sábado, 9 de outubro de 2010

Programa libera recursos de R$ 151,2 milhões para escolas

Além da quantia disponibilizada pelo PDDE, o programa Brasil Alfabetizado oferece R$ 5,8 milhões a municípios de 18 estados.
Assessoria de Comunicação Social do FNDE


Recursos de R$ 151,2 milhões estão à disposição de caixas escolares, conselhos escolares ou similares das unidades de ensino públicas cadastradas no Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Também foram liberados R$ 5,8 milhões do programa Brasil Alfabetizado a municípios de 18 estados.

Dos repasses referentes ao PDDE, R$ 72,9 milhões foram destinados a conselhos escolares ou associações de pais e mestres; R$ 65,4 milhões, a escolas vinculadas ao Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE Escola); R$ 12,8 milhões, a instituições que oferecem educação integral.

Criado em 1995, o PDDE teve a área de atuação ampliada ao longo dos últimos 15 anos. Até 2008, contemplava escolas públicas de ensino fundamental. Com a Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009, passou a atender toda a educação básica. Além de liberar recursos para manutenção da infraestrutura das escolas públicas, o programa promove a acessibilidade para estudantes com deficiência ou mobilidade reduzida; financia a educação integral, o funcionamento das escolas nos fins de semana, com a oferta de atividades educativas e recreativas; e a reforma e a construção de coberturas de quadras esportivas em escolas participantes do programa Mais Educação.

O Brasil Alfabetizado é um programa do Ministério da Educação desenvolvido em parceria com estados e municípios em todo o território nacional. Têm atendimento prioritário 1.928 municípios que apresentam taxa de analfabetismo igual ou superior a 25%.

Os repasses de recursos do PDDE e do Brasil Alfabetizado são feitos pelo
. Os valores podem ser conferidos detalhadamente na página eletrônica do fundo: http://www.fnde.gov.br/

Fonte: Portal MEC Educação - 08/10/2010
Matéria postada no blog da APNEN: 09/10/2010

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

TST - Tribunal decide sobre cota para portadores de deficiência

O número de cargos destinados à cota não é relativo a cada estabelecimento, mas sim à totalidade de funcionários da empresa.
da Redação

Em decisão unânime, a Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) deu provimento ao recurso de revista do Ministério Público do Trabalho (MPT)da 2ª Região (SP) para considerar o conjunto dos empregados do Banco ABN AMRO Real (adquirido pelo Santander Brasil) na hora da contratação de pessoal portador de deficiência ou reabilitado, nos termos da legislação em vigor.

Como explicou o relator, ministro Vieira de Mello Filho, o artigo 93 da Lei nº 8.213/91 refere-se à totalidade dos empregados da empresa, quando prevê a obrigação de preenchimento de cargos com pessoal portador de deficiência ou reabilitado. Segundo o dispositivo, a empresa com 100 empregados ou mais está obrigada a preencher de 2% a 5% das vagas com esses trabalhadores; até 200 empregados, 2%; de 201 a 500 empregados, 3%; de 501 a 1000, 4%; e de 1001 empregados em diante, 5%.

Ainda de acordo com o relator, a lei visou à proteção do mercado de trabalho das pessoas que, em virtude de dificuldades físicas, mentais ou sensoriais, tenham dificuldades de adquirir ou manter o seu posto de trabalho. Desse modo, a norma limita o poder do empregador, uma vez que a dispensa de empregados reabilitados ou portadores de deficiência só pode ocorrer após a contratação de substituto em condições semelhantes.

O MPT recorreu ao TST depois que o Tribunal do Trabalho paulista (2ª Região) considerou que o número de cargos destinado à cota era relativo a cada estabelecimento empresarial. Contudo, na interpretação do ministro Vieira, quando a lei fala de "empresa" diz respeito à atividade desenvolvida pelo tomador dos serviços, do contrário, bastaria que o empresário distribuísse seus empregados em estabelecimentos com menos de 100 trabalhadores para que pudesse burlar o comando legal. (RR- 224600-17.2001.5.02.0057)

Fonte: Tribunal Superior do Trabalho

Matéria postada no blog da APNEN: 08/10/2010

Deficientes sofrem para votar em Ribeirão Preto

Falta de listagem dos candidatos em braile, mudança de seções e falta de informação dificultam processo de votação.
Adriana Matiuzo


Portadores de deficiência visual, que votam na seção especial da escola estadual Otoniel Mota, tiveram urnas eletrônicas adaptadas para eles, mas não contaram com uma listagem dos candidatos em braile, nem com a confirmação de áudio voto a voto.

O aposentado José Luiz Ichiro Yamamoto, de 65 anos, que é deficiente visual, disse que, devido ao problema, não soube se conseguiu votar nos candidatos que queria. "Não tem a listagem completa dos candidatos em braile à disposição da gente. Não sei o que houve porque, nos outros anos, sempre tinha", disse.

Outro portador de deficiência visual, o autônomo Waldir de Souza, 69, disse que apenas não se sentiu prejudicado porque havia decorado o número dos candidatos. "É um problema muito sério e que isso precisa ser corrigido para a próxima eleição", afirmou.

Segundo o autônomo, o áudio da seção apenas informava que ele havia conseguido votar, mas não confirmava em quais candidatos ele votava.

O 1º secretário da seção, Carlos Costa, 29, confirmou os problemas. Ele diz que a seção não recebeu neste ano a listagem em braile e que também não teve a ajuda de voluntários, que costumavam auxiliar os portadores de deficiência.

"Não estávamos sabendo que não haveria a lista em braile e que não teríamos o apoio de voluntários. Não sei o que aconteceu", disse Costa.

A presidente da Adevirp (Associação dos Deficientes Visuais de Ribeirão Preto), Marlene Teixeira Cintra, 52, disse neste domingo que não foi acionada em nenhum momento pela Justiça Eleitoral. Segundo ela, em eleições anteriores, pessoas, nem sempre ligadas à Adevirp teriam se oferecido para dar suporte à seção do Otoniel Mota. Ela não soube informar por qual motivo estas pessoas não trabalharam este ano.

Opção desconhecida

A Adevirp teve apenas um eleitor inscrito: a própria presidente da instituição, Marlene Cintra. Ela diz que, para poder votar na sede da associação, os eleitores precisam fazer a transferência do título eleitoral, o que teria prejudicado a movimentação.

Segundo ela, a associação foi autorizada a se tornar zona eleitoral em 2008. "Muitos deficientes ainda não descobriram a possibilidade, mas esperamos que isso mude nas próximas eleições", disse Marlene.

Veja outras fotos e mais informações da matéria clicando no link: http://www.jornalacidade.com.br/especiais/eleicoes-2010/2010/10/03/deficientes-sofrem-para-votar-em-ribeirao-preto.html

Fonte: Jornal A Cidade - Ribeirão Preto - SP, 07/10/2010
Matéria postada no blog da APNEN: 08/10/2010

MP participa de encontro do MEC para tornar efetiva educação inclusiva

MPs dos Estados são reunidos pelo MEC em Brasília e Liliane Garcez, presente, comenta o encontro.
da Redação

Com o objetivo de tornar efetiva a implementação dos direitos assegurados
na Convenção Internacional sobre Direitos das Pessoas com Deficiência,
especialmente sobre a educação inclusiva, o Ministério da Educação (MEC),
por meio da Secretaria de Educação Especial (SEESP), reuniu representantes
dos Ministérios Públicos dos Estados em um encontro realizado em Brasília.

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), por meio da Promotora de Justiça de Santo Ângelo, Rosangela Corrêa da Rosa, participou da atividade,
reiterando o comprometimento do MPRS em buscar a inclusão dos portadores de
deficiência.

"O MEC apresentou os programas disponibilizados aos Estados e Municípios
para viabilizar a implantação da Convenção", explica a Promotora. Entre as
ações expostas estão o Programa de Formação Continuada de Professores na
Educação Especial; o Programa de Implantação de Salas de Recursos
Multifuncionais; o Programa Escola Acessível, que abrange a adequação de
prédios escolares para a acessibilidade; e o Programa BPC na Escola, que
realizou levantamento da situação escolar das crianças e adolescentes que
recebem benefício de prestação continuada.

A partir das palestras, a Promotora de Justiça elaborou sugestões que, após
apreciadas pelo Grupo de Trabalho de Educação e pelo Centro de Apoio Operacional (CAO) da Infância, serão apresentadas à administração do Ministério Público, para fortalecer a atuação no sentido de ampliar a educação inclusiva e outras ações para inclusão das pessoas portadoras de deficiência. Entre as propostas estão a elaboração de uma proposta de trabalho institucional que contemple o fomento do cumprimento da meta da Convenção de inclusão de crianças, adolescentes, jovens e adultos com deficiência no ensino regular, assegurando condições dignas de acesso e permanência na escola, que inclua acessibilidade, formação continuada dos professores, disponibilização de sala de recursos e atendimento educacional especializado (AEE) em todas as escolas públicas e privadas, bem como criar as Promotorias de Justiça da Educação que, entre outras atribuições de âmbito coletivo, deverão trabalhar para promover a educação inclusiva no Rio Grande do Sul.

O protocolo da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência foi
aprovado pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 2006, ratificada pelo
Brasil em 2008 e promulgada pelo Decreto 6.949/2009.

Comentário de Liliane Garcez na lista de discussão do Fórum Inclusão:

Caros,

Estive presente no Seminário da Educação Especial: direito à educação
inclusiva que avalio como bastante proveitoso. Em dois dias de intensos
trabalhos, foram discutidos vários aspectos sobre os direitos das pessoas
com deficência, tendo como foco a educação.

A programação envolveu:

1. Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e os atuais
marcos legais e políticos da Educação Especial no Brasil;
2. A questão do direito à educação e da construção de autonomia;
3. A explanação da política nacional de Educação Especial na perspectiva da
educação inclusiva,
4. A implementação de sistemas educacionais inclusivos com relatos de 05
experiências, uma de cada regiões do Brasil;
5. As políticas intersetoriais de Educação, Saúde, Direitos Humanos e
Assistência Social no favorecimento da educação inclusiva.
6. A atuação do MP na garantia do direito à educação das Pessoas com
Deficiência.

Saímos com a certeza de que esse encontro contribuiu para que os promotores
de justiça brasileiros ampliem e fortaleçam sua contribuição na garantia do
direito à educação das pessoas com deficiência e que o conhecimento,
principalmente em relação a Convenção, avançasse significativamente.

Particularmente, achei muito importante o fato de estarem presente
representantes do MP relacionados aos direitos da criança e do adolescente,
o que dá efetivamente o carater transversal em termos de política
pública para a garantia de direitos das pessoas com deficiência.

Abraços,

Liliane

Fonte: MPRS - 07/10/2010
Matéria postada no blog da APNEN: 08/10/2010

Passageiros e motoristas criticam programa de táxis adaptados em São Paulo

Falta de incentivo financeiro e grande demanda impedem serviço de se consolidar eficientemente.
André Monteiro e Marina Gama
Mais de um ano depois de os primeiros táxis adaptados para o transporte de deficientes físicos começarem a rodar, o projeto ainda patina em São Paulo.

No lançamento do programa, a prefeitura concedeu 80 licenças para o serviço, mais 40 de reserva, e diz que hoje são 35 veículos à disposição. A Folha fez um levantamento nas empresas cadastradas e foi informada de que apenas 23 veículos estavam disponíveis aos usuários.

Taxistas afirmam que a procura pelo serviço é baixa e que não compensa o investimento de cerca de R$ 100 mil - preço do veículo adaptado -, totalmente bancado por eles. Quando apresentou os táxis, em fevereiro de 2009, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) disse acreditar que, após chegar a 80 carros, a frota poderia ser ampliada.

Há seis meses, o secretário da Pessoa com Deficiência, Marcos Belizário, disse que já estavam superadas as "dificuldades iniciais de implantação, como a escassez de passageiros" e que o serviço tinha potencial para ser expandido.

"A prefeitura prometeu que haveria pontos em diferentes partes da cidade, em hospitais, shoppings, rodoviária. Nenhum dos pontos está disponível para a gente hoje. Estamos pagando para trabalhar, na verdade", diz o taxista Rodnei Oliveira Silva.

O autônomo financiou o veículo e diz enfrentar problemas para quitar a dívida. "A prefeitura não deu nenhum financiamento especial para adaptar o carro. Não estou conseguindo pagar tudo, meu nome está sujo."

"A maioria dos táxis estão nas empresas porque elas podem manter. Bancar cinco ou seis carros, mesmo dando prejuízo, dá certo em uma frota com 300 carros. Agora, o motorista autônomo não tem condição. A prefeitura deveria subsidiar alguma coisa", afirma Natalício Silva, presidente do sindicato dos taxistas.

Diana Sabbag, 29 anos, é cadeirante e usa o serviço com frequência desde a implantação. Ela elogia a atenção dos motoristas e a segurança dos táxis, mas diz que não consegue marcar horários, devido à falta de carros. "Já perdi prova de faculdade por causa disso, consulta no médico."

O consultor Antonio Carlos Munhoz, 52, outro usuário dos táxis, diz que o serviço ainda atende poucos deficientes físicos. "Eles atendem muitos idosos ou pessoas que estão usando cadeira de rodas eventualmente. Como são poucos carros, então eles estão sempre ocupados", diz.

Outro lado

A Secretaria de Transportes afirma que "eventualmente, por questões de manutenção do veículo ou problemas relativos ao condutor", é possível que nem todos os 35 táxis acessíveis autorizados estejam operando.

Sobre os pontos específicos para táxis adaptados, a secretaria solicitou a criação de 15 a 20 pontos ao Departamento de Transporte Público em toda a cidade. Por enquanto, apenas o do aeroporto de Congonhas foi criado. "Haverá sorteio e a divisão dos 80 alvarás para os pontos, que terão telefones e coordenadores", informou a secretaria em nota.

Taxa

Alguns dos taxistas consultados pela reportagem disseram cobrar uma taxa extra, de até R$ 28, para fazer corridas com hora marcada com seus carros adaptados. Segundo a prefeitura, a tarifa a ser cobrada deve ser igual à dos radiotáxis, R$ 7.

A orientação é que valores maiores sejam denunciados e registrados em boletim de ocorrência - o taxista pode ser multado em R$ 192,66.

Fonte: Folha de S.Paulo - São Paulo - SP, 06/10/2010
Matéria postada no blog da APNEN: 08/10/2010

Função Sexual e Fertilidade em Homens após Lesão Medular

Apesar da crença comum, homens com paralisia ainda podem manter relações sexuais e ter filhos.
da Redação


Muitas pessoas associam lesão medular à perda da função sexual, particularmente em homens, mas na verdade, paralisia hoje em dia não significa mais o fim de relacionamento sexual ou da habilidade para a paternidade.

Cerca de metade dos homens com LM são incapazes de apresentar ou manter uma ereção sem ajuda, e 95%, de ejacular, diz Dr. Richard E. Berger, professor do Departamento de Urologia da Universidade de Washington. Ambos os problemas, diz Berger, podem agora ser conduzidos de maneiras diferentes.

Talvez o mais simples método de produzir uma ereção seja o de usar uma bomba de vácuo que se adapte ao pênis e que traga sangue para dentro dele por meio de sucção. Este método é muito efetivo e traz resultados satisfatórios em 80 a 90% dos homens que o utilizam, sendo que, além de tudo, é um método completamente não invasivo. Cuidados devem ser tomados para se evitar a formação do anel constritivo por mais de meia hora de cada vez, prevenindo assim, o risco de se formarem coágulos dentro do pênis.

"Uma bomba de vácuo custa, geralmente, menos do que US0 (dólares)", diz Berger. A desvantagem é que o uso desse equipamento requer um planejamento e aptidão para usá-lo e alguns casais se sentem embaraçados para utilizar o equipamento. A bomba também pode causar hematoma no pênis se for bombeada com muita força ou por muito tempo.

Outro método para produzir uma ereção é injetar uma pequena quantidade de droga, usualmente a prostaglandina E-1, diretamente no pênis, para aumentar o fluxo sanguíneo. "Essencialmente, essa injeção faz o mesmo papel que os nervos fariam sobre os vasos sanguíneos" diz Berger. "Uma pequena agulha de insulina (da mesma utilizada pelos diabéticos) é utilizada no processo e, mesmo para homens com alguma sensação, não é muito doloroso."

Assim como no método de sucção/constrição, a dose da medicação deve ser ajustada para agir somente durante 30 minutos, para evitar o perigo de uma ereção muito prolongada. "As primeiras injeções são aplicadas numa clínica para que seja estabelecida a dosagem correta", diz Berger. Injeções no pênis podem ser utilizadas somente uma vez por dia e existe o risco de causar ferimento no pênis, por isso, Berger recomenda que elas não sejam usadas mais do que 2 vezes por semana. Muitos homens com LM preferem este método porque é mais rápido e não requer um equipamento aparatoso. A droga funciona em 60-70% dos casos em que é utilizada e custa cerca de US a US (dólares) por injeção, dependendo da quantidade usada em cada aplicação.

Se um homem com tetraplegia não tem a capacidade de operar uma bomba de vácuo, ou aplicar a injeção por si mesmo, sua companheira deverá aprender a fazer isso por ele. Muitos casais aprendem a incorporar esses recursos como parte do ato sexual e até descobrem que eles podem aumentar a excitação. Quando nem a bomba de vácuo e nem a injeção produzem os efeitos desejados os homens com LM podem optar por fazer um implante cirúrgico de um aparelho semi-rígido ou inflável no pênis. "Existem muitos tipos de implantes penianos mas, os que funcionam melhor para os homens que não possuem sensação são os que possuem um sistema de auto insuflação", diz Berger. Nestes sistemas, uma pequena bomba, usualmente localizada na ponta do pênis, insufla o implante com fluído quando a ereção é desejada. Na LM, a falta de sensação pode levar a um problema de erosão peniana que é uma lesão feita na pele, provocada pelo o implante. Implantes que se tornam flácidos quando não estão em uso criam menos pressão sobre a pele e também menos risco de erosão.

Implantes penianos são também úteis para homens que tem problema com o uso de catéter de borracha e apresentam retração peniana. No entanto, a colocação de um implante peniano danifica o tecido erétil do pênis. Se um implante for removido, o tecido não funcionará tão bem como funcionava antes do implante ser colocado. "Implantes também são muito dispendiosos custando uma faixa de US.000 (dólares), ou mais, pelo implante e mais a cirurgia para colocá-lo", diz Berger. "Desta maneira, nós aconselhamos que sejam tentados outros métodos mais baratos e reversíveis em primeiro lugar".

Tecnologia e medicina podem tornar a relação sexual possível para homens com LM mas, o ato sexual em si não será o mesmo de antes da lesão. Sem a sensação genital e/ou o orgasmo, os homens com LM normalmente devem aprender a focalizar a relação sexual em outras formas alternativas de estimulação. "Outras áreas do corpo frequentemente se tornam mais sensíveis", diz Berger. "Quando os homens com lesão medular sonham," ele adiciona, "eles normalmente sonham consigo mesmo como não possuindo LM. No sonho eles podem sentir tudo. Eu conheço alguns deles que conseguem se colocar dentro de um sonho quando vão fazer sexo."

"Homens com paralisia também se tornam mais concentrados em proporcionar prazer as suas companheiras e isso proporciona a eles próprios mais prazer", diz Berger. "Eles gostam de observá-las e isso estimula o desejo deles em querer fazer as coisas funcionarem o mais próximo do normal possível. Imaginar que eles podem funcionar sexualmente e satisfazer suas companheiras sexualmente traz satisfação e muito mais ainda quando eles conseguem realizar isto de fato. Sexo é muito mais do que o que está entre as orelhas."

Leia mais sobre o assunto em http://www.deficienteciente.com.br/2010/10/funcao-sexual-e-fertilidade-em-homens.html#ixzz11b2ZyeFL

Fonte: Deficiente Ciente - 06/10/2010
Matéria postada no blog da APNEN: 08/10/2010

Nações Unidas analisam situação de pessoas com deficiências no mundo

Reunião do Comitê sobre o tema, em Genebra, está ouvindo como os países implementam medidas previstas na Convenção aprovada em 2006.
Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.
Representantes dos países que participam da Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiências estão reunidos em Genebra para a 4ª. Sessão do Comitê sobre o tema.

Todos os Estados são obrigados a apresentar relatórios regulares sobre como estão implementando o tratado.

Tunísia

No encontro, que começou nesta segunda-feira, será debatida a situação de pessoas com deficiências em vários países incluindo a Tunísia.

O Estado deve relatar à comissão, inicialmente, antes de completar dois anos de ter ratificado a Convenção, e depois disso a cada quatro anos.

Os membros do grupo analisam as medidas introduzidas por cada país e fazem sugestões e recomendações gerais. As observações são então encaminhadas aos governos.

Antes da reunião em Genebra, a coordenadora geral de Informação e Comunicação da Secretaria de Direitos Humanos, Flavia Vital, falou à Rádio ONU sobre alguns dos benefícios concedidos pelo governo brasileiro às pessoas que têm deficiências no país.

“Hoje nós temos um trabalho que é o BPC na escola que demostra exatamente isso, que as pessoas que hoje participam do BPC na escola, que é um programa de transferência de renda incluindo pessoas com deficiência, recebem uma bolsa para continuar na escola para que depois possam entrar no mercado de trabalho competitivo”, disse.

A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiências foi aprovada pela Assembleia Geral em dezembro de 2006.

Na quinta-feira, os participantes da reunião em Genebra devem realizar um debate sobre o direito à acessibilidade.

Fonte: Rádio ONU
Matéria postada no blog da APNEN: 08/10/2010

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Jornal escrito por pessoas com paralisia cerebral está em circulação

Sétima edição do Informativo Bem Vindo A.Nó.S., escrito por jovens da Associação Nosso Sonho, será distribuído na zona oeste da capital.
A sétima edição do Informativo Bem Vindo A.Nó.S. já está em circulação no bairro de Perdizes e região, zona oeste de São Paulo. Com tiragem de cinco mil exemplares, a publicação trimestral, é escrita por jovens com paralisia cerebral, contratados pela Construtora Tecnisa, e tem como objetivo divulgar as principais notícias e novidades do universo da pessoa com paralisia cerebral e da ONG Associação Nosso Sonho (A.Nó.S.), instituição localizada em São Paulo que atende pessoas com paralisia cerebral. "A procura pela sétima edição do nosso informativo está grande e nossa equipe já está preparando a oitava edição que ficará pronta até dezembro", comemora Suely Katz, CEO da A.Nó.S..

Nesta sétima edição, o leitor poderá acompanhar nas seis páginas do informativo como foi o passeio de helicóptero oferecido aos jovens da A.Nó.S. pelo empresário Meyer Nigri, presidente da construtora Tecnisa; a emoção da viagem que a equipe fez ao Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, oferecida pela empresa aérea Avianca; uma entrevista com Romeo Busarelli, diretor de internet da Tecnisa, que falou sobre o mundo virtual para deficientes, entre outros temas; um artigo sobre fisioterapia; e uma reportagem sobre hipoterapia.

E mais: na mesma publicação também está uma entrevista com Norma Aparecida Munhoz, a "tia Norma", uma das mais antigas e experientes professoras na área de alfabetização de inclusão. Fique por dentro também dos últimos acontecimentos e ações da Associação Nosso Sonho na sessão Nosso Sonho Acontece. Além de mais uma poesia de Catarina Caramuru, passatempos, curiosidades, receita, dicas e muito mais.

Acompanhados pelo jornalista João Carlos Godoy, que atua como editor chefe da publicação, o grupo de repórteres do Bem Vindo A.Nó.S. é formado pelo estudante de jornalismo Mario Victor Rodrigues Sgambato, pela psicóloga Elisangela Rodrigues, pela escritora e artista plástica Ana Lúcia de Barros, pela poetisa Catarina Caramuru, pelo estudante de teatro Jony Costa,e pelos jovens Marcos Murackami e Gleice Caroline.

A edição 7 do Informativo Bem Vindo A.Nó.S. pode ser adquirida gratuitamente no endereço Rua Minerva, 265 - bairro Perdizes - São Paulo - ou pela internet no endereço http://www.nossosonho.org.br/pdfs/anos_07.pdf.

Outros projetos - Além do informativo Bem Vindo A.Nó.S. a Associação Nosso Sonho desenvolve com seus associados uma gama de outros projetos de desenvolvimento como o Centro de Pesquisas Científicas, o Nosso Sonho Bebê, projetos para colocação do deficiente no mercado de trabalho, Musicoterapia, Ateliê Nosso Sonho, Oficina de Dança, Oficina de Artes Plásticas.


Para saber mais acesso o site www.nossosonho.org.br
Matéria postada no blog da APNEN: 06/10/2010

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Cadê a Calçada?

Com 71 buracos espalhados em dois quilômetros, a Rua Augusta é exemplo de falta de acessibilidade em São Paulo.
da Redação
Enquanto desce a Rua Augusta, o operador de telmarketing, Rafael Ferreia para diante de um trecho em que o chão de concreto dá lugar a uma faixa de areia. "Aqui, seria difícil transitar sem ajuda", reclama ele, paraplégico desde 2003. Os cadeirantes, porém, não são os únicos a perder a paciência - ou, nos piores casos, levarem tombos - devido ao lastimável estado das calçadas dali. Um levantamento da vereadora Mara Gabrilli mostrou que a via é a campeã de buracos. "Recebo 35 reclamçãoes sobre o problema diariamente". afirma Mara. "Destas, 10% são sobre a Augusta. Em segundo lugar, com 5%, vem a Consolação". No último dia 26, a reportagem de Veja São Paulo percorreu os dois quilômetros da Augusta, em ambos lados. Foram encontrados 71 vãos ou fendas grandes o suficiente para prender um pé ou desequilibrar uma cadeira de rodas.

Segundo um estudo realizado em 2003 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 100 mil pessoas sofrem quedas e se machucam por ano nas calçadas de São Paulo. "O pedrestre que desvia os olhos do chão corre sério risco de se acidentar", diz a médica Júlia Greve, do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas.

A funcionária pública Sílvia Marcondes concorda com direito de causa. Ela tema uma cicatriz na testa, resultado de um tombo quando caminhava para o trabalho, numa agência bancária da Augusta. "Fui parar no hospital", conta. "Machuquei os braços, as pernas, levei nove pontos na cabeça e passei dois dias internada".

A última reforma feita pela prefeitura na Augusta foi em 2006, quando foram gastos 2 milhões de rais para cobrir o cão com lajotas de concreto. De acordo com Célia Marcondes, presidente da Sociedade dos Amigos e Moradores do Bairro Cerqueira César (Samorcc), foi aí que começou o problema. "O piso deveria ter sido colado com cimento nos trechos mais íngremes", diz. Como estão sobre uma camada de areia, os blocos soltam-se mais facilmente - sobretudo após temporais como o das últimas semanas.

Segundo a Prefeitura, desde 2005, apenas 400 dos 30 mil quilômetros das calçadas existentes em São Paulo passaram por manutenção. A meta atual é reformar 600 quilômetros de passeios públicos até 2012. "Vamos fazer uma vistoria na Augusta para identificar os locais que necessitam de reparos", afirma Carlos Eduardo Cheide, chefe de obras e serviços da Secretaria das Subprefeituras. "Assim, poderemos identificar os responsáveis e cobrar soluções". Ele se refere à lei municipal que determina que o proprietário do imóvel, seja residencial, seja comercial, fique encarregado de zelar por seu pedaço de guia, sob pena de multa de cem a mil reais.

Fonte: Veja São Paulo - São Paulo - SP, 04/10/2010

Matéria postada no blog da APNEN: 05/10/2010

CDH deve votar projetos que beneficiam pessoas com deficiência

Dentre propostas a serem votadas, estão projetos que expandem Bolsa Família e facilitam a abertura de empresas por deficientes.
da Assessoria de Imprensa

Iniciativas para melhorar a vida das pessoas com deficiência predominam na pauta da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), que se reúne nesta quarta-feira, dia 6 de outubeo, a partir das 10h00.

Vários itens serão examinados em caráter terminativo, como o Projeto de Lei do Senado (PLS) 105/2008, do senador Paulo Paim, que prevê incentivo, pelo poder público, para que pessoas com deficiência possam desenvolver suas próprias empresas. A proposição determina ainda o estabelecimento de linhas de crédito orientadas especificamente para essas pessoas.

Paim justifica seu projeto afirmando que a legislação brasileira protege e estimula o ingresso no mercado de trabalho das pessoas com deficiência, mas não incentiva o empreendedorismo.

Moradia

Também consta na agenda o Projeto da senadora Marisa Serrano, que inclui a habitação como direito básico da pessoa com deficiência e estabelece prioridade para essas pessoas em programa habitacional público ou subsidiado com recurso público.

Há ainda na pauta projetos que visam facilitar o atendimento de pessoas com deficiência visual em cartórios (PLC 116/2009); dar mais segurança e conforto no embarque e desembarque em aeroportos (PLS 537/2009); conceder tarifas reduzidas de serviços de telecomunicação para pessoas com deficiência auditiva ou da fala (PLS 238/ 2008) e conceder prioridade ao trâmite de processos judiciais em que seja parte pessoa com deficiência (PLS 216/2004).

Saúde

Ainda na reunião de quarta-feira, a CDH deverá examinar projeto (PLS 407/2009) que inclui pessoas carentes que tenham câncer, AIDS ou qualquer outra doença crônica como beneficiárias do Programa Bolsa Família. O texto estabelece em R$ 60,00 o valor do benefício e fixa o limite de até três beneficiários por unidade familiar.

Fonte: Agência Senado - 04/10/2010
Matéria postada no blog da APNEN: 05/10/2010

Falta de acessibilidade também marcam eleição

Falta de acessibilidade foi um dos problemas encontrados nestas eleições por alguns dos eleitores em Campo Grande.
Marcelo Eduardo

Na Escola Oswaldo Cruz, o sargento reformado do Exército Alcides Martins Santos, 53 anos, fala que encontrou dificuldades para chegar a sua seção. "Esta escola está de bom agrado para eu votar. Mas, podia ser melhor, né? Tem muita escada para gente subir e descer. É complicado neste sentido", relata. Ele possui problemas de locomoção devido a um acidente vascular cerebral (derrame) e infarto que sofreu. Anda com auxílio de uma bengala e bem lentamente.

Valter Alves Ribeiro, 55 anos, passou por problema parecido. Ele conseguiu entrar na escola, mas os mesários não encontraram seu nome nas listas e solicitaram que ele fosse ao Sesi para pedir informações mais detalhadas.

Na cadeira de rodas empurrada por um amigo, Valter estava indignado. "Voto aqui sempre. Votei aqui da outra vez e, agora, não acharam minha seção. Já andamos tudo aí dentro, num vai e vem cansativo e me mandam para outro lugar? Isto é um transtorno para quem tem dificuldade".

Fonte: Capital News - Campo Grande - MS, 04/10/2010

Cadeirante tem dificuldade para votar em Ribeirão Preto.

Diretora da OAB precisou intervir para que eleitor fosse levado até seção de votação.

da Redação

Cadeirantes estão encontrando dificuldade para votar na 406ª seção eleitoral de Ribeirão Preto, que fica na escola Fernandes Palma, na Vila Seixas. O local de votação foi mudado do térreo para o segundo andar, impossibilitando a acessibilidade dos eleitores cadeirantes.

De acordo com a diretora adjunta a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), de Ribeirão Preto, Sandra Maria da Silva, que vota na mesma zona eleitoral, a seção sempre foi no térreo e este ano foi mudada por um erro do cartório eleitoral.

Ela precisou intervir para que um cadeirante pudesse votar. De acordo com a advogada, não havia funcionários suficientes para ajudar o homem a chegar até o local de votação, então ele começou a ser desmotivado a votar. "Chegaram a sugerir que ele justificasse", conta Sandra.

A advogada pediu que a coordenação da zona eleitoral ligasse para o juiz corregedor, o que não foi feito. Após certa insistência, um policial militar, um mesário e um funcionário do cartório eleitoral carregaram o eleitor até a sua seção de votação.

Segundo a advogada, este não foi o único caso. No período em que permaneceu no local, uma senhora com derrame também teve dificuldades para encontrar ajuda para chegar até a seção.

Fonte: EPTV - Ribeirão Preto - SP, 04/10/2010
Matéria postada no blog da APNEN:05/10/2010

São Paulo sedia centro de Tecnologia da Informação para capacitação de pessoas com deficiência

A iniciativa é da Fundação "Trust for the Americas" e deve atender a mais de 4.500 pessoas nos próximos dois anos.
da Redação

São Paulo foi escolhida para sediar o primeiro Centro de Oportunidades Digitais Inclusivo no Brasil, mantido pela "Trust for the Americas", entidade cooperante da Organização dos Estados Americanos (OEA). Este será o centésimo centro da rede, que já mantém outros 99 espaços de inclusão digital na América Latina.

Destinado a prover capacitação no uso das ferramentas da Tecnologia da Informação para pessoas com deficiência e demais membros da comunidade da região metropolitana de São Paulo, o programa tem o apoio da Microsoft e será implementado em parceria com a Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência (Avape). Pela iniciativa, o programa prevê oferecer inclusão digital e boas oportunidades a cerca de 4.600 pessoas com deficiência no Brasil nos próximos dois anos.

Segundo a Microsoft, os centros são equipados com computadores, acesso à internet e alguns elementos básicos das Tecnologias Adaptadas. Por meio do uso dessas tecnologias e o suporte de um grupo especializado de instrutores capacitados, os centros oferecem a essa população a possibilidade de retornar ao mercado de trabalho.

"Mudança significa movimento, e é isso que a Fundação está gerando junto com a Microsoft e com a Avape, dando às pessoas com qualquer tipo de deficiência a oportunidade de mudar sua realidade", comentou Linda Eddleman, diretora executiva da Trust for the Americas. "Os avanços sociais não são medidos por seus resultados, mas por seus processos. Encarregamo-nos de tornar realidade esse processo inovador, que estou certa que revolucionará a filantropia nas Américas", completou a diretora.

Hernan Rincon, presidente da Microsoft para a América Latina, diz que a Microsoft continuará investindo nas comunidades latinoamericanas para contribuir para a transformação da educação, proporcionar emprego e oportunidades.

Fonte: Convergência Digital - São Paulo, 04/10/2010
Matéria postada no blog da APNEN: 05/10/2010

Pessoas com deficiência estarão em pauta na Feira do Livro de Porto Alegre

A comunicação, o emprego e a sexualidade das pessoas com deficiência estarão em pauta durante a 56ª Feira do Livro.
da Redação
A inclusão das pessoas com deficiência será tema de palestras e debates durante a 56ª Feira do Livro de Porto Alegre. Um dos eventos ocorre no dia 31 de outubro, na Casa do Pensamento ("Armazém A" do Cais do Porto), com uma série de palestras promovidas pela Associação Gaúcha de Pais e Amigos dos Surdocegos e Multideficientes (Agapasm). Entre os assuntos abordados estão o emprego, a educação e a sexualidade da pessoa com deficiência.

No final da tarde, a partir das 18h00, haverá ainda a sessão de autógrafos do livro "A Grande Revolução", de Alex Garcia, presidente da Agapasm, e da cearense Rozelane Pessoa.

A Feira do Livro de Porto Alegre também é palco para o seminário "Contação de História em LIBRAS em Perspectiva", promovido pelo IPA, que ocorre no dia 15 de novembro, na Casa do Pensamento. Informações e inscrições podem ser feitas pelo email visitacaoescolar@camaradolivro.com.br ou pelo telefone: (051)3286-4517.

Fonte: Jornal Agora - Porto Alegre - RS, 04/10/2010
Matéria postada no blog da APNEN: 05/10/2010

Alunos com deficiência visual vão receber notebooks adaptados

Programa educacional do Governo distrubui computadores com maior acessibilidade.
da Redação
Das vinte sete escolas que receberam os notebooks em 2010 apenas três são da região do Alto Vale. Uma de Agrolândia, uma de Petrolândia e outra de Rio do Oeste.

Assegurar ao aluno deficiente visual pleno acesso e participação em condições de igualdade com os demais alunos, é o objetivo do Programa Nacional do Livro Didático, que distribui notebooks adaptados para estudantes das escolas públicas de todo país.

Foi por meio deste programa que Santa Catarina recebeu 123 computadores adequados para deficientes visuais. Este ano, estão sendo entregues 34. O restante já foi enviado às escolas cadastradas, sendo 40 no ano passado e 49 em 2007. Os computadores são equipados com teclado em alto relevo e programas de leitura de textos em áudio, além de programas para edição de textos.

Duzentas e trinta e três escolas estão recebendo computadores para viabilizar a inclusão digital dos deficientes na rede regular de ensino. Os computadores são para uso exclusivo dos alunos nas atividades educacionais. As escolas e secretarias estaduais de Educação são responsáveis pela manutenção e guarda dos equipamentos. As máquinas podem ser deslocadas para outras escolas, conforme o local de matrículas de alunos deficientes visuais.

O programa é mantido pelo Ministério da Educação e a Secretaria de Educação Especial, por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação.

Fonte: Associação dos Jornais do Interior de Santa Catarina - Santa Catarina, 04/10/2010

Matéria postada no blog da APNEN: 05/10/2010

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

SEM ACESSIBILIDADE

Apesar de esforços, mulher não pode votar.
Nice Bulhões

O caderno de votação da seção 126ª desceu dois lances de escadas na Escola Senai Roberto Mange, no Parque Itália, em Campinas, nas mãos de uma mesária para atender a cadeirante Maria Eunice Nogueira Porto, que sofreu um AVC este ano, e aguardava para votar na seção 136ª, no térreo.

Apesar da boa vontade da mesária e dos eleitores que aguardaram na fila o retorno do caderno de votação para conferência de dados e assinatura, Maria Eunice não pode votar porque a urna eletrônica não aceitou o seu voto, sendo então obrigada a justificar.

Com as mãos tampando o rosto e as lágrimas caindo, Maria Eunice ficou em silêncio quando foi comunicada por funcionários da Justiça Eleitoral que teria de ter pedido sala especial.

Para não ter de passar pelo constrangimento de subir carregada no colo, os mesários levaram o caderno de votação até ela, mas a urna eleitoral não aceitou o voto por não estar programada para recebê-lo.

“É muito desagradável ter tido todo esse esforço e depois ter de justificar”, disse a filha, Marilena Nogueira Porto.

“A culpa não é da escola. A Justiça Eleitoral precisa ver se as escolas têm acessibilidade porque isso pode acontecer com outros”, disse.
O diretor da escola, Pedro Humberto Contieri Filho, ficou sensibilizado. “Ela poderia ter avisado que entraria com o carro até a garagem.” Ele aproveitou para anunciar que, na próxima eleição, a escola já contará com elevadores. “As obras devem iniciar na próxima semana.”

Fonte: Jornal TodoDia – 04/10/2010

Matéria postada no blog da APNEN: 04/10/2010

domingo, 3 de outubro de 2010

23ª Festa das Nações de Nova Odessa 2010.

No próximo dia 08 e Outubro, sexta-feira tem inicio a 23ª Festa das Nações de Nova Odessa, a APNEN (Associação dos Portadores de Necessidades Especiais de Nova Odessa), estará participando pela segunda vez, sendo nossa estréia no ano de 2009, o evento acontece nos dias 8, 9, 10 e 11 de Outubro de 2010, local nos redores da Praça dos Três Poderes, em frente á Prefeitura Municipal de Nova Odessa, situada na Av. João Pessoa nº 777 Centro.

Este evento, e voltado para entidades assistenciais do Município de Nova Odessa, sendo hoje composta por doze entidades, e assim representadas, ARGENTINA (ECANO - Entidade Comunitária de Combate ao Câncer de Nova Odessa) ITALIA (APAE - Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), PORTUGAL (APADANO - Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Auditivos de Nova Odessa) INGLATERRA (APNEN - Associação dos Portadores de Necessidades Especiais de Nova Odessa) CHINA (AVANO - Associação dos Vicentinos de Nova Odessa) HAVAI ( Centro Espírita Caminho de Damasco) BRASIL (Comunidade Geriatrica) LETÔNIA (Comunidade Leta) ESTADOS UNIDOS (Lions Club) ALEMANHA (Rotary Club) MÉXICO (S.O.S), e MUNDO ÁRABE (Casa Abrigo Casulo).
Estaremos representados pela barraca da INGLATERRA, localizados ao lado da rampa de acesso a Prefeitura, entre as barracas da ALEMANHA, e CHINA.

A APNEN contratou um "NOVO FORNECEDOR" dos produtos alimentícios, equipe de pessoas com muita experiência no assunto, participando de vários eventos na Cidade de São Paulo, Campinas e região, a APNEN, sempre estará empenhada em buscar ótima qualidade nos produtos servidos, e também em preços mais acessíveis nos produtos.
CARDÁPIO:

Nosso cardápio é a "BATATA RECHEADA" , estamos com cinco opções de recheios sendo a primeira opção: Frango, Queijo ou Presunto.
Segunda opção de recheio: Carne Seca, e Strogonoff de Frango, pratos para uma pessoa.

Estaremos oferecendo também o prato “SPECIAL POTATO” prato para uma pessoa, este também com três opções, sendo a primeira; A BATATA RECHEADA com Frango ou Presunto, acompanhamento ARROZ, LEGUMES COZIDOS, e MOLHO de QUEIJO.

Segunda; A BATATA RECHEADA com Frango ou Presunto, acompanhamento ARROZ, BATATA FRITA PALITO, e MOLHO de QUEIJO.

Terceira; A BATATA RECHEADA com Frango ou Presunto, acompanhamento ARROZ, SALSICHA de VITELA ou SUINA, e MOLHO de QUEIJO.

Oferecemos também, porção de BATATAS FRITAS, alem de CERVEJAS BRAHMA e SKOL lata, REFRIGERANTES latas, e GARRAFAS de ÁGUA.

Participe deste grandioso evento em nossa região, e colabore com as entidades beneficentes do Município de Nova Odessa.

Agradecemos Nossos COLABORADORES:

PARANÁ GÁS E ÁGUA,
CAROL MODAS,
CEESSE Consultoria e Contabilidade,
LINA LINHAS E BARBANTES,
FOTO CLICK DIGITAL,
REDS CALÇADOS,
FARMA DU,
NOVA PLOT,
SINVALDO,
NET NOVAODESSA,
DISPAN,
VIVAMED,
UDIAÇO,
ACADEMIA RAQUETES BRASIL.


Contato com a APNEN: Fone: (19) 3466-3321 e-mail: apnen.novaodessa@gmail.com