sábado, 7 de janeiro de 2012

Projeto Tênis Nova Odessa ganha destaque Internacional.

Técnico da equipe participou do I Festival Internacional de Tênis En Silla de Ruedas, realizado no Equador.

                                                                             Temporada 2011
A equipe de tênis de campo PNE (portadores de Necessidades Especiais) de Nova odessa, mantida através de parceria entre a prefeitura, através da Secretaria de Esportes , Juventude e Lazer, e Raquetes Clube encerrou as atividades anuais com avaliação positiva. Recentemente, a categoria foi convidada a participar do I Festival Internacional de Tênis En Silla de Ruedas, realizado no Equador.


O técnico da equipe Rogério Kawakami participou do evento. "Fiquei muito orgulhoso pelo convite, já que a nossa pretensão sempre foi fornecer maior qualidade de vida aos portadores de necessidades especiais de Nova Odessa, com a prática do tênis de campo, mas esse trabalho foi visto por pessoas que a princípio nem imaginaríamos que pudessem tomar conhecimento e, muito menos, receber o convite para participar de um evento de tamanha magnitude".


A Equipe também possui apoio da APNEN (Associação dos Portadores de Necessidades Especiais de Nova Odessa). "Espero continuar por muito tempo com esta parceria entre Prefeitura, Clube e Associação e levar o tênis em cadeira de rodas de Nova Odessa a ser destaque em âmbito nacional",declarou o técnico. Na categoria, específica para cadeirantes, a regra permite dois pingos da bolinha na quadra.






8 A 12 ANOS
Em Nova Odessa, todas as crianças da Rede Pública de Educação com idade de 8 a 12 anos participam de aulas gratuitas de tênis de campo oferecidas pelo projeto. "Recentemente, os tenistas Eduardo Raimundo e Matheus Lourenço participaram de sua primeira competição oficial na categoria KIDS. Fiquei impressionado com o desempenho dos meninos que treinam a pouco mais de um ano", festejou o técnico.


Com um caráter de socialização, as aulas foram oferecidas pela empresa vencedora da licitação, a Academia Raquetes Brasil. As aulas dos estudantes da Rede Pública foram conduzidas pelo professor Flavio Feitosa, sob a supervisão de Rogério Kawakami, também técnico de tênis e da equipe de competição de Nova Odessa.


Para o secretário de Esportes, Vanderlei Aparecido da Rocah, o "Will",desenvolver a modalidade na cidade, contribui para 'quebrar o tabu' de que tênis é apenas para pessoas da classe alta.Pelo contrário, oferecemos a modalidade gratuitamente.


Fonte: JNO - Esportes - 29/12/2011 - Imagem Internet

Projeto destina bolsa de estudo a distância a pessoas com baixa mobilidade


Arquivo/ Leonardo Prado
Gean Loureiro
Loureiro: a baixa mobilidade deste grupo dificulta os deslocamentos.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 2439/11, do deputado licenciado Gean Loureiro (PMDB-SC), que dá prioridade na concessão de bolsas integrais, na modalidade a distância, a pessoas com deficiência física, transplantados e hemodialíticos. A proposta altera as Leis 11.096/05, que instituiu o Programa Universidade para Todos (Prouni), e 10.891/04, que criou o Bolsa-Atleta, para dar prioridade a essas pessoas na concessão do benefício.
O autor destacou que os três grupos tratados no projeto têm em comum a mobilidade reduzida em função da deficiência física ou de tratamentos de saúde de extrema complexidade. “A condição imposta a essas pessoas afeta consideravelmente sua rotina, na medida em que exige tratamentos médicos extenuantes, uso continuado de medicamentos, dieta alimentar rigorosa, e, em muitos casos, inviabiliza deslocamentos frequentes por limitações físicas dos pacientes”, justificou.
Loureiro disse que a ideia é ampliar o acesso desse público a cursos superiores ofertados na modalidade a distância, por meio de seu atendimento prioritário na concessão de bolsas de estudo integrais previstas na Lei do Prouni. “Obviamente, os critérios previstos na legislação, de renda familiar per capita e de não possuir diploma de curso superior, são igualmente válidos para essa priorização das pessoas com deficiência física, transplantados e hemodialíticos”, enfatizou.
Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Jaciene Alves 
Edição – Marcelo Westphalem

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara de Notícias'

Tecnologia de novas próteses parecem ficção científica

Apesar de não serem tão novas quanto o ano… tecnologias como joelho com Bluetooth e pé protético que responde automaticamente aos desníveis de solo estão disponíveis no mercado e ainda são novidades para muita gente.




Graças à pesquisa e à alta tecnologia aplicadas ao mundo das próteses, tanto o risco como as diferenças entre as funções naturais do corpo humano e a substituição artificial se reduzem assombrosamente, até um ponto que muitos o acham ficção científica. Jens Müller (foto), especialista em próteses e figura muito reconhecida no setor, mostra à Agência Efe o que há de mais inovador no mercado.
PÉ INTELIGENTE – O “Pie Proprio” da empresa Ossur é um dos avanços que Jens Müller nos mostra em sua clínica ortopédica. O primeiro pé inteligente do mundo que responde instantaneamente a mudanças em desníveis do solo, modificando seu ângulo de inclinação. Até agora, as próteses de pé eram fixas em 90 graus. Esta novidade, como se fosse um tornozelo real, se adapta aos diferentes terrenos ao andar.
“Isto para os amputados é muito importante porque anteriormente, com os 90 graus fixos, a maioria tinha que fazer mais esforço e levantar a perna muito mais. Com este novo pé a elevação da prótese é menor, já que ao levantar eles podem arrastar a ponta no chão”, comenta Müller. “Um dos grandes problemas dos pés protéticos é o calçado. Quando o paciente muda os sapatos por outros de maior ou menor altura, automaticamente o resto da prótese já não serve”, diz o especialista.
O usuário, sobretudo, estava quase condenado a usar sempre o mesmo tipo de calçado com exatamente a mesma altura. O pé “inteligente” se ajusta, com um sistema de equilíbrio, ao salto do sapato.
BLUETOOTH PARA JOELHOS – A mesma empresa lançou a segunda geração de joelhos “Rheo”, que conta com a incorporação de Bluetooth para realizar ajustes e medições por computador, apresentando um melhor sistema para o controle e estudo do paciente. “A prótese controla perfeitamente cada passo no qual se encontra o paciente”, diz Müller. Um exemplo mais de inovação vem da companhia Otto Bock. Com o joelho “C-Leg Genium” os amputados poderão, pela primeira vez, imitar um passo da maneira mais parecida à forma biológica natural.
Segundo afirma Müller, “é mais um passo, a grande diferença está em que os usuários podem ter mais amplitude de atividade. Havia muitos obstáculos que eram impossíveis de resolver até esta última geração”. O aparelho tem uma posição de bloqueio e de marcha. Graças a bandas de dilatação, que mudam ao se pressionar o calcanhar e a ponta do pé, o joelho se bloqueia ou desbloqueia. Também tem a possibilidade de ser ativado mediante um comando à distância.
Como se fosse o Homem de Ferro, a tecnologia apresenta ao mundo o exoesqueleto, uma armação metálica externo, colocada por todo o corpo, que ajuda seu beneficiado a se movimentar. É um grande passo em pesquisa, mas ainda existem limitações. São lentos, volumosos e, sobretudo, caros. “Eles têm muita razão de existir para centros de reabilitação, já que ajuda muito o organismo o poder se movimentar, mas para o uso diário vejo que ainda há muitíssimo a fazer. Olhando para um futuro muito distante pode existir a possibilidade de realizar uma mistura pessoa-robô”, comenta o especialista.
O ortoprotético, que mostra uma grande preocupação com a integração social dos amputados, diz “o quanto são caras estas novidades e que para muitos são realmente obra de ficção”.
TECNOLOGIA BIÔNICA – Caminhar é algo que fazemos automaticamente mas, para usuários de próteses, é necessário pensar em como se caminha, especialmente sobre essas superfícies irregulares ou áreas não familiares. Segundo os especialistas é necessário um alto nível de aprendizagem. Para Müller este problema “deixaria de existir se puséssemos um microchip no cérebro conectado à prótese eletrônica, transmitindo informação, deixando-a agir sozinha, como se fosse uma perna saudável”. Realidade ou ficção? A resposta é “Tecnologia biônica”.
Em qualquer reviravolta do setor ortopédico se escuta falar da biônica. O objetivo é fazer trabalhar juntos sistemas biológicos e eletrônicos.
Daniel García Jurado, professor de desenho ortoprotético da Escola de Formação Ortoprotética da Andaluzia, sul da Espanha, explica: “A tecnologia biônica aplicada ao campo da protética tenta solucionar um problema que surge após a amputação de um membro. O cérebro manda informação ao membro e este atua. Em uma amputação, esta via de comunicação é cortada e a informação não flui. A biónica protética tenta reparar e tornar compatível um sistema mecânico-elétrico que restabeleça o “feedback” de informação”.
Embora já existam protótipos e a pesquisa tem focado nesta direção, por enquanto é uma opção distante no mercado, já que são projetos de grande envergadura financiados por entidades de renome como o projeto Darpa do Governo americano ou grandes multinacionais. Daniel destaca que em toda pesquisa haverá sistemas que acabarão sendo comercializados no futuro. “O desenvolvimento destas virá através da eletrônica e da vontade dos Governos e seguradoras de assumir o custo da inovação tecnológica”.
Respondendo à pergunta: “Algum dia um amputado poderá andar perfeitamente? O professor diz: “Acho que a osteointegração (união diretamente do osso e da prótese mediante cirurgia) e a protética assistida, serão a culminação da protética perfeita. Isto nos aproximará mais do cinema de ficção”.
Embora seja muito pouco provável que a biônica proporcione poderes sobre-humanos, nos últimos 30 anos se avançou de forma espetacular no campo da tecnologia protética. O que uma vez parecia ficção científica está se tornando realidade de uma maneira vertiginosa. A emocionante fusão entre biônica e protética promete o surgimento de tecnologias que melhorarão em grande medida a mobilidade e o rendimento energético.
As pessoas que hoje em dia “caminham com o coração” poderão ver uma mudança em suas vidas em um futuro não tão distante.

Governo investe na reestruturação de centros de atendimento a pessoas com deficiência visual

Segundo o MEC, também foram investidos R$ 3,2 milhões em financiamento de livros didáticos, paradidáticos e complementos para alunos com deficiência visual, matriculados em turmas regulares.

da Redação

O governo federal investiu de 2009 a 2011 recursos de R$ 5,7 milhões para a reestruturação e a modernização dos 55 Centros de Apoio Pedagógico para o Atendimento à Pessoa com Deficiência Visual (CAP) e do Núcleo de Apoio Pedagógico e Produção Braille (NAPPB). Os dados foram divulgados pelo Ministério da Educação, na quarta-feira (4), data em que é comemorado o Dia Mundial do Braile. O braile é um dos principais meios de acesso das pessoas com deficiência visual à leitura e à escrita.

Com o objetivo de promover o atendimento educacional especializado, no contraturno escolar, em 2009 e 2010, foram montadas 2.125 salas de recursos multifuncionais tipo II, com recursos de acessibilidade para os alunos com deficiência visual. Está prevista para 2012 a distribuição de 1.500 conjuntos de acessibilidade específicos às escolas com matrícula de alunos com deficiência visual. O total do investimento dessa ação ultrapassa R$ 26 milhões.

A partir de 2012, as Secretarias Estaduais de Educação poderão capacitar educadores para produção de material acessível para estudantes com deficiência visual e para o atendimento educacional especializado. Uma vez identificada a carência desses profissionais, o estado poderá oferecer cursos por meio do Plano de Ações Articuladas (PAR), do MEC.

Segundo o MEC, em 2009 e 2010 foram produzidas e distribuídas 88.321 obras em braile às escolas regulares. Os livros acessíveis são escolhidos com base no Guia de Livros Didáticos pelas escolas regulares dos sistemas de ensino e pelos professores, com base na proposta pedagógica da escola. Quando ocorrem matrículas de pessoas com deficiência visual, é solicitada automaticamente a produção e o envio do livro em braile para o aluno cego, que deve ser o mesmo adotado para o restante da turma.

MECDaisy 

O MECDaisy, programa de computador brasileiro que permite converter textos no formato internacional Daisy (Digital Accessible Information System – Sistema de Informações Acessíveis Digitais), traz o sintetizador de voz, ou narrador, e instruções de uso em português brasileiro. A versão nacional foi desenvolvida pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), por solicitação do MEC.

Após a conversão, o MECDaisy permite manusear o texto sonoro de maneira semelhante ao texto escrito, como folhear, consultar o índice, pesquisar e adicionar comentários. O programa [http://intervox.nce.ufrj.br/~mecdaisy/windows/] pode ser obtido gratuitamente pela internet.

Em 2012, estarão em produção 228 títulos de obras didáticas do quinto ao nono ano do ensino fundamental em formato MECDaisy. Já estão concluídas 126 obras para distribuição a alunos com deficiência visual, matriculados nas redes regulares de ensino, segundo o censo de 2010.
Para garantir a acessibilidade, entre 2009 e 2011 foram entregues às escolas com alunos com deficiência visual do quinto ao nono ano 3.756 laptop acessíveis.

Fonte: Planalto - Brasília-DF, 06/01/2012 - Imagem Internet 

Deficientes também são consumidores

Repercussão positiva para empresas que oferecem serviços voltados para o público com deficiência visual.

da Redação

A presidente do Instituto dos Cegos da Paraíba, Maria do Socorro Belarmino, lamentou que os operadores e órgãos vinculados ao turismo não compreendam que os deficientes visuais também são consumidores em potencial. “Muitos ainda acham que os deficientes não são consumidores, não entendem que ao chegar em um ambiente que seja adaptado, com cardápio em braile, repercutirá entre os outros colegas deficientes, aumentando a clientela”, explicou.

Segundo Belarmino, apesar de já existir em outros Estados, é pouco comum empresas de turismo em João Pessoa atenderem os deficientes físicos. “Em Brasília, há museus que reproduzem os textos em braile e sonoramente. Aqui não vimos sequer placas em braile informando sobre os monumentos e demais pontos turísticos”, disse.

Fonte: Jornal da Paraía - João Pessoa-PB, 06/01/2012

Tratamento Neuroevolutivo: Bobath

Esse tratamento visa estimular e proporcionar ao paciente movimentos que se aproximem do normal,o profissional para obter esse resultado necessita utiliar técnicas de inibição,facilitação que são ajustadas de acordo com as necessidades de cada criança,devemos frisar a importância da família no tratamento este sendo lento e exigente quanto á dedicação aos exercícios.

Brena Presideu

Resumo
Objetivo: O objetivo do trabalho foi estudar a técnica do Tratamento Neuroevolutivo(Bobath) Método: Realizamos buscas em livros, websites e publicações. Conclusão: Esse tratamento visa estimular e proporcionar ao paciente movimentos que se aproximem do normal,o profissional para obter esse resultado necessita utiliar técnicas de inibição,facilitação que são ajustadas de acordo com as necessidades de cada criança,devemos frisar a importância da família no tratamento este sendo lento e exigente quanto á dedicação aos exercícios. 

Palavras –Chaves: conceito neuroevolutivo Bobath,reabilitação neuromuscular,distúrbios do movimento e função.

Abstract
Objective: The objective was to study the technique of neuronal Treatment (Bobath) Method: We conducted searches of books, websites and publications. Conclusion: This treatment aims to stimulate and provide the patient moves that are close to normal, the professional to achieve this result needs to use Inno DB techniques inhibition, facilitation, which are adjusted according to the needs of each child, we stress the importance of family in treatment this is slow and demanding as to the dedication exercises.
Words - Chaves: Bobath concept neuronal, neuromuscular rehabilitation, movement disorders and function.

INTRODUÇÃO 

Uma abordagem para a reabilitação de adultos com patologia no sistema nervoso central originou-se no trabalho de Berta e Karel bobath em 1943,quando trabalhavam com pacientes adultos hemiplégicos e mais tarde usaram e aperfeiçoaram com crianças portadores de paralisia cerebral,esta técnica tem evoluído por mais de 50 anos.Essa abordagem de resolução de problemas para a avaliação e tratamento de indivíduos com distúrbios da função, movimento e controle postural, devido a lesão no sistema nervoso central ficou conhecida como Bobath,essa prática esta baseada em conhecimentos motores,biomecânicos e plasticidade neural frisando as necessidades desse paciente.

Todo o conhecimento dos componentes do movimento normal, ou como a criança realiza as etapas do desenvolvimento motor grosseiro, é atualmente considerada muito importante da sessão de tratamento. O conhecimento mais profundo da integração da função biomecânica das articulações com o movimento motor grosseiro também se tornou muito importante.

O conceito Neuroevolutivo é, uma abordagem terapêutica usada para a solução de problemas de pacientes com distúrbio do movimento e da função. Cada função desejada deve ser desmembrada e analisada cuidadosamente para conseguir um maior benefício do tratamento do paciente,esse conceito neuroevolutivo é usado por Terapeutas Ocupacionais,Fonoaudiólogos e Fisioterapeutas,mas possivelmente as técnicas de tratamentosão diferentes com objetivos variados.

O paciente e sua família são tratados ou considerados como uma unidade. Os familiares ou pessoas que cuidam do paciente são incluídos na sessão de terapia onde lhes são ensinadas técnicas de posicionamento, transferências, brincadeiras que deverão ser usadas em casa. Toda equipe de profissionais deve ser incluída e devem trabalhar juntos com objetivo de dar suporte para a família e tratar adequadamente o paciente.

MÉTODOS 

A coleta de material para levantamento bibliográfico utilizada na execução do trabalho de revisão de literatura utilizou como fonte, livros, artigos, sites. O levantamento bibliográfico foi realizado na biblioteca da Faculdade de Alagoas (FAL) – AL e pesquisas pela internet em sites de buscas como o Google,

REVISÃO DA LITERATURA

O conceito Neuroevolutivo usa equipamentos como rolos, bolas, bancos, porém, não são tão importantes como as técnicas de manuseios,a técnica permite inibir os esquemas de movimento patológico e melhorar o tônus muscular. Como este método só dava um resultado passageiro, ela continuou suas pesquisas e observou que podia obter um aumento do tônus muscular combinando a técnica de inibição e a técnica de facilitação. Bobath excita assim, as reações de estiramento e obtém o controle da cabeça, a rotação da cabeça e do tronco e reação de equilíbrio. O paciente é deslocado e mantido por pontos precisos de modo a reagir ativamente pelas reações desejadas,graças á estas técnicas, o paciente poderá adquirir experiência sensório motora normal dos movimentos de base.

Esta técnica é empregada em crianças com paralisia cerebral e outros problemas neurológicos de origem central como: traumatismos cranianos e hemiplegia ,meningomuelocele e em hemiplégicos adultos,porém ,pode ser usado em qualquer paciente com disfunção motora,ou em outras doenças que produzem alterações do tônus muscular.

Essa técnica tem com objtivos diminuir a espasticidade e a introdução dos movimentos automáticos e voluntários a fim de preparar para os movimentos funcionais. Os pontos chaves de Bobath correspondem às partes do corpo, geralmente as partes proximais, onde o tônus anormal pode ser inibido e os movimentos mais normais facilitados.

O Bobath trabalha com a facilitação do movimento, ou seja, solicita-se ajustamentos automáticos da postura, a fim de produzir uma atividade através de reações automáticas de proteção, endireitamento e equilíbrio. Então a faci1itação baseia-se nas reações de endireitamento (que são as reações estático cinéticas que estão em atividade desde o nascimento e se desenvolvem em uma ordem cronológica) e nas reações de equilíbrio (que são os movimentos que produzem adaptação postural possíveis).

Os princípios de Bobath são: o método objetiva o padrão muscular mais próximo do normal abordagem de posturas de inibição reflexa suprimir os padrões anormais antes que os padrões alterados possam ser introduzidos paciente recebe o máximo de informações proprioceptivas e esteroceptivas, seja no nível automático, seja em um nível voluntário tratamento individualizado e o paciente deve ser visto sob um aspecto

O tratamento deve ser o mais precoce possível. Se a criança ainda for muito pequena, tendo movimentos mais primários que anormais, podemos auxiliá-la a estabelecer os esquemas mais fundamentais de um modo quase normal seguido tão de perto quanto possível às etapas do desenvolvimento motor da criança normal.Durante a terapia o fisioterapeuta procura ensinar aos pais como manusear a criança durante toda a sua rotina diária, de uma forma que reforce o uso dos padrões de movimentos normais. Dessa maneira vestir, comer, beber, brincar e todas as atividades da vida diária podem, por si mesmas, tornarem-se fáceis de serem lidadas.

CONCLUSÃO

Essa técnicas são uma abordagem para tentar resolver problemas,de forma a avaliar e tratar adultos e crianças com disfunções neuronais ,havendo uma interação entre o paciente e terapeuta.A partir de uma compreensão dos princípios da normalização do tônus e da experimentação de um movimento ou de um controle estático normal incluindo a percepção usa-se a facilitação de movimentos e posturas seletivas ,objetivando-se um aprimoramento na qualidade de vida.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/bobath.htm
http://www.educacaofisica.com.br/glossario_mostrar.asp?id=323
http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.asp?codpag=3132&cod_canal=10
BOBATH,Karel;Uma Base Neurofisiológica Para O Tratamento da Paralisia Cerebral.Ed.Manole.
http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.asp?codpag=3132&cod_canal=10


Fonte: Administradores - 05/01/2012

Queremos o GINGA, mas com acessibilidade para pessoas com deficiência


A partir do ano que vem, a maioria dos aparelhos de televisão fabricados na Zona Franca de Manaus deverá estar equipada com o Ginga, uma ferramenta que permite a interatividade na TV digital brasileira. O programa, que é um software livre nacional, permite que o telespectador consulte informações sobre a programação, faça compras e acesse dados bancários pela televisão.

A consulta pública sobre as mudanças no Processo Produtivo Básico (PPB), encerrada em outubro, prevê que pelo menos 75% dos televisores com tela de cristal líquido devem vir com o Ginga a partir de 2012. A partir de 2013, todos os aparelhos terão que trazer o software. As contribuições ainda estão sendo analisadas pela área técnica do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, e a publicação está prevista para o início do próximo ano.

Quem comprar os televisores com o Ginga poderá pagar até R$ 80 mais, segundo o secretário de Serviços de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, Genildo Lins. Mas ele acredita que o valor poderá ser absorvido pelas empresas. Até o fim do ano, o ministério deverá ter autorizado a transmissão do sinal digital para todas as 400 geradoras do país, que são responsáveis pela produção de conteúdo. A previsão é que até 2016 todos os canais com sinal analógico já tenham sido digitalizados.

De acordo com o secretário, foram implementadas recentemente mudanças para agilizar a autorização da digitalização de geradoras e retransmissoras, e a ideia é que até o final de 2012 cerca de 3 mil processos tenham sido analisados. Depois da autorização do ministério, os radiodifusores têm seis meses para colocar o canal em funcionamento. “Nós vamos ser eficientes, mas isso também vai exigir uma eficiência maior do radiodifusor”, destaca Lins.

A agilização dos processos deverá aumentar a procura das emissoras por novos equipamentos, o que poderá também facilitar as condições de financiamento pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico (BNDES). “O principal argumento dos bancos é que não há demanda para fazer linha de financiamento. Quando tiver uma demanda razoável, vamos trabalhar para facilitar o financiamento”, diz o secretário.

O governo trabalha também na implantação do sistema de rádio digital no país. Até o fim do ano, a equipe técnica do Ministério das Comunicações deverá ter definido qual o melhor sistema para ser utilizado no Brasil. Até agora, só o sistema europeu foi testado. O americano, que também se apresentou, não mandou os equipamentos para teste. O prazo para o envio dos equipamentos para serem avaliados termina em março.

Depois dos testes, o governo ainda tem que trabalhar para a implantação da indústria que irá fabricar os novos aparelhos de rádio que receberão o sinal digital. “A posição do ministério é que os aparelhos de rádio têm que ser produzidos no Brasil. Vamos ver quem vai oferecer a melhor proposta para trazer a tecnologia para cá”, ressalta Lins.

O secretário também informou que a intenção do governo é ter, até o final de 2013, pelo menos uma rádio comunitária funcionando em cada município brasileiro. “Isso é democratização da informação. A comunidade local tem o direito de ter uma voz, de se comunicar, de emitir a sua opinião”. O ministério já lançou avisos de habilitação de rádios comunitárias para quase todas as cidades, com exceção de seis municípios na região metropolitana de São Paulo, por inviabilidade técnica, pois na região o espectro está muito congestionado.

“A Aposentadoria pode mudar… E para melhor !

Eis mais um projeto que tramita no Congresso e que afetará, diretamente, nossas vidas. É hora do povo brasileiro se posicionar, de ser cidadão e de se fazer valer.

Todos queremos nos aposentar ou conhecemos algum aposentado, certo? Pois o PL 3299/2008, em tramitação no Congresso propõe que a aposentadoria volte a ser calculada pela média aritmética simples, considerando-se os últimos 36 salários de contribuição – e isso valerá para quem já se aposentou!


    Resumindo, em termos práticos:

   Hoje, quem contribuiu pelo teto, aposenta-se e não recebe pelo teto, ou seja, aposenta-se pagando com base em 5 salários (em torno de R$ 2.325,00), mas somente recebe uns R$ 1.400,00. A proposta do PL é acabar com essa defasagem! É tornar esse cálculo mais justo! Se você concorda, ligue no 0800-619619, opção 9 (atendente) e se manifeste a favor do PL 3299/2008.

   Você deve indicar até 3 destinatários, sejam partidos ou estados, para receber a sua manifestação. Eu solicitei que a minha fosse enviada a todos os deputados do MS, SC e RS independentemente de partido.

   Ao ligar, o atendente da Câmara comentou comigo que, infelizmente, poucas pessoas se manifestam sobre o que acontece na Câmara e não utilizam tal canal, que serve para todos os PL’s em tramitação na Câmara!

   Então, faça valer seu direito de eleitor, de cidadão brasileiro, simplesmente discando para o telefone acima, cuja ligação é gratuita.

   Contudo, caso você opte por não fazer nada, isso poderá custar caro para todos nós, brasileiros! Vale a pena divulgar!

   Se o projeto não for aprovado, eu terei a consciência limpa de que fiz a minha parte e de que divulguei a meus amigos a oportunidade de se mudar algo.

   O Projeto já está para ser votado na Câmara e você poderá fazer a diferença. Só depende de você querer, de você agir!


Para ver a tramitação do projeto, acesse:

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=391382

Direitos: Inclusão social é pautada por jovens com deficiências


Garantia de direitos e inclusão social. 

Essas são as principais bandeiras levantadas por jovens com deficiência durante a 2ª Conferência Nacional de Juventude, realizada no mês de dezembro de 2011 em Brasília (DF). 

Apesar de considerar importante o debate e a oportunidade de participar do evento, alguns jovens reclamaram da dificuldade de acesso. 

Foi o caso de Lara Lys Santos Rocha. Acompanhada da mãe, a jovem cadeirante de 15 anos veio do Ceará para lutar pela garantia de igualdade de direitos e de liberdade de ir e vir. No entanto, encontrou dificuldades na hospedagem e no transporte. 

"O simples fato de a gente 'tá' aqui já mostra que algo precisa ser mudado. Na [Conferência] Estadual, e até na Nacional, não houve o respeito completo ao nosso direito de ir e vir, houve dificuldade de acesso. Tanto é que a gente teve de ficar mudando de hotel porque nem todos os hotéis eram adaptados pra gente, houve dificuldade no transporte", comenta. 

Pela primeira vez em uma Conferência, as jovens Bruna Alvarenga, de 15 anos, e Anielle Araújo, de 17, se impressionaram com o evento e com os debates. No entanto, também tiveram dificuldades de acompanhar as discussões. 

O problema, segundo elas, não foi a falta de intérpretes de Libras, mas o regionalismo da língua. Assim como no Português há diferenças de sotaques e gírias entre as regiões do país, na linguagem de sinais as mudanças também ocorrem. "Tive dificuldade de entender. É um pouco diferente, um pouco difícil por causa do regionalismo",conta Anielle, em Libras, auxiliada por uma intérprete. Entre as demandas, as duas meninas com deficiência auditiva destacam a luta pela escola bilíngue (Libras e Português), a inclusão dos surdos na sociedade e a necessidade de intérpretes nas faculdades. "As pessoas têm que ter coragem de falar, ter que ter acessibilidade", afirma Bruna. Para Lara, é importante destacar a igualdade de direitos e a garantia do direito de ir e vir da pessoa com deficiência. 

Já para o jovem Antonio David Sousa, de 23 anos, conselheiro nacional de juventude representando a pessoa com deficiência, a principal demanda dos jovens é a educação inclusiva. Além disso, ressalta demandas em outros setores, como transporte adaptado e atenção à saúde. David, que possui deficiência física e motora, reforça a importância do protagonismo juvenil e de espaços como a Conferência. "Acho bom encontrar vários jovens com deficiência aqui, mas devemos ampliar o debate", comenta. Para ele, é preciso que esses jovens tenham voz e falem por eles próprios. "Os jovens com deficiência hoje estão muito fora desse debate da juventude. Ele está muito na tutela, ainda é visto muito como o coitadinho. Pessoas vão falar por ele, não botam ele no protagonismo juvenil, muitas vezes é a família que vai falar. Uma coisa é uma pessoa que me apresenta e outra bem diferente é eu me apresentar", destaca. David espera que na próxima Conferência os jovens com deficiência estejam mais presentes no debate. E dá o recado: "Não deixem ninguém falar por vocês. Vocês podem falar por si próprios, vocês podem lutar por si próprios. Então, que na próxima Conferência tenha mais jovens lutando. Porque inclusão é já!".

Correio do Brasil - www.correiodobrasil.com.br

Acessibilidade em gestos simples

Há várias maneiras de tornar um ambiente interno, meio de transporte ou órgão público acessível. Os locais adaptados (alterados posteriormente para serem acessíveis) ou adequados (originalmente planejados para serem acessíveis) podem receber diversos recursos que garantirão a autonomia, a segurança e o conforto às pessoas com deficiência, tais como: rebaixamento de calçadas, rampas que vençam todos os desníveis, sinalizações em Braille, recursos comunicacionais para os surdos, etc. 


Mas não precisamos ter um estabelecimento público para “acessibilizar”, pequenos (porém grandiosos) gestos podem contribuir com a acessibilidade e facilitar a vida diária destas pessoas, e o que queremos mostrar para vocês em alguns posts. Aproveitem e repassem a “dica” em uma conversa com o amigo, o pai, a mãe, os irmãos…



Respeitando o piso tátil



A NBR 9050/2004 caracteriza o piso tátil pela diferenciação de textura em relação ao piso adjacente, sendo destinado a constituir alerta ou linha guia perceptível por pessoas com deficiência visual. Temos dois tipos de piso: o de alerta (aquele de bolinhas) e o direcional (com faixas lineares em relevo). Este piso deve ter, ainda, cor contrastante em relação às áreas adjacentes para permitir a orientação de pessoas com baixa visão. Essa cor diferenciada também serve de alerta para que nós, pessoas que enxergam, não utilizemos aquele recurso.

   Devemos instalar os pisos táteis de alerta sempre que houver algum obstáculo suspenso, em rebaixamento de guias, no início e término de escadas e rampas e próximo a portas ou outros desníveis que possam provocar acidentes a uma pessoa que não os enxergue.

As pessoas com deficiência visual se locomovem balizando por meio dos pisos táteis direcionais, utilizando sua bengala longa ou sentindo com os pés. Logo, quando há este elemento, é provável que estas pessoas transitem por lá. Então, se você estiver em alguma calçada que tenha piso tátil evite andar por cima dele, sua ação vai prevenir que estas pessoas esbarrem sem querer em você, poupando episódios como: constrangimentos, pedidos de desculpas, atraso, bengalas perdidas por quebrar ou empenar no choque e acidentes mais graves, como a pessoa desviar e cair na rua, via de trem/metrô ou, no reflexo, dar de cara com um poste.

Se não precisas, deixe o piso tátil livre. Não é simples?



Recursos para a educação inclusiva

Para quem não enxerga ou não consegue se movimentar, equipamentos, objetos e brinquedos inclusivos possibilitam um aprendizado mais fácil.


A criança chega à escola sem falar ou mexer braços e pernas. É possível ensiná-la a ler, por exemplo? Sim, e na sala regular. Para quem tem deficiência, existe a tecnologia assistiva, composta de recursos que auxiliam na comunicação, no aprendizado e nas tarefas diárias.

As chamadas altas tecnologias são, por exemplo, livros falados, softwares ou teclados e mouses diferenciados. "Existem recursos para comandar o computador por meio de movimentos da cabeça, o que ajuda quem tem lesão medular e não move as mãos", afirma a fisioterapeuta Rita Bersch, diretora do Centro Especializadoem Desenvolvimento Infantilem Porto Alegre, onde as crianças que aparecem nesta reportagem são atendidas. Já as baixas tecnologias são adaptações simples, feitas em materiais como tesoura, lápis ou colher.

Com o mesmo intuito de promover a inclusão, há brinquedos que divertem crianças com e sem deficiência. Os mostrados aqui foram feitos por alunos de Arquitetura da Universidade Federal de Santa Catarina. Já os livros táteis são do Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual, de Florianópolis. O educador da classe regular pode procurar esses materiais na sala de atendimento educacional especializado (a sala de apoio). "Nela, o professor especializado oferece recursos e serviços que promovem o acesso do aluno ao conhecimento escolar. Por isso, o diálogo entre os dois profissionais é fundamental", afirma Rosângela Machado, coordenadora de Educação Especial do município de Florianópolis. Confira alguns materiais que podem favorecer a aprendizagem da sua turma.

TECLADO VERSÁTIL

Matheus Levien Leal, 10 anos, está na 4ª série e tem paralisia cerebral e baixa visão. Ele usa um teclado com várias lâminas, trocadas de acordo com a atividade. A de escrita, por exemplo, tem cores contrastantes e letras grandes. O equipamento é programado para ajustar o intervalo entre os toques, evitando erros causados por movimentos involuntários.

DIGITAÇÃO SEM ERROS

O suporte, colocado sobre o teclado, chama-se colméia. Ele impede que o estudante com dificuldade motora pressione a tecla errada.



NUM PISCAR DE OLHOS

O acionador faz a função do clique do mouse e pode ser ativado ao bater ou fechar a mão, puxar um cordão, piscar, soprar, sugar... O aparato pode ser colocado em qualquer parte do corpo do aluno. Com ele, é possível acessar livros virtuais, brincar com jogos e até digitar, usando um teclado virtual.

JOGOS COLORIDOS

João Vicente Fiorentini, 10 anos, tem deficiência física e está na 2ª série. Por causa da dificuldade de segurar o lápis, ele usa materiais adaptados e aprende a escrever com jogos feitos de tampinhas e cartões plastificados. O material permite a João ainda relacionar cores e quantidades.



Fonte: Revista Nova Escola

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Superação: Musa da Mancha Verde samba sem uma das pernas

Após ter câncer aos 9 anos, candidata dá exemplo de coragem no Caldeirão


Haonê - Mancha Verde 2 (Foto: Caldeirão do Huck / TV Globo)Haonê se apresenta no Caldeirão deste sábado em busca do título de Musa do Carnaval paulista
Além de muito samba no pé e corpos esculturais, Luciano Huck apresenta neste sábado, dia 07/01, na estreia do Musa do Carnaval, um exemplo de superação e coragem que vai deixar o público extasiado. Entre as concorrentes pelo título de São Paulo, que você acompanha durante todo o Caldeirão de Praia, está Haonê Oliveira, passista da Mancha Verde e que, após um tumor no fêmur aos 9 anos, samba com uma das pernas e a ajuda de uma muleta.
Amante da dança desde pequenina, a representante da escola paulista não se abateu após a doença causadora de sua deficiência física. “Desde criança eu gosto de samba. Após o câncer tive que fazer uma adaptação, claro, mas continuo com o mesmo ritmo”, afirma Haonê. Para se apresentar no palco do Caldeirão de Praia, a candidata inventou uma maneira para própria para sambar apoiando uma das muletas exatamente no local da perna amputada.
Haonê Mancha Verde (Foto: Caldeirão do Huck / TV Globo)Musa da Mancha Verde usa uma das muletas para poder sambar e mostrar todo seu charme
Estreante na Mancha Verde, a candidata ao Musa teve o incentivo do irmão, um dos diretores da escola, para integrar a ala das passistas. O convite para participar do concurso foi feito pelo próprio presidente da agremiação e prontamente atendido pela morena. “Desde quando cheguei para ensaiar não sofri nenhum tipo de preconceito. Todos lá me incentivam para que eu continue a mostrar meu samba”, revela.
Nesta primeira eliminatória do Musa do Carnaval de São Paulo também estão na disputa as representantes as escolas Camisa Verde e Branco, Império de Casa Verde, X-9, Vai-vai, Rosas de Ouro e Acadêmicos do Tucuruvi. Na bancada dos jurados, os atores Otaviano Costa, Joaquim Lopes e Giovanna Lancellotti, a Miss Brasil 2011 Priscila Machado e o colunista Leo Dias. Não perca!


Fonte:http://tvg.globo.com/caldeirao-do-huck/musa-do-carnaval-de-sp/noticia/2012/01/superacao-musa-da-mancha-verde-samba-sem-uma-das-pernas.html