domingo, 10 de fevereiro de 2019

Jovem com paralisia cerebral é ovacionado ao receber diploma da faculdade - Veja o vídeo

Juliano Guerreiro Peinado, de 22 anos, é deficiente físico e não fala. Mesmo assim, driblou as dificuldades e se graduou no curso de Rádio, TV e Internet, em uma faculdade de Campo Limpo Paulista.

Por Natália de Oliveira, G1 Sorocaba e Jundiaí

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Jovem que sofreu paralisia cerebral ao nascer é ovacionado ao receber diploma da faculdade

Era para ter sido apenas mais uma colação de grau de uma faculdade de Campo Limpo Paulista (SP), se não fosse pela presença de um formando em especial. Quando foi anunciado o nome de Juliano Guerreiro Peinado, de 22 anos, os demais formandos, professores e até o público presente na cerimônia fizeram questão de ovacionar o estudante pela conquista.

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Juliano sofreu uma paralisia cerebral provocada por falta de oxigênio quando estava prestes a nascer. Como consequência, teve uma parada cardíaca, e alguns neurônios e parte do cérebro sofreram lesões que ocasionaram danos motores e em áreas responsáveis pela sua fala. Além disso, foi diagnosticado com meningite com dois meses de vida.

Mesmo assim, ele driblou as dificuldades impostas por sua condição física e oral ao se formar como bacharel em Rádio, TV e Internet.

Estudante fez questão de frequentar assiduamente todas as aulas da grade curricular — Foto: Divulgação/Unifaccamp
Estudante fez questão de frequentar assiduamente todas as aulas da grade curricular — Foto: Divulgação/Unifaccamp

O momento em que o estudante recebe o diploma e o reconhecimento de todos foi gravado por um professor. O vídeo viralizou após ser postado na página oficial da faculdade em uma rede social.

Nas imagens é possível ver Juliano sendo levado de cadeiras de roda pelo pai até a frente da cerimônia para pegar o canudo. Ao passar pelo corredor, a plateia o aplaude em pé e de forma acalorada, com muitos gritos e assobios, como se estivesse em um grande festival musical. O estudante até levanta os braços em sinal de agradecimento e comemoração à multidão.

Em seguida, o pai de Juliano o levanta da cadeira de rodas e ele é recebido pelo professor Cleber Carvalho, que é quem o entrega o diploma. Os três ainda param para registrar o momento com algumas fotos, enquanto as pessoas presentes na cerimônia continuam ovacionando o estudante pelo feito.

                 Jovem que sofreu paralisia cerebral ao nascer é ovacionado ao receber diploma da faculdade — Foto: Divulgação/Unifaccamp
Jovem que sofreu paralisia cerebral ao nascer é ovacionado ao receber diploma da faculdade — Foto: Divulgação/Unifaccamp

Aluno dedicado

A duração do curso de Rádio, TV e Internet foi de quatro anos, período em que, segundo um colega de sala de Juliano, o estudante fez questão de frequentar assiduamente todas as aulas da grade curricular.

"Apesar dele ter uma limitação física, o cérebro é 100%. Ele é muito inteligente. Sempre foi um aluno muito presente, sempre participativo, se envolvia em todos os trabalhos que eram propostos", conta Edvanderson Luiz Corrêa Dorta, que também trabalha no departamento de publicidade da faculdade.

De acordo com os colegas de curso, Juliano sempre foi um aluno muito dedicado — Foto: Edvanderson Luiz Corrêa Dorta/Arquivo pessoal
De acordo com os colegas de curso, Juliano sempre foi um aluno muito dedicado — Foto: Edvanderson Luiz Corrêa Dorta/Arquivo pessoal

O colega ainda explica que, durante as aulas, Juliano contava com o apoio de um acompanhante próprio e utilizava um computador adaptado, no qual ele digitava utilizando os pés. Além disso, a faculdade de Campo Limpo Paulista possui acessibilidade tanto do lado de fora quanto dentro da unidade, o que permitiu a sua mobilidade.

"O Juliano é um exemplo. Apesar da universidade ter vários mestres e doutores, eles sempre falaram em sala de aula que aprenderam muito mais com o Juliano do que ensinaram. A força de vontade dele deixou um bom exemplo para todos e vê-lo se formando com a gente deixou todos emocionados", relembra o colega.

Juliano serviu de inspiração para os colegas de classe e professores — Foto: Divulgação/Unifaccamp
Juliano serviu de inspiração para os colegas de classe e professores — Foto: Divulgação/Unifaccamp

Fonte: g1.globo.com

Estudante cria prótese com Lego para seu braço na Espanha - Veja o vídeo

Primeira versão foi feita quando ele tinha apenas 9 anos. Agora, David Aguilar já está na quarta geração do artefato.

Por Reuters

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Jovem constrói sua própria prótese usando peças de Lego

O universitário David Aguilar construiu para si mesmo uma prótese para seu braço usando peças de Lego depois de ter nascido sem o antebraço direito devido a uma condição genética rara.

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Aguilar, 19 anos, que cursa bioengenharia na Universitat Internacional de Catalunya, na Espanha, já está usando seu quarto modelo dessa prótese e seu sonho é projetar membros robóticos acessíveis para aqueles que precisam deles.

Seus antigos brinquedos favoritos, os blocos de plástico, tornaram-se o material de construção para o primeiro braço artificial, ainda muito rudimentar, de Aguilar aos 9 anos de idade, e cada nova versão eles possuíam maior capacidade de movimentação do que a anterior.

"Quando criança eu ficava muito nervoso por estar na frente de outras pessoas porque eu era diferente, mas isso não me impediu de acreditar em meus sonhos", disse Aguilar.

Ele que é de Andorra, um minúsculo principado entre a Espanha e a França.

David Aguilar, que nasceu sem parte do braço, já está na quarta versão da prótese com Lego criada por ele. — Foto: Albert Gea/Reuters
David Aguilar, que nasceu sem parte do braço, já está na quarta versão da prótese com Lego criada por ele. — Foto: Albert Gea/Reuters

Todas as versões estão em exibição em seu quarto na residência universitária nos arredores de Barcelona. Os modelos mais recentes são marcados com MK, seguido do número - uma homenagem ao super-herói de quadrinhos Homem de Ferro e suas armaduras MK.

Depois de se formar na universidade, ele quer criar soluções de próteses acessíveis para pessoas que precisam delas.

O estudante David Aguilar disse que teve a ideia de criar a prótese porque se sentia muito diferente diante de outras pessoas — Foto: Albert Gea/Reuters
O estudante David Aguilar disse que teve a ideia de criar a prótese porque se sentia muito diferente diante de outras pessoas — Foto: Albert Gea/Reuters

Fonte: g1.globo.com

Com nova Previdência, idosos de baixa renda vão receber menos que um salário mínimo

Texto preliminar da reforma, obtido pelo 'Estadão', assegura renda mínima de R$ 500 para pessoas em condição de 'miserabilidade' com 55 anos ou mais

Gustavo Porto, Idiana Tomazelli e Adriana Fernandes, O Estado de S.Paulo

Reforma da Previdência
Atualmente, há duas formas de se aposentar: por idade ou por tempo de contribuição. Foto: Wilton Junior|Estadão

BRASÍLIA - O governo Jair Bolsonaro pretende criar regras diferenciadas para o público que hoje recebe o Benefício da Prestação Continuada (BPC), concedido a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda. A principal mudança é que o valor do pagamento não ficará atrelado ao salário mínimo como é hoje.

Essa medida foi a que teve pior repercussão entre os parlamentares no Congresso Nacional, após a divulgação da minuta da reforma da Previdência com exclusividade pelo Broadcast. Deputados e senadores já avisam que uma medida como essa não passa no plenário das duas Casas. A avaliação é de que a ideia penaliza a população que hoje já sofre para conseguir se sustentar.

O ex-presidente Michel Temer também tentou propor a possibilidade de pagar benefícios assistenciais abaixo do salário mínimo, mas foi um dos primeiros pontos a cair em meio às negociações com os parlamentares. No governo, a percepção é de que não se pode atrelar o salário mínimo, que estabelece a remuneração básica do trabalhador, à assistência, cujo pagamento não requer nenhuma contribuição.

Para tentar vencer as resistências, a equipe econômica propõe uma idade menor que a atual, de 65 anos, para que os mais pobres comecem a receber o benefício assistencial. Pessoas “em condição de miserabilidade” e que não tenham conseguido contribuir à Previdência pelo tempo mínimo exigido para a aposentadoria receberão R$ 500,00 a partir dos 55 anos. O valor aumenta para R$ 750,00 a partir dos 65 anos.

Haverá ainda um benefício extra para pessoas acima de 70 anos e que tenham contribuído por ao menos dez anos ao INSS. Esse período é insuficiente para pedir aposentadoria, mas vai garantir um adicional de R$ 150,00.

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Para pessoas com deficiência e sem condição de sustento, esse pagamento será maior, de R$ 1 mil. Posteriormente, uma lei complementar poderá estabelecer outros critérios para a concessão de todos esses benefícios.

Em todos os casos, será preciso comprovar renda mensal per capita familiar do requerente, que deverá ser inferior a um quarto de salário mínimo. Não será possível acumular esse benefício com outro pagamento assistencial.

Abono

A proposta também pretende restringir o pagamento do abono salarial aos trabalhadores que recebem um salário mínimo por mês. Atualmente, o abono é pago a todos que recebem até dois salários mínimos. O benefício é equivalente a um salário mínimo e seu custo está estimado em R$ 19,2 bilhões no Orçamento de 2019.

Essa era uma medida que já estava nos planos da equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, como mostrou o Estadão/Broadcast. O governo do ex-presidente Michel Temer também tentou reduzir a abrangência do abono salarial, mas a proposta sofreu resistência e não avançou.

Regras especiais

A minuta também prevê que poderão ter idade mínima diferenciada trabalhadores que exerçam atividades em condições especiais que prejudiquem a saúde. O benefício também poderá ser concedido a professores que comprovem exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil, ensino fundamental e ensino médio. Leis complementares também poderão estabelecer idade mínima diferenciada para trabalhadores rurais.

Empregados de empresas públicas, sociedades de economia mista e subsidiárias serão aposentados compulsoriamente ao atingirem uma idade máxima, observado o cumprimento do tempo mínimo de contribuição.



Jovem fica paraplégica após complicações com piercing no nariz

Estudante de RH contraiu uma infecção na medula óssea causada pelo acessório

Layane Dias, de 21 anos, precisa de uma cadeira de rodas para se locomover
Layane Dias, de 21 anos, precisa de uma cadeira de rodas para se locomover Foto:Bárbara Leite/arquivo pessoal

Beatriz Moraes

Um piercing no nariz mudou completamente a história de vida da brasiliense Layane Dias, de 21 anos. O furo acabou infeccionando e, hoje, a estudante de Recursos Humanos precisa de uma cadeira para se movimentar, pois ficou sem os movimentos do peito para baixo. Em conversa com AnaMaria, ela conta a sua história.

“Tudo começou em junho de 2018, quando decidi furar o nariz. Pouco mais de um mês após a aplicação, uma bolinha vermelha nasceu na ponta do meu nariz, como se fosse uma espinha, mas ela desapareceu em uma semana. No entanto, dois dias após esse ‘sumiço’, comecei a sentir fortes dores nas costas.

Na época, tinha acabado de conseguir um estágio na minha área e fui comemorar em um barzinho com algumas amigas. Como dancei e me diverti bastante, achei que as dores pudessem ser por conta disso. Mas elas pioraram."

DIFICULDADE DE DIAGNÓSTICO

"Decidi procurar um posto de saúde, e me deram algumas injeções para eliminar a dor, mas o efeito não durava muito. Os dias foram passando e, já no final daquela semana, após conseguir dormir com a ajuda de remédios, acordei e não conseguia mais sentir as pernas.

Acabei internada para uma investigação, que não encontrava nada. Foram os piores dias da minha vida, até que um exame de sangue indicou uma infecção.

Com a ajuda de uma ressonância de contraste, os médicos enxergaram 500ml de pus contraindo a minha medula espinhal. Era por isso que eu sentia tantas dores e não conseguia mais movimentar a parte de baixo do meu corpo.

Apesar de uma cirurgia de emergência ter sido realizada, não conseguia mais andar. Essa foi a pior parte, pois não imaginava que fosse voltar de cadeira de rodas para casa."

OUTRA VIDA


"No começo foi muito difícil, pois achei que nunca mais seria feliz de novo. Mas no meu aniversário do ano passado, em 11 de novembro, decidi que as alternativas eram: ficar prostrada na cama ou viver a minha vida. Fui na segunda opção.

Já pensei muito sobre o dia em que coloquei o piercing. No começo, bateu um arrependimento forte, principalmente quando descobri que ele foi o culpado da minha situação. Mas hoje eu acredito que tudo tem um propósito, e já não tenho sentimentos ruins sobre isso.

Meu conselho para todo mundo é: procure saber como é a esterilização do local onde você vai colocar seu piercing, pois eu mesma não fazia ideia disso. De forma alguma quero que as pessoas tenham medo ou pavor disso, mas peço que prestem atenção e que esses profissionais dos estúdios cuidem melhor de seus clientes, para que isso o que aconteceu comigo jamais ocorra novamente."

ISSO É COMUM?

De acordo com o infectologista Felipe Tuon, que é professor do Adjunto de Infectologia da Pontifícia Universidade Católica (PUC-PR), casos como o de Layane são extremamente raros, mas podem acontecer por uma série de fatores, como as condições de higiene do estúdio onde ocorreu a perfuração e o próprio organismo da pessoa.

“Muito provavelmente ela já possuía uma grande quantidade dessas bactérias no nariz e, ao furar o local, elas encontraram uma forma de chegar até a corrente sanguínea e se proliferarem”, diz o médico, que acredita que a tal bolinha que apareceu na ponta do nariz da garota já era, na realidade, a inflamação.

Segundo Tuon, esse tipo de complicação pode ocorrer quando o piercing é aplicado de maneira incorreta, além do uso de produtos esterilizados de forma inadequada.

COMO EVITAR?

Além de prestar atenção na higiene do estúdio onde você pretende colocar seu piercing, o médico aconselha fazer uma assepsia adequada no local, principalmente nos primeiros dias após a perfuração. “Uma limpeza feita com água, sabão e antissépticos é o ideal para a ajudar essa cicatrização, evitando que bactérias oportunistas como essa se proliferem”, ressalta o médico.

Comitê Paralímpico Brasileiro completa 24 anos de fundação: carta do presidente

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Por CPB

O Comitê Paralímpico Brasileiro comemora neste sábado, 9, o seu 24º aniversário. São vinte e quatro anos em que servimos à comunidade brasileira das pessoas com deficiência e lutamos por seus direitos e pela promoção do esporte paralímpico no nosso país. Tenho a satisfação de ter estado dos dois lados, em um primeiro momento como jogador de futebol de 5, que dava seus primeiros dribles naquele fevereiro de 1995, e, agora, como dirigente.

Consolidamos neste ínterim conquistas em ambas as frentes. No campo esportivo, desde nossa primeira participação à frente do esporte adaptado, em Atlanta 1996, até os Jogos Paralímpicos do Rio 2016, evoluímos em desempenho de maneira constante. Hoje, podemos enfaticamente dizer que o Brasil pertence à elite do Movimento Paralímpico mundial. As setenta e duas medalhas e o oitavo lugar no quadro-geral da última Paralimpíada não nos deixam mentir. A preparação para Tóquio 2020 está a todo vapor, e confiamos que o nosso crescimento permanecerá intacto. Uma mostra do nosso potencial será dada no mês de agosto, quando acontecerão os Jogos Parapan-Americanos de Lima, no Peru.

Foi possível demonstrar no último ano que a missão do Comitê Paralímpico Brasileira vai além de promover exitosas participações em competições esportivas. Projetos como o das escolinhas de esportes paralímpicos, o Camping Escolar e o Festival Dia do Atleta Paralímpico têm um objetivo comum: tirar pessoas com deficiência de casa, incorporá-las à sociedade por meio do esporte. Traz a mim satisfação ímpar de ver o crescimento no número de inscritos a cada evento.

O Comitê ainda trabalha de maneira incessante para assegurar a continuidade de suas frentes de trabalho. Contamos, para isso, com o apoio contínuo das Loterias Caixa, conosco desde 2003 e que sempre foram peça-chave no desenvolvimento de nossos projetos, tanto de alto rendimento quanto de desenvolvimento. O Circuito, o Open Internacional e os Campeonatos Brasileiros compõem a espinha dorsal de nosso calendário, e são viabilizados por meio deste patrocínio.

Por estes motivos, seguimos confiantes de que comemoraremos o 25º aniversário do Comitê Paralímpico Brasileiro, daqui um ano, cheios de expectativa de que o Brasil estará muitíssimo bem representado não só nos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020, mas também em Paris 2024, Los Angeles 2028 e nas Paralimpíadas a seguir. Um feliz aniversário ao CPB e a todo o Movimento Paralímpico nacional!

Mizael Conrado
Presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro

Victor Heleno é prata no segundo dia da Copa do Mundo de Halterofilismo de Dubai

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Por CPB

A equipe brasileira conquistou mais uma medalha no segundo dia da etapa de Dubai (Emirados Árabes Unidos) da Copa do Mundo de Halterofilismo. A competição é uma das mais importantes da temporada. Victor Heleno ficou com a prata na categoria júnior até 65kg, neste sábado, 9. O Brasil já soma sete pódio no evento.

Victor ergueu 115kg em sua segunda tentativa e ficou atrás apenas do malaio Bonnie Bunyau Gustin, que faturou as categorias júnior e adulto com um levantamento de 190kg, em sua terceira pedida. Maria Rizonaide (até 45kg) e Maria Luzineide (até 50kg) também estiveram em ação, mas ficaram com a quarta colocação cada em suas respectivas categorias.

Na abertura da competição, nesta sexta-feira, 8, haviam sido seis conquistas brasileiras. Lara Aparecida ficou com o ouro júnior e o bronze adulto na divisão até 41kg feminina, assim como Marcos Terentino, que liderou a categoria até 54kg júnior. João Maria França (até 49kg) e Bruno Carra (até 54kg) ficaram com o bronze entre os adultos, e Lucas dos Santos foi o terceiro melhor entre os juniores.

Neste domingo, 10, serão mais três brasileiros em busca de pódios: Mariana D'Andrea (até 67kg), Ezequiel Correa (até 72kg) e Vinícius de Freitas (até 80 kg).

A Copa do Mundo de Dubai conta com 241 halterofilistas inscritos de 39 países. O Brasil está representado por 17 atletas, entre eles o medalhista paralímpico nos Jogos Rio 2016 Evânio Rodrigues (na categoria até 88kg), e a recordista continental e Mundial na categoria júnior (até 20 anos) Mariana D'Andrea (até 67kg), de 20 anos. Este é o primeiro desafio da equipe nacional nesta temporada, que tem grandes eventos como o Campeonato Mundial, em julho, no Cazaquistão, e os Jogos Parapan-Americanos de Lima, no Peru, em agosto.

Representação de um parque infantil acessível

Representação de um parque infantil acessível

por Ricardo Shimosakai

Representação de um parque infantil acessível. Esta foto é uma produção para representar a acessibilidade em parques infantis, geralmente com balanços, gangorras e outros tipos de brinquedos simples, e que geralmente estão localizados em parques públicos. 

É claro que a cadeira de rodas pendurada no balanço não é necessária, afinal ela tem muito mais utilidade para outras situações. É somente uma maneira impactante para chamar atenção das pessoas, assim como chamou a sua.

O importante é pensar que os brinquedos devem ser pensados de forma que crianças de todos os tipos possam brincar. Pessoas têm diversos tipos de necessidade, e adaptações aos modelos convencionais de produtos utilizados por décadas, agora precisam de mudança nessa época de transformação.

Um balanço adaptado para uma criança cadeirante, que necessita de um assento que dê mais equilíbrio, pode servir também para uma criança sem deficiência que ainda tem medo de experimentar esse tipo de brinquedo. Sem contar que este mesmo brinquedo, pode ser utilizado por qualquer tipo de criança, ou seja, um brinquedo para todos.

Então o recado é, se esses equipamentos foram feitos para dar alegria a crianças, por que não dar alegria a TODAS as crianças?