sábado, 26 de maio de 2012

Parque de Sorocaba recebe obras de acessibilidade para deficientes

Pessoas com deficiência contam com estruturas adaptadas para eles em parques (Foto G1: Reprodução)
Pessoas com deficiência contam com estruturas adaptadas para eles em parques (Foto G1: Reprodução)
O local ganhou rampas de acesso, banheiros adaptados e placas em braile. A nova atração é o Jardim dos Sentidos.
Os portadores de deficiência* de Sorocaba (SP) ganharam uma opção de lazer. O Parque da Água Vermelha, cartão postal no meio da cidade, irá receber reformas para permitir melhor acessibilidade. Entre as adaptações, estão jardim sensorial, calçadas com guias especiais, placas em braile e banheiros adaptados. A inauguração será no próximo dia 30 (quarta-feira), às 10h.
São 20 mil metros quadrados de natureza e dois lados que deixam a paisagem ainda mais bonita. É um cantinho no Jardim Europa, visitado por cerca de quatro mil crianças todos os meses, em passeios monitorados por escolas. Aos fins de semana, o local é procurado por adultos para relaxar.
A partir de agora, o parque poderá ser contemplado sem empecilhos. Depois de oito meses de reforma, um projeto de acessibilidade foi colocado em prática, trazendo para o parque piso retrátil, rampa de acesso e indicação em braile.
O piso segue por toda a área de visitação. A reportagem do Tem Notícias mostra um convidado cadeirante fazendo um passeio pelo parque. Carlos Botelho, presidente da Associação Desportiva dos Paraplégicos de Sorocaba, conferiu o acesso ao banheiro, subiu pela rampa e circulou pelo local.
Além de adaptações, o parque ganhou uma nova atração: o Jardim dos Sentidos. O visitante pode interagir, tocar nas plantas e temperos plantados e ainda sentir o cheiro.
*De acordo com a Convenção da ONU e da legislação brasileira a terminologia correta é pessoas com deficiência.

Garota tem rara condição que faz com que ela não pare de comer

Jade Hall foi diagnosticada com a síndrome de Prader-Willi quando tinha 4 anos. Hoje, aos 20, pesa 127 Kg.

Crescer

Apesar de manter uma dieta de 750 calorias diárias, Jade está com cerca de 127 kg e pode até morrer se a sua família não fizer um controle rigoroso do que ela come. Quando nasceu, ela não comia e mostrava sinais de subdesenvolvimento. A mãe percebia já que algo estava errado com a filha. Por volta de 1 ano e meio, o apetite da menina mudou e ela começou a engordar rapidamente, e a família passou a controlar sua comida.

Segundo o jornal britânicoMirror, aos 4 anos, a menina foi diagnosticada com a síndrome de Prader-Willi, que provoca fome intensa e um apetite insaciável. O cérebro de Jade, que sofre de dificuldade de aprendizagem e atraso no desenvolvimento, não envia sinais ao seu corpo de quando ela está satisfeita. Assim, sua mãe teve de colocar cadeados na despensa da casa. Um dia, ao descuidar da filha na hora do banho, a menina comeu sabonete. O metabolismo de Jade é tão lento que para queimar 100 calorias ela precisaria andar cerca de seis quilômetros. 

Apesar de a menina ter crises nervosas, em que pode chorar e gritar por até duas horas. A mãe, que diz não conseguir acalmar a filha, conta que faz de tudo para que a filha tenha certeza de que é muito amada. E reforça: “Jade nunca será capaz de se virar sozinha, mas enquanto eu estiver aqui, ela sempre me terá ao lado”, diz.

Fonte:http://revistacrescer.globo.com

Romário quer tornar crime hediondo o abuso sexual de deficientes físicos

Letícia Alcântara/ Repórter


Na semana em que a apresentadora Xuxa Meneghel revelou em rede nacional que sofreu abusos sexuais durante a infância e a adolescência, o deputado federal Romário (PSB-RJ) alertou o Brasil para um aspecto ainda mais cruel deste tipo de crime: o abuso sexual de crianças e adolescentes deficientes físicos ou mentais. Em discurso no plenário, nesta quarta-feira (23), o parlamentar lamentou a ausência de dados sobre o problema e disse que fará alterações na Lei para tornar o crime hediondo.


“Se as crianças em geral são vulneráveis ao abuso sexual, a situação é ainda pior quando elas possuem algum tipo de deficiência, física ou intelectual. Nesses casos, a dificuldade de escapar da agressão ou denunciar o ocorrido, pode ser muito maior”, apontou.


O parlamentar sugeriu que fará alterações no Código Penal para agravar a pena contra quem comete o crime de estupro contra deficientes, como cegos, cadeirantes e surdos-mudos. Atualmente, a Lei 12.015 de 2009 só prevê aumento de pena para crimes cometidos contra vulneráveis e deficientes mentais. Para ele, o crime deve ser considerado hediondo.


Os casos de abuso sexual de crianças e adolescentes ganharam visibilidade depois da declaração de Xuxa. Nota publicada hoje na coluna de Ancelmo Góes, no jornal O Globo, registra que a Secretaria Nacional de Direitos Humanos recebeu mais de 220 mil ligações desde domingo (20), dia em que o depoimento foi veiculado.


Para Romário, o depoimento trouxe conforto para as vítimas e as estimulou a denunciar os abusos. “Além de sentir vergonha, [as vítimas] se sentem confusas e até culpadas pelo abuso que sofreram”, lembra o parlamentar. O ex-jogador ainda criticou as piadas feitas com o desabafo da apresentadora. “Claro que teve gente que preferiu fazer piadas cretinas com o seu depoimento, aproveitando a sensação de impunidade que o anonimato da internet oferece aos imbecis”, disse.

Fonte: http://www.romario.org/noticias/item/315-rom%C3%A1rio-quer-tornar-crime-hediondo-o-abuso-sexual-de-deficientes-f%C3%ADsicos - Imagem Internet

Estudo mostra que 4,7% das ruas do país têm rampa para cadeirante

VENCESLAU BORLINA FILHO PEDRO SOARES DO RIO

Apenas 4,7% das ruas do país têm rampa de acesso para cadeirantes, segundo a pesquisa divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) com base nos dados do Censo 2010. Segundo o levantamento, nenhuma cidade do país tem todas as ruas com a benfeitoria para deficientes.


A cidade que mais se aproxima dessa condição é Jaguaribara (255 km de Fortaleza), no Ceará. De acordo com o IBGE, 75,5% dos logradouros da cidade têm os acessos para cadeirantes.


Entre os municípios com mais de 1 milhão de habitantes, Porto Alegre lidera com 23,3% das ruas acessíveis.
Em São Paulo, só 9,2% das ruas têm o equipamento, enquanto que no Rio de Janeiro esse percentual é de 8,9%.


Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1095424-estudo-mostra-que-47-das-ruas-do-pais-tem-rampa-para-cadeirante.shtml - Imagem Internet

Laramara e Fumcad lançam projeto pioneiro na inclusão de crianças e adolescentes com deficiência visual em São Paulo

O projeto visa garantir o direito de acesso dessas crianças e adolescentes deficientes à informações e ajudas técnicas, de forma a favorecer seu desenvolvimento, aprendizagem e inclusão social.
da Redação

Cerca de 300 crianças e adolescentes com deficiência visual e múltipla serão beneficiados anualmente pelo projeto Acessibilidade e Sensibilidade, lançado pela Laramara - Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual e cadastrado no FUMCAD - Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.
O projeto visa garantir o direito de acesso dessas crianças e adolescentes deficientes à informações e ajudas técnicas, de forma a favorecer seu desenvolvimento, aprendizagem e inclusão social. Isso facilitará a autonomia e a independência na realização das atividades com os equipamentos especiais, garantindo sua mobilidade em condições seguras; promovendo o acesso à informação para aprendizagens específicas; e introduzindo a pessoa com deficiência no mundo da informática, como ferramenta importante de comunicação, estudo, pesquisa e trabalho.
O trabalho
Tudo começa a partir das avaliações das necessidades específicas da pessoa com deficiência, com a utilização dos recursos especiais e a integração em grupos formados por faixas etárias (de 0 a 18 anos), para o atendimento educacional especializado de complementação à escola.
Na Laramara, o foco está centrado também no apoio à família, à escola, a sociedade e seu entorno. Cada grupo é atendido por uma dupla de profissionais de áreas distintas, em periodicidade semanal, em atividades socioeducativas e culturais. São realizados encontros sistemáticos com famílias e escolas para apoio à inclusão escolar, além de capacitações para educadores e profissionais da área.
Neste projeto a equipe multidisciplinar conta com: instrutores de informática, instrutores de orientação e mobilidade/natação, pedagogas especializadas, técnico em recursos acessíveis e fisioterapeuta.
A Laramara possui mais três projetos cadastrados junto ao Fumcad/SP, os interessados em apoiar estas ações podem acessar o site http://fumcad.prefeitura.sp.gov.br ou entrar em contato por telefone (11) 3660.6434. Pessoas físicas ou jurídicas podem contribuir destinando parte do Imposto de Renda Devido, reforça o Gestor do Projeto Cristiano Gomes.
Sobre a Laramara
Laramara é uma das mais atuantes instituições especializadas em deficiência visual e um centro de referência na América Latina.
Realiza atendimento educacional especializado, com ações complementares e atividades específicas essenciais à aprendizagem e desenvolvimento das pessoas com deficiência visual e com deficiências associadas.
As atividades socioeducativas são realizadas em grupos, organizados por faixa etária e os usuários dispõem ainda de atendimentos específicos de Braille, Soroban, Desenvolvimento da Eficiência Visual (Baixa Visão) e Orientação e Mobilidade.
Disponibiliza recursos humanos para a inclusão, colabora para o aperfeiçoamento e capacitação de profissionais e divulga suas experiências e aquisições para todo o Brasil por meio de 30 recursos instrucionais produzidos por sua equipe, livros, manuais e DVD's contribuindo para que todas as crianças brasileiras possam ser educadas e beneficiadas. Laramara trouxe para o Brasil a fabricação da máquina Braille e da bengala, indispensáveis para a educação e independência da pessoa cega. Buscando a inclusão profissional de jovens e adultos com deficiência visual, ampliou seu projeto educacional incluindo a preparação para o mundo do trabalho e vem desenvolvimento um programa para os jovens maiores de dezessete anos. Laramara, desde sua fundação, acreditou no valor do brincar e do brinquedo para a interação com a criança e para facilitar o desenvolvimento infantil; defende, o direito da criança com deficiência visual a um aprendizado alegre e prazeroso, com brincadeiras e otimismo e continua cada vez mais unida em torno deste ideal. O trabalho de Laramara, que agora completa 21 anos, atua efetivamente na cidade e no estado de São Paulo e procura colaborar também para a inclusão das pessoas com deficiência visual em todo o Brasil.


Associação Laramara
Endereço: Rua Conselheiro Brotero, 338 – Barra Funda – SP/SP
Telefone: (11) 3660-6400 e Fax: (11) 3662-0551
www.laramara.org.br


Fonte:Laramara  - Imagem Internet

O poder das Redes Sociais

por Vera Garcia*


A internet passou a ser a maior aliada das pessoas com deficiência. Cada vez mais essa temática ganha visibilidade e espaço no mundo virtual, fazendo com que a sociedade, gradualmente, abra os olhos para essa questão.                           Redes sociais, como TwitterSite externo. e FacebookSite externo., disseminam, diariamente, informações com muita rapidez jamais proporcionada por nenhum meio de comunicação e numa escala global surpreendente.                                                                                   As Redes Sociais nasceram para integrar membros com interesses e ideologias conectados pela relevância de um determinado assunto, e também para proporcionar integração e interatividade através de comunicação e compartilhamento de conteúdo.                                     O presidente dos EUA, Barack Obama, é um grande exemplo de pessoa que soube aproveitar inteligentemente a capacidade informativa das Redes Sociais em sua campanha política. Obama conseguiu mudar a forma como as mídias sociais são vistas em todo o mundo. Entretanto, ele e sua equipe não construíram a campanha sozinhos, as pessoas que faziam parte de sua Rede Social o ajudaram na propagação de informações. A campanha foi bem sucedida, pelo fato de Obama e sua equipe, sabiamente, terem utilizado as Redes como uma das formas mais viáveis de atingir as massas, através de um marketing viral.                               Quando criei meu blogSite externo., queria de alguma forma ajudar na facilitação da democratização de informações sobre deficiência. E as Redes Sociais são minhas aliadas na divulgação das postagens. São grandes ferramentas que servem não só para difundir o conteúdo do blog, como servem na troca de informações, conhecimentos e também, para atrair novos leitores. Todavia é preciso categorizar e filtrar as informações para que estas sejam relevantes e de qualidade para atingir o público-alvo.
* Vera Garcia é pedagoga e atua como vice diretora educacional de uma escola pública. Tornou-se uma pessoa com deficiência devido a um acidente na infância. Está na luta por uma inclusão de qualidade e mantém o blog Deficiente CienteSite externo..

Deficientes reclamam

 RZ
Deficientes físicos que circulam pelo Terminal Metropolitano de Americana se queixaram que os banheiros adaptados sempre estão fechados. O cadeirante Ailton Marcolino, 54, contou que precisa pedir as chaves do banheiro para o segurança quando precisa usar.

“O banheiro é público e sempre deveria estar aberto. Outro dia precisei usar o banheiro e o segurança demorou para trazer as chaves. Fiquei com vontade de fazer a necessidade nas calças e chamar a imprensa para ver. Por ser cadeirante, tenho algumas necessidades especiais. Mas aqui, isso não é respeitado”.


A deficiente física e moradora de rua Marlene Pereira da Silva, 38, contou que já teve o acesso negado. “É uma falta de consideração. 


Fonte: http://portal.tododia.uol.com.br/?TodoDia=cidades&Materia=683866 

Carrefour é condenado a pagar R$ 20 mil a cliente que escorregou em cascas de uva

Rogério Barbosa Do UOL, em São Paulo


O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) condenou o supermercado Carrefour a pagar uma indenização de R$ 20 mil a uma cliente, de 66 anos, que passou dois meses com o punho e a mão esquerda engessados e quatro meses afastada de suas atividades habituais após sofrer um acidente dentro de uma unidade do mercado em Santos, no litoral paulista.
Nilcéia Aparecida de Carvalho relatou no processo que andava pela seção de frutas, na companhia de sua filha, quando escorregou em cascas de uva que estavam espalhadas pelo chão. A cliente acusou o supermercado de não prestar socorro, sendo que antes de ser levada por sua filha ao Hospital Frei Galvão, em Santos, o funcionário apenas lhe forneceu uma cadeira de rodas em péssimo estado. O caso ocorreu em julho de 2002.
Ao se defender da acusação, o Carrefour alegou que a cliente simplesmente tropeçou enquanto caminhava pela loja. Negou que havia cascas de uva pelo chão, já que possui uma equipe que mantém o supermercado constantemente limpo, e que muitas vezes, “são os próprios consumidores que comem as frutas no interior da loja e jogam as cascas ao chão, criando riscos aos frequentadores do local”. Ainda de acordo com o mercado, a cadeira de rodas fornecida estava em perfeito estado.
Entretanto, no dia da audiência, o supermercado voltou atrás e assumiu que no momento do acidente havia cascas de uva espalhadas pela loja. Diante da confissão do Carrefour, o juiz reconheceu a sua responsabilidade pela queda e lesões da cliente, e determinou o pagamento dos danos causados.
Ao determinar o valor da indenização por danos materiais, o juiz de primeira instância levou em consideração que, por causa do acidente, a idosa teve um gasto de R$ 56,69 com medicamentos e R$ 960 com a contratação de uma empregada para lhe ajudar nos afazeres domésticos durante os quatro meses de recuperação. Determinou então o pagamento de R$ 1.016,69.
Já com relação aos danos morais, o juiz ressaltou que este é comprovadamente devido, pois ”só quem já quebrou um osso qualquer do corpo sabe quanto isso dói, especialmente para alguém que tem mais de 66 anos”. Entretanto, julgou excessivo o valor de 150 salários mínimos pleiteados pela idosa, e condenou o Carrefour ao pagamento de 50 salários que deverão ser calculados com base no valor que era vigente no dia do acidente, o que representa R$ 19 mil.
O Carrefour ainda recorreu ao TJ-SP, mas pelos mesmos fundamentos do juiz, a 8ª Câmara de Direito Privado manteve a condenação que impõe ao supermercado o pagamento de uma indenização total de R$ 20.016,69. Ainda cabe recurso.


Fonte:http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2012/05/25/carrefour-e-condenado-a-pagar-r-20-mil-a-cliente-que-escorregou-em-cascas-de-uva-no-mercado.jhtm

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Pensão Especial aos portadores da Síndrome da Talidomida

É garantido o direito à Pensão Especial (Espécie 56) aos portadores da Síndrome da Talidomida nascidos a partir de 1º de janeiro de 1957, data do início da comercialização da droga denominada “Talidomida (Amida Nfálica do Ácido Glutâmico), inicialmente vendida com os nomes comerciais de Sedin, Sedalis e Slip, de acordo com a Lei nº 7.070, de 20 de dezembro de 1982.
Quem tem direito
O benefício é devido ao portador de deformidade física decorrente do uso da Talidomida, independentemente da época de sua utilização.

Valor
A Renda mensal inicial será calculada mediante a multiplicação do número total de pontos indicadores da natureza e do grau de dependência resultante da deformidade física, constante do processo de concessão, pelo valor fixado em Portaria Ministerial que trata dos reajustamentos dos benefícios pagos pela Previdência Social.

Informações complementares
  • Vitalício e intransferível;
  • Não gera pensão a qualquer eventual dependente;
  • Não gera resíduo de pagamento a seus familiares.
  • Não pode ser acumulado com benefícios assistenciais (LOAS) e Renda Mensal Vitalícia paga pela União.
Requerimento
O requerente deverá comparecer diretamente a uma Agência da Previdência Social para protocolar o pedido de Pensão Especial.
Para a formalização do processo, deverão ser apresentados pelo pleiteante, no ato do requerimento, os seguintes documentos:
  • fotografias que comprovem a deformidade característica pelo uso da Talidomida;
  • certidão de nascimento;
  • prova de identidade do pleiteante ou de seu representante legal; e
  • quando possível, apresentar outros subsídios que comprovem o uso da Talidomida pela mãe do pleiteante, tais como: 
    • receituários relacionados com o medicamento
    • relatório médico; e
    • atestado médico de entidades relacionadas à patologia.
Após a formalização do requerimento será agendado exame médico–pericial para a avaliação do requerente.
Indenização por danos morais devida às vítimas da talidomida instituída pela Lei nº 12.190, de 13 de janeiro de 2010.

Indenização por dano moral devida às pessoas com deficiência física decorrente do uso da Talidomida, no valor equivalente a R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) para cada ponto indicador da natureza e do grau da dependência resultante da deformidade física.

A quantidade de pontos a ser utilizada como referência para o cálculo da indenização será aquela atribuída pela perícia-médica do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para fins da Pensão Especial devida aos Deficientes Físicos Portadores da Síndrome da Talidomida prevista na Lei nº 7.070, de 1982, limitada ao máximo de oito pontos.

O requerente deverá comparecer diretamente a uma Agência da Previdência Social para protocolar o pedido de Pensão Especial.
Termo de opçãoPara o recebimento da indenização o interessado pode firmar requerimento de próprio punho, entretanto, para a liberação da indenização, será imprescindível a apresentação do Termo de Opção, considerando que a indenização da Lei nº 12.190, de 2010, não pode ser acumulada com outra  indenização de mesma natureza concedida judicialmente

O termo de opção encontra-se anexo ao Decreto nº 7.235/2010, também servindo como requerimento quando apresentado pelo interessado em uma Agência da Previdência Social.

Informações complementares
  •  Sobre a indenização não incidirá imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza (IR).
  • O valor correspondente à indenização será atualizado monetariamente desde 1º/1/2010, na forma do art. 6º da Lei nº 12.190, de 2010.
  • A indenização poderá ser requerida e recebida por representante legal ou procurador do beneficiário.
  • Central de Atendimento 135 - Via Telefone
  • PREVCartas - Correspondência
  • Caixa Postal 09714 - CEP 70001-970 - Brasília-DF
  • Atendimento Presencial

Na China, mais de 30.000 deficientes físicos vendem pela internet

Um relatório divulgado pela Xinhua mostra que o e-commerce na China não só está alavancando a economia do país, assim como também cria oportunidades para pessoas debilitadas fisicamente, as quais agora encontram uma forma de ganhar a vida.
Citando números coletados através do Taobao.com, a Xinhua revela que mais de 30.000 deficientes físicos estão comercializando algum bem de consumo nesta plataforma. Além disso, o Taobao teria implantado um serviço especial de call center, permitindo que pessoas deficientes possam realizar o atendimento ao cliente através de sua própria residência.
“Precisamos admitir que ainda há preconceito contra os deficientes quando estes procuram por um bom trabalho. A Internet, de alguma forma, oferece uma oportunidade”, diz o relatório.
O e-commerce movimentou US$ 128.15 bilhões na China em 2011, o que corresponde a um aumento de 55% quando comparado ao ano passado. Além disso, o setor irá empregar mais de 2,65 milhões de pessoas até o final do ano, segundo um estudo da Analysis International.


Fonte:http://ecommercenews.com.br

Escolas terão R$ 100 milhões para acessibilidade


Escolas públicas de 3.433 municípios receberão R$ 100 milhões para realizar adequações arquitetônicas nas sedes e investir em outras melhorias para favorecer a igualdade de condições de acesso e aprendizagem aos alunos com deficiência. O repasse de recursos pelo Fundo Nacional de  Desenvolvimento da Educação (FNDE) às unidades de ensino foi normatizado pela Resolução nº 27, de 2 de junho de 2011, publicada no Diário Oficial da União da última sexta-feira (3).
Os recursos, provenientes do FNDE, destinam-se a 12.165 mil unidades municipais, estaduais e do Distrito Federal para serem aplicados, prioritariamente, na contratação de serviços de construção de rampas, alargamento de portas e passagens, assim como a instalação de corrimãos. Sanitários também devem ser adequados para acessibilidade e colocação de sinalização visual, tátil e sonora. A verba pode ser aplicada, ainda, na aquisição de itens como cadeiras de rodas, bebedouros, mobiliários acessíveis ou softwares específicos.
Censo Escolar de 2010 – Quase 500 mil alunos matriculados em unidades de ensino regular são estudantes com deficiência e apenas 20% das escolas públicas de educação básica atendem a critérios de acessibilidade a esse público. Neste ano, serão atendidas as escolas que receberam sala de recursos multifuncionais em 2009 e registraram matrícula de estudantes com essa característica no Censo de 2010. Cada unidade de ensino pode receber recursos que variam de R$ 6 mil a R$ 9 mil, de acordo com o número de alunos. “Os estudantes com deficiência devem ter acesso a todas as dependências da escola”, pondera a diretora de políticas de educação especial  do Ministério da Educação (MEC), Martinha Clarete.
A Escola Acessível faz parte do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), que reduz a burocracia na transferência de recursos. Para recebê-los, as escolas devem elaborar planos de ações que serão submetidos à aprovação das secretarias de educação, observados os critérios e normas gerais de acessibilidade nas obras.
Política de educação inclusiva foi lançada em 2008
Os resultados do Censo Escolar da Educação Básica apontam um crescimento significativo nas matrículas da educação especial nas classes comuns do ensino regular. De acordo com o MEC, esse crescimento é reflexo de política adotada que inclui programas de implantação de salas de recursos multifuncionais, adequação de prédios escolares para a acessibilidade, formação continuada de professores da educação especial e do Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC) na escola, além do programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade. O objetivo é estimular a formação de gestores e educadores para a criação de sistemas educacionais inclusivos. A política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva foi lançada em 2008 paralelamente a aprovação, por meio de emenda constitucional, da convenção da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre os direitos das pessoas com deficiência. De acordo com a convenção, devem ser assegurados sistemas educacionais inclusivos em todos os níveis.
Fonte:http://www.vistolivre.xpg.com.br  - Imagem Internet

Mãe comemora a 2ª formatura de filho com Down: “superamos o preconceito”

Roseli e o filho na colação de grau de Licenciatura em Educação Física (Foto: Arquivo pessoal)
Roseli e o filho na colação de grau de Licenciatura em Educação Física (G1/ Foto: Arquivo pessoal)
Jovem curitibano concluiu a segunda graduação em Educação Física. Rapaz relata situações de preconceito na época da faculdade.
"Quero fazer a diferença e abrir as portas para dar mais qualidade de vida para esse público” (João Vitor, educador físico com Síndrome de Down)
Por Adriana Justi
A secretária Roseli Mancini comemora a segunda formatura do filho, João Vitor, que tem Síndrome de Down. No último sábado (19), ele colou grau no curso de Licenciatura em Educação Física, e em 2009 ele concluiu o bacharelado na mesma área. “Ele nasceu em São Paulo e quando completou dois meses de vida viemos morar em Curitiba. Aí começou nossa caminhada. Sem conhecer nada da cidade, fomos a procura de um tratamento, nos indicaram a Associação de Pais e Amigos Excepcionais (APAE). Hoje, depois de tanta luta, podemos comemorar e deixar para trás muitos ‘nãos’ e além de tudo, superamos o preconceito”.
João Vitor tem 25 anos e explicou, em entrevista ao G1, na manhã desta quinta-feira (24), que os preconceitos foram vários e relatou alguns casos. “Eu lembro bem de um caso que ocorreu na primeira faculdade. Estávamos em uma aula de atletismo e eu estava fazendo um movimento errado, e, ao invés da professora me corrigir, ela falou: “deixa ele”. Eu fiquei muito decepcionado e me perguntei porque ela teria agido daquela forma. Também não entendi que tipo de metodologia ela usava. Eu esperava que ela me ajudasse. Bastava ela ter me corrigido”.
João Vitor tem 25 anos e passou no vestibular na primeira tentativa (Foto: Arquivo pessoal)
João Vitor tem 25 anos e passou no vestibular na primeira tentativa (G1/ Foto: Arquivo pessoal)
Em outro caso relatado pelo jovem, o preconceito, segundo ele, veio de uma das colegas de classe. “Por parte dos colegas eu sempre tive que provar que era eu que fazia os trabalhos e os deveres. E um dia, uma das colegas falou que ela tinha feito o trabalho sozinha, sendo que eu também havia participado. Na verdade (…), ela me deixou tão pra baixo e deprimido que não tive reação na hora. Com isso, eu preferi sempre fazer os trabalhos e deveres sozinho”.
A mãe contou que o filho ficou na APAE até os dois anos e meio. “Quando percebi que lá não havia mais nada a acrescentar na vida do meu filho, tomei a decisão de colocá-lo em uma escola regular. E deu super certo (…), no início fui criticada por muitas pessoas pela minha ousadia, mas hoje posso comemorar o resultado – meu filho já têm duas faculdades”.
Ele passou no vestibular na primeira tentativa e concluiu o Bacharelado em Educação Física na Universidade Tuiuti, em julho de 2009. Em seguida, entrou no curso de licenciatura na mesma área e concluiu no final do ano passado. “Quando chegou o dia da colação de grau, mais uma vez, foi uma emoção sem igual, uma vitória indescritível”, confessou a mãe.
Roseli aconselha os pais que também têm filhos com Síndrome de Down e explica que o princípio de tudo é encarar a situação com normalidade. “Penso que os pais com filhos especiais, em primeiro lugar devem eles próprios não ter preconceitos, pois, muitas vezes, inconscientemente, eles têm, e isto dificulta o relacionamento com o externo. Devem acima de tudo optar por escolas regulares, sem medo do preconceito, pois só do lado de crianças normais, com parâmetros normais, os filhos poderão evoluir”.
“Estou feliz. Meu maior sonho a partir de agora é abrir uma academia voltada para o público com necessidades especiais, como eu, ou dar aula em escolas. Percebo que essas pessoas precisam de incentivo e de boa expressão corporal, coisas que foram essenciais na minha vida até agora. Por isso, quero fazer a diferença e abrir as portas para tentar dar mais qualidade de vida para esse público”, acrescentou João.
Roseli contou também que João Vitor já encaminhou alguns currículos para tentar um espaço no mercado de trabalho, mas afirmou que ele enfrenta barreiras diariamente. “O problema é que ainda existe muito preconceito. Mas não perdemos a esperança, estamos aguardando uma chance”, concluiu.
Fonte: G1

Síndrome faz garoto autista de 5 anos mastigar até as cortinas de casa

Zach tem um raro distúrbio que o faz comer qualquer coisa.

                                                                                                                                                    Reprodução/The Sun
                                            Zach e as cortinas de sua casa, que ele comeu



Zach Tahir, um garoto de apenas cinco anos de idade, está sofrendo com um raro distúrbio que não o deixa distinguir a comida de objetos. Ele, que é autista e não consegue falar, tenta mastigar qualquer coisa que esteja em sua frente — até as paredes.
E o problema está afetando até sua mãe, Rachel, de 32 anos, que vive com ele e uma irmã de dois anos em Salford, perto de Manchester, na Inglaterra. Além de estar exausta por ter que passar o dia todo evitando que ele mastigue as coisas, ela precisa trocar sempre as cortinas e peças da casa que ele mastigou.
Para tentar ajuda, Rachel está mantendo um tipo de "diário" no Facebook, em que ela posta fotos do que ele tentou mastigar, todo dia, segundo o tabloide The Sun.
— Zach tem a síndrome de Pica, o que faz ele querer comer quase tudo. Ele normalmente dorme duas horas por noite, mas varia. O resto do tempo ele está fazendo barulho e comendo qualquer coisa que ele consiga pegar. Recentemente, saco de dormir. Ele comeu o lado de dentro de dois deles.
Os "petiscos" favoritos de Zach incluem papel, roupa, lama, musgo, pedras e cabelo. Sua mãe, é claro, tenta impedir que ele coma essas coisas, mas diz que ele é muito rápido.
Agora ela tenta desesperadamente levantar 15 mil libras (cerca de R$ 48 mil) para construir um quarto seguro para Zach, sem nada que ele possa mastigar.

A opção sexual no mundo das deficiências.

por Damião Marcos
Quando o assunto é sexualidade das pessoas com deficiência, os preconceitos e tabus ainda são enormes é realmente um grande paradigma a ser quebrado e todos nós concordamos que não é tarefa fácil escrever, debater e comentar sobre esse assunto.
Eu particularmente não tenho esse tipo de dificuldade, sou pessoa com deficiência e estou sempre aberto para novos conhecimentos e aprendizado.
O tema opção sexual em si já é um assunto complicado no geral, e se levarmos esse tema para o mundo das deficiências?
O preconceito com relação à sexualidade das pessoas com deficiência, namoro, sexo e filhos já foi bem maior do que são hoje através de debates, artigos, conscientização e principalmente a implantação de uma cultura inclusiva as coisas já estão mudando significativamente nesse sentido.
Seguindo esse prisma de mudanças e novidades porque não entrar em um tema até então inédito no mundo da inclusão de pessoas com deficiência, A opção Sexual.
Já passou pela sua cabeça a imaginação de um deficiente homossexual?
Uma deficiente lesbica, ou deficiente bissexual?
No mundo dos preconceituosos e ignorantes do saber a fala seria essa: Nossa além de ser deficiente é homossexual, bissexual e lésbica que horror onde estamos!
Galera a opção sexual é um direito de todos independente de ser ou não pessoa com deficiência, se você tem uma opção sexual que foge os padrões de normalidade impostos pela sociedade não se martirize por isso, seja você mesmo e viva feliz com as suas escolhas e opções independente do que as pessoas venham dizer sobre elas.
Se for pessoa com deficiência e homossexual, bissexual e lésbica que seja que problema a nisso? Não se esconda quebre mais esse paradigma, na escada da verdadeira inclusão esse é mais um degrau vamos continuar a subida lembrando que os degraus que ficam para traz são obstáculos que já foram superados e vencidos.


Fonte:http://www.inclusaodiferente.net

Como chamar as pessoas com deficiência?

Foto: Célio Azevedo/ Agência Senado
Uma das discussões mais freqüentes em grupos de inclusão social é como chamar as pessoas que têm deficiência. O que seria mais adequado falar, em portador de deficiência, pessoa portadora de deficiência ou portador de necessidades especiais? O consultor Romeu Kazumi Sassaki afirma em seu artigo, Vida Independente: história, movimento, liderança, conceito, filosofia e fundamentos, que não existe um único termo correto, válido definitivamente em todos os tempos e espaços.
“A razão disto reside no fato de que a cada época são utilizados termos cujo significado seja compatível com os valores vigentes em cada sociedade enquanto esta evoluiu em seu relacionamento com as pessoas que possuem este ou aquele tipo de deficiência”, explica Sassaki.
Na Convenção Internacional para Proteção e Promoção dos Direitos e Dignidade das Pessoas com Deficiência, ficou decidido que o termo correto utilizado seria PESSOAS COM DEFICIÊNCIA”. O movimento quer aprovar pela Assembléia Geral da ONU, a ser promulgada posteriormente por meio de lei nacional de todos os países-membros, incluindo o Brasil.
Foram sete os motivos que levaram os movimentos a terem chegado a expressão “pessoas com deficiência”. Entre eles: não esconder ou camuflar a deficiência, mostra com dignidade a realidade e valorizar as diferenças e necessidades decorrentes da deficiência. Sassaki também chamou atenção para combater neologismos que tentam diluir as diferenças tais como “pessoas especiais” ou “pessoas com eficiências diferentes”.
Outro princípio utilizado para embasar a escolha é defender a igualdade entre as pessoas com deficiência e as demais em termos de direitos e dignidade, o que exige a equiparação de oportunidades atendendo às diferenças individuais. O autor diz ainda que a tendência é de parar de usar a palavra “portadora”. “A condição de ter uma deficiência faz parte da pessoa e esta pessoa não porta sua deficiência. Ela tem uma deficiência. Tanto o verbo “portar” como o substantivo ou o adjetivo “portadora” não se aplicam a uma condição inata ou adquirida que faz parte da pessoa”, esclarece. Ele fala que quase a totalidade dos documentos estão ao consenso a adotar a expressão “pessoas com deficiência” nas manifestações.
Histórico
No decorrer da história, as pessoas com deficiência já tiveram várias denominações. No século 20, por exemplo, o termo usado era “inválidos”que significava indivíduos sem valor. Até 1960, eram chamados de“indivíduos com capacidade residual”, o que segundo o autor Sassaki, foi um avanço da sociedade, reconhecer que a pessoa tinha capacidade mesmo que ainda considerada reduzida. Outra variação foi o uso do termo “os incapazes”.
Entre 1960 e 1980, começava-se a usar as expressões “os deficientes” e “os excepcionais” que focavam as deficiências e reforçavam o que as pessoas não conseguiam fazer como a maioria. Nos anos 80, por pressão da sociedade civil a Organização Mundial da Saúde lançou a terminologia“pessoas deficientes”. Iniciou-se uma conscientização e foi atribuído o valor “pessoas” aqueles que tinham deficiências, igualando-os em direitos a qualquer membro da sociedade.
Até os dias atuais, muitos nomes já foram utilizados como pessoas portadoras de deficiência, pessoas com necessidades especiais, pessoas especiais ou portadores de direitos especiais. Segundo Romeu Sassaki, todos considerados inadequados por representar valores agregados a pessoa. Vale lembrar que o uso dessas expressões estavam inseridas em um contexto social da época.

Fonte: Comissão de Acessibilidade e Comissão de Valorização da Pessoa com Deficiência

“São Paulo em Busca das Crianças e dos Adolescentes Desaparecidos” é lançado no Palácio dos Bandeirantes

No estado de São Paulo, são mais de 9 mil que desaparecem por ano! Desses, 16% têm alguma deficiência. Programa visa prevenção e será lançado na sexta, 25 de maio, às 10h, no Palácio dos Bandeirantes.

Lançamento do Programa é no Palácio do Governo, na sexta, dia 25, às 10h. Participe!

Quem é capaz de imaginar que uma pessoa querida vai “até ali” e nunca mais é vista? Nunca mais se sabe nada dessa pessoa?!!  Nenhuma notícia, nada! No ar pairam a dor e a dúvida; a  ausência e a lembrança; as últimas palavras, o último momento, o último sorriso, a última roupa, a última foto...Segundo a Delegacia de Pessoas Desaparecidas do Estado de São Paulo, ligada ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), é registrada uma média de 60 casos de desaparecimento de pessoas, diariamente.
No estado de São Paulo são registrados, em média, 22 mil desaparecimentos ao ano. Desses, 9 mil são crianças e adolescentes, com faixa etária até 18 anos. 
"Do total de crianças e adolescentes desaparecidos, 16% apresentam algum tipo de deficiência", destaca a Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Dra. Linamara Rizzo Battistella. 
A prevenção ao desaparecimento visa minimizar o número de ocorrências e acabar com a dor da perda, a dor da dúvida, a dor da ausência, da presença silenciosa do desejo da despedida, do abraço, do reencontro...
O Governo do Estado de São Paulo se sensibiliza com a  realidade que acomete essas milhares de famílias e que somadas perfazem milhões de pessoas que sofrem a perda e a saudade de quem se foi mas não se despediu.
A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em parceria com as Secretarias Estaduais da Educação, Saúde, Justiça, Segurança e Desenvolvimento Social do Governo do Estado de São Paulo uniram forças para implantar o Programa “São Paulo em busca das Crianças e dos Adolescentes Desaparecidos”, que visa implementar um pacote de ações para prevenir o número de pessoas desaparecidas. 
O lançamento do Programa acontece na sexta-feira, 25 de maio, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, no Palácio dos Bandeirantes, às 10h, com a presença do Governador Geraldo Alckmin e da Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Dra. Linamara Rizzo Battistella, além dos representantes das Secretarias parceiras. 
É muito importante que todos participem do evento e ainda mais, que todos tenham um olhar atento quanto a relevância e gravidade do tema.
25 de Maio - Dia Internacional das Crianças Desaparecidas
A data foi escolhida porque em 25 de maio de 1979, Etan Patz, de 6 anos, desapareceu a caminho da escola, nas ruas de Nova York. Lamentavelmente ele nunca foi encontrado, mesmo com a polícia indicando um suspeito.       
O desaparecimento de Etan foi o primeiro de numerosos casos de destaque nos Estados Unidos, o que deu origem à colocação de imagens de crianças desaparecidas nas embalagens de leite e, finalmente, ao Dia Internacional de Crianças Desaparecidas, celebrado mundialmente no dia 25 de maio.  
SERVIÇO
Lançamento do Programa de Prevenção ao Desaparecimento de Crianças e Adolescentes
Data: 25 de maio – sexta-feira
Horário: 10 horas
Local: Palácio dos Bandeirantes
Endereço: Av. Morumbi, 4.500 – Morumbi – São Paulo

TODOS ESTÃO CONVIDADOS E SÃO MUITO BEM-VINDOS!!



Fonte:http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br

Brasil chega a 139 vagas oficiais nos Jogos Paralímpicos de Londres

Tênis em Cadeira de Rodas terá a maior participação brasileira na história das Paralimpíadas. Brasil se classificou em 18 das 20 modalidades.


Pela primeira vez na história, o Brasil terá quatro atletas nas disputas doTênis em Cadeira de RodasSite externo. nos Jogos Paralímpicos. A confirmação chega a 99 dias das Paralimpíadas de Londres e aumenta o número de vagas oficiais do País para 139. A definição foi baseada no ranking internacional, encerrado no dia 21. Integrarão a Seleção Brasileira: Daniel Rodrigues, Carlos Santos (Jordan), Rafael Medeiros e Maurício Pomme. Aos 22 anos, o mineiro Rafael fará sua estreia nos Jogos ao lado do também estreante Daniel Rodrigues, 25 anos. Pomme representou o Brasil nos Jogos de Atenas 2004 e Jordan nas últimas duas edições das Paralimpíadas (Atenas 2004 e Pequim 2008). “O Brasil nunca levou quatro homens no Tênis em Cadeira de Rodas e apenas cinco países conseguiram quatro vagas, entre eles o Brasil”, comemora o coordenador técnico da modalidade, Wanderson Cavalcante. Para o técnico, a medalha pode vir nas disputas em dupla.                                     “No Tênis, a medalha é muito complicada, porque existe só uma chance de ganhar e com uma derrota se está fora. Vamos com espírito de ganhar, mas sabemos que nossa realidade é difícil. Tentaremos chegar o mais longe possível. Temos mais chances nas duplas e com a estrutura que o Comitê Paralímpico BrasileiroSite externo. irá nos oferecer para a aclimatação em Manchester elas aumentarão ainda mais. Serão 12 dias antes dos Jogos, em que os atletas poderão treinar juntos e se habituar às mudanças, que vão do clima ao fuso”, completa.              “O Brasil está atingindo todos os seus objetivos. Nos classificamos em 18 das 20 modalidades, um número que ultrapassa todas as nossas participações em Paralimpíadas, e vamos com atletas com grandes chances de medalha. Nossa principal meta é ficar em 7º lugar no quadro geral de medalhas de Londres e devemos cumpri-la”, afirma o diretor técnico do CPB e chefe de missão do Brasil nos Jogos, Edilson Tubiba.                                                           O número pode aumentar ainda mais. O Comitê Paralímpico Internacional (IPC) divulgará no início de junho a quantidade de vagas dos países no Atletismo e na Natação. A convocação oficial da Delegação Brasileira para os Jogos Paralímpicos de Londres será publicada no site do CPB no dia 20 de junho.


Vagas oficiais do Brasil
Atletismo – 10 (sete no masculino e três no feminino)
Basquete em Cadeira de Rodas – 12 (feminino)
Bocha – 7
Daniele Martins BC3 (MG)
Dirceu Pinto BC4 (SP)
Eliseu Santos BC4 (PR)
José Carlos Chagas BC1 (MG)
Luiza Lisboa BC2 (SP)
Maciel Santos BC2 (SP)
Natali Mello BC2 (SP)
Ciclismo – 2
Esgrima em Cadeira de Rodas – 1
Jovane Guissone (RS)
Futebol de 5 – 10
Cássio Lopes dos Reis (BA)
Daniel Dantas da Silva (PB)
Emerson de Carvalho (SP)
Fábio Luis Ribeiro de Vasconcelos (PB)
Glédson da Paixão Barros (BA)
Jeferson da Conceição Gonçalves (BA)
Marcos José Alves Felipe (PB)
Raimundo Nonato Alves Mendes (PE)
Ricardo Steinmetz Alves (RS)
Severino Gabriel da Silva (PB)
Atleta convocado como suplente
Marcos Rogério Pinheiro Barros (MA)
Futebol de 7 – 12
Goalball – 12 (seis no masculino e seis no feminino)
Halterofilismo – 5
Alexander Whitaker (SP)
Josilene Ferreira (GO)
Bruno Carra (SP)
Rodrigo Marques (MG)
Márcia Menezes (PR)
Hipismo – 4
Marcos Alves (DF)
Sérgio Oliva (DF)
Vera Mazzilli (DF)
Davi Salazar (DF)
Judô – 10 (cinco no masculino e seis no feminino)
Natação – 3 (duas no masculino e uma no feminino)
Remo – 8
Single Skiff Masculino AS
Double Skiff Misto TA
4 com LTA Misto (com guia)
Single Skiff Feminino AS
Tênis de mesa – 14
MASCULINO
Classe 2: Ronaldo Souza e Iranildo Espíndola (DF)
Classe 3: Welder Knaf (PR)
Classe 4: Ezequiel Babes (PR)
Classe 5: Claudiomiro Segatto (PR)
Classe 6: Carlo di Franco Michell (MG)
Classe 8: Paulo Salmin Filho (SP)
Classe 10: Carlos Alberto Carbinatti (SP)
Classe 11: Lucas Maciel (SP)
FEMININO
Classe 4: Joyce Oliveira (SP)
Classe 5: Maria Luiza Passos (PR)
Classe 8: Jane Karla Rodrigues (GO)
Classe 10: Bruna Alexandre (SP)
Classe 11: Iliane Faust (PR)
Tênis em Cadeira de Rodas
Daniel Rodrigues (MG)
Carlos Santos (DF)
Rafael Medeiros (MG)
Maurício Pomme (SP)
Tiro Esportivo – 1
Vela – 2
Bruno Neves (SP)
Elaine Cunha (SP)
Vôlei Sentado – 22 (11 no masculino e 11 no feminino)
Fonte:http://www.cpb.org.brSite externo.