sábado, 14 de julho de 2012

Jovem Deficiente membro da diretoria da APNEN, participará do 56º Jogos Regionais representando a Cidade de Nova Odessa

                                                                  Alan em seu treinamento.

O Jovem Alan Marcel Carneiro de Oliveira, que trabalha como recepcionista na Secretária Municipal de Esportes, Juventude e Lazer de Nova Odessa, estará participando pela primeira vez na historia da cidade de Nova Odessa, dos 56º Jogos Regionais, que estará sendo realizado na cidade de Atibaia – SP, no período de 17 a 28 de Julho de 2012.

Leiam o depoimento do jovem atleta:

Minha modalidade é o Atletismo, que envolve o arremesso de peso, dardo, disco e também, corrida de 100m, nos quais, eu irei disputar pelas modalidades de: DARDO, DISCO E 100M. A probabilidade ganhar medalhas é muito grande, tendo em vista que estou treinando bastante para que isso aconteça, e também, pode ser que não tenha muitos participantes, devido à falta de interesse por parte de muitos deficientes, creio eu, que muitos ficam com receio de se expor e acabam ficando somente em casa, e também, por falta de divulgação da própria cidade.

Iniciei no Atletismo há cerca de 02(dois) meses apenas, e já tive grandes evoluções e até mesmo, quebra de recordes estabelecidos no próprio treino.

Desde o ano (2007) da fundação da APNEN (Associação dos Portadores de Necessidades Especiais de Nova Odessa), do qual eu sempre fiz parte desde a fundação da entidade, nós (da APNEN) nos interessamos na pratica de esportes, para que a pessoa possa ter uma vida mais saudável com esta pratica, desde então passamos a praticar o Tênis na cadeira de rodas, em parceria com à Prefeitura Municipal; participamos de diversas apresentações sobre o Tênis em cadeira de rodas na cidade de Americana, sendo que também participei de uma entrevista ao vivo em um canal de televisão a cabo na cidade de Americana.

Este ano, com a pratica do Atletismo, pude observar mudanças no meu corpo, tais como: mais agilidade, movimentos com mais reflexos, musculatura com mais desempenho, e alto estima em elevado.

A participação da APNEN foi de grande importância, pois me apresentou o esporte de forma adaptada, sendo para mim, uma grande descoberta, pois me mostrou que mesmo estando um pouco debilitado, ainda posso levar uma vida normal, levando em conta que trabalho, saio pelas ruas, tenho um casal de filhos...uma vida normal mesmo.

Sobre os jogos regionais, irei disputar no período de 18 a 21 de Julho em Atibaia mesmo, e estou muito ancioso e ao mesmo tempo feliz, em saber que meu nome será colocado em mais esta pagina do esporte em Nova Odessa. 


Alan Marcel Carneiro de Oliveira


Fonte: e-mail enviado pelo próprio Alan.

Lançado curso de DJ voltado para deficientes visuais

Curso de DJ para deficiente visual na DJBan!
Por Thiago de Lucca 



A DJBan é pioneira em cursos de DJ no Brasil e está sempre inovando na forma de ensinar.
Mas dessa vez a novidade é diferente: Temos o orgulho de apresentar o curso para deficientes visuais, ministrado pelo Anderson Farias, DJ há dez anos e deficiente visual desde os nove anos de idade.

O objetivo é demonstrar que a visão não é uma barreira para quem quer ser DJ e o Anderson é o próprio exemplo disso. Por também ser deficiente visual, ele conhece as dificuldades que seus alunos encontrarão durante o processo de aprendizagem e está apto a dar um curso específico, que ensine as habilidades básicas de um DJ: operar os equipamentos corretamente, acertar o BPM das músicas, fazer a contagem dos compassos e mixar.

Quem estiver interessado no curso pode ligar para nós: (11) 3257-8717 (10 às 22h em dia de semana / 10 às 18h no sábado). Ou também mandar um e-mail para cursos@djban.com.br .
No vídeo abaixo o DJ Anderson Farias bate um papo com o diretor da DJBan, Ban Schiavon, e fala sobre o curso e sua própria experiência como DJ. No segundo vídeo você vai conhecer um pouco mais sobre Anderson e sua esposa Camila, também deficiente visual e DJ.


Vídeo 1:

Vídeo 2:


Chinesa de 3 anos, 54 cm de altura, pode se tornar a menor pessoa do mundo

                                                               Xiao Xiao pesa 2,5kg (Foto/Reprodução: Whats’On Tiajin)


Uma garota de apenas 3 anos de idade pode se tornar a menor pessoa do mundo. A chinesa Xiao Xiao parou de crescer e tem somente 54 cm de altura, segundo informações do jornal “The Sun”.
Os médicos da cidade de Huaihua creem que uma mutação genética é a causa da estatura diminuta da jovem. Xiao Xiao pesa apenas 2,5kg.
Para garantir o recorde, a jovem não pode crescer nem ao menos um centímetro. A marca atualmente é registrada por Chandra Bahadur Dangi, um nepalês de 72 anos que mede 54,6 cm. Já a menor mulher do mundo é a indiana Joyti Amge, com 62,8 cm.
Xiao Xiao com sua mãe
Xiao Xiao com sua mãe (Foto/Reprodução: Whats’On Tiajin)
Xiao Xiao com sua avó (Foto/Reprodução: Whats'On Tiajin)
Xiao Xiao com sua avó (Foto/Reprodução: Whats’On Tiajin)
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/ - http://www.deficienteciente.com.br

Especialistas alertam sobre mitos envolvendo a deficiência

A Osteogênese Imperfeita (OI) é considerada uma doença rara, de origem genética, que dependendo do país, pode atingir a uma pessoa para cada 50 mil nascimentos. Segundo a terapeuta ocupacional do Centro de Referência da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, professora doutora Danielle dos Santos Cutrim Garros, ela é caracterizada por uma alteração na formação óssea, o que facilita a fratura dos ossos tanto no período pré-natal, como durante a vida.



A mais frequente é a do Tipo 1. Transmitida geneticamente, a pessoa pode chegar a 30 fraturas antes da puberdade. A forma mais severa (10% dos casos) é a do Tipo II. Os bebês apresentam fraturas pré-natais, membros pouco desenvolvidos e curvos. Em 20% dos casos, são as de tipo III, podendo gerar curvatura nos ossos, chegando à impossibilidade de andar, além de deficiência auditiva na vida adulta, entre outros sintomas. A mais moderada de todas é a do tipo IV. Nela, a maioria das fraturas ocorre na infância, atingindo também às mulheres no período da menopausa.

A terapeuta ocupacional afirmou ainda que hoje existe uma série de tratamentos que evitam a frequência de fraturas. Entre os mais atuais e importantes está o medicamento Pamidromato de Sódio. “Só depois de ser acompanhada por um grupo interdisciplinar de médicos, a pessoa será selecionada e poderá tomar o remédio durante cinco dias de internação”.

Em sua tese de doutorado sobre a influência de um atendimento sistematizado de Terapia Ocupacional em Criança com Osteogênese Imperfeita, realizada na faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, entre 2009 e 2011, com 12 crianças de um a seis anos, Danielle construiu um manual de orientações para que as mães possam brincar com seus filhos.

“Até por ordens médicas”, relata a terapeuta, “havia uma privação de movimentos, muitas vezes desnecessárias. Muitas mães não conseguem sequer abraçar seus filhos, o que pode comprometer o vínculo com eles. Em minha pesquisa, oriento como brincar, quais posicionamentos são saudáveis, além de brinquedos acessíveis para comprar. Não existe segurança total e sim formas adequadas para reduzir a frequência das fraturas e até evitá-las”, esclarece a profissional.

Hoje, ao subsidiar mães, Danielle garante: “elas tendem a vivenciar mais seus filhos e a criar vínculos afetivos”. O que está faltando é um conhecimento maior do que é a doença. “O médico que desconhece não vai sequer interrogar se é Osteogênese. Muitos chegam a suspeitar de que a criança foi alvo de violência doméstica.”
Segundo a diretora técnica da Associação Brasileira de Osteogénesis Imperfecta (ABOI), Adriana Dias, que também tem OI, o tratamento tem que ser realizado por uma equipe multidisciplinar, “que conversa entre si”. Ela afirmou que a longevidade maior e o aumento da qualidade de vida, devido ao avanço dos tratamentos, trouxeram novos dilemas ainda pouco explorados. “Como a OI é considerada uma doença pediátrica, não há pesquisas de como ela se desenvolve nos adultos. Só que hoje a maioria chega a vida adulta. É preciso falar, por exemplo, de sexualidade e vida profissional”.

Segundo Adriana, também é necessário repensar a idéia da OI ser conhecida como doença de ossos de vidro ou de cristal. “O lema internacional hoje é ossos frágeis. Temos uma delicadeza óssea extrema, mas ela não nos impede de viver e sermos felizes.”

Ela ainda faz um alerta: “o atual ministro da saúde tem se sensibilizado muito pela causa das doenças raras, mas as políticas públicas estão bem devagar”.

Extraído da Revista Incluir.

Novo exame para detectar síndrome de Down gera discussões éticas

Um simples exame de sangue promete detectar se o feto apresenta o distúrbio genético. Críticos falam em seleção genética e eugenia. Defensores dizem que as mulheres devem ter o direito de decidir sobre a gravidez.

                                                                                                                                                Fotolia/luna


"Também somos seres humanos", gritou o ator alemão Sebastian Urbanski durante a apresentação de um parecer jurídico sobre um novo exame para detectar a síndrome de Down, em Berlim. O que se seguiu foi um silêncio constrangedor. Urbanksi é portador desse distúrbio genético, causado pela presença de uma terceira cópia do cromossomo 21.

O novo exame, conhecido como Praena, é utilizado nos Estados Unidos desde 2011 e deve chegar ainda em julho à Alemanha. O teste promete detectar se o feto tem síndrome de Down a partir de uma pequena amostra de sangue da gestante, ou seja, é um simples exame de sangue.

Comercializado pela empresa LifeCodexx, o novo exame promete ser muito mais seguro do que o atual, que necessita de uma amostra do líquido amniótico (da placenta) da gestante e pode, em cerca de 1% dos casos, levar ao aborto.
Forma de discriminação
A chegada do exame à Alemanha foi precedida de um intenso debate sobre questões éticas, envolvendo médicos, farmacêuticos, juristas, políticos, religiosos e associações de portadores de síndrome de Down.

Diante da polêmica, o governo alemão encomendou um estudo jurídico para avaliar se o novo exame está em conformidade com a legislação. Durante a apresentação do resultado, em Berlim, o encarregado do governo para portadores de necessidades especiais, Hubert Hüppe, foi claro: o exame é ilegal porque fere a Lei Fundamental (Constituição), que proíbe a discriminação. O parecer assinado pelo jurista Klaus Ferdinand Gärditz faz referência ao artigo terceiro: "Ninguém deve ser discriminado por causa de suas deficiências".

Segundo Hüppe, o exame serve apenas para selecionar pessoas com síndrome de Down. Ele afirmou que o teste discrimina portadores do distúrbio genético da pior maneira possível: no seu direito à vida. "O exame não serve a propósitos médicos nem terapêuticos", concluiu.

De acordo com as autoridades alemãs, os casais optam pelo aborto em 90% dos casos em que é detectado o distúrbio pelo exame habitual. O novo teste deverá custar em torno de 1.200 euros e não é pago pelos planos de saúde.

Por não se tratar de um medicamento, mas de um produto médico, o Praena não precisa de autorização para ser comercializado, afirmaram as autoridades do estado alemão de Baden-Württemberg, onde se localiza a empresa LifeCodexx. O estado alemão diz que o teste não contraria a lei do país. Tudo indica que ele será permitido.
Seleção genética ou direito da mulher?
O teste é muito polêmico também no meio religioso. O arcebispo de Münster, Felix Genn, criticou a "fantasia de onipotência" que pretende controlar até mesmo a herança genética do ser humano.

O médico Eckhard Nagel, membro do Conselho Alemão de Ética e da diretoria do Congresso da Igreja Evangélica Alemã, disse que, com o novo teste, o número de crianças portadoras da síndrome de Down vai diminuir ainda mais. "Devemos questionar se isso não é uma forma de seleção genética nos moldes da eugenia", declarou ao jornal Westfalen Blatt.

O presidente da Associação Médica Alemã, Frank Ulrich Montgomery, defendeu o novo exame. "A nossa sociedade optou pelo diagnóstico pré-natal. A roda não gira para trás", disse ao diário Rheinische Post. Segundo ele, é preferível usar esse teste ao exame de líquido amniótico, que é mais arriscado.

Também a presidente da Comissão de Saúde do Bundestag (câmara baixa do Parlamento alemão), Carola Reimann, posicionou-se a favor do exame de sangue em entrevista ao jornal Neue Osnabrücker Zeitung. "As mulheres devem decidir elas mesmas se querem fazer o exame e continuar com a gravidez."

O ator Sebastian Urbanski permanece irredutível na sua posição. “Isso é seleção antes do nascimento.” Ele disse que seus pais cuidaram para que ele aprendesse a ler e escrever, a amar a música e o teatro. "O teste deveria ser proibido. Somos mais lentos, mas também somos seres humanos", argumentou.

AS/dw/dpa/afp/epd/kna
Revisão: Carlos Albuquerque

Serviço público de Saúde deve incluir diagnóstico precoce de Alzheimer

CenárioMT com Senado


Geraldo Magela/Agência Senado
Os serviços públicos voltados à saúde mental devem incluir o diagnóstico precoce da doença de Alzheimer e a assistência integral às pessoas vítimas da enfermidade. Decisão com esse objetivo foi tomada nesta quarta-feira (4) pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), ao aprovar substitutivo da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) a projeto do senador Eduardo Amorim (PSC-SE).

Originalmente, o autor previa incluir na Lei 8.080/90, que trata do Sistema Único de Saúde (SUS), a realização de campanhas para orientar a população sobre medidas de prevenção da doença. Vanessa Grazziotin entendeu, contudo, que apenas campanhas seriam insuficientes para o controle da doença. Ela considerou necessário alterar a Lei 10.216/01, para incluir, na política de saúde mental, “ações para o diagnóstico precoce da doença de Alzheimer e a assistência integral às pessoas acometidas por ela”.

O relator ad hoc Paulo Davim (PV-RN) concordou com a alteração feita por Vanessa Grazziotin. O texto será submetido a turno suplementar de votação na CAS.

Fonte: http://www.cenariomt.com.br

Cia. de Balé de Cegos se apresenta pela 2ª vez em São Caetano (SP) neste domingo

A apresentação, gratuita e de classificação livre, será realizada no dia 15/7 (domingo), no Teatro Santos Dumont (Avenida Goiás, 1111 – Bairro Santa Paula), a partir das 17h.


Divertssiments é o termo usado para descrever uma grande variedade de obras seculares instrumentais, vocal, por solistas ou câmara. É uma espécie de entretenimento com música. No espetáculo do dia 15 de julho (domingo), a Associação de Ballet e Artes Fernanda BianchiniSite externo. vai apresentar um divertssiment de balé clássico livre e do balé de repertório Don Quixote.
A apresentação, gratuita e de classificação livre, é promovida pela Secretaria Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência ou Mobilidade Reduzida (Sedef)Site externo. em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura (Secult)Site externo. da Prefeitura de São Caetano do SulSite externo.. Será realizada no dia 15/7 (domingo), no Teatro Santos Dumont (Avenida Goiás, 1111 – Bairro Santa Paula), a partir das 17h.
Há mais de 15 anos ensinando e inserindo deficientes visuais na prática de balé clássico, entre outros estilos de dança, Fernanda Bianchini, especializada em distúrbios do desenvolvimento, se dedica a tornar a vida de seus estudantes ainda melhor e mostrar o quanto são capazes.
A Cia Fernanda Bianchini de Ballets de Cegos foi formada após sete anos que a professora desenvolvia o trabalho. Além do balé clássico profissionalizante, também ensina dança de salão, sapateado, música, canto, violão e outras atividades voltadas ao deficiente visual. Do total de vagas, 10% são disponibilizadas para quem não tem nenhum tipo de deficiência, como forma de trabalhar a inclusão às avessas.
A duração do espetáculo é de 90 minutos. Mais informações na Sedef, pelo telefone 4227-7761.

Cadeirantes descem ladeira no III Skate na Velocidade

O evento que será realizado de 13 a 15 de julho contará com um campeonato de inclusão em que atletas com deficiência física participam.



De 13 a 15 de julho, acontece em Santana de ParnaíbaSite externo., São Paulo, o 3º Skate na Velocidade. Organizado pela Prefeitura da cidade, por meio da Coordenadoria Municipal da Juventude (COMUJUV). Será realizada competição internacional de Downhill e o evento ainda contará com campeonato deinclusão em que atletas com deficiência física participam.

Por meio da parceria com o Movimento SuperaçãoSite externo., pelo segundo ano seguido, o evento recebe atletas cadeirantes. Eles descem os 500 metros de ladeira em cima de suas cadeiras das 15h30 às 16hs no domingo 15 de julho.
Sobre o evento:
Esse tipo de competição costuma acontecer em lugares montanhosos e afastados, a ideia do torneio é trazer para o centro urbano os campeonatos e permitir a proximidade do público. Em uma ladeira de 500 metros, localizada na Avenida Brasil, os atletas disputarão em três modalidades: Speed (amador e profissional), slide (amador) e Street Luge. A pontuação conquistada no Speed, que é uma das principais etapas do ano, será computada ao Ranking Brasileiro de Skate, que qualifica os principais atletas no programa do governo federal Bolsa Atleta. Com patrocínio das marcas Onbongo, Mad Rats e Skate Até Morrer, os oito atletas melhores classificados receberão troféu, medalhas, vestimentas e equipamentos para a prática do esporte, na categoria Speed Profissional haverá prêmio em dinheiro no valor total de R$ 5 mil.
Os visitantes terão acesso livre e gratuito a Arena Extreme que contará com palco e apresentação do Grupo Z’África Brasil (ZuluZ'África, Gaspar, Pichô, Funk Buia e DJ Meio Kilo). Também ao logo do evento, intervenções de grafiteiros brasileiros acontecem na área, o público presente poderá assistir apresentações de Moto Cross Free Style e BMX que acontecem na mini rampa instalada no local.
A edição de 2012 já conta com mais de 200 inscritos e vai reunir os melhores atletas do Brasil como o gaúcho Douglas da Lua, que é considerado o atleta mais rápido do planeta. Douglas fechou 2011 como penta campeão Brasileiro consecutivo, bi campeão Sul Americano e vice campeão Mundial entrando no ranking mundial IGSA em número 2.
Sobre as Modalidades:
Downhill significa: Down=descer; Hill=colina. O Speed é considerada a “Fórmula 1” do esporte, vence o atleta que descer a ladeira e cruzar a linha de chegada primeiro. Neste circuito, é possível chegar até 95 km/h. Já no Slide as manobras fazem as rodas do skate deslizarem no asfalto, incluindo rotações e variações do corpo na busca da técnica correta.
O Longboard (Open) tem ganhando adeptos, o que muda em comparação ao skate tradicional é o tamanho do shape (prancha), o que conta nessa modalidade é o estilo. Street luge (Open) surgiu no sul da Califórnia – EUA, quando os atletas descobriram que poderiam alcançar velocidades maiores se descessem as ladeiras deitados em seus skates O recorde mundial de velocidade neste esporte já ultrapassa os 130km/h sem motor ou tração.
Serviço:
3º Skate na Velocidade
Data: de 13 a 15 de julho de 2012:
Endereço: Avenida Brasil – Centro – Santana de Parnaíba – SP
Horários: no dia 13, abertura das 19h a meia-noite; e 14 e 15 de julho, das 9h às 20h.
Inscrições: devem ser feitas através do site http://www.skatenavelocidade.com.br/index.php?pag=cadastre-seSite externo. Podem participar dos torneiros maiores de 16 anos, menores de idade precisam de autorização dos pais ou responsáveis.


Audiodescrição: instrumento eficaz na inclusão social de pessoas com deficiência visual

A Audiodescrição, técnica que transforma o visual em verbal, é o caminho para o acesso depessoas com deficiência visual à cultura e à informação, contribuindo para sua inclusão social.


Imagem Internet
Criada na década de 1970 pelo norte-americano Gregory Frazier em sua dissertação de mestrado sobre cinema para cegos, e apresentada à Universidade de São Francisco, a audiodescrição foi efetivamente implementada somente em 1981 pelo casal Margaret Rockwell e Cody Pfanstiehl, como forma de ampliar o entendimento das pessoas com deficiência visual em qualquer evento em que haja imagens, sejam elas estáticas ou em movimento, concretas ou abstratas.

“Todos, inclusive idosos e disléxicos, podem ser beneficiados quando a tradução das imagens em palavras seguir regras básicas, sem inferências, interpretações ou explicações. Talvez este seja o maior cuidado que se deve ter no uso deste importante instrumento para as pessoas com deficiência visual, pois a audiodescrição exige estudo, aprofundamento e técnicas sistematizadas de acordo com a manifestação artística, e por isso é reconhecida como um trabalho profissional”, explica Rosângela Ribeiro Mucci Barqueiro - coordenadora de relações institucionais da Laramara (Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual), psicóloga, audiodescritora e consultora em Inclusão.

A técnica se aplica para eventos culturais (peças de teatro, filmes, desenhos, animações, programas de TV, exposições, musicais, óperas, desfiles de moda, espetáculos de dança, mágica, acrobacias, artes circenses), religiosos (missas, batizados, crismas, procissões, casamentos, funerais, cultos e rituais em geral), turísticos (passeios, visitas, roteiros turísticos), esportivos (jogos, torneios, olimpíadas, caminhadas, trilhas, lutas, competições em geral), acadêmicos (livros, apostilas, palestras, seminários, congressos, aulas, banners, feiras de ciência, experimentos científicos, histórias), corporativos (reuniões, treinamentos, murais de avisos, publicidade e apresentações).

Segundo Rosângela Barqueiro, “com a inclusão nas escolas, a tendência é que haverá um avanço maior e mais rápido do uso deste importante instrumento, e só com ele será possível atender às exigências de acessibilidade à informação para as pessoas com deficiência visual”.
Como funciona
Para qualquer tipo de audiodescrição, é necessário que o audiodescritor-roteirista tome conhecimento do material previamente, pois é preciso estudar termos a serem introduzidos em seu script de forma precisa, para ser coerente e fiel à obra. Qualquer que seja o tema a ser abordado é imprescindível uma preparação e o respeito pela linguagem proposta pelo autor.

Esse recurso pode ser ao vivo ou gravado. A audiodescrição ao vivo significa que é narrada no mesmo momento da ação, porém, seguindo um roteiro prévio. É o caso de uma peça de teatro, que, por acontecer eventuais improvisos, não deve ser gravada. Em teatro e cinema, por exemplo, o equipamento usado é o mesmo da tradução simultânea. Os audiodescritores ficam em cabines narrando em microfones e o som é transmitido para os usuários por meio de equipamentos radiofônicos sintonizados numa determinada frequência, através dos fones de ouvido.

Já em auditórios, salas de aula, eventos mais específicos e com poucos recursos financeiros, utiliza-se um aparelho de transmissão de FM, cuja audiodescrição é recebida em rádios comuns de FM sintonizados no melhor canal de transmissão local e com os fones de ouvido. Este é o mais recomendado, pois, além de eficiente, a própria pessoa com deficiência participa com seu rádio e seus fones, tendo domínio total do volume e sintonia, além de ser mais confortável, pois seus fones são de uso exclusivo.

A audiodescrição gravada é feita em estúdio com diretor e técnico de gravação. É feita a sincronização do áudio extra com a audiodescrição e o som do filme. A transmissão da audiodescrição na TV se faz por canal secundário de áudio e a maior parte das transmissões atuais na TV brasileira só está disponível na TV Digital.

A audiodescrição é reconhecida como recurso de tecnologia assistiva, e, felizmente, cada vez mais usado, inclusive do ponto de vista pedagógico. Ainda não está sendo usado em todas as escolas, no entanto, é cada vez maior a participação de professores envolvidos na construção da inclusão efetiva nas salas de aula. “É um processo trabalhoso, mas igualmente gratificante e satisfatório, porque sai do discurso e passa para a ação, proporcionando, assim, coerência e harmonia entre pensar, sentir, falar e agir com inclusão”, conclui a especialista.

A Laramara, por meio de seu departamento de relações institucionais, já realizou quatro edições do Curso Introdutório à Audiodescrição, com o objetivo de disseminar o conceito para diferentes públicos. Desde 2008, vem negociando com escolas técnicas e profissionalizantes a possibilidade de realização do curso, objetivando mais oportunidades para os profissionais da área de comunicação, bem como a ampliação do uso do recurso nas atividades que buscam acessibilidade e inclusão.
Sobre a Laramara
Laramara é uma das mais atuantes instituições especializadas em deficiência visual e um centro de referência na América Latina. Realiza atendimento educacional especializado, com ações complementares e atividades específicas essenciais à aprendizagem e desenvolvimento das pessoas com deficiência visual e com deficiências associadas. As atividades socioeducativas são realizadas em grupos, organizados por faixa etária e os usuários dispõem ainda de atendimentos específicos de Braille, Soroban, Desenvolvimento da Eficiência Visual (Baixa Visão) e Orientação e Mobilidade. Disponibiliza recursos humanos para a inclusão, colabora para o aperfeiçoamento e a capacitação de profissionais e divulga suas experiências e aquisições para todo o Brasil, por meio de 30 recursos instrucionais produzidos por sua equipe, como livros, manuais e DVD's, contribuindo para que todas as crianças brasileiras possam ser educadas e beneficiadas. Laramara trouxe para o Brasil a fabricação da máquina Braille e da bengala, indispensáveis para a educação e a independência da pessoa cega. Buscando a inclusão profissional de jovens e adultos com deficiência visual, ampliou seu projeto educacional incluindo a preparação para o mundo do trabalho e vem desenvolvimento um programa para os jovens maiores de 17 anos. Laramara, desde sua fundação, acreditou no valor do brincar e do brinquedo para a interação com a criança e para facilitar o desenvolvimento infantil; defende o direito da criança com deficiência visual a um aprendizado alegre e prazeroso, com brincadeiras e otimismo e continua cada vez mais unida em torno deste ideal. O trabalho daLaramara, que agora completa 21 anos, atua efetivamente no estado de São Paulo e procura colaborar também para a inclusão das pessoas com deficiência visual em todo o Brasil.

Associação Laramara
Endereço: Rua Conselheiro Brotero, 338 – Barra Funda – SP/SP
Telefone: (11) 3660-6400 e Fax: (11) 3662-0551


Informações à imprensa:
Sandra Tacla -sandratacla@tacla.net

Henrique Malveis – pauta2@tacla.net
Tacla Consultoria de Comunicação
Tel.: (11) 3842-4235 ou 8288-0505

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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Tumor raro: menino de 5 anos dá primeiros passos após tratamento

          Segundo a mãe, o menino antes praticamente só ficava deitado por causa da dor  Foto: Daily Mail/Reprodução




Um menino de 5 anos conseguiu dar os primeiros passos após usar um medicamento experimental. Alfie Milne tinha um tumor que atingia a perna direita, região pélvica, intestino, estômago e coluna, mas uma droga fez o câncer diminuir e permitiu ao pequeno andar. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.

A condição de Alfie é considerada rara - apenas 500 pessoas sofrem do mesmo problema, segundo o jornal - e o tumor era tão grande que os médicos não podiam remover. "É incrível. A mudança ocorreu praticamente da noite para o dia", diz a mãe Tracy, 39 anos, de Aberdeen (Reino Unido).
"Ele passou de uma criança que ficava a maior parte do tempo no sofá, porque ele sentia muita dor, para um menino muito alegre", diz a mãe. "Ele quer jogar futebol, pular no trampolim e subir em árvores. Ele às vezes esquece que não pode fazer todas essas coisas, mas ainda quer tentar. Nada para ele."
Alfie sofre de uma rara linfangiomatose, doença causada por malformação do sistema linfático e que foi diagnosticada quando ainda tinha 18 meses de idade. O tumor deixa o menino com ossos frágeis e causa sangramentos internos. Desde que começou a tomar o medicamento, em setembro, o quadro da criança mudou e ela não precisa mais visitar o hospital toda semana.
A droga, chamada de Sirolimus, é comumente usada para evitar rejeição de transplante de rins, mas não para tratar tumores. Alfie tinha que tomar morfina por causa da doença, mas a mãe explica que agora ele está livre da dor, o que o permitiu dar os primeiros passos.
"Foi muito emocionante. Ele ficou em pé e disse: 'Mãe, olhe para mim' e deu três passos", diz Tracy. "Ele até me fez guardar segredo do pai, por que ele queria treinar antes de mostrar para ele. Meu marido deixou cair algumas lágrimas quando o viu caminhando."
O menino ainda tem que tomar potentes drogas contra câncer uma vez a cada sete semanas e esteroides duas vezes por dia para evitar sangramentos. Os médicos esperam que a próxima sessão de quimioterapia seja a última e querem, ao mesmo tempo, acabar com o uso de esteroides.
A família se empenha em levantar fundos para uma organização que busca uma cura para a doença (Lymphangiomatosis and Gorham's Disease Alliance). Para Alfie, Tracy espera que agora ele possa ir pela primeira vez para a escola em breve e com os próprios passos.

Jessica - A menina sem mãos começa a licença de piloto


Assista ao vídeo:











Fontes: http://www.livepositiveway.com/2011/05/jessica-girl-without-hands-gets-pilot.html - http://fezago.blogspot.com.br

Editorial de Moda abrindo espaço para modelos com deficiência


A moda vem provando que está ficando democrática a cada dia. Após anos de trabalho, a agência Kica de Castro vem mostrando que beleza não pode se resumir em um único padrão estético.

Os resultados estão surgindo, o que faz crer que a inclusão está acontecendo, e aos poucos a tendência é que os espaços de trabalho entre modelos com e sem deficiência poderão ficar na mesma proporção.
    
Editora On Line acreditou na proposta da fotógrafa Kica de Castro e afirmou que moda é para todos. Abraçando a causa da inclusão, publicou na Revista UMA, edição 134 (mês de julho), um editorial de moda mostrando duas belas modelos profissionais cadeirantes. São oito páginas mostrando com qualidade o “Estilo Democrático”, a autoestima relacionada com moda, a beleza, e sem dúvida: a sensualidade.

Os looks que estão estampados nas páginas do editorial são os mesmo encontrados em lojas convencionais. Em seu depoimento, a especialista em moda inclusiva, Cândida Cirino, ressaltou a importância do conforto e ousadia na hora de compor um figurino apropriado para pessoas com deficiência. “Tecidos com gramaturas ásperas, ausentes de elasticidade, são descartados na linha de produção para mulheres paraplégicas”, afirmou Cirino.

Duas belas modelos foram selecionadas: a experiente modelo Caroline Marques, que inclusive já desfilou para SPFW e a modelo novata Débora Rulkowski, que não deixou nada a desejar e foi puro profissionalismo.

Ficha técnica da equipe:
Jornalistas da matéria: Aline Ribeiro e Raquel Fagundes
Fotos da edição: Manoel Carvalho
Produtor de moda: Marcelo Ultra
Assistente de produção: Cida Pastorelli
Beauty Artist: Eduardo Sacchieiro
Agência e booker: Kica de Castro
Modelos: Caroline Marques e Débora Rulkowshi
Fotos m.of: Kica de Castro

Stephen Hawking testa aparelho que lê a mente


O físico britânico Stephen Hawking, que se encontra quase completamente paralisado, está a testar um aparelho que permite transformar pensamentos em discurso. 

Stephen Hawking, um dos mais famosos físicos e cosmólogos do mundo, encontra-se a experimentar um aparelho, o iBrain, que pretende permitir a comunicação apenas com o uso do pensamento.

O iBrain grava atividade cerebral a partir de um determinado ponto da cabeça, usando depois um algoritmo para extrair informação dessa atividade. O futuro passa por desenvolver o aparelho de forma a permitir que este possa transformar a informação do cérebro em discurso, escrito ou falado, conforme o desejo de quem controla o iBrain.

Nos testes iniciais foi pedido a Hawking que imaginasse que estava a mover as mãos e os pés, e os investigadores conseguiram identificar esses movimentos através das alterações na sua atividade cerebral.

Hawking sofre de uma distrofia neuromuscular chamada de Esclerose Lateral Amiotrófica que o deixou quase totalmente paralisado, sendo que a doença tem tendência a avançar. Atualmente a única forma que o britânico tem de comunicar é através de contrações para selecionar palavras num ecrã, um processo bastante lento. O avanço da doença pode pôr em causa este sistema de comunicação.