Versões repaginadas do nazismo e malthusianismo valem-se da eugenia, com financiamento de fundações esquerdistas, para eliminar a síndrome de Down
Por Saber Melhor
Muito se fala sobre o nazismo, uma das páginas mais tristes e vergonhosas da humanidade, mas, pouco se sabe sobre as ideias que inspiraram o regime do austríaco Adolf Hitler. Poucos sabem que algumas das ideias nazistas, no ano de 2018, ainda continuam sendo aplicadas, inclusive e principalmente, por nações desenvolvidas. Vejamos algumas ideias contidas no repugnante Mein Kampf, escrito por ninguém menos do que o próprio Hitler, e depois analisemos a proibição do Governo da França de que pessoas felizes com síndrome de Down fossem exibidas em redes de televisão. Vejamos como o nazismo, malthusianismo e os interesses de grandes fundações internacionais se correlacionam para eliminar a síndrome de Down.
Os Judeus foram perseguidos, mas não foram as únicas vítimas. Negros, eslavos, maçons, pessoas com deficiência, homossexuais e qualquer grupo que não fosse considerado “ariano” deveria ser exterminado segundo a ideologia nazista engendrada por Hitler. Na propaganda nazista, segundo a concepção de Hitler, havia a necessidade de se criar um inimigo para fortalecimento do movimento. Os Judeus foram escolhidos para ser o inimigo comum. O fermento ideológico pôde crescer diante do estado de miséria econômica que à época era experimentado pela Alemanha. Bastava culpar os Judeus pela falta de comida, pela crise econômica etc., criando, assim, o ambiente para o crescimento do nazismo. O inimigo da vez são as crianças, ainda no ventre materno, que possuem deficiência.
No prefácio de sua obra demoníaca, Adolf Hitler afirmava saber que os adeptos do nazismo não seriam conquistados pela palavra escrita, mas, sim, pela palavra falada. As grandes causas devem seu desenvolvimento não aos grandes escritores, mas, sobretudo, aos grandes oradores. Sabendo que o gosto pela leitura não é um hábito popular, a oratória é o grande instrumento motivacional para adesão a uma causa, pense em movimentos populares, em que os adeptos são conduzidos por meio de discursos inflamados. Pense na importância dos modernos artistas e das mídias sociais para incutir ideias pré-moldadas nos seus adeptos.
Hoje, no mundo contemporâneo, existe uma grande pressão econômica para com algumas causas, tais como aborto, ideologia de gênero e eutanásia. Perceba como o discurso é sempre o mesmo, “liberdade de escolha”, “evitar sofrimento”, “respeito à mulher”, etc. Não importa o local. Países diferentes, culturas diferentes, mas o mesmo discurso padronizado. A padronização dos discursos é forjada por meio de propaganda, veiculada por oradores capacitados. Os argumentos, raramente, são fruto de um amadurecimento intelectual, de estudo. Discursos do tipo: “corrupção sempre houve, no governo anterior era pior”; “homem não engravida, logo não pode falar sobre aborto” são frutos de um modelo de propaganda nazista, que rouba consciências. Os “intelectuais” e “artistas”, em geral remunerados fartamente, são a isca para atrair os incautos e incutir a ideia de que determinadas causas, embora abjetas, pareçam nobres.
A causa do aborto, e a eugenia que se segue após a liberação ou discriminação da prática abortiva, é um exemplo perfeito de como a propaganda, com inspirações nazistas, funciona. A oratória das personalidades midiáticas cativa determinados grupos, que, escravizados pela retórica, repetem discursos pré-fabricados, mas com aparência de intelectualidade e modernismo.
O discurso é de defesa da mulher, do direito de escolha e de liberdade, mas, por trás do discurso, encontramos o malthusianismo, proposto por Thomas Robert Malthus, que foi um economista britânico e que elaborou as bases teóricas para o controle do aumento populacional quando, em 1798, lançou a obra “Um ensaio sobre o Princípio de população”. Em linhas gerais, o crescimento populacional não acompanharia a produção de alimentos, e o número de nascimentos deveria ser controlado. A principal solução para estancar o crescimento populacional mundial era (e continua sendo) o controle de natalidade em países pobres.
Com o avanço das tecnologias agrícolas, o discurso de que o aumento populacional importaria em fome perdeu força. Por essa razão, na atualidade, a teoria de Malthus está recebendo uma nova roupagem. Alguns apregoam que o crescimento populacional deve ser estancado porque pressiona o meio-ambiente. Os ambientalistas, muitos dizem, são os novos comunistas. Em fato, os partidários do comunismo, em geral, migraram para partidos com viés ambientalista. Os recursos naturais (água, por exemplo) não poderão atender a toda coletividade e por isso a urgência do controle populacional. Outros dizem que os sistemas previdenciários e de saúde pública entrarão em colapso se a população continuar crescendo. Então, sob a bandeira de defesa da mulher, na verdade, busca-se controle demográfico.
E, nenhum país conseguiu controlar o crescimento demográfico apenas com educação, todos tiveram que recorrer ao aborto. E, uma vez legalizado ou descriminalizado o aborto, a eugenia contra crianças com deficiência eclodiu com impressionante força. Alguns países europeus vangloriam-se de ter eliminado a síndrome de Down e outras condições genéticas. Dizem, para justificar o genocídio, que as crianças com deficiência sofrem muito e, para evitar o sofrimento delas, melhor não deixar que nasçam.
A cultura da morte está tão disseminada, que o governo francês proibiu a veiculação de um comercial protagonizado por pessoas com síndrome de Down e em situação de felicidade. Veja, ao final, o vídeo que foi proibido.
Os que defendem a liberação do aborto até mesmo pais de crianças com deficiência – dizem que no Brasil não haverá aborto eugênico. Dizem que a nossa noção de moralidade e capacidade de empatia são maiores e melhores do que dos países europeus. Não sabemos dizer se, realmente, acreditam nisso, ou se apenas repetem um discurso para aliviar as próprias consciências.
Enfim, o Brasil é um dos últimos países com grande contingente populacional que ainda não aderiu ao aborto como prática institucional e o crescimento da população brasileira é visto como um problema. Por tal motivo, os grupos internacionais derramam milhares de dólares em organizações que promovem a legalização e descriminalização do aborto. Também despejam dinheiro nos grupos que se propõem a defender os segmentos sociais que seriam mais atingidos pelas práticas de controle populacional, de modo a silenciar qualquer voz contrária aos interesses espúrios de controle demográfico. A retórica dos grupos que defendem o aborto e, como consequência, abrem as portas brasileiras ao aborto eugênico, é elaborada e sedutora. Possui um alcance muito grande. Quem se preocupa com o tema, deve, insistentemente, suscitar o debate, porque, no moderno e odiável nazismo, as crianças com deficiência são as inimigas a serem combatidas desde o ventre materno. Elas pressionam o meio-ambiente e os custos estatais (sistema previdenciário, sistema de saúde e sistema educacional) e privados (planos de saúde), causando miséria, e sem dar qualquer retorno à sociedade. Além disso, sofrem e terão uma vida miserável. Sendo assim, dizem os neonazistas, os neomalthusianos e eugenistas, melhor que a síndrome de Down não nasça.
Dirão que é teoria da conspiração. Será que é?
ASSISTA O VÍDEO PROIBIDO NA FRANÇA PARA NÃO CONSTRANGER AS MULHERES QUE ABORTARAM SEUS FILHOS