sábado, 10 de setembro de 2011

Especialistas em ortopedia técnica se reúnem em congresso no RN

II Congresso Latino Americano e VIII Congresso Brasileiro de Ortopedia Técnica acontece de 27 de setembro a 1º de outubro, no Pirâmide Natal Resort & Convention.

Por Michelle M. Tsukayama


Posted by Lázaro Britto ⋅ setembro 10, 2011
A Associação Brasileira de Ortopedia Técnica (Abotec) vai levar para Natal (RN), entre 27 de setembro a 1º de outubro, um dos maiores eventos em Órteses e Próteses Ortopédicas da América Latina. O II Congresso Latino Americano e VIII Congresso Brasileiro de Ortopedia Técnica reunirão mais de 500 especialistas do mundo e mais de 32 palestrantes da área para discutir técnicas e trocar experiências, além de uma feira de produtos ortopédicos, com mais de 30 expositores nacionais e internacionais.

Entre os expositores está a Otto Bock, responsável por trazer para o Brasil a mão biônica apelidada de “Michelangelo” (foto), e a Touch Bionics responsável pela mão biônica “i-LIMB”. Próteses ortopédicas de membro superior como essas, possuem design anatômico e detalhes de uma mão natural. Os equipamentos representam uma inovação em reabilitação, uma vez que possibilitam aos usuários movimentos nos mais diversos momentos do cotidiano, incluindo atividades que exigem coordenação motora fina, como escrever.

Durante o evento, dois temas importantes terão destaque na pauta do congresso: “A regulamentação da profissão de ortesista e protesista ortopédico no Brasil” e “A concessão de órteses e próteses pelo Governo e o sistema público de saúde”. Enquanto os especialistas discutem os avanços científicos, a feira de produtos (aberta ao público) mostrará as principais novidades e alta tecnologia da área de próteses, órteses ortopédicas.

O presidente da Abotec, Joaquim Cunha, explica que, nos últimos anos, é crescente o interesse internacional no mercado brasileiro de órteses e próteses ortopédicas. “Por este motivo, o Brasil foi escolhido para sediar o II Congresso Latino-Americano de Ortopedia Técnica. Nosso objetivo é, além de atender às solicitações de vários congressistas e empresas satisfeitas com o resultado da primeira edição, consolidá-lo como o maior evento de Ortopedia Técnica da America Latina”.

Joaquim está muito otimista com a realização do evento que visa à garantia de qualidade na reabilitação das pessoas e melhora nas condições de vida dos usuários de próteses e órteses. “Trata-se de uma oportunidade única de estarmos com profissionais de outras regiões e outros países, em que poderemos efetivar uma grande troca de informações, tecnologias e experiências”.

Mais informações: www.abotec.org.br/congresso

Fonte: Site Ipu Notícias (com informações da assessoria do evento)

Ninguém é perfeito: Campanha alemã sobre inclusão

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 10/09/2011

Campanha alemã: Ninguém é perfeito

“Ninguém é perfeito”, esse é o tema da campanha alemã de 2011 sobre os direitos da pessoa com deficiência e sua inclusão na sociedade. É preciso eliminar as barreiras nas mentes das pessoas. Pessoas com deficiência têm talentos, habilidades, desejos e sonhos como qualquer outra pessoa. Afinal, quem é perfeito?

Assista o vídeo da campanha.

Fonte: http://blog.kein-mensch-ist-perfekt.de/startseite/

Previdência concederá benefício à família de criança com Síndrome de Down

Os gastos familiares aliados à deficiência da menina, que necessita de cuidados especiais, demonstram que esta faz jus ao benefício pleiteado.

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 10/09/2011

O INSS foi condenado a conceder benefício assistencial de amparo à pessoa deficiente para uma menina com Síndrome de Down. A autarquia havia negado o benefício de um salário mínimo, sob a alegação de que a família não seria hipossuficiente, ou seja, para a Previdência, a família teria condições financeiras para arcar com as despesas da menina. A decisão é da 1ª Turma Especializada do TRF2.

Nos termos da Lei 8.742/93, o benefício assistencial é devido quando a renda familiar é inferior a um quarto de salário mínimo por pessoa. Mas, no caso, a renda da casa passa em cerca de quatro reais esse limite. A decisão foi proferida no julgamento de apelação do INSS, que já havia sido condenado em 1ª instância.

O relator do TRF2, juiz federal Aluisio Gonçalves de Castro Mendes, explicou que o benefício assistencial, previsto no artigo 203 da Constituição Federal, foi criado para garantir o sustento e a dignidade do idoso e do deficiente que não possam se manter, por si próprios ou por meio de sua família.

O magistrado ainda lembrou que os tribunais têm entendido que a condição de carência econômica pode ser demonstrada por outros meios de prova: "Os gastos familiares aliados à deficiência da menina, que necessita de cuidados especiais, demonstram que esta faz jus ao benefício pleiteado".

(Nº do processo: 2010.02.01.014228-0)

Fonte: TRF2

Amar e ser solidário é preciso; preconceito e indiferença não é preciso.

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 10/09/2011

Caro leitor, O texto abaixo, foi escrito por José Deoclécio de Oliveira.

Existe uma cultura no Brasil de que o governo pode resolver todas as nossas necessidades de todas as ordem. Com o aumento dos acidentes de trânsito e outras fatalidades têm aumentado o número de pessoas com paraplegia (chamados de cadeirantes). Devido a esta questão as pessoas envolvidas buscam com mais afinco em exigir seus direitos: cobrando acessibilidade, capacitação para o trabalho, reabilitação e principalmente o respeito à pessoa…

Tenho percebido que muitas pessoas, devido às campanhas de conscientização no sentido de combater o preconceito, estão se sensibilizando e tendo uma melhor compreensão e demonstrando solidariedade.

Mesmo com estas informações, me parece que está faltando fazer paralelamente também uma campanha no sentido de um voluntariado que possa visitar as entidades que abrigam estes segmentos, que por vários motivos não possam estar ao lado das famílias. São as patologias de paralisia cerebral e outras que tem um cuidado diferenciado e muitas destas pessoas são entregues pelas famílias por não terem condições, tanto financeira ou falta de estrutura… Outros são retirados das famílias por maus tratos e outros fatores…

Baseado nestas informações, estou sugerindo ao blog Deficienteciente em conjunto com a Revista Sentidos, a possibilidade de fazer uma Campanha de divulgação em mostrar a realidade deste segmento, lançando uma semente no coração das pessoas para que criem um sentimento de solidariedade no sentido de fazer visitas, contribuir financeiramente, ou até um vínculo de apadriamento, sem caráter oficial…

Na possibilidade de aceitar minha sugestão, peço que analisem e façam uma pesquisa junto a algumas entidades que prestam estes trabalhos, e caso aceitem, seria criado regras e critérios de acordo com cada entidade.

Tendo em vista que o Blog Deficiente ciente e a “Revista Sentido” têm uma participação de grande contribuição em relação ao segmento das pessoas com deficiência, trazendo informações para a sociedade, em minha opinião é de grande relevância, poderiam lançar a matéria simultaneamente : revista, blog, facebook e outras redes sociais.

Em relação à participação da revista é opcional da sua parte, fica ao seu critério. Na possibilidade de aceitar esta sugestão, sugeria também que fosse para edição 67 de Novembro próximo aproveitando as comemorações de Dezembro…! Meu contato na revista é sempre com a redatora Priscila Sampaio.
Gostaria de deixar claro que a intenção foi pensando nas pessoas com paralisia cerebral e outras em condições de internações, podendo também incluir orfanatos, hospitais e casas de repousos…

Fica aí minha sugestão de matéria. Minha intenção é sem compromisso sendo apenas uma ideia. Caso não seja viável, sem problemas haverá outras oportunidades, abraço!

José Deoclécio de Oliveira

Facebook: http://facebook.com/deoclecio.oliveira

Deficiente X Preconceito.

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 10/09/2011

Há anos como portador de deficiência física conheço bem o significado e a luta incessante que os deficientes travam contra o famigerado preconceito da sociedade. Ninguém melhor que o psicoterapeuta Jacob Pinheiro Goldberg, para defini-lo: "o preconceito é justamente o contrário do pós-conceito; é no mínimo um conceito burro porque não se pode tirar conclusões a respeito do que ainda não se conhece”.
Infelizmente o preconceito é algo inerente ao ser humano, pois toda e qualquer pessoa o tem contra alguma coisa. Mas cabe a cada um lutar contra esse sentimento piegas.Sabemos que a falta de informação é um grave fator para a disseminação da discriminação social;porém,a conscientização da sociedade para tal problema não fará com que ele desapareça,mas sem sombra de dúvida contribuirá imensamente para que seja amenizado.

O que dá origem ao preconceito é o medo que o ser humano tem do desconhecido. Mas a partir do momento em que ele se informa e aprende a se conscientizar da realidade do portador de deficiência,toda e qualquer espécie de preconceito tende a enfraquecer.

Sabemos que a sociedade tem passado por grandes transformações e o portador de necessidades especiais tem contribuído de maneira incisiva para melhoria da sua imagem justamente por saber reivindicar seus direitos de cidadão. Seria injustiça de minha parte se atribuísse culpa única e exclusivamente a sociedade,pois existem casos em que o preconceito parte do próprio deficiente quando se auto-discrimina, e também de seus familiares que muitas vezes não acreditam na capacidade que o indivíduo tem para produzir em seu benefício e da sociedade em geral.

Outro dia aconteceu um fato interessante,porém lamentável,com um amigo que é paraplégico,mas que poderia ter ocorrido também comigo que faço parte desse contexto. Ele conheceu uma garota na universidade,se tornou amigo da família conquistando a simpatia de todos,e depois de um certo tempo passaram a se relacionar mais intimamente sem que os familiares dela tomassem conhecimento pelo fato de ser algo recente.Bom,uma noite ele foi buscá-la para irem ao cinema e enquanto a esperava no carro,o pai dela conversava com ele e disse: “se você não fosse assim,eu teria o maior prazer que namorasse a minha filha”. Como repúdio e achicalho a esse tipo de mentalidade retrógrada que algumas pessoas insistem em conservar nos dias atuais, cito uma frase de Renato Russo que foi um dos maiores poetas da minha geração: “vamos celebrar a estupidez humana”.

São casos como esse que acabo de relatar,e muitos outros com os quais é possível se deparar,que o deficiente tem que ter personalidade forte para enfrentá-los de cabeça erguida mostrando que é capaz de relacionar-se afetivamente,trabalhar,estudar;enfim,viver de forma digna com consciência que as suas limitações físicas não podem e nem poderão detê-lo na busca de todo ser humano que é ser feliz,pois limitações existem,independente de ser portador de deficiência ou não.

Hoje, a sociedade está começando a entender que não cabe mais a palavra “deficiente”,e sim “dEficiente”, pois quem ousa se considerar perfeito o suficiente para discriminar quem quer que seja?      

Fonte:  http://universosobrerodas.blogspot.com/2011/09/deficiente-x-preconceito.html

Calçada irregular vai dar multa até para inquilino

Projeto será sancionado nos próximos dias e estabelece punição de R$ 300.
Prefeitura quer punição assim que fiscal flagrar passeio em mau estado, acabando com prazo de 30 dias para reforma.


Giba Bergamim Jr. de São Paulo.

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 10/09/2011

Além de aumentar o valor da multa para quem não cuida da calçada, a prefeitura vai punir locatários de imóveis -residenciais ou comerciais- cujos passeios não estejam de acordo com a lei.

A punição será aplicada assim que um fiscal flagrar a irregularidade. Hoje há um prazo de 30 dias para que o dono do imóvel reforme a calçada. Só após esse período, um fiscal da subprefeitura do bairro pode aplicar a multa, que varia de R$ 102,02 a R$ 204,04 por metro linear -e que passará a ser de R$ 300.

As novas medidas estão previstas num projeto do vereador Domingos Dissei (DEM), aprovado na semana passada na Câmara e que deve ser sancionado pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD) nos próximos dias. O plano pune quem deixar a calçada esburacada ou fora do padrão -de 1,20 m para pedestres.
O projeto prevê um "disque-calçada" para denúncias sobre passeios degradados.

Segundo Amauri Pastorello, coordenador do programa de revitalização de calçadas, após a publicação da lei, haverá prazo de 120 dias para sua regulamentação.

As calçadas das regiões da Sé (centro), Pinheiros (zona oeste), Vila Mariana e Ipiranga (zona sul) serão as primeiras a serem fiscalizadas. "Vamos priorizar as vias com maior fluxo de pessoas", afirmou o coordenador.

Fonte: Jus Cidade - Imagem Internet

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Presidenta Dilma Rousseff sanciona Lei que permite trabalho para deficientes que recebem o BPC

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 09/09/2011

A alteração na Lei Orgânica de Assistência Social autoriza pessoas com deficiência a trabalhar como aprendizes, sem perder o benefício. Também assegura que o beneficiário, se necessário, retorne ao BPC sem passar pela reavaliação médica.

Pessoas com deficiência que recebem o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC) poderão tentar o mercado de trabalho sem perder o benefício. A presidenta Dilma Rousseff sancionou, nesta quinta-feira (1º), conforme publicado no Diário Oficial da União, projeto de lei que altera a Lei Orgânica de Assistência Social (Loas), muda a definição conceitual de pessoa com deficiência e amplia a possibilidade de inclusão profissional desse público.

Antes, a pessoa com deficiência perdia o benefício caso tivesse atividade remunerada, inclusive como microempreendedor individual. A partir de agora, o beneficiário pode ingressar no mercado de trabalho e ter o benefício suspenso temporariamente. Se nesse período o beneficiário não conseguir se manter no trabalho ou não adquirir o direito a outro benefício previdenciário, ele retorna ao BPC sem precisar passar pelo processo de requerimento ou de avaliação da deficiência e do grau de impedimento pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O período de suspensão não é determinado pela lei, mas o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), responsável pela gestão do BPC, proporá ao Legislativo que seja de dois anos. Embora operacionalizado pelo INSS, o BPC não é pensão vitalícia nem aposentadoria. Os beneficiários passam por revisão do INSS a cada dois anos.

(Veja: Pessoas com deficiência dependentes de familiares: Como sobreviver com 1/4 de salário mínimo?)

Aprendiz – Outra alteração na lei permite que pessoas com deficiência contratadas na condição de aprendizes continuem recebendo o BPC junto com a remuneração salarial durante o período do contrato. “Conforme a lei trabalhista, o contrato de aprendiz é para quem tem entre 16 e 24 anos, está vinculado ao ensino e é remunerado por hora de trabalho. No caso da pessoa com deficiência, não há limitação de idade”, explica a diretora da Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS) do MDS Maria José de Freitas.

A lei também define que pessoa com deficiência é aquela que tem impedimentos de longo prazo (pelo menos de dois anos) de natureza física, mental, intelectual ou sensorial. Os impedimentos podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade, em igualdade de condições com as demais.

O BPC é um benefício mensal no valor de um salário mínimo concedido ao idoso, com 65 anos ou mais, e à pessoa com deficiência, de qualquer idade, que comprovem não possuir meios para se manter ou cuja família não tenha recursos para mantê-los. Em ambos os casos, é necessário que a renda bruta familiar per capita seja inferior a um quarto do salário mínimo por mês.

O benefício é gerido pelo MDS e operacionalizado pelo INSS. O recurso para pagamento do BPC sai do Fundo Nacional de Assistência Social. A previsão orçamentária para este ano é de R$ 23,1 bilhões. São 3,5 milhões de beneficiários em todo o País, dos quais 1,8 milhão de pessoas com deficiência.

Projeto piloto – Em parceria com a Federação Nacional das Associações para Valorização de Pessoas com Deficiência (Fenapave) e os ministérios da Educação e do Trabalho e Emprego, o MDS realiza projeto piloto do BPC Trabalho em dez cidades, com o objetivo de promover a inserção de pessoas com deficiência, entre 16 e 45 anos, no mercado de trabalho.

Os municípios de São Paulo e Santo André, no interior paulista, executam o projeto desde o ano passado. Nesta quinta-feira (1º), a secretária nacional de Assistência Social, Denise Colin, assinou a ampliação do projeto para mais oito capitais: João Pessoa (Paraíba), Porto Alegre (Rio Grande do Sul), Recife (Pernambuco), Belém (Pará), Campo Grande (Mato Grosso do Sul), Teresina (Piauí), Fortaleza (Ceará) e Curitiba (Paraná).

O BPC Trabalho prevê visitas domiciliares, diagnóstico social e encaminhamento aos serviços da assistência social. Com apoio das entidades socioassistenciais, os beneficiários são avaliados quanto ao potencial de trabalho e suas demandas, identificadas para inserção profissional.

Fonte: http://www.pantanalnews.com.br/
(http://www.deficienteciente.com.br/2011/09/presidenta-dilma-rousseff-sanciona-lei-que-permite-trabalho-para-deficientes-que-recebem-o-bpc.html)

Noivos com deficiência auditiva se casam em cerimônia especial na BA

Casal oficializou união na noite de quarta-feira, em Salvador.Eles namoram há quatro anos e se conheceram durante o carnaval.

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 09/09/2011

Um casal com deficiência auditiva se casou em cerimônia realizada na noite de quarta-feira (7), em Salvador. Os noivos recorreram a intérpretes de libras, língua brasileira de sinais, para entender as palavras do padre.

A noiva, Juliana Deiró, perdeu a audição aos dois anos, por conta de uma meningite. Aos 23, realizou o sonho de se casar. “Meu coração parece que vai explodir, sair pela boca. Eu não tenho nem palavras para poder me expressar”, diz através da intérprete.

O pai da noiva, Júlio César Queiroz, fala orgulhoso sobre a filha no altar. “Ela é perfeita, melhor não poderia ser, é maravilhosa!”, conta. Juliana e o noivo Claudio Brito namoram há quatro anos e se conheceram durante o carnaval. “Nos olhamos e começamos a namorar na hora. A gente ficou e, naquele ficar, estamos juntos até hoje. É difícil de explicar. É para sempre, até que a morte nos separe”, revela o rapaz.

Toda a cerimônia foi acompanhada por dois intérpretes. O que o padre e os noivos diziam ia sendo traduzido. “É uma grande responsabilidade interpretar um casamento. Seria interessante se em todos os locais tivesse esse tipo de acessibilidade, porque não é só em uma igreja que os surdos se deparam com a falta de comunicação ou barreiras linguísticas. As pessoas surdas enfrentam isso em todos os locais da sociedade. Ainda bem que existe uma legislação que ampara eles e oferece o direito de terem intérpretes em todos os locais”, explica a tradutora Talita Araújo.
"É preciso amar para compreendermos as pessoas com sinais mais fáceis, o amor”, diz o padre Everaldo Souza.

Casados, Juliana e Claudio saíram da igreja animados para o começo de uma vida juntos. “Para o amor, basta abrir o coração. A união que existe entre as pessoas com surdez é uma coisa muito bonita. Todos eles estão juntos, dando força”, conta a mãe da noiva, Ângela Deiró..

Postado por D'Eficiencia Superando Limites

Fonte: http://pdsul.blogspot.com/2011/09/noivos-com-deficiencia-auditiva-se.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+ProjetoDeficienciaSuperandoLimites+%28Projeto+D%27Eficiencia+Superando+Limites%29

Senai Bom Retiro oferece suporte ao Projeto Cão-Guia do Sesi-SP

Senai Bom Retiro oferece suporte ao Projeto Cão-Guia do Sesi-SP

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 09/09/2011

Por Edgar Marcel - Fotos: Julia Moraes
Acessório básico para a condução segura da pessoa com deficiência visual, a coleira deve ser confortável para o cão-guia e prática para o manuseio do usuário. E desde que foi criado o Projeto Cão-Guia do Sesi-SP esta tem sido uma preocupação da Escola Senai Engenheiro José Marchini, especializada em vestuário, localizada no bairro do Bom Retiro.

Parceira no projeto, a unidade assumiu o compromisso de desenvolver uma coleira aperfeiçoada aos filhotes, atualmente em fase de socialização sob os cuidados das famílias acolhedoras.

“As coleiras comuns de cães-guia são de couro, bem acabadas, mas com o tempo pegam cheiro e umidade. A nova peça vai proporcionar mais comodidade e higiene, além de durabilidade”, assegurou Moisés José de Abreu, instrutor de mecânica da instituição, ao apresentar o protótipo feito de aço inoxidável leve, desenhado por ele.

Na nova coleira, também as tiras que envolvem o peitoral do cão-guia ganharão material especial: o tecido em algodão dará lugar às faixas de polipropileno, que garantirão maior vida útil ao conjunto. E estão incluídas ainda melhorias como a substituição das presilhas parafusadas por encaixes de rosca, para facilitar uma possível troca do componente. A conclusão do novo modelo está prevista para setembro próximo.

Segundo Abreu, a Escola analisa o desenvolvimento de fitas refletivas para a coleira, produzidas pela 3M (fabricante de adesivos industriais). “Este item é importante porque vai proporcionar segurança à pessoa com deficiência visual e ao cão-guia, ao torná-los mais visíveis nos deslocamentos noturnos”, destacou.

Os profissionais da Escola Senai do Bom Retiro não estão focados apenas nas coleiras. Maísa Alves de Carvalho, instrutora de costura e modelagem, cuidou da confecção das bandanas vermelhas para os cães-guia do projeto do Sesi. “Fizemos também o enforcador, o arreio e a guia personalizada. O próximo passo é a criação de uma cama para os animais”, adiantou a instrutora.

Envolvidos neste trabalho desde a concepção do Projeto Cão-Guia do Sesi-SP, Maísa e Moisés expressam o mesmo sentimento pelo trabalho realizado: “Este é um dos projetos mais gratificantes do qual participamos”.

Fonte: Site do SENAI

“Podemos fazer a diferença…”

Sandra Porto Ferreira
 
APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 09/09/2011

 

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Educar é, em todos os momentos, ajudar a desenvolver valores, consolidar convicções, permitir a formulação de critérios, acarinhar opções e estimular a tomada de decisão. O processo educativo tem uma "magia" que não pode reduzir-se a um corpo metodológico assente em receitas mais ou menos abstratas . Carece, contudo, de um fundamento concetual , apoiado em suportes teóricos credíveis, estudos empíricos e instrumentos adequados, que constituam a sua base de sustentação e de apoio. Este processo sempre sistémico e transversal, tem que ancorar no espaço e tempo e, em consequência, tem de se adaptar aos diferentes contextos educacionais a aos seus públicos.

Para o século XXI desejamos uma educação aberta às realidades da sociedade, em que o principal, objetivo seja uma educação para a vida, ligada às realidades da comunidade em geral.

Não queremos uma escola que passe apenas conteúdos. Queremos uma escola que nos faça sonhar e que alimente os nossos sonhos, queremos uma escola que desenvolva competências, possibilitando transformar esses nossos sonhos em realidades sólidas. Enfim, uma escola que, através da criatividade, da reflexão sistematizada, conduza ao empreendorismo, à livre iniciativa e tomada de decisão, à cidadania responsável. Parafraseando Edgar Morin em Sete Saberes da Educação do Futuro, consideramos que é necessário evitar "as cegueiras do conhecimento" que impeçam a reflexão do que é saber, como construir o saber, rever e atualizar processos diminuindo as entropias.

Neste contexto de mudanças, e porque estaremos empenhados em construir uma nova reforma de viver a escola, é importante refletirmos sobre que tipo de trabalho temos desenvolvido nas nossas escolas e qual o efeito. Que resultados temos alcançado. Qual é na verdade a função social da escola? A escola está realmente a cumprir ou procura cumprir a sua função como agente de intervenção na sociedade? Para se conquistar o sucesso é necessário que se entenda e que tenha clareza do que se quer alcançar. A escola precisa de ter objetivos bem definidos, para que possa desempenhar bem o seu papel social, que é a sua maior preocupação. O alvo deve ser o crescimento intelectual , emocional, espiritual do aluno e para que esse avanço venha a fluir é necessário que a escola esteja desobstruída.

A educação engloba ensinar e aprender. O mundo não é perfeito, mas se cada um de nós fizer o que está ao seu alcance, podemos todos juntos fazê-lo melhor. A educação tem um papel muito importante nesse desiderato. A educação tem um papel muito importante e podemos "fazer" e marcar a diferença se estivemos todos no rumo do mesmo caminho. Em Educar é semear com sabedoria, Augusto Cury diz que é pelas atitudes e gestos que podemos tornar os nossos sonhos em realidade. E todos os que no dia a dia ajudam com os pequenos gestos e atitudes a tornar este sonho realidade vivem "intensamente o seu tempo, com consciência e sensibilidade" (Moacir Gadotti, em Boniteza de Um Sonho). Segundo o mesmo autor, "não se pode imaginar um futuro para a humanidade sem Educadores". Os Educadores, numa visão emancipadora, não só transformam a informação em conhecimento e em consciência crítica, mas também formam pessoas. Eles fazem fluir o saber, constroem sentido para a vida das pessoas e para a humanidade e buscam, juntos, um mundo mais justo, mais produtivo e mais saudável para todos. Por isso eles são imprescindíveis." A educação é de todos e para todos, docentes, alunos, pais e encarregados de educação. Com professores competentes e empenhados na educação, será possível construir um mundo mais justo, mais produtivo e mais saudável, tal como nos fala Moacir Gadotti, e desta forma todos juntos podemos fazer toda a diferença.

Há um bom princípio de vida: devemos tratar os outros como gostaríamos de ser tratados. Ainda segundo Augusto Cury , a tarefa da educação é delicada porque um professor tem muitas ações no seu dia a dia (aprender, comunicar, ensinar, conhecer, ver, relacionar, guardar, renovar, viver, marcar, partilhar, escrever, classificar, ajudar, imaginar, ler, formar, cooperar, informar, construir, gerir e ouvir). A melhor forma de educar é estar atento às necessidades dos nossos alunos, aprendendo a ouvi-los e a respeitá-los. Afinal o que realmente faz a diferença? É o fazer acontecer a solidariedade, a compreensão, a ajuda mútua e o amor entre as pessoas. Zenita Guenter, numa das suas intervenções, diz que " as pessoas aprendem quem são e o que são através da maneira como são tratadas pelas pessoas mais importantes na sua vida,"

Bibliografia de referência
Gadotti, Moacir , (2003). Boniteza de um Sonho - Ensinar e aprender com sentido. Novo Hamburgo: Rio Grande do Sul - Brasil.
Cury, Augusto, (2010). O Mestre da Sensibilidade. Jesus, o maior especialista no território da emoção. Publicações Dom Quixote: Alfragide: Portugal.

(consultado a 27 de agosto de 2011)
 
Fonte:http://gritodemudanca.blogspot.com/2011/09/podemos-fazer-diferenca.html

Comissão aprova cuidador nas escolas para alunos com deficiência

O cuidador é indispensável para alguns alunos com maior grau de dependência e vai melhorar o rendimento desses alunos.

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 09/09/2011

A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou, na quarta-feira (31), medida que obriga as escolas regulares a oferecer cuidador específico para alunos com deficiências, se for verificado que o aluno precisa de atendimento individualizado. A iniciativa está prevista no Projeto de Lei 8014/10, do deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG)Site externo..

A legislação brasileira incentiva a inclusão das pessoas com deficiência no ensino regular, deixando o ensino especial para aqueles com características específicas. Por isso, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9394/96) prevê o serviço de apoio especializado aos alunos com deficiência matriculados nas escolas regulares. O projeto inclui explicitamente o cuidador como parte desse suporte, desde que necessário.

Para o relator da proposta, deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP)Site externo., o cuidador é indispensável para alguns alunos com maior grau de dependência e vai melhorar o rendimento desses alunos. “A oferta desse tipo de apoio resultará na maior participação do educando nas atividades escolares, uma vez que o cuidador estará pronto a auxiliá-lo no desempenho das atividades da vida diária que não consegue realizar sem ajuda”, argumentou.

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara de NotíciasSite externo.

Inédito: cientistas fazem dedo decepado crescer de novo!

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 09/09/2011

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Cientistas americanos conseguiram fazer com que a ponta do dedo de um homem crescesse de novo depois de ter sido cortada fora.

Pesquisadores da Universidade de Pittsburgh desenvolveram um pó especial que estimulou as células do dedo ao redor da parte decepada a crescer. Lee Spievak, hoje com 72 anos, havia perdido a ponta do dedo ao colocá-la na hélice de um avião miniatura. Mas, agora, Spievak tem uma ponta regenerada, com pele, nervos, unha e até mesmo a impressão digital (veja o vídeo). Isso foi possível depois que recebeu do irmão, Alan, que trabalha com medicina regenerativa, o pó desenvolvido pelos cientistas de Pittsburgh.

“Na segunda vez que eu coloquei o pó, eu já pude perceber que o dedo havia crescido. A cada dia, crescia um pouco”, Spievak contou ao correspondente da BBC em Ohio, Matthew Price. “Levou cerca de quatro semanas até fechar completamente”, afirmou. Agora, ele diz ter “movimento e sensibilidade total”.

BEXIGA DE PORCO – O pesquisador Stephen Badylak, da Universidade de Pittsburgh, desenvolveu o pó usando células da parte interna da bexiga de um porco. O tecido retirado é colocado em um ácido e submetido a um processo de secagem. Em seguida é transformado em um pó. “Há vários tipos de sinais no corpo. Alguns são bons para deixar cicatrizes, outros para criar tecidos regenerativos”, diz Badylak. O cientista acredita que o pó criado conseguiu estimular as células do tecido a crescer em vez de cicatrizar.

Se for aperfeiçoada, a técnica poderia ser usada para tratar pele com queimaduras sérias e até mesmo órgãos danificados. “Eu acredito que dentro de dez anos nós teremos maneiras de fazer com que o osso se regenere e promover o crescimento de tecidos ao redor do osso. E isso é um grande avanço para, eventualmente, conseguir restaurar um membro inteiro”, afirmou Badylak.

Os cientistas pretendem testar a nova técnica em Buenos Aires em uma mulher que sofre de câncer do esôfago, e militares americanos devem iniciar testes em soldados que perderam parte dos dedos em ação.

Fonte: BBC Brasil - http://passofirme.wordpress.com/2011/09/08/inedito-cientistas-fazem-dedo-decepado-crescer-de-novo/

Menina de 12 anos pode ser a única negra com doença de envelhecimento precoce

Uma menina de 12 anos da África do Sul pode ser a única negra a ter a progéria, uma doença genética rara que acelera o processo de envelhecimento e não tem cura. Ontlametse Phalatse é considerada a primeira negra diagnosticada com a doença, de acordo com a Fundação de Pesquisa de Progéria. O fato fez com que a própria se autointitulasse "primeira dama".

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 09/09/2011

Africana pode ser a única negra diagnosticada com envelhecimento precoce




Foto 9 de 9 - Ontlametse Phalatse, 12, lendo um livro na escola. Ela é considerada a primeira negra diagnosticada com progéria, doença que acelera o envelhecimento Denis Farrell/AP
"Eu me chamo de primeira dama porque sou a primeira negra a ser diagnosticada com a doença. Que outra criança negra você conhece com essa doença?", diz ela em entrevista à Associated Press.
Nem mesmo a diretora executiva da fundação pesquisa, Audrey Gordon, tem uma resposta certa para essa pergunta. Segundo Audrey, apenas duas africanas foram diagnosticadas e ambas vivem na África do Sul: Ontlametse e uma outra menina, de 5 anos, que é branca. Depois de uma pesquisa realizada pelo instituto, estima-se que o número de crianças com essa doença seja de 80, no entanto, nenhuma delas seria negra.
A mãe de Ontlametse, Bellon Phalatse, conta que a menina nasceu normal, mas logo passou a apresentar erupções no corpo. Antes de Ontlametse comemorar seu primeiro aniversário, seu cabelo estava caindo, as unhas não eram normais e havia os problemas de pele, relata a mãe.
"Estávamos indo para cima e para baixo para os médicos", afirma Bellon. Com o diagnóstico, o pai de Ontlametse deixou a família.
O dia a dia da garota é normal, na medida do possível. Ela diz ter dois amigos na escola primária Lorato, em Hebron, na África do Sul, cidade próxima à capital administrativa Pretória. "Mas nem todos os meus colegas de classe são gentis", diz ela.
Duas vezes ao ano ela vai aos Estados Unidos acompanhada da mãe para um atendimento especializado, onde têm acesso a medicamentos que ainda não estão disponíveis comercialmente.
Apesar de a maioria das crianças com progéria morrer entre 8 e 21 anos, Ontlametse faz planos para o futuro, entre eles ser "psicóloga".
"Eu gostaria de ser uma psicóloga porque poderia ajudar as pessoas a resolverem seus problemas, ajudá-las a se aceitarem do jeito que elas são, pois elas veriam que eu me aceito como sou", disse ela à AP.
Gordon afirma que houve significativos avanços na busca pela cura, sendo que em 2003 foi descoberto o gene responsável pela doença. Resta saber se a cura será encontrada a tempo de Ontlametse realizar seu sonho.
*Com informações da Associated Press
Fonte: UOL Noticias - Internacional - 08/09/2011

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O que é hidrocefalia?

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 08/09/2011

Hidrocefalia

O que é hidrocefalia?

No interior do cérebro existem espaços chamados de ventrículos que são cavidades naturais que se comunicam entre si e são preenchidas pelo líquido cefalorraquidiano ou simplesmente liquor, como também é conhecido. O termo hidrocefalia refere-se a uma condição na qual a quantidade de liquor aumenta dentro da cabeça. Este aumento anormal do volume de líquido dilata os ventrículos e comprime o cérebro contra os ossos do crânio provocando uma série de sintomas que devem ser sempre rapidamente tratados para prevenir danos mais sérios. Muitas vezes pode ser detectada antes mesmo do nascimento, quando se emprega o exame de ultra-som no acompanhamento da gravidez.

Por que ocorre a hidrocefalia?
A hidrocefalia ocorre quando há um desequilíbrio entre a produção e a reabsorção desse líquido. A condição mais comum é uma obstrução da passagem do liquor, seja por prematuridade, cistos, tumores, traumas, infecções ou uma malformação do sistema nervoso como a mielomeningocele. Em casos raros, a causa é o aumento da produção do líquido em vez de obstrução.

Assista o vídeo explicativo do Dr. Hermes Prado Jr, médico e artista digital (do website http://www.artesmedicas.com e da USP)

Como é o tratamento da hidrocefalia?
A cirurgia de implante de válvula é o tratamento ideal para se retirar o excesso de líquido de dentro do sistema ventricular. A válvula, acoplada a um tubo flexível de silicone, drena o excesso de líquido para a cavidade abdominal, reduzindo a pressão interna dos ventrículos cerebrais.
Em casos especiais (cerca de 1/3 do total), pode ser realizada uma cirurgia chamada de terceiroventriculostomia. Nesta técnica, produz-se um orifício no assoalho do ventrículo que fica na parte inferior do cérebro. Assim, o excesso de líquido encontrará uma saída alternativa, fazendo baixar a pressão intracraniana.

Quais as conseqüências da hidrocefalia?
Nas crianças pequenas (abaixo de 2 anos), os ossos do crânio não estão soldados ainda e a hidrocefalia se torna óbvia. A cabeça cresce e a fontanela (moleira) pode estar tensa ou mesmo abaulada. O couro cabeludo parece esticado e fino e com as veias muito visíveis. Palpando-se a cabeça, é possível perceber um aumento do espaço entre os ossos do crânio. A criança pode parecer incapaz de olhar para cima, com os olhos sempre desviados para baixo e podendo ainda apresentar vômitos, irritabilidade, sonolência e convulsões. Nas crianças maiores (acima de 2 anos), como os ossos já se soldaram, o excesso de liquor levará a um aumento da pressão dentro da cabeça o que pode ocasionar cefaléia, náuseas, vômitos, distúrbios visuais, incoordenação motora, alterações na personalidade e dificuldade de concentração. Outro sinal comum é uma piora gradual no desempenho escolar. Tais sintomas exigem avaliação médica imediata. Se houver alargamento dos ventrículos cerebrais, ele poderá ser facilmente observado por ultra-sonografia, tomografia ou ressonância magnética.

Fonte: http://www.hidrocefalia.com.br/

Após cirurgia pioneira no rosto, adolescente consegue finalmente sorrir.

A matéria abaixo foi extraída do site Daily Mail. Tradução livre realizada pelo blog Deficiente Ciente.

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 08/09/2011

'Incrível': Katie Meehan pode sorrir, cantar e falar depois de uma série de operações para remover cistos da boca.

Katie Meehan, 15 anos, agora sente que pode finalmente enfrentar o mundo após cirurgia pioneira utilizada para reconstruir seu rosto. A mãe levantou 50.000 libras para uma série de operações para permitir que sua filha sorrisse.

Katie nasceu com dezenas de cistos na boca e bochecha e os médicos disseram que ela nunca seria capaz de falar.

Sua mãe disse que as cirurgias começaram quando Katie tinha apenas quatro anos de idade, e valeu cada centavo.

Perca Mcintyre, 48 anos, mãe de Katie, afirmou: “Estou tão orgulhosa. Ela é uma garota incrível. Após as operações de seu rosto sua face está mais suave e ela pode falar muito mais claramente agora”.

“Katie frequenta uma escola regular e vive uma vida normal. Quando ela nasceu com esse problema, senti medo, pois achei que ela não seria capaz de ter uma vida normal. Mas graças ao maravilhoso trabalho do cirurgião, ela pode agora ter tudo isso.”

Katie nasceu em Outubro de 1995 era um bebê saudável, no entanto os exames realizados durante a gravidez tinham mostrado uma ampliação do lado esquerdo de seu rosto.

Katie quando bebê
Em menos de vinte semanas de gravidez, os médicos diagnosticaram um higroma cístico, onde os cistos estavam crescendo na cabeça e pescoço do bebê. Dezenas de cistos tinham crescido na boca de Katie e bochecha esquerda, e alguns estavam perigosamente perto de sua traqueia.

Perca McIntyre, que também tem mais dois filhos, Rebecca, 23, e Peter, 11, disse: “Katie nasceu através de cesariana e logo que a vi fiquei chocada. O lado esquerdo de seu rosto estava o dobro do tamanho do lado direito, e sua língua era tão grande que foi presa e dobrada. Sua boca e bochecha estavam tão cheias de cistos que causou inchaço enorme. Os médicos disseram que havia dezenas de cistos de tamanhos diferentes e que ela nunca seria capaz de falar, aquilo foi devastador.”.

Os médicos também disseram a Senhora Perca Mclntyre que os cistos iriam inchar com todas as doenças e infecções que Katie havia sofrido, podendo ser mortal, pois iriam sufocá-la.

A mãe de Kate acrescentou: “Foi muito assustador pensar no que o futuro reservava para Katie. Não só por ela ser tão diferente das outras crianças, mas porque isso representava um risco para ela.”.

Depois de nove semanas no hospital, McIntyre fui autorizada a trazer o bebê para casa, mas segundo ela, foi muito perturbador quando as pessoas viram Kate. “As pessoas olhavam e cochichavam e isso partia meu coração. Teve dias em que ela não conseguia engolir e teve que ser alimentada por via intravenosa, pois os cistos estavam obstruindo sua garganta”, afirma Mclntyre.

Quando Katie tinha cinco anos, sua família entrou em contato com o professor Ian Jackson. O professor e doutor Jackson disse que poderia angariar fundos para que Kate fosse submetida a uma série de operações.

A primeira cirurgia de Kate foi na primavera de 2000, em Londres. O professor e doutor Jackson fez uma cirurgia que durou cerca de cinco horas na retirada de alguns cistos.

Perca McIntyre disse: “Mesmo após a primeira operação já se podia ver a diferença. Katie podia fechar sua boca e sua língua, finalmente, foi colocada para dentro da boca. Seu rosto era mais suave também. Foi incrível ver.”.

Na primavera de 2001 ela teve sua segunda operação no Hospital Portland de Londres e dois anos depois, em 2003, ela teve uma terceira operação.

Segundo Perca McIntyre: “Não só podia falar com Katie após as operações, mas ela também podia cantar. Foi simplesmente maravilhoso de se ver. Tínhamos sido informados de que ela jamais falaria, no entanto, agora, ela está batendo papo como qualquer outra garota.”.

Futuramente Katie será submetida à outra operação, pois ela ainda tem alguns cistos perto de sua traqueia. Entretanto agora ela vive uma vida normal e está estudando.

Perca McIntyre disse: “Agora ela tem tanta confiança. Tem amigos e até mesmo alguns admiradores. É realmente um trabalho incrível o que o cirurgião fez. Nós nunca poderemos agradecê-lo suficientemente.”.

Mãe de Katie, que ajudou a levantar 50.000 libras pela filha.

Fonte: http://www.deficienteciente.com.br/2011/09/apos-cirurgia-pioneira-no-rosto-adolescente-consegue-finalmente-sorrir.html

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Petição – Dia Internacional da Síndrome de Down (21/3) reconhecido pela ONU

A Down Syndrome International (DSI), juntamente com outras organizações ao redor do mundo, está lançando uma campanha para que o Dia Internacional da Síndrome de Down, 21 de março (21 / 3), seja reconhecido oficialmente no calendário das Nações Unidas.

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 07/09/2011

A Down Syndrome International (DSI), juntamente com outras organizações ao redor do mundo, está lançando uma campanha para que o Dia Internacional da Síndrome de Down, 21 de março (21 / 3), seja reconhecido oficialmente no calendário das Nações Unidas. Para isso, estamos pedindo aos Estados-Membros que adotem uma resolução em 2011 na Assembleia Geral da ONU.

Pessoas com deficiência intelectual são as mais discriminadas e segregadas das pessoas com deficiência. Aqueles que nascem com síndrome de Down mostram a deficiência em seus rostos e há séculos enfrentam preconceito.

Aproximadamente 6 milhões de pessoas em todo o mundo têm síndrome de Down. Para conscientizar a população e valorizar a vida das pessoas com síndrome de Down, a Down Syndrome International declarou o dia 21 de março (21/3) o Dia Internacional da Síndrome de Down. A data é simbólica porque se refere às três cópias do cromossomo 21 que caracteriza a síndrome de Down. Desde 2006, mais de 60 países ao redor do mundo têm-se esforçado para marcar a data organizando centenas de eventos visando melhorar a qualidade de vida das pessoas com síndrome de Down, pontuar os seus direitos humanos e oferecer-lhes uma oportunidade de serem ouvidas.

Cada ano a voz de pessoas com síndrome de Down e daqueles que vivem e trabalham com elas é mais forte. Auto-defensores têm se pronunciado em escolas, universidades e parlamentos, e os eventos têm sido cada vez mais repercutidos pela mídia, ampliando seu alcance. Com a data reconhecida pela ONU, esperamos espalhar a celebração para muitos outros países, especialmente aqueles onde as pessoas com síndrome de Down ainda são marginalizadas e institucionalizadas, dando-lhes a oportunidade de gozar os seus direitos humanos. A medida também está em sintonia com o artigo 8 da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência das Nações Unidas sobre ações de conscientização.

Assine a petição para que o Dia Internacional seja reconhecido pela ONU e compartilhe-a com seus contatos:

http://www.ipetitions.com/petition/worlddownsyndromeday/

Fonte: Inclusive

Inscrições abertas para o encontro Panorama Atual da Empregabilidade da Pessoa com Deficiência

Evento ocorrerá em Osasco


APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 07/09/2011
da Redação

A SDTI - Secretaria e Desenvolvimento Trabalho e Inclusão de Osasco, o Espaço da Cidadania e seus parceiros pela inclusão realizará no dia 20 de setembro o encontro PANORAMA ATUAL DA EMPREGABILIDADE DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA.

O evento propõe um debate sobre o tema, considerando a data comemorativa do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência.

Programa

Mesa 1: O cumprimento da legislação

1 - Trabalhadores com deficiência no emprego formal: importância social dos dados da RAIS.

- Alexandre Guerra - Coordenador do Observatório do Trabalho de Osasco e Região da SDTI

2 - Inclusão de trabalhadores com deficiência através da ação fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego

- Representante da Gerência Regional do Trabalho e Emprego de Osasco

Debatedores:
José Carlos do Carmo (Kal)- Coordenador do Projeto de Inclusão da PcD da SRTE/SP
Drª. Vera Lucia Leite de Oliveira - OAB- Osasco

Estamos aguardando confirmação de um debatedor.

Mesa 2 : A inclusão de pessoas com deficiência no trabalho formal

1 - Qualificação profissional de pessoas com deficiência e os acordos coletivos de trabalho

2 - O serviço de intermediação de mão-de-obra para trabalhadores com deficiência

-Tassia Ribeiro - Coordenadora do Programa Osasco Inclui da SDTI

3 - Fontes alternativas para recrutamento de trabalhadores com deficiência

Depoimentos de entidades presentes: INSS, entidades especializadas e outras instituições

Debatedores:

Marta Almeida Gil- Consultora em Inclusão

Maria de Fátima e Silva- Consultora em Inclusão

Marcia Solera - Gestora da Associação Pestalozzi de Osasco

Estamos aguardando confirmação de um debatedor.

Data: 20 de Setembro de 2011

Horário: 8:00h às 12:30 horas

Local: Centro de Economia Solidária

Rua: Dimitri Sensaud de Lavaud, 70 - Vila Campesina - Osasco

(ao lado da prefeitura de Osasco)

Inscrições abertas até dia 15 de setembro através do e-mail ecidadania@ecidadania.org.br relacionando as informações: Nome do participante/ cidade / empresa/ instituição/ telefone/ e-mail

Fonte: Espaço Cidadania - Osasco - SP, 06/09/2011

Regulamentação do transporte público gera divergências

Portadores de necessidades especiais em Ipatinga recorrem ao MP para garantir direito.

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 07/09/2011

Bruna Lage - Grupo representado por cegos, surdos e deficientes físicos criticou as mudanças
IPATINGA - Um grupo formado por portadores de deficiência física, cegos e surdos, se reuniu na tarde desta segunda-feira (5), para criticar as mudanças impostas pelo Decreto Municipal nº 7.055, que regulamenta duas leis relacionadas aos critérios de gratuidade no serviço de transporte público em Ipatinga.

Segundo o grupo, as alterações foram feitas sem a participação das partes envolvidas no processo e, por isso, complicaram ainda mais a realidade enfrentada pelos portadores de necessidades especiais do município.

“Esse decreto limita o número de viagens diárias que nós podemos fazer para apenas duas. Com isso, eu não tenho condições de me deslocar para realizar minha fisioterapia. Não bastasse os elevadores especiais dos ônibus na maioria das vezes não funcionar, o baixo número de veículos adaptados e a dificuldade que temos para encontrar um que esteja com nossa vaga desocupada, agora nos tiram ainda o direito de nos transportar de graça. Não queremos privilégios em relação às outras pessoas, mas nós temos necessidades diferenciadas. Isso precisa ser respeitado”, desabafou a estudante Ingrid da Silva Batista.

Outro ponto do decreto criticado refere-se à exigência de renda familiar de até 2,5 salários mínimos para a concessão do benefício, o que tornaria inviável a sua obtenção para a maioria dos deficientes.

“Praticamente todas as pessoas portadoras de necessidades físicas sobrevivem por meio de benefícios sociais. Limitar a gratuidade para quem possui renda familiar de até 2,5 salários vai cortar a maioria, por desconsiderar a realidade financeira do deficiente e coloca dentro do contexto familiar”, observa Eustáquio Oliveira, presidente da Associação dos Deficientes Físicos de Ipatinga.

Representação

No sentido de fazer valer os direitos que julgam prejudicados com a publicação do decreto, uma representação foi feita junto ao Ministério Público. No documento protocolado na tarde de ontem, os deficientes questionam aspectos relacionados ao uso do cartão magnético que será produzido, a fixação da renda familiar em até 2,5 salários para conceder o benefício, e o número de viagens diárias concedidas.

Além dos apontamentos, a iniciativa pede que seja constituída uma comissão formada por membros do Executivo, da empresa concessionária do transporte público e do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência para alteração dos itens considerados prejudiciais. Uma audiência pública para debater o assunto junto aos interessados também foi solicitada.

“Precisamos nos reunir com as pessoas atingidas por essas mudanças e discutir junto ao poder público a melhor saída para que todos sejam atendidos. Fazer uma mudança dessa envergadura de uma hora para outra é um ato de flagrante desrespeito”, conclui Eustáquio Oliveira.

Fonte: http://www.diariodoaco.com.br/noticias.aspx?cd=57484

Shoppings e restaurantes devem reservar acentos para deficientes físicos, idosos e gestantes

A medida foi tomada a partir da aprovação de uma lei em Campo Grande.
Aline Lira

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 07/09/2011

Os shoppings centers, galerias, restaurantes, lanchonetes, bares e estabelecimentos comerciais do gênero em Mato Grosso do Sul serão obrigados a reservar, no mínimo, 5% (cinco por cento) de mesas e cadeiras para uso exclusivo de pessoas com deficiência física, idosos e gestantes.

O prazo concedido para os estabelecimentos se adaptarem será de 90 dias. Aqueles que não se adequarem no tempo previsto estarão sujeitos às punições como advertência e multas.

As cadeiras reservadas para esse público específico deverão ser identificadas por avisos ou por alguma característica que as diferencie dos assentos destinados ao público em geral.

A medida foi aprovada por meio da lei estadual nº 4.080 de 5 de setembro de 2011, publicada pelo governo do Estado na edição do Diário Oficial de hoje, 6 de setembro. A lei pode ser acessada na página eletrônica www.imprensaoficial.ms.gov.br.

Os estabelecimentos também terão de adaptar acentos para cadeirantes o que implica na implantação de rampas ou elevadores, de portas cuja largura comporte passagem de cadeiras de rodas, e de aparelhos sanitários apropriados para o uso de pessoas com deficiência.

Somente serão desobrigados a se adequarem a lei, total ou parcialmente, aqueles estabelecimentos que apresentarem laudo técnico firmado por profissional habilitado, comprovando a impossibilidade de se ajustarem às medidas.

Fonte: Notícias. MS - Campo Grande - MS, 06/09/2011 - Imagem Internet

Porto Alegre aprova projeto que garante assistência a bebês com deficiência

A assistência especial prevista no projeto consiste em fornecer, por escrito, informações sobre os cuidados especiais a serem tomados com o recém-nascido.

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 07/09/2011

Os vereadores de Porto Alegre (RS)Site externo. aprovaram, na sessão de quarta-feira (31/8), o projeto de lei que obriga os hospitais e as maternidades da Capital a prestarem assistência especial aos recém-nascidos que apresentarem deficiência ou patologia crônica que implique tratamento continuado.

A assistência especial prevista no projeto consiste em fornecer, por escrito, informações sobre os cuidados especiais a serem tomados com o recém-nascido. Também deverá ser fornecida listagem de instituições (públicas ou conveniadas) especializadas na assistência à pessoa com deficiência ou com patologia específica.

O objetivo da proposta é garantir um correto acompanhamento dos filhos com deficiências, possibilitando que as mães saiam do hospital munidas das informações necessárias. Também foi aprovada emenda determinando que, caso detectada a doença, a criança seja encaminhada para a primeira consulta na rede básica de saúde.

Fonte: http://www.jornalja.com.br/Site externo.

 



EQUOTERAPIA em Americana – AEQUOTAM

Segue informações sobre trabalho com reabilitação física, psicológica e educacional em Americana:

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 07/09/2011


Equoterapia é reabilitação física, psicológica e educacional, feita em sessões dirigidas por profissionais utilizando o cavalo como terapia em ambiente protegido com abordagem multidisciplinar.

Tratando doenças genéticas, neurológicas, ortopédicas, seqüelas de trauma e cirurgias, doença mental, distúrbios psicológicos e comportamentais, distúrbios de aprendizagem e linguagem.

O trabalho no cavalo envolve movimentos tridimensionais (para cima e para baixo, para frente e para trás, para esquerda e para a direita), melhorando postura do paciente, controle motor e equilíbrio, alcançando resultados expressivos em tempo menor, graças a esta estimulação especial.

Há seis anos a AEQUOTAM vem prestando este serviço com 27 pessoas voluntárias atendendo 23 praticantes (pacientes), limitada pela sua localização (Carioba Caipira Clube, número 891) e pelo horário possível de atendimento (das 08h00min às 13h30min), aos Sábados, usando cinco cavalos.

Com a concessão de área da Prefeitura Municipal de Americana para a instalação da sede própria, a AEQUOTAM poderá chegar a 150 atendimentos, e faz lista de espera neste momento de transição.
Para agendar e obter informações, entrar em contato com o Presidente da Entidade, Eris Camilo Bordignon, no celular 9189 0134, ou pelo e-mail aequotam@ig.com.br

Postado por Elizabeth Fritzsons da Silva
Fonte: http://diferenteeficientedeficiente.blogspot.com/2011/09/equoterapia-em-americana-aequotam.html

Deficiente ofendida por cobradora de ônibus será indenizada

O fato ocorreu quando a passageira, detentora de doença mental, entrou no coletivo pela roleta em vez de usar a porta traseira.

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 07/09/2011

A Viação Canarinho Ltda. foi condenada pela Justiça a reparar por danos morais uma passageira detentora de retardamento mental. A 3ª Turma Cível do TJMS fixou em R$ 30 mil o valor que deverá ser indenizado. A empresa considerou exorbitante o valor fixado em 1ª instância, no entanto, não discorda do mérito da questão.

A apelada, detentora de retardamento mental com direito adquirido de transporte rodoviário gratuito, pegou um ônibus da companhia a caminho da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) da cidade de Corumbá (MS) quando, por descuido e por sua situação mental, entrou no transporte coletivo pela roleta em vez de entrar pela porta de trás.

Ao agir assim, a cobradora do ônibus teria começado a gritar com a moça, dizendo palavras como "você é louca, débil mental, deficiente, você é boba, molonga, da APAE", dentre outros xingamentos do mesmo nível. Após o ocorrido, a passageira passou a não querer mais ir à escola, demonstrando medo de entrar no coletivo. Ela só voltou à APAE alguns dias depois, porém, transportada por uma Kombi.

A empresa manifestou inconformismo apenas no valor da indenização e sustentou que se a mãe da apelada, que na época dos fatos era menor, estivesse acompanhando a filha, ela não teria atravessado na catraca do ônibus, pois tinha direito a transporte gratuito em face de sua deficiência.

O relator do processo, desembargador Marco André Nogueira Hanson, ressaltou que a indenização deve ter caráter punitivo e preventivo, com o objetivo de a conduta danosa não voltar a se repetir, além de compensar o dano sofrido, contudo, não pode se transformar em um meio de enriquecimento ilícito.

Observou que se deve levar em conta a situação financeira das apeladas, esboçada no ato de litigar sob o manto da justiça gratuita. "Diante das peculiaridades apresentadas nos autos, verifica-se que o valor de R$ 30 mil fixado em 1ª instância mostra-se elevado, já que para fixação dos danos morais vários fatores devem ser levados em conta, por ter a indenização dupla finalidade, quais sejam, confortar a vítima e servir de punição ao causador do dano, verificando-se sua extensão, o grau de culpa ou dolo do violador, somado ainda à situação econômica do lesado e do causador do dano".

Dessa forma, os desembargadores entenderam que, por ser a apelante uma empresa de médio porte, e a ofendida ser solteira e viver com seus pais, seria justo minorar a indenização para R$ 15 mil, reformando a sentença. (Apelação n° 2011.017178-1).

Fonte: TJMS

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Oito capitais vão incluir no mercado de trabalho pessoas com deficiência

Após experiência bem-sucedida em São Paulo e Santo André, o MDS expandirá o BPC Trabalho para João Pessoa, Porto Alegre, Recife, Belém, Campo Grande, Teresina, Fortaleza e Curitiba. Decisão foi anunciada durante encontro, nesta quinta-feira, em Brasília.
da Redação

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 06/09/2011

Incluir no mercado de trabalho pessoas com deficiência, entre 16 e 45 anos, é o objetivo do Benefício de Prestação Continuada para o Trabalho, o BPC Trabalho, que vem sendo executado como projeto-piloto em São Paulo e Santo André, no interior paulista, desde o ano passado. Nesta quinta-feira (1º), o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) assinou, junto com gestores municipais, a expansão para mais oito capitais.

A adesão ocorreu durante o 1º Encontro BPC Trabalho, no auditório do Ministério da Educação, em Brasília. As capitais da Paraíba (João Pessoa), Rio Grande do Sul (Porto Alegre), Pernambuco (Recife), Pará (Belém), Mato Grosso do Sul (Campo Grande), Piauí (Teresina), Ceará (Fortaleza) e Paraná (Curitiba) assinaram o protocolo de execução do projeto-piloto.

De acordo com a secretária nacional de Assistência Social do MDS, Denise Colin, a escolha das cidades para a expansão se baseou na estrutura para execução das ações do projeto: "Identificamos as capitais com bom aporte nas políticas de saúde, educação e assistência social, empresários e comércio (para absorção de mão de obra) e entidades que atendam pessoas com deficiência".

A meta do MDS é expandir para todas as capitais e grandes cidades o projeto, que tem cooperação da Federação Nacional das Associações para Valorização das Pessoas com Deficiência (Fenapave), instituição com experiência em capacitação profissional de pessoas com deficiência e se articula com os ministérios da Educação e do Trabalho e Emprego.

Fator agregador - A assistente de direção da Secretaria Municipal de Inclusão Social de Santo André, Marina do Carmo Panebianco, e a supervisora técnica da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social de São Paulo, Maria Madalena Wu, apresentaram a experiência dos municípios na inclusão, no mercado de trabalho, de pessoas com deficiência. "O projeto funciona como fator agregador ao trabalho já desenvolvido nos Cras (Centros de Referência de Assistência Social). Essas famílias saíram da invisibilidade e se tornaram mais visíveis aos Cras, à sociedade e à comunidade", destacou Marina.

O BPC Trabalho terá visitas domiciliares, diagnóstico social e encaminhamento aos serviços da assistência social. Com apoio das entidades socioassistenciais, os beneficiários são avaliados quanto ao potencial de trabalho e suas demandas são identificadas para inserção profissional. Em São Paulo, foram visitadas mais de 500 famílias e em Santo André, 300.

A proposta do projeto é atender principalmente beneficiários com dificuldade de superar as barreiras de acesso ao trabalho e à qualificação profissional devido às suas limitações. "O BPC Trabalho abre essa porta para que a pessoa saia do benefício e se engaje no mercado de trabalho, se torne cada dia mais autônoma e alcance a cidadania. É a evolução", opina o secretário nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Secretaria de Direitos Humanos, Antônio José Ferreira, que é deficiente visual.

Projeto de lei - Atualmente, aguarda sanção da presidenta Dilma Rousseff projeto de lei, já aprovado pelo Congresso, que permitirá que beneficiários do BPC suspendam o benefício durante a inclusão profissional e voltem a recebê-lo caso percam o emprego. De acordo com a proposta, durante o contrato de aprendiz profissional o beneficiário continuaria a receber o BPC, até sua inserção total no trabalho.

Até sexta (2), o 1º Encontro BPC Trabalho debate as principais ações e estratégias do projeto com representantes de secretarias estaduais e municipais de Assistência Social, das cidades que já o implantaram e das demais entidades participantes. No último dia, está em pauta a operacionalização técnica do projeto nas oito capitais.

Fonte: Agora MS - Mato Grosso do Sul, 05/09/2011 -Imagem Internet

Superintendente do Trabalho foi à Osasco conhecer Acordo Coletivo de Trabalho que inclui trabalhadores com deficiência

Na visita da semana passada, firmou-se acordo coletivo.
Redação

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 06/09/2011

Na semana passada (29/08) Osasco deu mais um passo para ampliar as contratações, com a visita do Superintendente Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo e alguns convidados que conheceram uma unidade educacional que ministra curso a 23 alunos com deficiência contratados pela empresa Atlas Copco Brasil Ltda.

Em vez de arrumar desculpas para não contratar, a empresa assinou um acordo coletivo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco comprometendo-se a contratar e formar para a efetiva execução de funções dentro da empresa, iniciando com um curso de preparação educacional, equivalente ao Ensino Médio, com despesas relacionadas ao curso totalmente custeadas pela empresa.

O acordo coletivo prevê:

- Duração do curso: 18 meses- Contratos de trabalho celebrados em regime de 1/2 período, podendo transformar-se em período integral antes do término do curso.

- Salário mensal inicial de R$ 821,00 além dos direitos trabalhistas legais e benefícios que a empresa oferece aos demais trabalhadores.

- A empresa se compromete no empenho na busca de colocação efetiva destas pessoas com deficiências, em um de seus estabelecimentos, durante a vigência ou término do curso.

- Validade do Acordo Coletivo: 01/08/2011 a 31/07/2013.

A visita foi encerrada com um contato do Superintendente com os alunos/funcionários.Após a visita as partes divulgaram as bases da execução do acordo, que já está devidamente registrado no Ministério do Trabalho e Emprego.

Mais informações com a imprensa do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região Tel. 3651-7200 r- 115 e e-mail (link_email="auris.imprensa@sindmetal.org.br">auris.imprensa@sindmetal.org.br

Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região Osasco - SP, 05/09/2011

Na abertura das Paraolimpíadas Escolares, São Paulo recebeu mais de 1200 jovens atletas do paradesporto

O evento que encerrou dia 30 no Parque Anhembi, lançou também selo comemorativo do 30º aniversário do Ano Internacional das Pessoas Deficientes.
Redação

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 06/09/2011

Eles são de 23 estados brasileiros mais o Distrito Federal. O encerramento foi dia 30, às 18h no Parque Anhembi.
Durante o evento foi lançado, pela Empresa de Correios e Telégrafos de São Paulo, e por iniciativa da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência o carimbo alusivo ao 30º aniversário do Ano Internacional das Pessoas Deficientes (AIPD). O selo vem com o slogan "Üm mundo inclusivo é possível".

A cerimônia foi encerrada com o desfile da tocha olímpica, conduzida pelo tetracampeão de judô Antonio Tenório. O Comitê apresentou o mascote do evento - um robô -, que foi batizado ao final do evento após sugestão de nomes pelas delegações participantes.O selo comemorativo foi desenvolvido pelo cartunista Capixaba, Ricardo Ferraz, um grande parceiro do Espaço da Cidadania.

Fonte: Espaço da Cidadania - São Paulo - SP, 05/09/2011 - Imagem Internet

MP propõe mais uma ação para garantir adequações físicas em escola estadual

Mato Grosso deverá garantir construir rampas, corrimões, banheiros e portas adequadas em suas escolas.
da Redação

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 06/09/2011
Os deficientes físicos enfrentam barreiras arquitetônicas cotidianamente, já que a maioria das cidades brasileiras não obedecem as normas técnicas que preveem adequações nos prédios e espaços públicos. Em Mato Grosso, o Ministério Público Estadual (MPE), constantemente, adota medidas judiciais para garantir esse direito aos deficientes físicos que vivem no Estado. Desta vez, o MPE, por meio da Promotoria de Justiça da Comarca de Chapada dos Guimarães, propôs ação civil pública, com pedido liminar, contra o Estado para garantir adequações físicas na Escola Estadual São José, localizada no Distrito de Água Fria.

Na ação, o Ministério Público requer que a Justiça determine um prazo de 12 meses para o Estado construir rampas, corrimões, banheiros e portas adequadas, bem como cumprir as determinações do Corpo de Bombeiros em relação à implantação do Processo de Segurança contra Incêndio e Pânico (PSCIP), sob pena de multa diária de R$ 10 mil. Além de não serem acessíveis às pessoas com deficiência e/ou com mobilidade reduzida, as condições estruturais do prédio apresenta problemas estruturais e péssimo estado de conservação, consta em um dos trechos da ação.

O Ministério Público informou que a própria escola encaminhou ofício à Promotoria de Justiça, solicitando a intervenção da instituição para adequações no espaço físico, inclusive, porque há um servidor com necessidades especiais (cadeirante) que não consegue movimentar-se no interior do prédio. Em vistoria no local, o MP constatou a existência de várias inadequações, tais como: o acesso de entrada não possui rebaixamento necessário, as calçadas construídas no interior da escola são muito estreitas, o acesso à quadra de esportes não possui calçadas e os banheiros não são adaptados.

De acordo com o MP, a Secretaria de Estado de Educação foi oficiada para sanar os problemas, porém, após cerca de uma ano, nenhuma ação foi implementada. Tendo em vista que cabe ao poder público e seus órgãos assegurarem aos deficientes físicos o pleno exercício de seus direitos básicos, inclusive dos direitos à educação, à saúde, ao trabalho, ao lazer, à previdência social, e de outros, decorrentes da Constituição Federal e leis específicas, resta propor a ação civil pública para garantir o cumprimento da lei, ressaltou o MP.

Além das adequações no espaço físico da escola, o Ministério Público também requer ao Poder Judiciário que determine ao Estado que promova as devidas adequações e construções de todas as escolas que forem construídas ou reformadas em consonância com a Norma Técnica NBR 9050/1994 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Fonte: O Documento - Cuiabá - MT, 05/09/2011 - Imagem Internet

MPF quer celular acessível a deficientes visuais

Anatel tem 90 dias para informar providências adotadas para cumprir a recomendação.
da Redação

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 06/09/2011

A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão em São Paulo recomendou à Anatel que regulamente os requisitos para certificação de aparelhos celulares, tornando-os mais acessíveis às pessoas com deficiência visual. A regulamentação deve atentar à parte técnica e interna dos aparelhos hardware e aos programas que podem ser posteriormente instalados softwares, de acordo com as normas técnicas e o ordenamento jurídico brasileiro.

Foi estabelecido um prazo de 90 dias para que a Anatel esclareça as providências adotadas para cumprir o recomendado, sob pena de consequências legais. Procurada pelo BOM DIA, a Anatel não se pronunciou até o fechamento desta edição.

Fonte: Bom Dia - São Paulo - SP, 05/09/2011

Antonio Abujamra entrevista a Deputada Mara Gabrilli no programa Provocações.

A sugestão de matéria abaixo foi enviada por Flávinho Caldeira.

“O Brasil é um país que não foi planejado para receber pessoas com deficiência, idosos, obesos, e qualquer tipo de pessoa que fuja daquele padrão normal”, constata a deputada federal Mara Gabrilli.

Veja entrevista que o diretor de teatro e ator Antonio Abujamra, do Programa Provocações, TV Cultura, fez com Mara Gabrilli.

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 06/09/2011




Fonte: http://www.deficienteciente.com.br/2011/09/antonio-abujamra-entrevista-a-deputada-mara-gabrilli-no-programa-provocacoes.html

Um lugar deficiente!!

APNEN, colaborando na divulgação desta matéria: 06/09/2011


Hoje em dia todo mundo quer uma cidade com acessibilidade,e se não tem acessibilidade é um lugar deficiente,certo ou errado? Certíssimo...Lugares em que idosos e deficientes físicos não tem acesso, é deficiente. Mas as pessoas não se ligam , se não tiver acessibilidade, que se f.....a, não vá ao lugar ou peça ajuda (quando alguém está disposto a ajudar). Mas já pararam pra pensar, que a gente não gosta de ser carregado como um saco de batata?

Queremos ser independentes,direito e ir e vir...Bom ,esse fim de semana era aniver de uma conhecida,porque amiga sabe da minha situação,ia ter mais cuidado em fazer uma festa,pelo menos assim que eu penso.

E eu esqueci de perguntar sobre acessibilidade do local,não sei porque eu esqueci de perguntar,coloquei uma roupa,e pronta pra balada,isso que fazia uns minutos que tinha falado com ela(aniversariante)e nada foi comentado,somente o endereço onde seria a festa!

Quando cheguei ao local ,era um prédio de 3 andares,até aí tudo bem ,devia ter um elevador...Meu marido desceu do carro e foi lá ver o lugar ,antes de eu descer,e adivinha? Aquilo que eu previa...Somente escadas,e ela queria ajudar a me levar até o terceiro andar,carregada!! A gente, só um pouquinho,não dá pra fazer algo assim,acabar com a coluna do povo,sem necessidade, e imagina se pega fogo em um lugar assim? Trágica ahahaha. Iria todo mundo se salvar e iam me deixar lá virando carvãozinho! Desculpe a brincadeira, mas em situações assim, ainda mais em festa eu tinha que fazer uma piadinha...,Final da história , não entrei na festa..Quem sabe ano que vem ela pensa na minha pessoa ou não...

Fonte: http://aldreylaufer.blogspot.com/2011/09/um-lugar-deficiente.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+VidaSobreRodas+%28Vida+sobre+rodas%29  (Postado por aldrey)