sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Primeiro aluno com deficiência visual se forma em Publicidade e Propaganda.

TCC sobre audiodescrição recebeu nota 10.

Na tarde desta segunda-feira (14), aconteceu, na sala 510 do bloco "A" da Universidade Católica de Pernambuco, a defesa do trabalho de conclusão de curso do estudante Milton Pereira Filho, 28 anos, o primeiro aluno com deficiência visual a se formar em Publicidade e Propaganda em Pernambuco. O trabalho apresentado abordou o tema "Audiodescrição: ferramenta da inclusão social na publicidade".

Na monografia, Milton mostrou como a audiodescrição pode ser uma ferramenta de marketing e trazer resultados benéficos para as empresas que investem no estilo de propaganda, aumentando o público-alvo e elevando o status de uma corporação preocupada com a inclusão social.

A audiodescrição leva acessibilidade aos meios de comunicação a portadores de deficiências visuais e auditivas. Esse processo permite a inclusão de deficientes em cinemas, teatros e programas de televisão. O recurso, basicamente, é a tradução de imagens em uma narração das imagens em palavras.

O coordenador do curso de Publicidade e Propaganda da Unicap, Rodrigo Duguay, que acompanhou, desde o início, a trajetória do estudante na Universidade, ficou muito admirado com a conclusão da monografia. Na avaliação do trabalho, Rodrigo lembrou, com orgulho, a história de Milton na Universidade. Durante o curso, ele fez um trabalho de grande repercussão, e já é acostumado a impressionar os professores. Milton frequentou a sala com alunos sem deficiência e se destacou no meio deles, mostrando que com força de vontade é possível vencer qualquer dificuldade", falou o professor, depois que o estudante recebeu a pontuação máxima pelo trabalho.

Segundo Milton, a idéia de fazer Publicidade e Propaganda foi um desafio, que encarou com muita responsabilidade. "Sabia que seria difícil, e não entrei para brincar. Logo no primeiro dia de curso, os professores me apoiaram muito, e ficaram empolgados de trabalhar com um aluno que é cego, em Publicidade. Esse tempo que passei aqui, foi ótimo, e se pudesse, faria tudo de novo", enfatizou Milton, feliz com a conquista.



Blog da Audiodescrição
17/12/2009


Matéria postada no BLOG da APNEN 18/12/2009

Suspensão de recurso para cegos desagrada entidades e áudio-descritores.

As entidades devem decidir essa semana as medidas a serem tomadas contra a suspensão.


Agência Brasil - Brasília - Entidades de deficientes visuais e áudio-descritores devem decidir nesta semana quais ações podem ser tomadas contra a portaria do Ministério das Comunicações que suspendeu a entrada em vigor da áudio-descrição no Brasil. O tema será debatido durante o 1º Encontro Nacional de Áudio-Descritores, que ocorre a partir de quinta-feira (23) em São Paulo.

Segundo a áudio-descritora Graciela Pozzobon, que participou da negociação com o ministério sobre a implantação do novo sistema, as entidades ficaram “furiosas” com a medida e devem viabilizar uma ação para derrubar a portaria. “Eles se sentiram traídos porque nós fomos lá, conversamos e houve um consenso de quanto tempo precisaria e, sem que ninguém soubesse, o ministro assinou a nova portaria”, diz.

A implantação da áudio-descrição pelas redes de televisão do Brasil foi determinada em junho de 2006 pelo Ministério das Comunicações, que estabeleceu um prazo de dois anos para a entrada em vigor da norma. Em junho de 2008, quando as emissoras deveriam iniciar as transmissões com esse recurso, o ministério deu mais três meses para a adaptação.

Na última semana, no entanto, uma nova portaria suspendeu o prazo para a entrada em vigor da áudio-descrição e estabeleceu a realização de consulta pública sobre o tema até janeiro de 2009. Depois disso, o ministério planeja realizar uma audiência pública em Brasília para discutir a questão com a sociedade, entidades e emissoras. Só depois é que um novo prazo deve ser determinado.

“O interesse do ministério é fazer a áudio-descrição, mas nós temos que determinar uma norma que seja exeqüível, que possa ser cumprida e atenda efetivamente às necessidades dos beneficiários, que são os deficientes visuais”, diz o assessor jurídico do Ministério das Comunicações Marcelo Bechara. Segundo ele, é preciso ter mais elementos técnicos sobre a implantação do sistema no Brasil e adaptar a áudio-descrição à realidade da TV digital, que não estava em vigor quando a primeira portaria foi editada, em 2006.

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) defende que o ministério deve esclarecer melhor quais programas devem ser objeto da áudio-descrição e analisar as condições técnicas e a capacitação para a implantação do serviço. “São poucos os países que fazem esse serviço e em pequena escala. As emissoras tiveram problemas em escalar pessoas competentes que pudessem fazer esse serviço”, afirma o assessor jurídico da Abert Rodolfo Moura.

A áudio-descritora garante que existem pessoas capacitadas para atender à demanda inicial das emissoras. “Essa alegação da Abert, de não ter gente capacitada, fazia sentido há 90 dias, mas nós nos comprometemos a capacitar pessoas, e nós cumprimos a nossa parte. As pessoas estão capacitadas e esperando trabalho”, diz Pozzobon.

O representante da Associação de Deficientes Visuais e Amigos (Adeva) Laércio Sant'Anna disse que também ficou surpreso com a decisão do Ministério das Comunicações. Segundo ele, os custos da implantação da áudio-descrição poderão ser absorvido pelas emissoras de televisão. “Quando se trata de uma questão de direito do cidadão, o custo é discutível”, disse. De acordo com a Abert, a implantação da áudio-descrição custará cerca de US$ 1,2 mil por hora.

A áudio-descrição é um sistema que utiliza o segundo canal de áudio dos televisores para narrar as cenas que não podem ser percebidas pelo diálogo dos personagens. Assim, os deficientes visuais podem acompanhar tudo o que se passa no filme, novela ou programa.

O sistema deverá entrar em vigor inicialmente em apenas duas horas da programação de cada emissora, aumentando gradativamente até atingir toda a programação.



A Tarde On line
17/12/2009

Matéria postada no BLOG da APNEN 18/12/2009

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Prodide lança revista em evento de valorização da pessoa com deficiência.

Sandra Julião, Promotora de Justiça da Prodide, lançou a 6ª edição da "Reviva!" e afirmou que mudanças na sociedade no que diz respeito às pessoas com deficiência começaram a acontecer
A 6ª edição da revista Reviva!, da Promotoria de Justiça da Pessoa Idosa e da Pessoa com Deficiência (Prodide), foi lançada na abertura da 5ª Semana de Valorização da Pessoa com Deficiência. O evento é realizado pelo Senado Federal, acontece entre os dias 15 e 18 deste mês, e tem por objetivo chamar a atenção da sociedade para os problemas enfrentados pelas pessoas com deficiência e divulgar ações e tecnologias que podem otimizar a acessibilidade ao trabalho e facilitar o dia a dia dessas pessoas.

A Promotora de Justiça da Prodide Sandra Julião lançou a 6ª edição da Reviva! durante a abertura do evento. Na ocasião, afirmou que começam a ocorrer mudanças na sociedade no que diz respeito às pessoas com deficiência. "Há um processo social em curso, denominado inclusão. De um lado a sociedade começa a se organizar para acolher as pessoas com deficiência e, de outro, estas pessoas começam a reivindicar seus espaços e a exercer seu papel de cidadãs", disse a promotora.

Sandra explicou que a Prodide trabalha para, além de cobrar o devido respeito aos direitos dos idosos e das pessoas com deficiência, também mostrar a todos quais são esses direitos. "Acreditamos que informando as pessoas e promovendo eventos como este, onde há troca de experiências, é que estamos colaborando para ter uma sociedade mais justa com uma verdadeira integração social", afirmou. Ela declarou que, por acreditar que os direitos não podem ser algo incompreensível para as pessoas, é que a Promotoria investiu na revista Reviva!, com uma linguagem jurídica acessível para que todas as pessoas pudessem compreender seus direitos, sabendo quais são e onde reivindicá-los. O maior problema encontrado era a falta de informação: "as pessoas procuravam o MPDFT como um órgão geral de informação para que nós pudéssemos dar o devido encaminhamento. Havia uma inversão na ordem da procura dos direitos", relatou.

A promotora afirmou ainda que a revista é um grande laboratório, pois cada edição é elaborada de acordo com as demandas de todo o ano. "Ela é um retrato da realidade da promotoria, não é um instrumento de divulgação, pelo contrário, é mais um trabalho", revelou Sandra. A distribuição da revista começa em grandes eventos para que pessoas interessadas no assunto possam ser multiplicadoras e a levem às instituições, associações, entidades e demais setores que lidem com pessoas idosas ou com deficiência.

O Senador Flávio Arns também participou da abertura do evento e informou que há um projeto de lei na Câmara dos Deputados, já aprovado no Senado, para que a Semana de Valorização da Pessoa com Deficiência se torne um projeto nacional. "Todas as pessoas com deficiência, independente do tipo, devem ser valorizadas", ressaltou o parlamentar.

Liane Colares, portadora de Síndrome de Down e autora de Liane - mulher como todas, prestigiou o evento e informou que o livro conta a história de sua vida e foi escrito com o objetivo de conscientizar os pais para que eles possam acreditar no potencial de seus filhos com a mesma limitação.

O evento é realizado anualmente pelo Senado Federal e neste ano celebra o bicentenário de nascimento de Louis Braille, criador do sistema de leitura para cegos. Participaram da abertura o cartunista Maurício de Sousa, com uma exposição com personagens da Turma da Mônica pintadas em alto relevo e com descrições em braille para os portadores de deficiência visual; o ator Eriberto Leão; a artista plástica Cristina Portella, cujos trabalhos ilustram a Reviva!; os Senadores Arthur Vírgilio e Romeu Tuma; e Ivy Goulart, diretor do filme Além da Luz, que será exibido durante o evento.



Clica Brasília
16/12/2009

Matéria Postada no BLOG da APNEN 16/12/2009

Crescem discussões sobre acessibilidade da web a deficientes.

Nos Estados Unidos ainda não existem leis específicas que obrigam as empresas de internet a tornarem seus sites acessíveis a pessoas com deficiência.

Cerca de 60 milhões de pessoas nos Estados Unidos não conseguem acessar a internet com as configurações normais de um computador e precisam de teclados, mouses ou telas de leitura especiais, segundo dados do diretor do núcleo de Comunidades Especiais do Yahoo, Alan Brightman. A discussão sobre a importância da acessibilidade da internet envolve cada vez mais programadores e webdesigners, assim como as grandes empresas atuantes na web, que querem tornar a experiência da rede mundial de computadores acessível ao maior número possível de usuários.

"Estamos vendo muito mais preocupação e envolvimento na acessibilidade da web agora do que há alguns anos, especialmente entre as grandes empresas", disse ao site Cnet Judy Brewer, diretora do núcleo de Iniciativas para Acessibilidade na Web da organização World Wide Web (W3C), consórcio internacional que define padrões para a internet. "Está se tornando uma expectativa real que os sites precisam, cada vez mais, satisfazer as necessidades de todos os usuários", acrescentou a especialista.

O núcleo de Judy Brewer na W3C trabalha lado a lado com outros núcleos do consórcio no desenvolvimento da nova linguagem padrão de programação para web, a chamada Html 5. Na opinião de Judy, o principal desafio neste momento é conseguir fazer com que a Html 5 possa suportar todas as necessidades de acessibilidade.

Um artigo publicado nesta terça-feira pelo Cnet salientou que duas das maiores empresas de internet, Yahoo e Google, já tornaram o fator da acessibilidade uma parte fundamental do trabalho. O Yahoo, por exemplo, exige que todos os novos empregados recebam treinamento especial sobre acessibilidade e os novos designers de livros eletrônicos passem pelo Laboratório de Acessibilidade. Já o Google adicionou recentemente uma ferramenta no YouTube que permite aos usuários colocarem automaticamente legendas nos seus vídeos, o que facilita o acesso para pessoas com problemas de audição.

"Enquanto a internet se torna mais dinâmica, as exigências de acessibilidade se tornam cada vez mais interessantes e, muitas vezes, um desafio para serem implementadas", disse Brewer.

De acordo com um levantamento da WebAim, organização ligada à Universidade de Utah, um dos equipamentos mais utilizados pelos deficientes visuais, os leitores de tela (softwares especiais que descrevem em voz alta os conteúdos das páginas da web), se confundem com a maioria das configurações dos sites existentes atualmente. Mesmo simples imagens ou fotografias em uma página na web, podem criar problemas para estes programas se os responsáveis pela publicação do site não adicionarem o texto correto a todas as fotos.

Ainda não existem leis específicas nos Estados Unidos que obrigam as empresas de internet a tornarem seus sites acessíveis a deficientes, mas especialistas consultados pelo Cnet acreditam que algumas partes da lei americana sobre acessibilidade possa ser aplicável na internet.

Mas, enquanto leis específicas não são desenvolvidas, Brightman salienta que tornar o site acessível ao maior número de pessoas é um fator positivo principalmente para os negócios. Nesse sentido, o Cnet salienta, por exemplo, o fato que o número de usuários acima dos 65 anos de idade utilizando a internet ao redor do mundo tem crescido a cada ano, e com isso, devem crescer também as necessidades de adaptação da web.


Terra
16/12/2009

Matéria postada no BLOG da APNEN 16/12/2009

Campanha de respeito a vagas de estacionamento para pessoas com deficiência, idosos e gestantes.

O Movimento Nossa São Paulo convida para a primeira reunião da campanha
O Movimento Nossa São Paulo (www.nossasaopaulo.org.br), em parceria com o Grupo Pão de Açúcar, a Febraban e o Grupo Santander Brasil, desenvolveu uma campanha educativa com o objetivo de conscientizar a população para o respeito da ocupação de vagas de estacionamento para pessoas com deficiência, idosos e gestantes.

Haverá uma reunião no dia 17 de dezembro, às 15h, no auditório da Ação Educativa – rua General Jardim, 660 – Vila Buarque, com organizações que trabalham com os temas, para debater a melhor forma de atingir os objetivos da campanha.

A campanha será lançada oficialmente no dia 2 de março de 2010.

Contato:
Movimento Nossa São Paulo
(11) 3894.2400
www.nossasaopaulo.org.br

Missão: mobilizar diversos segmentos da sociedade para, em parceria com instituições públicas e privadas, construir e se comprometer com uma agenda e um conjunto de metas, articular e promover ações, visando uma cidade de São Paulo justa e sustentável.


Movimento Nossa São Paulo
16/12/2009

Matéria Postada no BLOG da APNEN 16/12/2009

Mal de Parkinson danifica cérebro antes de aparecimento de sintomas.

Os dados mostram que deve haver iniciativas para buscar tratar a doença desde o seu estágio inicial.

O cérebro de um paciente de Mal de Parkinson já apresenta danos antes do aparecimento dos sintomas da doença, segundo a presidente da Sociedade Espanhola de Neurociência, Carmen Cavada.

Durante um congresso realizado nesta segunda-feira na Universidade de Navarra (norte da Espanha), Cavada relatou que já houve a detecção da morte de até 50% dos neurônios e diminuição nos níveis do neurotransmissor dopamina, características do Mal de Parkinson, antes da aparição dos sintomas.

Segundo ela, os fatores envolvidos nesta doença neurodegenerativa são objeto de estudo de um grupo de trabalho formado por especialistas internacionais como Oleh Hornykiewicz, do Instituto de Neurociências de Viena, que descreveu o déficit de dopamina no Mal de Parkinson.

Atualmente, a doença é diagnosticada quando o cérebro já perdeu entre 60% e 70% de dopamina. Por isso, o grupo de especialistas iniciou um projeto multidisciplinar para estudar o cérebro do ponto de vista bioquímico e anatômico, informou a Universidade de Navarra em comunicado.

O trabalho é coordenado por José Ángel Obeso, diretor do Laboratório de Transtornos do Movimento do Centro de Pesquisa Médica Aplicada da Universidade de Navarra (CIMA, na sigla em espanhol), cuja equipe desenvolveu um modelo experimental para analisar a progressão da doença desde seu estágio inicial.

"Se conhecermos o que acontece no cérebro antes que os sintomas apareçam, poderemos atenuar e evitar que a doença progrida", explica Cavada.

Segundo Manuel Rodríguez Díaz, pesquisador da Universidade de La Laguna, o mal de Parkinson é causado por múltiplos fatores, mas não se sabe qual importância cada um tem.

"Embora seja um esforço, é preciso incentivar estes encontros multidisciplinares, já que todo o avanço no Mal de Parkinson repercutirá em outras patologias neurodegenerativas", afirma Rodríguez Díaz.


European Pressphoto Agency
16/12/2009

Postado no BLOG da APNEN 16/12/2009

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Aprovadas emendas sobre ensino de Libras.

Língua Brasileira de Sinais deverá ser obrigatória para todos os estudantes surdos como língua de comunicação, em todos os níveis e modalidades da educação básica, nas instituições públicas e privadas.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) deverá ser obrigatória para todos os estudantes surdos como língua de comunicação, em todos os níveis e modalidades da educação básica, nas instituições públicas e privadas de ensino. É o que determina emenda de Plenário ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 14/07, do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), aprovada nesta terça-feira (8) pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).

Ainda segundo a emenda, apresentada pela relatora do projeto, senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), as condições de oferta do ensino da Libras serão definidas em regulamento dos sistemas de ensino. O regulamento tratará da necessidade de contratação de professores bilíngues, de tradutores e intérpretes; e do acesso da comunidade estudantil ouvinte e dos pais de alunos com deficiência auditiva ao aprendizado da Libras.

O texto contou com apoio do senador Flávio Arns (PSDB-PR), que considerou o projeto um "avanço importante" para a comunidade surda". A emenda será mais uma vez analisada pelo Plenário.

A comissão aprovou também parecer favorável ao Projeto de Lei da Câmara 48/06, cuja relatora foi igualmente Marisa Serrano, que torna obrigatória a exposição de obras de arte de autoria de artistas brasileiros, natos ou naturalizados, nos imóveis em que funcionam órgãos federais.

Foram concedidas vistas coletivas do Projeto de Lei da Câmara 160/09, que regulamenta o exercício de cultos religiosos, e do PLS 186/06, que modifica as regras de realização do Exame de Ordem promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).


Agência Senado
15/12/2009

Matéria postada no Blog da APNEN 16/12/2009

Ah, esse preconceito velado...

As conquistas das pessoas com deficiência são muitas, mas o preconceito ainda existe.

Felizmente, a situação das pessoas com deficiência tem melhorado muito nos últimos anos. Hoje em dia, palavras como inclusão, diversidade e acessibilidade estão sendo incorporadas ao nosso cotidiano. As escolas já aceitam melhor os alunos com deficiência, empresas se esforçam para cumprir a Lei de Cotas, novas edificações só recebem o alvará se forem acessíveis, dentre outras conquistas.

Até nas novelas estamos presentes. Querendo ou não, temos que reconhecer que grande parte da população assiste às novelas e acaba aprendendo que as pessoas com deficiência são seres humanos como qualquer pessoa, com qualidade e defeitos, habilidades e deficiências. A informação é sempre a melhor arma na luta contra o preconceito.

Torço muito para que um dia datas como 3 de dezembro não existam mais. Acredito que estamos no caminho certo. Fico impressionada como algumas pessoas ainda possuem um pensamento tão pequeno em relação às pessoas com deficiência. Nos últimos dias, algumas situações me deixaram chateada:

- Sou cliente assídua de uma feirinha próxima a minha casa. Parei em uma barraca e me interessei por algumas blusas. Quando a vendedora percebeu que minha compra estava chegando perto dos R$ 100,00, ela começou a insistir para que eu não levasse as peças. Por sorte, um vendedor de bolsas do qual sou cliente foi mexer comigo e comentou que sou uma excelente cliente e que meu cheque é garantido. Após ouvir esse comentário, ela ficou toda sem graça e me devolveu todas as peças que eu queria levar. Fiquei chateada com a atitude dela. Tive a impressão que a vendedora imagina que deficientes não possuem renda. Há tempos atrás, eu teria desistido da compra. Na mesma semana, na academia que freqüento, minha mãe comentou com uma vendedora de roupas que eu queria olhar as peças. A mulher inventou um monte de desculpas e não me mostrou as roupas. Minha mãe ficou indignada com a situação e, na aula seguinte, contou o caso da feira pra ela. Resultado, nessa segunda feira, ela foi até minha casa para que eu comprasse as roupas e se surpreendeu com minhas compras.

- A festa de final de ano da empresa em que trabalho foi realizada em um Hotel Fazenda. A equipe é formada por cerca de 130 pessoas, sendo uma cadeirante, uma usuária de bengala (esclerose múltipla) e um deficiente auditivo. Em momento algum, o comitê organizador da festa pensou na acessibilidade. Liguei para o local da festa e fui informada que eles não estavam aptos para me receber. O local possui muitas escadas, não possui rampas e nem banheiro adaptado. Para entrar no banheiro, minha amiga precisou subir 6 degraus. A cadeira de rodas também não passou nas portas. Comentei com meu chefe e com outras pessoas que eu gostaria muito de ir, mas que ficaria difícil por causa da acessibilidade. Muitas pessoas não concordaram com meus argumentos. Resultado, as pessoas foram para a festa e eu fiquei trabalhando normalmente. Após a festa, várias pessoas comentaram que eu acertei quando escolhi não participar da festa. Ao invés de me divertir, ficaria estressada com tantas escadas para subir... Querendo ou não, me senti excluída. É fácil para quem não anda em uma cadeira de rodas e tem equilíbrio no tronco falar que as pessoas carregariam a cadeira sem problemas. Ninguém pensa o quanto é desconfortável e perigoso para a cadeirante!!

- Estava conversando com um amigo que é atleta paraolímpico sobre esporte. Ele me contou indignado, e com toda razão, que em provas como o Iron Biker (competição internacional de ciclismo) e na Volta Internacional da Pampulha (corrida), os deficientes podem participar, mas só recebem uma medalha de prêmio. As outras categorias são premiadas com dinheiro. No esporte paraolímpico, o Brasil está entre as potências mundiais. Imagina então se não estivesse....

- No último domingo, estava no clube conversando com uma amiga cadeirante, que é nadadora, e ela me disse que uma das sócias do clube não gosta da sua presença, pois se sente incomodada com as cicatrizes que ela possui devido a um acidente de carro.

- Fui passear com minhas irmãs e minha prima pela Savassi, um bairro famoso em Belo Horizonte e ponto de encontro da galera, e passei aperto para andar nas ruas esburacadas, com degraus altos nas calçadas, sem nenhum rebaixamento ou rampa. Tanto na pastelaria quanto na sorveteria, existem degraus para entrar na loja, sem falar nas mesas que não combinam com os pés da cadeira de rodas...

- Quanto se trata de relacionamentos, a situação ainda é complicadíssima. Tenho amigos deficientes que não conseguem arrumar nenhuma namorada por causa do preconceito e acabam tendo que recorrer às profissionais do sexo. Fico brava demais quando recebo algumas propostas que no final das contas se resumem a tirarem casquinhas de mim, como se eu não servisse para ter um relacionamento estável e duradouro. Muitas pessoas ainda pensam que só porque você anda em uma cadeira de rodas está ‘encalhada’ e desesperada... As coisas não são assim!!!

Enfim, o que mais me mata de tristeza é esse preconceito velado. As pessoas falam que não são preconceituosas, mas acabam nos excluindo sim, seja através das barreiras arquitetônicas ou das atitudinais. Mas, se Deus quiser, e ele há de querer, um dia isso muda!


Rede Saci
15/12/2009

Matéria postada no BLOG da APNEN 16/12/2009

Diferente, mas igual

As escolas têm papel decisivo na promoção da inclusão de pessoas com deficiência
Quem já acompanha esse meu blog talvez tenha percebido que sou sensível à inclusão social, de maneira ampla, geral e irrestrita, talvez não, o caso é que tenho pensado muito nisso, não é por acaso que coloco uns selinhos ai ao lado.

Vivemos numa sociedade, ainda muito resistente às diferenças, na verdade temos pouco tempo de convívio com pessoas portadoras de deficiência. Já foi comum esconder os portadores de deficiência em quartos nos porões das casas, em asilos distantes. Até hoje as escolas resistem, fazem milhares de objeções e acabam não aceitando as crianças com deficiências.

Quando eu era criança, os termos usados para se referir aos portadores de deficiência física, mental ou intelectual era bem discriminatória, eram chamados de "excepcionais", algumas pessoas sussurravam a palavra para não ofender os preciosos ouvidos de seus interlocutores, havia outros termos, "mongolóide", "retardado", "paralítico", houve o tempo do "psicológicamente culpado", era quando se dizia que o portador de deficiência era "especial", especial mas excluído, claro, mas graças ao olhar cuidadoso e aos esforços de muitas pessoas as coisas estão mudando, devagar, mas mudando.

Muitos mitos, muitas fantasias, muitas crenças estão indo por água abaixo, nossa sociedade, construída a partir de ideais higienistas, idealizou um mundo onde as diferenças não eram contempladas, aos portadores de deficiências estavam reservadas as instituições, as escolas especiais, lugares onde o cuidado era a única preocupação.

Nas escolas, até bem pouco tempo, crianças com deficiência eram casos raríssimos, mas, agora, um "cumpra-se" fez muita coisa mudar, toda criança em idade escolar deve estar matriculada numa escola, os prédios públicos tem que ser acessíveis, até os museus estão se adaptando. adquirindo e produzindo material adequado para contemplar cada uma das deficiências, com isso todos passam a ter oportunidades iguais. Instalar corrimões, pisos táteis, banheiros para cadeirantes, essa é a parte fácil, mas é preciso, também, preparar as pessoas.

Nesse site de uma operadora de celulares, há os vinte finalistas que concorreram a um prêmio, o tema era a inclusão social, cada um dos filmes trata de uma questão relacionada relevante.

Durante o último mês, viajei pelo estado de São Paulo participando de uma pesquisa para mapear e caracterizar a educação inclusiva nas escolas do Ensino Fundamental, em cada escola que visitamos, depois da aplicação dos questionários apresentávamos o filme:"Igual, mas diferente". O filme foi apresentado de cinco maneiras diferentes, sem som, sem imagem, versão falada, versão com libras e versão com audiodescrição, ainda hoje muitas pessoas pensam que os portadores devam estar em lugares próprios, usam sempre os mesmo argumentos, da necessidade do especialista, na verdade o especialista que deve estar presente é o professor, tanto para o conteúdo escolar, quanto para os conhecimentos necessários para a convivência social, a escola é o lugar de socializar as crianças.


Blog Minha filha já pode votar
15/12/2009

Matéria postada no BLOG da APNEN 16/12/2009

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Liminar garante tratamento para menino com paralisia cerebral.

Estado ou cidade devem fornecer tratamentos de saúde necessários e escola especializada.

O juiz Valter Alexandre Mena, da 3ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, concedeu uma liminar para que o Estado ou a cidade forneçam tratamentos de saúde necessários e escola especializada para uma criança com paralisia cerebral grave. O pedido foi deferido após a manifestação do Ministério Público, que também foi favorável à concessão do benefício.

Na ação, o defensor público Luiz Rascovski sustentou que, para que haja melhora no quadro clínico da criança, alguns tratamentos prescritos pelos médicos que atenderam o garoto são fundamentais, como fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e acompanhamento psicológico, além de permanência na escola para demais atividades.

Segundo consta da ação, em maio de 2008, a Defensoria Pública encaminhou para a prefeitura de São Paulo um ofício solicitando a acolhida da criança em escola especializada que dispusesse dos tratamentos necessários.

O Defensor afirmou que a ação foi necessária porque buscavam "um local único que forneça atendimento completo e adequado, com todos os tratamentos prescritos pelos médicos, até porque ele tem extrema dificuldade de locomoção e não possui condições físicas, nem financeiras, de proceder a tratamentos isolados em diversos locais".

O juiz concedeu a liminar para determinar que o Estado e município forneçam os tratamentos e escola especializada para criança na rede pública e, caso não possuam local adequado e próximo de sua residência, que arquem com os custos em estabelecimentos privados.

Segundo Rascovski "não há na rede pública um local que disponha de todos os tratamentos, somente em escolas particulares especializadas. Cabe, portanto, ao Estado arcar com os custos deste tipo de escola, ante seu despreparo e falta de estrutura em fornecer tais tratamentos".



Terra
14/12/2009

Matéria postada no BLOG da APNEN 15/12/2009

Inclusão e direitos são temas de evento.

Deficientes discutem suas prioridades com o governo.

Pessoas com deficiência têm direito à participação ativa na sociedade e devem ter suas necessidades básicas atendidas pelo governo. Para firmar essa ideias, entidades promoveram, no último dia 11, uma manhã de apresentação artística, serviço e orientação na Praça José de Alencar.

Foram representadas as tipologias motora; auditiva; visual; intelectual; múltipla - quando a pessoa tem dois ou mais tipos; ou orgânica, ocasionada por doenças crônicas de tratamento contínuo que comprometam a locomoção. A coordenadora do evento e do grupo Universo Down, Sandra Tavares, aponta que o maior desafio para esse público é a educação, por meio da inclusão na rede regular de ensino.

Além do direito à educação formal, os deficientes têm prioridade nos cadastros habitacionais e outros serviços públicos ou privados. Empresas com 100 ou mais empregados devem ter de 2% a 5% das vagas ocupadas por pessoas com deficiência. Quem precisa cobrar a garantia desses direitos pode procurar a rede de assistência social da Prefeitura, o Ministério Público, entidades de apoio ou a Defensoria Pública.

Segundo a promotora de justiça do idoso e da pessoa com deficiência, Elsuérdia Silva de Andrade, as demandas mais frequentes são relativas à mobilidade. Em todo o Estado, a fila de espera por cadeiras de rodas já conta mais de 1.300 pessoas, algumas esperando desde 2006. Só agora o atraso será solucionado: a Prefeitura vai começar a distribuir os benefícios em janeiro de 2010.

Além do preconceito que vem do desconhecimento das pessoas sobre as deficiências, os próprios serviços públicos não estão preparados para atender às necessidades específicas. É o que afirma a presidente da Associação de Integração dos Deficientes (Assind), Alaíde Aquino. Cadeirante há 12 anos, ela relata que precisa da ajuda do marido e do filho para fazer o exame de mamografia porque o equipamento não é adaptável. "Saúde é como fome, não pode esperar", defende. Ela aponta que falta boa vontade dos gestores para garantir os direitos básicos. "Falta gentileza, falta se importar com o próximo".

Ações na área da educação
> 2 mil alunos com deficiência nas escolas públicas.
> Curso de LIBRAS, seminários de gestão e capacitação de professores para o atendimento educacional especializado.
> 30 escolas passaram por projeto de acessibilidade, e outras estão em reforma. Ao todo, são 15 elevadores em escolas municipais
> Existem 26 salas de recursos multifuncionais que atendem alunos com deficiência.
> Os pedidos de cadeiras de rodas encaminhados à Prefeitura até maio de 2009 serão atendidos a partir de janeiro.
> A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) já adquiriu 1.350 peças, que começarão
a ser distribuídas para pacientes do Ceará em até 40 dias.



O Povo Online
14/12/2009

Matéria postada no BLOG da APNEN 15/12/2009

Carro importado para taxista e deficiente terá IPI zero.

A alíquota do IPI que vigorava variava de 3% a 25%, dependendo da potência e combustível do automóvel.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 12.113 que concede isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) vinculado à importação de automóveis dos países do Mercosul nos casos em que o veículo for vendido a taxistas e pessoas com deficiência física. A empresa importadora receberá um crédito tributário quando o veículo importado for vendido para taxistas e deficientes físicos.

Segundo a Receita Federal, a alíquota do IPI que vigorava varia de 3% a 25%, dependendo da potência do motor e o combustível do automóvel. A assessoria do órgão informou que deve haver uma redução nos preços dos veículos para taxistas e deficientes, já que a medida reduz para as empresas o custo da importação. A lei foi publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União.



O Estado de S. Paulo
14/12/2009

Mensagem postada no BLOG da APNEN 15/12/2009

Palestra sobre acessibilidade para guardas municipais.

Objetivo é sensibilizar sobre as dificuldades de acesso que o deficiente encontra no dia-a-dia.

O Presidente do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência (COMPPD), Ricardo Ferreira, palestrou sobre o tema “Acessibilidade aos guardas municipais”, nesta terça-feira, 8. O objetivo foi sensibilizar a Guarda Municipal para as dificuldades de acesso que os deficientes enfrentam no dia-a-dia na cidade. Ricardo também fez demonstrações de como tratar e ajudar um deficiente, de forma mais confortável.

Para Ricardo, a Guarda Municipal é uma aliada do segmento da pessoa com deficiência. “Os guardas municipais exercem um papel fundamental para o exercício do direito do deficiente. As pessoas que não respeitam as vagas demarcadas causam um enorme transtorno. É necessário acabar com essa prática e orientar a não estacionar na vaga caso a identificação não esteja da forma correta”, explicou.

O COMPPD criou selos de acessibilidade, que serão lançados no dia 21 de dezembro, com o objetivo de identificar estabelecimentos e veículos devidamente adaptados ou acessíveis. “Os selos incentivam a derrubada das barreiras, tanto de atitude como de arquitetura. Um comerciante com um selo na entrada de sua loja mostra que se preocupa e pode receber o deficiente bem”, explicou. Os selos são divididos nas categorias ouro (empregar pessoas com deficiência e espaço acessível), prata (com mais de uma iniciativa de adaptação do espaço) e bronze (para aqueles que deram o primeiro passo a adaptação do estabelecimento).

Para Márcio Salomão, coordenador geral de tráfego, o objetivo do Governo é auxiliar as pessoas com deficiência, através da Guarda Municipal. “Esta palestra de conscientização é fundamental para que fiquemos mais sensíveis para a questão dos deficientes. Vamos ajudar no que for preciso e podem contar conosco”, disse. Wesley Esteves, guarda municipal, comentou que as infrações que desrespeitam o direito do deficiente não devem ser toleradas. “Muitos estacionam nas vagas para deficientes e dizem que ‘foi só por um minutinho’, e ainda reclamam quando são cobrados. Esses infratores podem ser multados e até terem seus carros rebocados”, assegurou.

Ciléia Bandeira, também guarda municipal, acredita que 70% da população de Teresópolis respeita as vagas delimitadas para deficientes físicos. “Geralmente, pedimos para a pessoa retirar o carro da vaga. Carros em vagas de deficiente, ponto de ônibus e faixa de pedestre são infrações intoleráveis. Hoje, a partir da palestra do Ricardo Ferreira, meu conhecimento sobre auxílio ao deficiente melhorou bastante”, comentou a guarda municipal.


O Diário de Teresópolis
14/12/2009

Esta mensagem foi postada no BLOG da APNEN 15/12/2009.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Liminar garante tratamento para menino com paralisia cerebral

Liminar garante tratamento para menino com paralisia cerebral


O juiz Valter Alexandre Mena, da 3ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, concedeu uma liminar para que o Estado ou a cidade forneçam tratamentos de saúde necessários e escola especializada para uma criança com paralisia cerebral grave. O pedido foi deferido após a manifestação do Ministério Público, que também foi favorável à concessão do benefício.
Na ação, o defensor público Luiz Rascovski sustentou que, para que haja melhora no quadro clínico da criança, alguns tratamentos prescritos pelos médicos que atenderam o garoto são fundamentais, como fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e acompanhamento psicológico, além de permanência na escola para demais atividades.
Segundo consta da ação, em maio de 2008, a Defensoria Pública encaminhou para a prefeitura de São Paulo um ofício solicitando a acolhida da criança em escola especializada que dispusesse dos tratamentos necessários.
O Defensor afirmou que a ação foi necessária porque buscavam "um local único que forneça atendimento completo e adequado, com todos os tratamentos prescritos pelos médicos, até porque ele tem extrema dificuldade de locomoção e não possui condições físicas, nem financeiras, de proceder a tratamentos isolados em diversos locais".
O juiz concedeu a liminar para determinar que o Estado e município forneçam os tratamentos e escola especializada para criança na rede pública e, caso não possuam local adequado e próximo de sua residência, que arquem com os custos em estabelecimentos privados.

Segundo Rascovski "não há na rede pública um local que disponha de todos os tratamentos, somente em escolas particulares especializadas. Cabe, portanto, ao Estado arcar com os custos deste tipo de escola, ante seu despreparo e falta de estrutura em fornecer tais tratamentos".

FONTE- http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4149941-EI715,00-Liminar+garante+tratamento+para+menino+com+paralisia+cerebral.html

10 de dezembro de 2009 • 11h10

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13/12/2009