sexta-feira, 9 de novembro de 2018

CBDV celebrará 10 anos de fundação com homenagens a personagens importantes

Foto: Márcio Rodrigues/CPB/MPIX
CBDV celebrará 10 anos de fundação com homenagens a personagens importantes
Legenda: Alana Maldonado conquistou a prata nos Jogos Rio 2016, um dos resultados expressivos nos 10 anos da CBDV

No próximo sábado, 10, às 13h, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, a Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais realizará uma cerimônia em celebração aos 10 anos da entidade, comemorado no dia 6 de Novembro, com presença de alguns dos personagens que contribuíram para o desenvolvimento do movimento paralímpico no país.

O evento acontecerá antes das semifinais da Copa Loterias Caixa de Futebol de 5 – Série A, o que torna o momento ainda mais especial. A primeira partida que definirá uma das finalistas do campeonato mais importante da modalidade no país começa às 14h, e o outro postulante ao título será conhecido na sequência, a partir das 15h30.

A celebração dos 10 anos da CBDV acontecerá em dois momentos. Neste primeiro, serão feitas homenagens a algumas pessoas que estiveram presentes em momentos importantes na luta do movimento paralímpico de cegos no país. Já na segunda parte da celebração, marcada para o dia 18 de Novembro, no CT Paralímpico, quando serão realizadas as finais da Copa Loterias Caixa de Goalball, estarão presentes alguns técnicos, árbitros e atletas, em representação a todos aqueles que também marcaram época.

“Este é um momento importante na história da CBDV, do movimento paralímpico de cegos e para os atletas, que são o nosso principal propósito. E de tantas alegrias que nos proporcionam o mínimo que podemos fazer é agradecer em especial a todos eles, além de todos os que fizeram esta Confederação ser e se manter grande. Vamos fazer duas bonitas homenagens para reconhecer personagens importantes nessa trajetória”, disse o Presidente José Antônio Ferreira Freire.

Fonte: cbdv.org.br

Única treinadora da Copa Loterias Caixa de Fut de 5 busca segunda final consecutiva

Rafael Sena/CPB
Imagem

Por CPB

A equipe de futebol de 5 do CEDEMAC, do Maranhão, busca na edição de 2018 da Copa Loterias Caixa de Futebol de 5 a segunda final consecutiva, sob o comando da treinadora Laryssa Macedo, única técnica mulher da competição. As disputas, que acontecem no CT Paralímpico, em São Paulo, começaram na segunda-feira, 5, e vão até o domingo, 11. Ao todo, são 12 equipes disputando o título brasileiro.

Formada em Educação Física, Laryssa teve seu primeiro contato com o esporte paralímpico a partir da fisioterapeuta da equipe de futebol de 5 do CEDEMAC, que também atendia o time que ela jogava futsal, em 2013. Laryssa se interessou pelo tema e decidiu, alguns anos depois, escrever sua monografia de conclusão de curso sobre educação esportiva para pessoas com deficiência visual.

“Eu comecei a acompanhar o futebol de 5 e pensava que um dia poderia também trabalhar com isso. Depois de alguns anos, eu acabei recebendo o convite para ser preparadora física do CEDEMAC, e em algumas semanas, para ser técnica deles”, conta a técnica.

Laryssa fala que a fase de adaptação, desde a sua chegada até o nacional de 2017, foi bastante curta, mas o suficiente para que eles conquistassem o segundo lugar na competição. No ano anterior, em 2016, eles tinham sido campeões da série B, o que os levou para a série A na temporada seguinte.

Sobre ser a única mulher a frente de uma equipe neste campeonato, Laryssa diz que acaba assumindo um papel de mostrar que a questão de “sexo frágil” relacionada a mulher, é um tabu machista que ainda existe na sociedade. Sendo uma modalidade basicamente masculina (não há equipes femininas no futebol de 5), ela afirma que não há diferenças entre técnicos homens e mulheres, já que todos estão lá pelos mesmos objetivos.

“Eu acho que por ser mulher é até mais fácil a comunicação com os meninos, porque é uma voz diferente, porque quando eles estão jogando, eles já sabem que sou eu falando, é uma voz mais aguda. Mas eu fico muito feliz com o meu papel de defender que a mulher tem muito trabalho pela frente, e que nós técnicos temos muito o que aprender um com o outro, não tem essa questão de segregação por ser mulher ou homem.”

Na última quarta-feira, 7, o CEDEMAC passou para as oitavas de final do nacional e volta às quadras na sexta-feira, 9, às 10h contra a equipe do APADEV, de São Paulo. A grande final da competição acontece no domingo, 11, às 11h, com transmissão ao vivo pelo SporTV 2.

Fonte: cpb.org.br


O mundo será melhor sem a síndrome de Down? - Veja o vídeo.

Versões repaginadas do nazismo e malthusianismo valem-se da eugenia, com financiamento de fundações esquerdistas, para eliminar a síndrome de Down

Por Saber Melhor

                 

Muito se fala sobre o nazismo, uma das páginas mais tristes e vergonhosas da humanidade, mas, pouco se sabe sobre as ideias que inspiraram o regime do austríaco Adolf Hitler. Poucos sabem que algumas das ideias nazistas, no ano de 2018, ainda continuam sendo aplicadas, inclusive e principalmente, por nações desenvolvidas. Vejamos algumas ideias contidas no repugnante Mein Kampf, escrito por ninguém menos do que o próprio Hitler, e depois analisemos a proibição do Governo da França de que pessoas felizes com síndrome de Down fossem exibidas em redes de televisão. Vejamos como o nazismo, malthusianismo e os interesses de grandes fundações internacionais se correlacionam para eliminar a síndrome de Down.

Os Judeus foram perseguidos, mas não foram as únicas vítimas. Negros, eslavos, maçons, pessoas com deficiência, homossexuais e qualquer grupo que não fosse considerado “ariano” deveria ser exterminado segundo a ideologia nazista engendrada por Hitler. Na propaganda nazista, segundo a concepção de Hitler, havia a necessidade de se criar um inimigo para fortalecimento do movimento. Os Judeus foram escolhidos para ser o inimigo comum. O fermento ideológico pôde crescer diante do estado de miséria econômica que à época era experimentado pela Alemanha. Bastava culpar os Judeus pela falta de comida, pela crise econômica etc., criando, assim, o ambiente para o crescimento do nazismo. O inimigo da vez são as crianças, ainda no ventre materno, que possuem deficiência.

No prefácio de sua obra demoníaca, Adolf Hitler afirmava saber que os adeptos do nazismo não seriam conquistados pela palavra escrita, mas, sim, pela palavra falada. As grandes causas devem seu desenvolvimento não aos grandes escritores, mas, sobretudo, aos grandes oradores. Sabendo que o gosto pela leitura não é um hábito popular, a oratória é o grande instrumento motivacional para adesão a uma causa, pense em movimentos populares, em que os adeptos são conduzidos por meio de discursos inflamados. Pense na importância dos modernos artistas e das mídias sociais para incutir ideias pré-moldadas nos seus adeptos.

Hoje, no mundo contemporâneo, existe uma grande pressão econômica para com algumas causas, tais como aborto, ideologia de gênero e eutanásia. Perceba como o discurso é sempre o mesmo, “liberdade de escolha”, “evitar sofrimento”, “respeito à mulher”, etc. Não importa o local. Países diferentes, culturas diferentes, mas o mesmo discurso padronizado. A padronização dos discursos é forjada por meio de propaganda, veiculada por oradores capacitados. Os argumentos, raramente, são fruto de um amadurecimento intelectual, de estudo. Discursos do tipo: “corrupção sempre houve, no governo anterior era pior”; “homem não engravida, logo não pode falar sobre aborto” são frutos de um modelo de propaganda nazista, que rouba consciências. Os “intelectuais” e “artistas”, em geral remunerados fartamente, são a isca para atrair os incautos e incutir a ideia de que determinadas causas, embora abjetas, pareçam nobres.

A causa do aborto, e a eugenia que se segue após a liberação ou discriminação da prática abortiva, é um exemplo perfeito de como a propaganda, com inspirações nazistas, funciona. A oratória das personalidades midiáticas cativa determinados grupos, que, escravizados pela retórica, repetem discursos pré-fabricados, mas com aparência de intelectualidade e modernismo.

O discurso é de defesa da mulher, do direito de escolha e de liberdade, mas, por trás do discurso, encontramos o malthusianismo, proposto por Thomas Robert Malthus, que foi um economista britânico e que elaborou as bases teóricas para o controle do aumento populacional quando, em 1798, lançou a obra “Um ensaio sobre o Princípio de população”. Em linhas gerais, o crescimento populacional não acompanharia a produção de alimentos, e o número de nascimentos deveria ser controlado. A principal solução para estancar o crescimento populacional mundial era (e continua sendo) o controle de natalidade em países pobres.

Com o avanço das tecnologias agrícolas, o discurso de que o aumento populacional importaria em fome perdeu força. Por essa razão, na atualidade, a teoria de Malthus está recebendo uma nova roupagem. Alguns apregoam que o crescimento populacional deve ser estancado porque pressiona o meio-ambiente. Os ambientalistas, muitos dizem, são os novos comunistas. Em fato, os partidários do comunismo, em geral, migraram para partidos com viés ambientalista. Os recursos naturais (água, por exemplo) não poderão atender a toda coletividade e por isso a urgência do controle populacional. Outros dizem que os sistemas previdenciários e de saúde pública entrarão em colapso se a população continuar crescendo. Então, sob a bandeira de defesa da mulher, na verdade, busca-se controle demográfico.

E, nenhum país conseguiu controlar o crescimento demográfico apenas com educação, todos tiveram que recorrer ao aborto. E, uma vez legalizado ou descriminalizado o aborto, a eugenia contra crianças com deficiência eclodiu com impressionante força. Alguns países europeus vangloriam-se de ter eliminado a síndrome de Down e outras condições genéticas. Dizem, para justificar o genocídio, que as crianças com deficiência sofrem muito e, para evitar o sofrimento delas, melhor não deixar que nasçam.

A cultura da morte está tão disseminada, que o governo francês proibiu a veiculação de um comercial protagonizado por pessoas com síndrome de Down e em situação de felicidade. Veja, ao final, o vídeo que foi proibido.

Os que defendem a liberação do aborto até mesmo pais de crianças com deficiência – dizem que no Brasil não haverá aborto eugênico. Dizem que a nossa noção de moralidade e capacidade de empatia são maiores e melhores do que dos países europeus. Não sabemos dizer se, realmente, acreditam nisso, ou se apenas repetem um discurso para aliviar as próprias consciências.

Enfim, o Brasil é um dos últimos países com grande contingente populacional que ainda não aderiu ao aborto como prática institucional e o crescimento da população brasileira é visto como um problema. Por tal motivo, os grupos internacionais derramam milhares de dólares em organizações que promovem a legalização e descriminalização do aborto. Também despejam dinheiro nos grupos que se propõem a defender os segmentos sociais que seriam mais atingidos pelas práticas de controle populacional, de modo a silenciar qualquer voz contrária aos interesses espúrios de controle demográfico. A retórica dos grupos que defendem o aborto e, como consequência, abrem as portas brasileiras ao aborto eugênico, é elaborada e sedutora. Possui um alcance muito grande. Quem se preocupa com o tema, deve, insistentemente, suscitar o debate, porque, no moderno e odiável nazismo, as crianças com deficiência são as inimigas a serem combatidas desde o ventre materno. Elas pressionam o meio-ambiente e os custos estatais (sistema previdenciário, sistema de saúde e sistema educacional) e privados (planos de saúde), causando miséria, e sem dar qualquer retorno à sociedade. Além disso, sofrem e terão uma vida miserável. Sendo assim, dizem os neonazistas, os neomalthusianos  e eugenistas, melhor que a síndrome de Down não nasça.

Dirão que é teoria da conspiração. Será que é?

ASSISTA O VÍDEO PROIBIDO NA FRANÇA PARA NÃO CONSTRANGER AS MULHERES QUE ABORTARAM SEUS FILHOS

Fonte: https://www.sabermelhor.com.br/o-mundo-sera-melhor-sem-a-sindrome-de-down

O mundo seria melhor com menos crianças africanas? Seria melhor sem pessoas com deficiência?

Não, o mundo não ficaria melhor com menos crianças africanas ou sem pessoas com deficiência

Por Saber Melhor


A Fundação Gates divulgou um alerta de que as africanas estão tendo muitos filhos, fazendo com que o Presidente francês, Emmanuel Macron, antecipasse posições voltadas ao controle populacional na África. Grupos economicamente poderosos, como a fundação ligada aos milionários Bill e Melinda Gates, manifestam preocupação com o fato de que muitas crianças estão nascendo.

Eles, ainda que não afirmem isso textualmente, acreditam que o mundo seria melhor com menos crianças africanas. Bill Gates acredita que o nascimento de muitas crianças em uma região pobre seja um problema mundial. Diz que uma jovem com inúmeros filhos não tem como ser educada de forma apropriada. Que os avanços conseguidos na luta contra a pobreza e as doenças estão em risco diante do nascimento de muitas crianças.

Então, em linhas gerais, para garantir a educação apropriada para as meninas, que vivem em países com ditaduras corruptas e que se casam, em média, aos 12 anos de idade, a adoção de métodos radicais de controle de natalidade é a solução apontada. A principal delas: a facilitação do aborto.


É inconteste que a África é uma região pobre e infestada de doenças causadas por falta de saneamento básico, por subnutrição e por ausência de assistência médica adequada. Também é fato que os governos africanos, em geral, são corruptos e ditatoriais. Meninas de 11 anos, as vezes menos, também são dadas em casamento arranjados e à prostituição infantil.

Todos os problemas sociais que atingem a África causam problemas gigantescos. Qual a solução? Certamente matar as crianças não é a resposta para os graves desafios do continente Africano. Se os multibilionários investissem em promoção da dignidade das pessoas, em fortalecimento do sistema de saúde, e, por meio de políticas consistentes exigissem a democratização dos países africanos provavelmente ter-se-ia uma indescritível melhora nas condições de vida do povo daquela região. Todavia, a solução escolhida é sempre a a de matar as crianças, sem interferir nas causas da miséria.

E não são apenas as grandes fundações “caritativas” que promovem a miséria. Países como o Brasil, sistematicamente, alimentaram com recursos financeiros as ditaduras africanas. Na última década o Brasil, aliás, foi pródigo ao financiar ditaduras crudelíssimas no continente Africano e na américa latina. A título de exemplo, Cuba, Venezuela, Zimbábue, Guiné Equatorial, Angola, Congo e Gabão.

É no contexto de miséria, financiamento de ditaduras e controle populacional que o relatório “2018 Goalkeepers Data Report” precisa ser analisado. Não há, nem mesmo de soslaio, qualquer intenção de proteger ou defender direitos das mulheres.

A intenção é puramente econômica, como se percebe quando os Gates afirmam que “o aumento da população jovem pode ser algo bom para a economia, desde que as pessoas sejam saudáveis, educadase produtivas”.

Today’s booming youth populations can be good news for the economy; if young people are healthy, educated, and productive, there are more people to do the kind of innovative work that stimulates rapid growth. This helps explain the amazing progress of the past generation in most of the world, and it is the key to spreading that progress everywhere.

A erradicação da pobreza, e o crescimento econômico, somente serão atingidos com o controle demográfico. As razões são econômicas, mas, sempre dirão que o que buscam é o “empoderamento” da mulher.

E o cinismo é enorme. Melinda Gates se diz, pessoalmente, contra o aborto, mas crítica severamente as ações adotadas por Donald Trump. A senhora Gates ainda diz que constantemente tem se reunido com autoridades católicas para convencê-los de que políticas contraceptivas podem mudar economias.

Uma outra característica marcante dos Gates é a de recorrer às meias-verdades, ou mentiras completas. Melinda, sistematicamente, afirma que a fundação do casal não financia aborto ou organismos voltados à promoção do aborto. Não é bem assim. Eles vêm sendo desmentidos de forma sistemática. Em reportagem da Live Actions News,  consta a existência de doações que superam a casa dos cem milhões de dólares investidos nos diversos braços da Planned Parenthood e Marie Stopes internacional. A maioria dos recursos foram para a África, Ásia e América Latina. O investimento é indireto. Doam para outras organizações, que, por sua vez, doam à causa da promoção do aborto.

Até 2020, Melinda Gates espera arrecadar 4 bilhões de dólares para impor à população pobre a agenda de controle populacional dos Gates. Certamente não faltaram movimentos feministas de esquerda para, empunhando falsamente a bandeira de defesa da mulher, promover o aborto das pobres crianças pobres africanas, asiáticas e latino americanas.

Como eles dizem, o aumento da população jovem pode ser algo bom para a economia, desde que as pessoas sejam saudáveis, educadas e produtivas. Isso explica as razões pelas quais os movimentos de esquerda tentam se apropriar da voz das pessoas com deficiência e pobres. Quando elas estiverem sendo abortadas, ninguém falará por elas.

Em Portugal: Segurança Social nega pensão a cega e incapacitada que tem filho com paralisia cerebral

A Segurança Social negou dar uma pensão de invalidez a uma mulher de 34 anos, que tem 10% de visão e incapacidade permanente de 93,4%.

Segurança Social nega pensão a cega e incapacitada que tem filho com paralisia cerebral

Marta Teixeira tem três filhos menores, um dos filhos sofre de paralisia cerebral, os únicos rendimentos da casa são o ordenado do marido, que é cego, e 300 euros do abono das crianças.

A mãe sofre de miopia alta e retinite pigmentar.

A família reside em Casal de Cambra (Sintra). A mulher trabalhou um ano como telefonista num supermercado, no entanto, foi obrigada a deixar o emprego após o nascimento de João, o filho de sete anos, que sofre de paralisia cerebral.

“Durante quatro anos fiquei de baixa por assistência ao filho e a partir daí deixei de receber subsídio”, revela. A família sobrevive graças ao salário de Nuno Fernandes, cego devido a glaucoma: ele trabalha como telefonista e tem um salário mensual de 557 €.

“Gasto muito dinheiro com o João, com fraldas, seringas e medicamentos”, conta Marta.

O Instituto da Segurança Social explica que o pedido de pensão foi indeferido pois Marta “não foi considerada com incapacidade para o exercício da profissão”, mas vai convocá-la para “atualizar o diagnóstico social” da família.

O oftalmologista Eugénio Leite, que tem tratado Marta, diz ser “intolerável” a decisão de negar a pensão à mãe. “Ela tem um campo visual tubular, como se visse por um tubo. Durante o dia vislumbra pouco e à noite não tem visão.”

Prêmio Melhores Empresas para Trabalhadores com Deficiência é entregue em São Paulo


Imagem: Secretária Dra. Linamara com finalistas do Prêmio Melhores Empresas para Trabalhadores com Deficiência

Em 14 de agosto, aconteceu no Museu da Casa Brasileira a entrega do Prêmio Melhores Empresas para Trabalhadores com Deficiência – 2018, com a presença da Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Dra. Linamara Rizzo Battistella; a primeira dama do Estado de São Paulo Lúcia França; a presidente da i.Social - Soluções em Inclusão Social, Andrea Schwarz; entre outras autoridades.

A Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Dra. Linamara Rizzo Battistella, esteve presente no evento e falou sobre a importância do fortalecimento de ações efetivas em prol da inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho. “Essa ação tem significado de fortalecimento de mercado, nós estamos fazendo o crescimento de nosso país”, enfatizou.

O prêmio foi criado para valorizar e reconhecer publicamente as empresas que possuem pessoas com deficiência em seus quadros de colaboradores, mas, mais do que isso, também visa ser uma inspiração para outras organizações, fazendo com que reflitam sobre os benefícios da inclusão.

Dra. Linamara também destacou, “queremos que cada brasileiro possa encontrar espaço na produção, que possa ser visto como um potencial empreendedor e cada brasileiro com e sem deficiência possa caminhar de braços dados em direção ao desenvolvimento, que a desigualdade desapareça da nossa história e que o respeito à diversidade seja bandeira do nosso país”.

Andrea Schwarz também falou um pouco sobre a importância do Prêmio, que foi pensado em conjunto entre a i.Social e a Secretaria, e do trabalho na vida da pessoa com deficiência. “Quando me tornei uma pessoa com deficiência, não sabia a força que o trabalho teria na minha reabilitação. Ele me fez superar as limitações e ter uma vida normal. O trabalho me ajudou a entender que eu continuava uma pessoa capaz”, frisou.

Os inscritos se dividem em quatro categorias: grandes empresas; micro, médias e pequenas empresas; empresas estrangeiras; e empreendedores com deficiência.

Neste ano, os vencedores na categoria “Empreendedores com Deficiência” foram: em terceiro lugar, Arquitetos da Criatividade; em segundo lugar, Diversidade & Talentos; e em primeiro lugar, Chaveiro Martins.

A Specialisterne Brasil foi a grande vencedora na categoria “Micro, Médias e Pequenas Empresas”, que traz em suas regras contemplar empresas com até 99 funcionários. A ação vencedora visa promover a formação de pessoas com autismo em tecnologia da informação e habilidades sociais com vistas à sua inclusão profissional.

Já na categoria “Grandes Empresas”, que abrange empresas com 100 ou mais funcionário, o terceiro lugar ficou com McDonald’s, que desde 2012 a organização criou o Projeto Emprego com Apoio, cujo nome hoje é Programa de Inclusão McDonald’s e que objetiva acompanhar os funcionários com deficiência presentes em 93% dos restaurantes, sendo 71% deles com deficiência intelectual. A equipe conta também com 46 profissionais dedicados exclusivamente ao processo de contratação e gestão de carreira dos trabalhadores com deficiência.

Na mesma categoria, em segundo lugar ficou o Senac – São Paulo. Entre os 480 profissionais com de­ficiência que atuam no Senac, neste último ano 57% conseguiram evoluir profissionalmente, receberam promo­ções ou atingiram novos patamares na hierarquia funcional da empresa.

O primeiro lugar dessa categoria ficou por conta da empresa IBM, que tem uma ação chamada Liga da Inclusão de Pessoas com Deficiência que se trata de um grupo multidisciplinar composto por funcionários de quatorze áreas da empresa com o propósito de proporcionar a melhor experiência para os profissionais com deficiência.

Além dos vencedores, três empresas foram destaque de boas práticas e receberam placas de participação. O Itaú Unibanco que elaborou programas de inclusão que revelam a atenção e sensibilidade da empresa com as questões que se colocam para que seja garantida a autonomia e o bem-estar do profissional com deficiência.

Outro destaque ficou por conta da Monsanto do Brasil, que realiza ações que vão desde implementar infraestrutura voltada para acessibilidade, até a criação de um programa que valoriza a diversidade das empresas fornecedoras.

Já a Samsung Eletrônica da Amazônia LTDA, apresentou seus cinco programas principais para inclusão de seus funcionários: Ir e Vir Samsung, Inserir
Samsung, Atrair Samsung, Direcionar Samsung, Participar Samsung. A
empresa se destaca com o Programa de Inclusão de múltiplas abordagens.

Abaixo, lista com todos os vencedores:

BOAS PRÁTICAS
Itau Unibanco
Monsanto do Brasil
Samsung Eletronica da Amazônia LTDA

MICROS, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS
1º Specialisterne Brasil
2º Casinha Pequenina

EMPREENDEDORES COM DEFICIÊNCIA
1º Chaveiro Martins
2º Diversidade & Talentos
3º Arquitetos da Criatividade

GRANDES EMPRESAS
1º IBM
2º Senac
3º McDonald's

Blogueiro pedalará 3 mil km para ajudar pessoas com deficiência

Projeto Pedale por Aqueles que Ainda Não Podem pretende arrecadar 30 mil reais para instituições

Foto de Pepe com sua bicicleta. Ele é jovem, branco, com cabelos curtos e barba castanha e está sorrindo

Confira a matéria do Estado de S Paulo sobre o blogueiro Pepe e seu projeto para arrecadação de fundos para instituições de pessoas com deficiência:

O blogueiro Valmor Giuseppe Fiamoncini, mais conhecido como Pepe, vem colocando em prática um projeto para ajudar pessoas com deficiência física chamado Pedale por Aqueles que Ainda Não Podem.

Pepe pretende percorrer cerca de 3 mil quilômetros entre Porto Alegre e o Rio de Janeiro para arrecadar doações para a Associação Desportiva para Deficientes (ADD) e para a Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR).

Sua viagem teve início no dia 1º de outubro deste ano, e, se tudo correr como previsto, chegará ao fim em 23 de dezembro. Até o momento, mais de R$ 6 mil foram arrecadados ao longo de mais de 1,2 mil quilômetros.

“A cada dia me surpreendo com os lugares que passo e principalmente com as pessoas que conheço. Tenho certeza de que não estou ajudando apenas pessoas com deficiência, mas sim todos aqueles com quem estou me conectando”, afirmou Pepe.

“Estou arrecadando doações nas ruas, nos parques e nos sinais de trânsito e promovendo pedaladas conjuntas pelas cidades, além de visitar centros de tratamento de pessoas com deficiência”.

Pepe criou uma  conta no site Vakinha para que as pessoas possam contribuir com a sua causa (Clique aqui para acessar a página). Até o momento, foram arrecadados R$ 6.930,00, diante de um objetivo de R$ 30 mil.