sexta-feira, 5 de julho de 2019

Com paralisia cerebral e dificuldade motora, jovem aprende a digitar com auxílio de pincel e consegue se formar em matemática no Paraná

Para fazer as provas, ele disse que nunca precisou fazer uso da calculadora, que consegue fazer as contas de cabeça.

Por Adriana Justi, G1 PR

Welligton tem 29 anos e se formou em matemática em um curso de ensino à distância  — Foto: Marcelo Zanello Milléo/Arquivo pessoal
Welligton tem 29 anos e se formou em matemática em um curso de ensino à distância — Foto: Marcelo Zanello Milléo/Arquivo pessoal

O paranaense Welligton Opinajara da Silva, de 30 anos, que mora em Piraí do Sul, na região dos Campos Gerais, conseguiu superar o diagnóstico de paralisia cerebral e uma dificuldade motora nas mãos, que o impedia de estudar e se comunicar, com a ajuda de um pincel.

A adaptação foi aos 16 anos, na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), e foi o que mudou a vida dele, segundo a mãe Sueli Ferreira da Silva.

A digitação proporcionou ao jovem a oportunidade de completar os estudos e à mãe dele a realização de um sonho, o de ser o primeiro a completar o ensino superior na família. O curso foi feito à distância na Faculdade Estácio de Curitiba.

A escolha da profissão, segundo Welligton, foi porque futuramente pretende trabalhar com pesquisas científicas. Para fazer as provas, ele disse que nunca precisou fazer uso da calculadora, que consegue fazer as contas de cabeça.

Jovem disse que a adaptação com o pincel pra poder digitar foi o que mudou a vida dele  — Foto: Marcelo Zanello Milléo/Arquivo pessoal
Jovem disse que a adaptação com o pincel pra poder digitar foi o que mudou a vida dele — Foto: Marcelo Zanello Milléo/Arquivo pessoal

Welligton foi diagnosticado com paralisia cerebral quando era bebê e também tem dificuldades para se comunicar através da fala. O pincel, segundo a mãe, também o ajuda para usar o celular e se comunicar no dia a dia.

"Como eu não saio sozinho de casa, às vezes a minha mãe e a minha avó me levam para passear. O único detalhe é que eu não posso fazer caminhadas longas porque sinto dores nas costas e nas minhas pernas, mas eu me sinto realizado quando posso sair", contou.

A nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi essencial para que o jovem conseguisse iniciar o curso. Como não conseguiu emprego no período em que estava estudando, Welligton disse que precisou contar com a ajuda da família para conseguir pagar integralmente o valor do curso.

"Eu ganhei uma bolsa de 20% pra fazer o curso. Mas aqui em casa todos sempre deram um jeitinho de me ajudar e sempre conseguimos pagar a diferença do valor da bolsa, mesmo com algumas dificuldades", contou Welligton.

Força de vontade e a evolução

Welligton tem 30 anos e conseguiu concluir os estudos graças ao pincel que o ajuda a digitar  — Foto: Marcelo Zanello Milléo/Arquivo pessoal
Welligton tem 30 anos e conseguiu concluir os estudos graças ao pincel que o ajuda a digitar — Foto: Marcelo Zanello Milléo/Arquivo pessoal

"Eu tenho muito orgulho da força de vontade e da inteligência dele. Eu, que sempre acompanhei a evolução dele, posso dizer, mais do que ninguém, que o Welligton não andava, não sentava, só se arrastava, e agora ele venceu", disse a mãe.

Sueli destacou ainda que além de esforçado e inteligente, o jovem é super amoroso com a família no dia a dia.

"Não tem tristeza pra ele. Quantas vezes chegou cansado da faculdade, porque às vezes, ele precisava viajar pra fazer as provas presenciais, e nunca reclamou, chegava alegre e sorrindo", detalhou a mãe.

"Eu pretendo dar continuidade nos meus estudos o meu maior sonho é me tornar um cientista e trabalhar com pesquisas, principalmente as que envolvem a saúde humana", ressaltou o jovem.

A formatura está marcada para o dia 30 de setembro deste ano. "Será uma grande honra e glória esse momento tão esperado depois de 24 anos de muita luta e adaptações. Estou feliz porque provei pra mim mesmo que sou capaz de superar todos os obstáculos e barreiras que a vida me propõe", comemorou Welligton.

Fonte: g1.globo.com

Fã cadeirante vai viajar 12 horas de barco para realizar sonho de ver show de Sandy e Junior - Veja o vídeo.

Cristiane é fã de Sandy e Junior desde os 5 anos e coleciona fotos e revistas da dupla
Cristiane é fã de Sandy e Junior desde os 5 anos e coleciona fotos e revistas da dupla Foto: Reprodução

Camila Zarur

Cristiane Freitas vai viajar 12 horas de barco para poder realizar um sonho de infância: ir ao show de Sandy e Junior. A longa jornada não será por menos; afinal, foi a partir da dupla que a estudante de Serviço Social e cantora tirou forças para quebrar barreiras e vencer obstáculos, como Cristiane mesmo diz.

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A paraense de Breves, município ao sudoeste da Ilha de Marajó, nasceu com uma má-formação congênita em uma das pernas, o que faz com que precise usar uma cadeira de rodas. A condição, no entanto, nunca foi um empecilho para Cristiane, que, desde pequena, buscou inspiração em Sandy e Junior.

— A primeira vez que vi a dupla eu tinha 5 anos. Foi pela televisão, que era o único acesso que eu tinha na época. Desde então, passei a acompanhar toda trajetória da Sandy e do Junior, até quando eles seguiram em carreira solo. E ouvir eles, a voz deles, sempre me trouxe - e ainda me traz - muito conforto — disse Cristiane.

As músicas de Sandy e Junior também ajudaram a paraense a enfrentar uma depressão quando tinha 21 anos:

— Nos momentos mais difíceis, de tristeza, de saúde, eu encontrei forças nessa arte. Era colocar um CD deles para tocar e me sentia melhor, é o poder terapêutico da música.

Hoje, com 31 anos, Cristiane trabalha como cantora profissional, cantando em bares e shows na sua cidade natal. E uma das músicas que não fica de fora de seu repertório é "Quando você passa (Turu turu)", de Sandy e Junior.

Desde pequena, Cristiane coleciona recortes e fotos de revista sobre a dupla. Ela aguarda tudo dentro de uma pasta até hoje. É só um pequeno detalhe para uma fã de mais de duas décadas de Sandy e Junior. Agora, ela espera mais do que ansiosa para ver, pela primeira, os ídolos no palco.02:09

— Eu vou enfrentar esse viagem de 12 horas de barco até Belem para poder ir ao show. Vou realizar o meu sonho de infância — conta Cristiane, que irá ao show no dia 14 de setembro, na capital do Pará.

Coleção de fotos e revistas sobre Sandy e Junior que Cristiane guarda desde os 5 anos
Coleção de fotos e revistas sobre Sandy e Junior que Cristiane guarda desde os 5 anos Foto: Arquivo pessoal

Professora aprende Libras para incluir aluno deficiente auditivo: 'Era leiga' - Veja o vídeo.

Pedro Ezequiel , de 9 anos, vivia isolado pela dificuldade de se comunicar até que Janaína Araújo decidiu tomar uma atitude para ajudar o menino.

Por Gshow — Rio de Janeiro

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Professora aprende LIBRAS para incluir aluno deficiente auditivo

Em Mãe do Rio, no interior do Pará, uma professora se dedicou a aprender sozinha a Língua Brasileira de Sinais (Libras) para poder se comunicar melhor com um aluno que é surdo. Dessa forma, Janaína Araújo ajudou a fazer com que Pedro Ezequiel, de 9 anos, que ficava isolado na turma, se sentisse mais acolhido.

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"Confesso que não sabia de nada, eu era leiga em Libras. Consegui aprender algumas coisas, não sei tudo. O que eu sei é o que ele sabe. Estou buscando, cada vez mais, aprender para passar para ele", conta Janaína.

Professora aprende Libras para incluir aluno deficiente auditivo — Foto: TV Globo
Professora aprende Libras para incluir aluno deficiente auditivo — Foto: TV Globo

Com ajuda da professora, Pedro brincou os festejos juninos da escola pela primeira vez. O menino aprendeu uma coreografia de quadrilha diferente, usando a língua dos sinais. O vídeo da apresentação foi postado na internet por uma amiga de Janaína e, claro, viralizou nas redes sociais.

"Estou muito feliz, em especial pelo Ezequiel, pelos benefícios que estão trazendo para ele", comentou a servidora pública, Darlene de Jesus.

Quadrilha em Libras: vídeo de professora dançando com aluno surdo viraliza nas redes sociais  — Foto: TV Globo
Quadrilha em Libras: vídeo de professora dançando com aluno surdo viraliza nas redes sociais — Foto: TV Globo

O sucesso da apresentação dos dois mudou a história de Pedro. Ele terá acompanhamento médico de graça para diagnosticar a causa da perda de audição e, assim, tentar melhorar a sua capacidade auditiva. Já Janaína ganhou um curso de capacitação para aprofundar o estudo de Libras para continuar ensinando os sinais para Pedro.

Dificuldades de adolescente com deficiência visual inspiram projeto de lei que prevê cardápios em braile em Araxá - Veja o vídeo.

Adaptações para outros tipos de necessidade, como semáforos sonoros e sonorização em pontos do transporte coletivo municipal também estão previstos.

Por MG2

Dificuldades do adolescente Macus Vinícius Lima Dornelas, de 15 anos, inspiraram a criação de um projeto de Lei que prevê cardápios em braile em Araxá — Foto: TV Integração/Reprodução
Dificuldades do adolescente Macus Vinícius Lima Dornelas, de 15 anos, inspiraram a criação de um projeto de Lei que prevê cardápios em braile em Araxá — Foto: TV Integração/Reprodução

As dificuldades de Marcus Vinícius Lima Dornelas, um estudante de 15 anos e deficiente visual, inspiraram a criação de um projeto de Lei que prevê a criação de cardápios em braile na cidade de Araxá, no Alto Paranaíba. O texto foi aprovado, por unanimidade, pela Câmara Municipal em maio deste ano e foi encaminhado para a sanção da Prefeitura.

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De acordo com o vereador e autor do projeto, Claudenir Dias (PP), o documento também prevê adaptações para outros tipos de necessidade de um deficiente visual, como semáforos sonoros e sonorização em pontos do transporte coletivo municipal, que indica qual linha de ônibus chega ao local.

Conforme o texto do projeto, fica instituída a obrigatoriedade da utilização de cardápios impressos em braile, em todos os estabelecimentos que comercializam refeições e lanches, tais como: bares, restaurantes, lanchonetes, hotéis, motéis e similares, de forma a facilitar a consulta de pessoas portadores de deficiência visual.

No cardápio deve constar o nome do prato, os ingredientes utilizados no preparo e o preço do produto, além da relação de bebidas servidas e os respectivos preços. O texto diz, ainda, que caberá aos órgãos competentes do Município em cada esfera, a orientação técnica-normativa para implantação e fiscalização das determinações desta Lei.

Projeto 'Juventude Cidadã'
Marcos Vinícius participou do projeto “Juventude Cidadã”, que leva várias escolas do município à Escola do Legislativo. Como parte do projeto, os alunos presidem uma sessão da Câmara, sugerem melhorias e cobram os vereadores.

Quando participou do projeto, o adolescente presidiu a reunião e sugeriu mudança em prol dos portadores de deficiência visual. A ideia chamou a atenção do vereador, que criou o projeto, aprovado por unanimidade em maio.

“Ele trouxe em braile as suas reivindicações. Ele é deficiente visual e aqui, quando ele falou do cardápio, que tinha essa dificuldade de chegar nos restaurantes e lanchonetes, me veio esse ‘insight’, essa luz”, contou o vereador.

A sugestão de Marcus se tornou a Lei 050/2019. E ele se orgulha do feitio. “Eu me senti valorizado, pensei: ah, legal demais. Porque eu vi que a minha voz foi ouvida”, contou.

A equipe do MG2 acompanhou o adolescente à uma lanchonete e presenciou a dificuldade relatada por ele. O tio de Marcus, o músico Marcelo José de Lima, precisou ler o cardápio para o estudante escolher o que comer.

“Quando ele vai lanchar, em qualquer parte que ele está, porque hoje ainda não é adaptado os lugares, eu estou lá com ele [para ler o cardápio]. Ele é o nosso maior orgulho. Então, o que a gente puder fazer pra ele, investir, para que venham outros projetos além deste aí, que pode melhorar, não só pra ele, mas para as outras pessoas”, externou.

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Dificuldades de adolescente inspiram PL que prevê cardápios em braile em Araxá

Incêndio destrói sede de instituição para reabilitação de pessoas com deficiência em Mogi Mirim - Veja o vídeo

Fogo atingiu prédio da Associação da Pessoa com Deficiência na noite desta quarta-feira (3). Ninguém ficou ferido. Cerca de 150 pessoas eram atendidas por dia no local.

Por Bom Dia Cidade

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Incêndio atinge prédio da Associação da Pessoa com Deficiência de Mogi Mirim

Um incêndio causou destruição na sede da Associação da Pessoa com Deficiência de Mogi Mirim (SP) na noite desta quarta-feira (3). A instituição atendia cerca de 150 pacientes por dia para reabilitação. Ninguém ficou ferido.

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O fogo começou nos fundos do prédio e as chamas se alastraram para um brechó, que funcionava ao lado e era administrado pela associação. O combate às chamas pelo Corpo de Bombeiros foi difícil. O telhado desabou sobre todos os equipamentos que existiam na associação.

"Tem muito material inflamável, muita madeira, tinha muita roupa. Foi uma perda total", afirma Luiz di Martini, comandante do Corpo de Bombeiros.

Equipamentos ficaram destruídos após incêndio na Associação para Pessoas com Deficiência de Mogi Mirim. — Foto: Reprodução/EPTV
Equipamentos ficaram destruídos após incêndio na Associação para Pessoas com Deficiência de Mogi Mirim. — Foto: Reprodução/EPTV

Recentemente, a instituição recebeu uma doação no valor de R$ 70 mil em equipamentos. Tudo foi perdido, segundo as primeiras avaliações. Ainda não se sabe o que provocou o incêndio. Uma perícia técnica será feita no local nesta quinta-feira (4) para avaliar a situação do imóvel.

"A gente atende a muitos casos de AVC, pacientes contínuos. Eles começam e não tem fim. O pessoal que vai chegar para ser atendido vai ver isso e não vai ter atendimento pra eles. A gente não sabe o que vai fazer", afirma Marcos Antônio Picolo, presidente da associação.

Telhado da Associação para Pessoas com Deficiência de Mogi Mirim cedeu sobre os equipamentos e móveis durante o incêndio. — Foto: Reprodução/EPTV
Telhado da Associação para Pessoas com Deficiência de Mogi Mirim cedeu sobre os equipamentos e móveis durante o incêndio. — Foto: Reprodução/EPTV

Residências isoladas

Moradores do entorno ficaram assustados e alguns tiveram que sair de casa por causa da fumaça. Duas residências chegaram a ser isoladas, mas já foram liberadas.

O aposentado Eduardo Celso Penha conta que só percebeu o fogo depois que houve falta de energia na casa dele.

"Minha esposa falou: 'Tá cheirando a queimado'. Eu vim com ela até a cozinha. Quando ela abriu a porta, já vi a labareda. De repente, entraram os rapazes em casa e me tiraram de lá", diz o morador.

A Instituição funciona há mais de 30 anos e há cerca de dez era sediada na Rua Dr. Ulhôa Cintra, no Centro. O imóvel era alugado e contava com 15 funcionários. Parte da verba para garantir o atendimento aos pacientes vem da prefeitura. Ainda não se sabe qual será o novo endereço da associação.

Associação para Pessoas com Deficiência de Mogi Mirim foi atingida por incêndio. — Foto: Reprodução/EPTV
Associação para Pessoas com Deficiência de Mogi Mirim foi atingida por incêndio. — Foto: Reprodução/EPTV

Fonte: g1.globo.com

Prefeitura garantirá transporte urbano gratuito para PCD e acompanhante

Isenção da tarifa nas linhas de ônibus municipais será possível por meio da implantação de modalidades especiais do Bilhete Único

Prefeitura garantirá transporte urbano gratuito para PCD e acompanhante

Em breve, a Prefeitura de Hortolândia implantará duas novas categorias do Bilhete Único no transporte coletivo municipal: Especial e Especial Acompanhante. As novas modalidades garantirão viagens gratuitas nas linhas de ônibus municipais para pessoas com deficiências "física, auditiva, visual, intelectual, múltipla e orgânica" e um acompanhante. A medida cumpre a lei municipal 3.654, de 26 de junho deste ano, que garante o benefício no transporte coletivo urbano.

De acordo com a Secretaria de Mobilidade Urbana, os cartões serão na cor rosa, para a pessoa com deficiência, e na cor laranja para o acompanhante, que só poderá realizar a viagem em companhia do titular do cartão. Em breve, a Prefeitura divulgará como a pessoa com deficiência e o acompanhante deverão proceder para solicitar os cartões especiais do Bilhete Único.

BILHETE ÚNICO

O sistema de Bilhete Único para cobrança das tarifas no transporte coletivo urbano foi implantado em Hortolândia, em outubro de 2017, como parte das ações da Prefeitura para reestruturação do sistema de transporte público na cidade. Ao realizar o pagamento da viagem em dinheiro, o usuário paga R$ 4,50. Ao optar pelo Bilhete Único, a viagem custa R$ 4,30. Durante os dias úteis, a integração é realizada no período de uma hora e, aos finais de semana, o usuário do transporte coletivo de Hortolândia tem o período de duas horas para realizar a integração.

A "família" de cartões do Bilhete Único já conta com as seguintes categorias em circulação; o Cartão Sênior do Idoso, que permite gratuidade do transporte para passageiros com idade superior a 60 anos e, por isso, é o único que não precisa de recarga, o Cartão do Escolar e o Cartão Comum do Bilhete Único; o Cartão do Colaborador, para funcionários do transporte, como os motoristas profissionais e Cartão Vale Transporte.

Para completar as categorias, além do Bilhete Especial (para pessoas com deficiência) e o Especial Acompanhante (para o responsável pela pessoa com deficiência), a Administração ainda implantará o Cartão Empresarial (vale transporte para uso corporativo). Todas as modalidades do Bilhete Único permitem itinerários com integração em qualquer ponto de embarque no município.

Além de garantir economia aos usuários de transporte coletivo urbano, o Bilhete Único proporciona rapidez nos itinerários e segurança, pois reduz a utilização de dinheiro para pagamento da tarifa.

PIC

A reestruturação do sistema de transporte coletivo urbano faz parte do PIC (Programa de Incentivo ao Crescimento). O programa prevê investimentos para promover o desenvolvimento urbano, ambiental, social e humano para que Hortolândia cresça com planejamento e sustentabilidade nos próximos 30 anos. Os recursos financeiros do PIC são fruto de parcerias da Prefeitura com os governos estadual, federal e a iniciativa privada.

Nasceu sem braços e superou abandono: 'Vizinhos sugeriram que meus pais me matassem' - Veja o vídeo

Banu Akter, de Bangladesh, tem uma precisão incrível usando apenas os dedos dos pés.

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Ela nasceu sem os braços e superou grandes obstáculos para se tornar uma hábil artesã.

“Minha mãe me disse que ficou assustada ao me ver pela primeira vez e que não me amamentou”, conta ela.


“Vizinhos disseram para meus pais me matarem, porque seria um peso ter uma criança com deficiência. Mas minha mãe não me matou.”

Os pais de Banu não a ensinaram a andar ou a mandaram para a escola.

Ela aprendeu sozinha a andar e dependia da ajuda de um funcionário da Prefeitura de seu vilarejo para ir à escola.

Sentindo-se negligenciada, Banu se mudou para a capital, Dhaka.

“Bati de porta em porta, mas não conseguia trabalho, porque não tenho mãos. Sentia muita vergonha para implorar. Todo mundo conseguia se sustentar, por que eu não?”

Banu aprendeu a fazer vestidos por conta própria. Ela também faz acessórios com miçangas.

Ela consegue assim dinheiro suficiente para ser independente.