora d'água", conta. O momento serviu de inspiração para sua nova música de trabalho, Head Above Water (cabeça fora d'agua).

Apesar de todos os problemas causados pela doença, Avril acredita que o período que passou distante do trabalho acabou fazendo bem a ela. "Tive tempo para estar presente. Não estava envolvida com discos ou turnês. Foi a minha primeira pausa desde os meus 15 anos. De certa forma, foi uma benção", conclui.

                      Avril Lavigne (Foto: David Needleman/Billboard/Reprodução)
                   Avril Lavigne (Foto: David Needleman/Billboard/Reprodução)

Avril Lavigne (Foto: David Needleman/Billboard/Reprodução)
Avril Lavigne (Foto: David Needleman/Billboard/Reprodução)

Avril Lavigne (Foto: David Needleman/Billboard/Reprodução)
Avril Lavigne (Foto: David Needleman/Billboard/Reprodução)

                Avril Lavigne (Foto: David Needleman/Billboard/Reprodução)
              Avril Lavigne (Foto: David Needleman/Billboard/Reprodução)

Eleitor reclama que não conseguiu votar por falta de acessibilidade em seção eleitoral no AC: ‘constrangimento’

José Emílio Filho, de 53 anos, disse que foi orientado a justificar o voto, mas lamentou não ter votado . Caso ocorreu na tarde deste domingo (28), na Escola Djalma Teles Galdino.

Por Quésia Melo, G1 AC — Rio Branco

 José Emílio Filho, de 53 anos, disse que foi orientado a justificar o voto, mas lamentou não ter votado  — Foto: Arquivo Pessoal
José Emílio Filho, de 53 anos, disse que foi orientado a justificar o voto, mas lamentou não ter votado — Foto: Arquivo Pessoal

O eleitor José Emílio Filho, de 53 anos, relata que passou por momentos de constrangimento ao tentar votar no segundo turno das eleições 2018 neste domingo (28). Filho contou que no primeiro turno votou normalmente na Escola Djalma Teles Galdino, em Rio Branco, mas que a seção dele mudou de sala, que havia uma subida de madeira e não garantia acesso aos cadeirantes.

A reportagem entrou em contato com o Tribunal Regional Eleitoral no Acre (TRE-AC) e o órgão afirma que vai apurar a situação.

“Foi um constrangimento. Era melhor nem ter saído de casa para votar. Tinha uma subida de madeira, eu tenho apenas uma perna, mas não tem rampa e não tinha como eu subir”, relatou.

Sem o acesso, o eleitor disse que foi orientado pelos mesários a justificar o voto. Ele destaca que vota todos os anos e nunca tinha enfrentado esse problema.

“Fica a sensação de impotência, pois é um direito nosso. Voltei para casa sem votar. É triste, porque a gente sai enfrentando todos os outros problemas, acha que vai chegar para votar logo e acontece isso”, lamentou.

Fonte: g1.globo.com

Cadeirante adapta rampa em escola de Teresina e é carregado para conseguir votar - Veja o vídeo

A assessoria de comunicação da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) foi procurada e informou que nesta segunda (29) uma equipe de engenharia vai à escola.

Por Maria Romero e Gilcilene Araújo, G1 PI

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Cadeirante faz rampa e é carregado para poder votar em Teresina

O aposentado Valdecy Xisto, que é cadeirante, disse se sentir humilhado com a situação que passa toda eleição. Ele precisou pagar para adaptar a rampa diante da entrada do local onde foi votar neste domingo (28). Ultrapassado o primeiro obstáculo, para entrar na seção havia mais um: ele teve que ser carregado até a cabine de votação.

Clique AQUI para ver o vídeo

Isso aconteceu no Centro Estadual de Educação Profissional Desembargador Henrique Couto, Zona Sul de Teresina. A rampa de entrada possui um vão onde a roda da cadeira fica presa.

“Eu pedi pra um funcionário meu fazer isso, colocar uma tábua para a rampa ficar inteira e eu conseguir passar”, contou Valdecy ao G1.

Cadeirante foi carregado para conseguir votar.  — Foto: Gilcilene Araújo/G1
Cadeirante foi carregado para conseguir votar. — Foto: Gilcilene Araújo/G1

Ao chegar à entrada da sua seção, a cadeira não passou na porta.

"É vergonhoso e humilhante ter que passar por isso em todos os anos de eleição. A escola não tem estrututra preparada para cadeirante, porque apenas uma rampa foi feita na entrada, mas não tem acesso para quem vem da rua para a escola. A humilhação maior é na porta da seção, porque a cadeira não passa, precisam me colocar em outra cadeira e ser levado nos braços para poder exercer a minha cidadania", lamentou.

A assessoria de comunicação da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) foi procurada e enviou nota informando que amanhã (29) uma equipe de engenharia vai à escola fazer as adequações no local.

Veja a nota na íntegra:

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informa que irá enviar uma equipe de engenharia ao CEEP Desembargador Henrique Couto na segunda-feira (29) para que seja providenciada a rampa de acesso da rua para a calçada que acessa a escola, além de mandar verificar se o vão da porta está em conformidade com a norma. A Seduc informa, ainda, que trabalha incessantemente para que todas as escolas da rede estejam em conformidade com os padrões que garantem acessibilidade a todos os cidadãos.

Fonte: g1.globo.com

Eleição na região tem urnas trocadas, eleitor cadeirante carregado e celular apreendido

Cerca de 1,4 milhão de eleitores estavam aptos a votar nas 42 cidades da região central.

Por G1 São Carlos e Araraquara

Eleições em São Carlos, Araraquara e Rio Claro — Foto: Samuel Pancher/G1, Thayná Cunha/G1 e Maurício Duch/G1
Eleições em São Carlos, Araraquara e Rio Claro — Foto: Samuel Pancher/G1, Thayná Cunha/G1 e Maurício Duch/G1

Neste domingo, 1.394.222 eleitores estavam aptos a votar em 2º turno para governador e presidente. Os eleitores de Araras e Rincão (SP) também escolheram os novos prefeitos que irá ficar a frente desses municípios até o final de 2020.

A votação correu tranquila na maioria das seções eleitorais e poucos incidentes foram registrados. A maior movimentação foi no período da manhã, mesmo assim, os eleitores demoravam poucos segundos para registrar o voto.

Em Araraquara (SP), três eleitores que estavam em cadeira de rodas precisaram ser carregados até as suas seções eleitorais que ficavam em andares superiores. Segundo o Cartório Eleitoral da 385ª Zona Eleitoral, eles não registraram pedido no Cartório Eleitoral para votarem em uma seção com acessibilidade a cadeira de rodas.

Eleitora cadeirante precisa ser carregada em escola de Araraquara — Foto: Thayná Cunha/G1
Eleitora cadeirante precisa ser carregada em escola de Araraquara — Foto: Thayná Cunha/G1

Em Ibaté (SP), um eleitor teve o celular apreendido pelo presidente de uma seção eleitoral na EMEF Antonio Deval, em Ibaté (SP), após tirar fotos da urna e do seu voto. O mesário registrou a ocorrência na ata e o eleitor deverá prestar esclarecimentos à Justiça Eleitoral.

Em Divinolândia (SP), fiscais identificaram uma pessoa entregando santinhos nas proximidades da Escola Estadual Vicente Nasser, mas ninguém foi detido.

Em São Carlos (SP), um eleitor reclamou que não conseguiu votar para governador na Escola Estadual João Jorge Marmorato. A reclamação foi registrada, mas não foi constatado problema com a urna.

Votação para prefeito

Os eleitores de Araras e Rincão votaram também para prefeito. Araras, 4º maior colégio eleitoral da região, com 97.387 eleitores escolheu entre três candidatos.

Em Rincão,com apenas 7.828 eleitores, quatro candidatos disputaram a preferência da população.

O voto para prefeito era o último a ser digitado, depois de governador e presidente.

Urnas eletrônicas são levadas para apuração em Araraquara — Foto: Thayná Cunha/G1
Urnas eletrônicas são levadas para apuração em Araraquara — Foto: Thayná Cunha/G1

Ao menos 24 urnas eletrônicas apresentaram problemas e 22 foram substituídas, na manhã deste domingo, durante a votação do 2º turno em 17 cidades da região.

Alguns equipamentos foram trocados e outros passaram manutenção na seção. A votação seguiu normalmente.

No fechamento, uma das urnas no CAIC, em São Carlos, teve problemas de impressão da fita. O equipamento foi levado para o cartório por uma viatura da PM e o problema não afetou a contagem dos votos.

Exercício de cidadania

A aposentada Lúcia Helena Werneck, de 86 anos faz questão de votar neste domingo.  — Foto: Maurício Duch/G1
A aposentada Lúcia Helena Werneck, de 86 anos faz questão de votar neste domingo. — Foto: Maurício Duch/G1

Aos 86 anos, a aposentada Lúcia Helena Werneck faz questão de votar em São Carlos (SP). Segundo a filha, Regina Werneck, o pai já foi candidato a vereador na cidade e a mãe o ajudava na campanha. "Ela sempre gostou de política", disse.

Fonte: g1.globo.com

Cadeirante que se arrastou para votar no 1º turno em Salvador é transferido para seção com acessibilidade - Veja o vídeo.

Após transtornos no dia 7 de outubro, Caio Leonardo Serra não teve dificuldades para votar no maior colégio eleitoral da capital baiana neste domingo (28).

Por G1 BA

Cadeirante Caio Leonardo durante votação em Salvador — Foto: Juliana Cavalcante/TV Bahia
Cadeirante Caio Leonardo durante votação em Salvador — Foto: Juliana Cavalcante/TV Bahia

O rapaz cadeirante de 19 anos  que precisou se arrastar pelo chão para chegar até a seção eleitoral durante o primeiro turno em Salvador, viveu uma situação diferente neste domingo (28).

Clique AQUI para ver o video

Caio Leonardo Serra dos Santos Bassalo não teve dificuldades para votar no Colégio Estadual Luiz Vianna, no bairro de Brotas, maior colégio eleitoral da capital baiana. Neste segundo turno, a seção dele mudou do Pavilhão B para o C, que possui acessibilidade.

Caio chegou por volta das 10h40, acompanhado da mãe Tatiane Serra, que saiu a pé do Alto do Saldanha até o Colégio Estadual Luiz Vianna, em Brotas. No local de votação, o cadeirante registrou o voto com tranquilidade.

Transtornos

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Eleições 2018: jovem cadeirante se arrasta para votar em Salvador

No dia 7 de outubro, o rapaz de 19 anos precisou subir dois andares de escada se arrastando para chegar até sua seção eleitoral.

Lucas tem artrogripose congênita nos membros inferiores e também limitações na fala.

Em entrevista ao G1 no dia, a mãe relatou que Caio tinha muita vontade de votar e, por isso, não desistiu. "Ele queria muito votar, aí desceu da cadeira e subiu os dois andares se arrastando".

Caio Leonardo votou em Salvador — Foto: Juliana Cavalcante/TV Bahia
Caio Leonardo votou em Salvador — Foto: Juliana Cavalcante/TV Bahia

Caio Leonardo garantiu voto em Salvador — Foto: Juliana Cavalcante/TV Bahia
Caio Leonardo garantiu voto em Salvador — Foto: Juliana Cavalcante/TV Bahia

Fonte: g1.globo.com

Espanha desmantela rede de traficantes de pessoas que explorava romenos com deficiências

Romenos eram obrigados a atuar como mendigos ou disfarçados de estátuas vivas nas ruas de Santiago de Compostela, uma das cidades mais turísticas do país.

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Romenos são vítimas da precariedade e violência em países da Europa ocidental. Imagem de arquivo. PHILIPPE HUGUEN / AFP

Por RFI

A polícia da Espanha anunciou neste domingo (28) ter desmantelado uma rede de tráfico humano que explorava cidadãos romenos, a maioria com deficiências. Eles eram obrigados a atuar como mendigos ou disfarçados de estátuas vivas nas ruas de Santiago de Compostela, uma das cidades mais turísticas do país.

Três pessoas suspeitas, entre elas o acusado de ser o líder do grupo, foram detidos na operação. A polícia também libertou dez romenos que eram prisioneiros da gangue. Entre eles, havia seis mulheres que também eram obrigadas a se prostituírem. Os romenos eram alojados em condições insalubres na cidade vizinha de La Coruña.

A rede de traficantes recrutava pessoas em situação frágil na Romênia, com deficiências físicas ou mentais, e prometia trabalho em hotéis da Espanha. Mas, uma vez no local, eles eram obrigados a mendigar nas ruas de Santiago de Compostela, sob ameaça de morte. Todo o dinheiro obtido pelas vítimas ficava com os traficantes.

Entre as diversas humilhações às quais eram submetidos, os romenos eram forçados a se vestir como estátuas vivas, mímicos ou atuar como mendigos "quaisquer que fossem as condições climáticas".

De acordo com o comunicado da polícia espanhola, os membros da gangue se mostravam "violentos quando alguns romenos ficavam doentes e não podiam sair às ruas".

Como são cidadãos europeus, os romenos têm livre circulação na maioria dos países da Europa. Em busca de emprego e fugindo da pobreza, muitos deixam a Romênia na esperança de encontrar melhores condições de vida em outras nações europeias. Vários acabam em imensos acampamentos nas periferias das grandes cidades, vítimas da precariedade e violência.

Fonte: g1.globo.com

Pé diabético necessita de cuidados redobrados

Um quarto das amputações tem origem em problemas corriqueiros, como sapatos apertados e unhas encravadas

Por Mariza Tavares

O médico Eliud Garcia Duarte Júnior, coordenador da Comissão Nacional de Atuação Multidisciplinar de Diabetes e Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular — Foto: Divulgação
O médico Eliud Garcia Duarte Júnior, coordenador da Comissão Nacional de Atuação Multidisciplinar de Diabetes e Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular — Foto: Divulgação

O diabetes é uma doença silenciosa que atinge entre 18 milhões e 25 milhões de brasileiros. No entanto, 25% das pessoas recebem o diagnóstico acidental, ou seja, não apresentavam qualquer sintoma que tivesse chamado sua atenção, embora o organismo já estivesse sendo afetado pelas alterações provocadas pela enfermidade. Frequentemente esse paciente procura atendimento porque apresenta uma lesão no pé e não imagina que tem algo mais sério. Esse foi o objeto da minha conversa com o doutor Eliud Garcia Duarte Júnior, coordenador da Comissão Nacional de Atuação Multidisciplinar de Diabetes e Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular, que explicou: “o paciente pode procurar o médico com uma lesão no pé sem saber que é portador de diabetes há dois, três, cinco anos. Nesse caso, existe a probabilidade de também haver complicações renais, cardiovasculares e nos olhos”.

E por que o pé diabético necessita de cuidados redobrados? Isso ocorre porque a neuropatia diabética provoca danos aos nervos periféricos, a chamada neuropatia periférica. É como se a sensibilidade natural da pele fosse “desligada” e a pessoa não sente que algo a está incomodando ou ferindo. A qualidade da percepção do quente e frio também embute um risco severo: o diabético pode andar na areia da praia sem se dar conta de que está quente demais e acabar com uma queimadura. “A bolha formada pela queimadura pode ser foco de infecção, assim como muitas outras coisas pequenas que podem se tornar sérias: calçado apertado, sandálias com tiras entre os dedos, micoses ou unhas encravadas, uma tachinha no sapato que arranha o pé e assim por diante”, afirma o médico. Ninguém deve subestimar a gravidade dessas lesões: cerca de 20% das internações se devem a problemas nos membros inferiores e 25% das amputações têm origem em machucados como os que ele relacionou. O doutor Eliud aconselha inclusive que as meias devam ser usadas pelo avesso, para que a fricção da costura interna não cause nenhum ferimento.

O autoexame é fundamental, para checar se há lesões, mas um cuidador ou familiar deve se encarregar do processo se o idoso estiver numa situação de fragilidade. O indivíduo mais velho tem menos defesas e, quando se trata de pé, estamos falando de tecidos com menor irrigação sanguínea, como ossos, tendões e ligamentos, o que dificulta a ação de antibióticos. Some-se a isso o fato de 15% dos idosos apresentarem problemas circulatórios. A doença arterial tem importante relação com a hipertensão arterial e o diabetes, ainda mais se o paciente fumar e for sedentário. Há uma diminuição progressiva do calibre dos vasos sanguíneos, principalmente dos membros inferiores. Estágios avançados da enfermidade podem levar até à gangrena dos dedos – na verdade o risco de complicações é três vezes maior para quem é diabético. “Daí a necessidade de orientação, para que o paciente consiga controlar a doença e preservar sua qualidade de vida”, resume o doutor Eliud.

Fonte: g1.globo.com