sábado, 21 de julho de 2012

“Troque os lados”: Vídeo da campanha de acessibilidade do Ministério Público de Goiás

As emissoras de TV de Goiás estão exibindo há cerca de 10 dias o vídeo da campanha de acessibilidade do Ministério Público de Goiás, denominado Troque os Lados . Iniciativa do promotor Reuder Cavalcante Motta, da 3ª Promotoria de Justiça de Itumbiara, a campanha foi encampada pelo Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos e do Cidadão (CAODHC), que resolveu ampliá-la para todo o Estado, com o apoio do Núcleo de Publicidade e Marketing da Assessoria de Comunicação Social.
O vídeo foi produzido pela agência Alma Propaganda e pela produtora Anima Filme, com base nas orientações do promotor. A proposta da campanha é estimular a reflexão sobre os desafios da inclusão das pessoas com deficiência, a partir da inversão de papéis mostrada no vídeo.
Fonte: Jus Brasil
Essa campanha de Goiás lembra muito a Campanha Francesa de conscientização em relação à necessidade de acessibilidade.
Assista os  vídeos:
Campanha Francesa
Campanha do Ministério Público de Goiás


Menino mexicano é levado aos EUA para tratar tumor gigante

Garoto de 9 anos já tem visão afetada pelo mal.
Ele foi tirado de bairro perigoso em carro blindado.
Da AP

Agentes federais americanos levaram esta semana um menino de 9 anos de Ciudad Juarez, no México, para Albuquerque, no estado americano do Novo México, para que ele possa receber tratamento médico para um grande tumor que tem sobre o ombro e o pescoço.

O garoto foi tirado de seu bairro num carro blindado, porque a região é considerada perigosa por estar infestada de gangues. O tumor é tão grande que está afetando sua visão, e pode também atingir seu coração. Uma igreja juntou doações para trazer o menino, identificado apenas como “José”. Ele recebeu um visto temporário para os EUA, de uma categoria concedida a casos de ajuda humanitária.

                                  Garoto mexicano conversa com pastor batista, já nos EUA. (Foto: AP)




                           O tumor está ficando tão grande que já afeta a visão do garoto. (Foto: AP)

Fonte:http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/07/menino-mexicano-e-levado-aos-eua-para-tratar-tumor-gigante.html

Concedida isenção de IPVA por incapacidade decorrente de câncer de mama


Os Desembargadores da 2º Câmara Cível do TJRS, decidiram por unanimidade, manter decisão que concedeu isenção de IPVA, em função de deficiência física, acarretada por um câncer de mama, que limitaram os movimentos de um dos braços de forma definitiva . A decisão do TJRS reformou parcialmente a sentença, apenas para isentar o Estado do pagamento das custas processuais. 

Caso: A autora da ação, de 72 anos, referiu que a limitação real e definitiva das funções do seu braço esquerdo provém do câncer de mama, que resultou em setorectomia (retirada de um setor da mama) e esvaziamento axilar. Por isso, necessita de veículo equipado com direção hidráulica, uma vez que possui limitações físicas que lhe impedem de dirigir veículo sem tal equipamento. Apresentou atestado por Laudo Médico emitido pelo próprio Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN/RS, postulando o direito ao benefício da isenção de IPVA. Por sua vez, o Estado argumentou que a isenção pleiteada só pode ser deferida nos termos da legislação aplicável, não se enquadrando a autora nas hipóteses do art. 4 da Lei nº 8.115/85 que regula ação. 

Sentença Para o Juiz de Direito Paulo Cesar Filippon, a limitação à concessão da isenção dos referidos impostos presentes na legislação estadual afronta o princípio básico instituído no sistema de proteção ao deficiente para sua inserção social. “Estando comprovado o delicado estado de saúde da impetrante, bem como justificada a necessidade da aquisição do veículo equipado com direção hidráulica para que esta se desloque, faz jus ao benefício fiscal a impetrante. Assim, prosseguiu, embora o laudo refira à setorectomia, e não à mastectomia, como dispõe a Lei nº 8.115/85, entendeu que o benefício fiscal deve ser estendido. Entendo, dessa forma, que deve ser preservada a finalidade maior da norma, que é a de facilitar a locomoção de pessoa portadora de deficiência, seja o veículo adaptado às suas necessidades, como é o caso dos autos, ou mesmo conduzido por outra pessoa, em seu benefício exclusivo. Preza-se, assim, o princípio da dignidade da pessoa humana. 

Apelação O Estado do Rio Grande do Sul interpôs apelação. Para a Desembargadora relatora do recurso no TJRS, Sandra Brisolara Medeiros, embora a autora não seja propriamente deficiente física, as funções do seu braço esquerdo em razão do câncer e de seu tratamento, restaram limitadas de forma definitiva. Por essa razão, a Desembargadora entende que, a situação fática da autora mais se aproxima daquela vivida por um deficiente físico, se comparada à realidade do cidadão que não apresenta qualquer limitação, mantendo assim, a sentença lavrada em 1º Grau. Considerando os benefícios que um automóvel traz à vida das pessoas, mormente em se tratando de uma pessoa doente, que necessita do transporte adequado sempre que o seu precário estado de saúde o exigir. 

Participaram do julgamento, votando com a relatora, os Desembargadores Arno Werlang e Pedro Luiz Rodrigues Bossle. Apelação nº 70040412884

Você conhece a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência?

Este e outros temas estarão em debate no 3º Fórum Internacional Síndrome de Down, em Campinas, de 01 a 04 de agosto.
Andréa Alves Nascimento


                                                      Imagem Internet

De 01 a 04 de agosto Campinas sedia o 3º Fórum Internacional Síndrome de Down. Organizado pela Fundação Síndrome de Down, com apoio do Ministério da Saúde, o evento tem como um de seus objetivos servir para reflexão e troca de experiências sobre o novo paradigma social da pessoa com deficiência intelectual. “Quando falamos em novo paradigma, estamos falando de um novo olhar, entendendo a deficiência como uma construção social, deixando de lado o olhar estritamente diagnóstico”, explica Luciana Mello, uma das coordenadoras da Fundação Síndrome de Down.

Foi a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência que trouxe à tona este novo paradigma. Definida em 2006, a Convenção da ONU entrou em vigor oficialmente em maio de 2008. O Brasil assinou o documento em março de 2007. “A Convenção foi um marco e estabeleceu um novo paradigma para nosso trabalho ao estabelecer que o problema da inclusão não está na deficiência, mas nas barreiras impostas pela sociedade à pessoa com deficiência. O texto da Convenção tecnicamente é excelente, não deixa margem para nenhuma dúvida, mas precisamos vencer o desafio de implantá-lo integralmente na prática”, comenta Luciana.

Para conversar sobre a convenção internacional e como ela reforçou essa mudança de paradigma, a Fundação Síndrome de Down convidou para o Fórum o jurista argentino Francisco Bariffi, coordenador acadêmico da Rede Iber-Americana de Especialista sobre a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

Segundo dados do IBGE, a partir do Censo 2010, no país existem mais de 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência ou incapacidade, o que representa 23,9% da população brasileira. A deficiência mental ou intelectual foi declarada por mais de 2,6 milhões de pessoas, representando 1,4% da população brasileira. Além de adotar a Convenção Internacional, o Brasil conta também com o CONADE, Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República. O presidente e conselheiro do Conade, Moisés Bauer, também estará presente no 3º Fórum Internacional Síndrome de Down, que terá ainda como convidados para a discussão sobre políticas públicas e a Convenção Internacional nomes como Lenir Santos, presidente da Fundação Síndrome de Down e Rebecca Monte Nunes Bezerra, 9° Promotora de Justiça da Comarca de Natal e Membro Auxiliar da Comissão Temporária de Acessibilidade do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

O renomado especialista italiano Carlo Lepri também dá sua contribuição ao Fórum. O psicólogo é autor de vários livros sobre a inclusão social das pessoas com deficiência e participa do Fórum ao lado da doutora em Educação Maria Teresa Mantoan, coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diferenças – LEPED/UNICAMP.

“O fórum tem uma abordagem ampla, com debates variados, mas tendo sempre em vista que deficiência é um fenômeno social e, portanto, a responsabilidade pela inclusão se estende a todos”, defende Luciana Mello.

O 3º Fórum Internacional Síndrome de Down ocorre entre os dias 01 e 04 de agosto, no Auditório do Centro de Convenções da Unicamp, em Campinas/SP. O formulário de inscrição está disponível no site: www.fsdown.org.br/forum/. O evento disponibilizará, de acordo com a necessidade do público, recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência visual (audiodescrição), auditiva (LIBRAS) e física. Os recursos de acessibilidade podem ser solicitados no formulário de inscrição.

Criada em 1985, a Fundação tem como missão promover o desenvolvimento integral da pessoa com síndrome de Down nos aspectos físico, intelectual, afetivo e ético, mediante a integração de pesquisas interdisciplinares e prática educacional inovadora. Sua equipe técnica é formada por profissionais de psicologia, fonoaudiologia, fisioterapia, pedagogia, terapia ocupacional e neuropediatria. A Fundação conta ainda com a consultoria de profissionais especializados nas áreas de psiquiatria, além de manter permanente contato com profissionais de referência nas áreas de organização de serviços para pessoas com síndrome de Down e inclusão no mercado de trabalho.

Serviço: 

3º Fórum Internacional Síndrome de Down
 
Data: de 01 a 04 de agosto de 2012 
Local: Campinas/SP - Centro de Convenções da Unicamp 
Realização: Fundação Síndrome de Down  - (19) 3289-2818
http://www.fsdown.org.br/ 

Inscrições pelo site: http://www.fsdown.org.br/forum/

Fonte: http://saci.org.br -    Imagem Internet

Apenas 1,6% dos trabalhadores com deficiência têm carteira profissional registrada

O recente Censo Demográfico do IBGE em 2010 identificou que na idade entre 15 e 64 anos estavam trabalhando 82.674.712 pessoas no total da população e entre as pessoas com deficiência na mesma faixa de idade estavam ocupadas 18.743.537 pessoas.
da Redação
                                                                           Imagem Internet
O recente Censo Demográfico do IBGE em 2010 identificou que na idade entre 15 e 64 anos estavam trabalhando 82.674.712 pessoas no total da população e entre as pessoas com deficiência na mesma faixa de idade estavam ocupadas 18.743.537 pessoas. Já do lado do trabalho formal, que garante direitos trabalhistas e previdenciários, 52,9% do total de trabalhadores tinham carteira profissional registrada (43.706.799) e apenas 1,6% das pessoas com deficiência que trabalhavam tinham direitos garantidos, o que representava 303.236 pessoas


Além disso, se todas as empresas cumprissem a Lei de Cotas, deveríamos ter hoje no Brasil mais de 900 mil pessoas com deficiência empregadas, mas apenas 223 mil foram contratadas graças à Lei de Cotas. Ou seja, o que está sobrando para os trabalhadores com deficiência são empregos informais, por puro preconceito que precisa ser enfrentado.


A chamada Lei de Cotas (artigo 93 da lei 8.213) estabelece que toda empresa com cem ou mais funcionários deve destinar 2% a 5% (numa escala crescente, proporcional ao número de funcionários) dos postos de trabalho a pessoas com deficiência.


Para comemorar a data, instituições públicas, privadas e da sociedade civil promovem um ato no Pátio do Colégio, região central de São Paulo. De 10h às 14h, artistas com deficiência e lideranças do segmento se revezarão numa cerimônia no local. Também haverá a participação de órgãos públicos esclarecendo sobre direitos e serviços voltados às pessoas com deficiência.


Fonte:  Espaço da Cidadania - Imagem Internet

Pai cria programa para se comunicar com filha que tem paralisia cerebral

Mais de 12 mil figuras, um programa de voz e um repertório ilimitado de frases e situações do dia a dia conectaram a pequena Clara com as pessoas e com a vida. É como se ela falasse através do tablet.
Beatriz Castro Recife, PE




A tecnologia também pode ajudar pacientes com dificuldades de comunicação. Ainda mais quando o amor motiva novas descobertas. Aconteceu no RecifePernambuco.
Um amor sem limites: Carlos é pai de Clara, de 4 anos, que tem paralisia cerebral. Analista de sistemas, ele usou o conhecimento e a persistência para transformar a tecnologia em uma aliada da menina.
Ele criou um programa de computador para tablets e celulares que permite a comunicação com a filha: o Liberdade em Voz Alta.
“A necessidade que a gente tem de conversar, que eu tinha de conversar com a minha filha é muito grande. Algumas pessoas que têm pacientes ou familiares que não falam às vezes se acostumam, pelo fato deles não falarem, mas eu acho que a gente não pode se acostumar”, diz Carlos Pereira.
Mais de 12 mil figuras, um programa de voz e um repertório ilimitado de frases e situações do dia a dia conectaram a pequena Clara com as pessoas e com a vida. É como se ela falasse através do tablet.
A comunicação está ao alcance de um toque na tela. O programa permite muito mais: a criança pode dizer se está com dor, como foi o dia na escola, e o que deseja comer.
“A gente quer ir mais além, produzir talvez em escolas, para ter uma inclusão dessas pessoas dentro da sociedade”, conta a mãe de Clara, Aline Pereira.
Thaís não fala, e ganhou mais autonomia. Ela consegue expressar tudo que deseja.
“Acho que a comunicação traz muita independência para ela. Dentro de casa ela faz os gestos e a gente compreende”, conta a mãe de Thaís.
A família Pereira decidiu que vai compartilhar o sistema de graça pela internet com todos os pacientes que precisam desse tipo de ajuda. Para mais informações, acesse o site do aplicativo
.

Bombeiros e PMs que ficaram mutilados não têm direito a benefício de paraplégicos: somente o drama é parecido Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/bombeiros-pms-que-ficaram-mutilados-nao-tem-direito-beneficio-de-paraplegicos-somente-drama-parecido-5475689.html#ixzz21FdLvhPO

Wilson Mendes

Sargento bombeiro Paulo Mathias luta pela alteração de uma lei estadual de 2001 que confere apenas a paraplégicos e tetraplégicos uma gratificação de R$ 2 mil, excluindo demais cadeirantes e deficientes físicos Foto: Wilson Mendes / Extra



“A impossibilidade de caminhar é igual. Minha medula está inteira, mas de que adianta, se não tenho perna?” indaga o sargento bombeiro Paulo Mathias, hoje com 39 anos.

Mathias lidera um grupo maior de militares e civis que lutam pelo enquadramento em uma lei que aumentaria seus salários em R$ 2 mil. Apesar de não caminhar e utilizar, muitas vezes, cadeira de rodas, o bombeiro não tem paraplegia, o que o deixa de fora do benefício.

A lei estadual 3.527, de 2001, prevê a gratificação a policiais civis e militares, bombeiros militares e inspetores de segurança e administração penitenciária caso adquiram, em serviço, paraplegia ou tetraplegia. Ficam de fora os demais cadeirantes e deficientes físicos.

— A lei é preconceituosa e discrimina homens que ficaram inválidos servindo à sociedade. Eu também sofro, eu também tenho muitos gastos por conta da deficiência. Não sou paralítico, mas também não ando. Não tenho minha perna.
Era tarde de 23 de dezembro de 1997. Mathias, com 25 anos, seguia para atender um chamado de socorro. Ele e os companheiros do 4º GBM (Nova Iguaçu) estavam sentados em cima do caminhão dos bombeiros quando ele virou. Além da perna esquerda, esmagada pelo caminhão, o pé direito teve os ossos esfacelados.

— A luta não é para tornar a lei inconstitucional, mas sim para ampliá-la. Estamos todos em péssima situação — defende.
A lei foi revista em 2008, mas a única alteração no texto foi o aumento do valor da gratificação, de R$ 500 para R$ 2 mil.

‘Esperar para ver’

Silêncio de uns
Poucos dos militares se expõem na briga pela ampliação da lei. O EXTRA falou com outros quatro, que preferiram não falar ou ter seus nomes e histórias preservadas. Preferem “esperar para ver o que acontecerá”, como disse um companheiro de Mathias que perdeu as duas pernas.

Barulho de outros
Desde a alteração da lei, em 2008, pelo menos duas indicações legislativas foram feitas para que o Executivo altere o texto, fazendo-o valer para todos os funcionários que se tornaram permanentemente inválidos em serviço. Alguns deputados utilizam essas indicações, inclusive, como plataforma de campanha.

E mais silêncio
Procurado, o Executivo estadual não se pronunciou sobre o assunto. A lei foi criada por uma mensagem encaminhada pelo governo estadual, durante a gestão de Anthony Garotinho. Sergio Cabral fez a última alteração no texto, em 2008. A Secretaria de Segurança, a Polícia Militar e a Polícia Civil também não emitiram opinião.

Bombeiros e Seap
O Corpo de Bombeiros afirmou que “não tem conhecimento da questão na corporação” e não informou o número de beneficiados pela lei e o total de aposentados por invalidez. A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) informou que os casos serão tratados de acordo com a lei e que, até o momento, não há funcionário beneficiado.


Fonte:
http://extra.globo.com/noticias/rio/bombeiros-pms-que-ficaram-mutilados-nao-tem-direito-beneficio-de-paraplegicos-somente-drama-parecido-5475689.html

Brasileiro concorre ao prêmio de melhor professor dos EUA

Alexandre Lopes foi eleito o melhor entre 180 mil professores da Flórida.
Natural de Petrópolis (RJ), ele se especializou em ensinar crianças autistas.
Ana Carolina Moreno Do G1, em São Paulo


O brasileiro Alexandre Lopes, que dá aula para crianças especiais na Carol City Elementary, na Flórida
(Foto: Reprodução/Macys's)


Um brasileiro de 43 anos, natural de Petrópolis, no Rio de Janeiro, foi eleito na última quinta-feira (12) o melhor entre os mais de 180 mil professores da rede estadual de ensino da Flórida, nos Estados Unidos. Além de prêmios em dinheiro, um carro, uma viagem a Nova York, um anel de ouro e um treinamento espacial na Nasa, Alexandre Lopes, que emigrou do Brasil em 1995, agora é candidato ao título de melhor professor dos Estados Unidos.
Leia a matéria completa em:
http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2012/07/brasileiro-concorre-ao-premio-de-melhor-professor-dos-eua.html

Veja destinos preparados para receber pessoas com deficiência no Brasil

Para ajudar você, separamos uma lista com seis cidades brasileiras consideradas preparadas para receber turistas com mobilidade reduzida, deficiência auditiva ou visual. Confira os passeios e instalações mais adequadas nos quatro cantos do país.


Será que arrumar as malas e colocar os pés na estrada é algo tão fácil assim pra todo mundo? No Brasil, cerca de 25 milhões tem algum tipo de deficiência. O que, em muitos casos, pode fazer com que elas tenham dificuldades em aproveitar certos passeios. A acessibilidade é garantida hoje por leis federais, porém, nem sempre os destinos turísticos cumprem as normas e tornam os locais acessíveis a todos.

Por isso, antes mesmo de escolher o destino, é preciso avaliar o que os locais oferecem. Além de estar atento às adaptações para tornar o passeio seguro, vale consultar se o local dispõe de cardápios em braile e informações acessíveis aos deficientes visuais e auditivos. Ainda, é preciso verificar se o local conta com quartos e banheiros adaptados, portas mais largas e barras de apoio. Consulte também, no caso de resorts, se as instalações possuem carrinhos ou cadeiras de roda para serem usadas em seu interior. E, se preferir, contrate serviços de ‘transfers’ para visitar as atrações da cidade. Estenda todos estes cuidados aos locais públicos e informe-se se os parques, museus e passeios contam com aparelhos e atendimento especial para atender às necessidades especiais.

Para ajudar você, no entanto, o Terra listou seis cidades brasileiras consideradas preparadas para receber turistas com mobilidade reduzida, deficiência auditiva ou visual. Confira os passeios e instalações mais adequadas nos quatro cantos do país.
Maceió: segundo o IBGESite externo., a cidade é a capital que possui a maior porcentagem de quartos de hotéis adaptados para receber visitantes com mobilidade reduzida. A cidade ainda conta com um sistema de jangadas adaptadas.

Socorro: a cidade, localizada a 130 km da capital paulista, é um dos destinos com melhores condições de receber pessoas com mobilidade reduzida. A estância hidromineral de Socorro, através do projeto Socorro Acessível, conta com adaptações em diversas atrações. Na cidade, é possível encontrar passeios, transportes, edifícios públicos, estacionamentos, telefones para surdos e cardápios em braile por todos os lados. Socorro recebe famílias inteiras em atividades de aventura e ecoturismo, sem exclusão. O Hotel Fazenda Parque dos SonhosSite externo. conta com passeios a grutas, tirolesas, cachoeiras e trilhas ecológicas adaptadas para receber os visitantes.

São Paulo: a capital paulista é uma das cidades que mais está preparada para os deficientes. Alguns museus, como a Pinacoteca do Estado, MASP, Museu do Futebol e o Museu da Língua Portuguesa, possuem catálogos em braile e audioguias. E as atrações públicas da cidade possuem rampas de acesso ou elevadores para cadeiras de roda. Nos parques do Ibirapuera e Villa Lobos, o acesso é facilitado por meio de rampas e no Parque do Jaraguá, há um mirante adaptado para os cadeirantes. Nas ruas, a acessibilidade é considerada boa, mas ainda não é cumprida a rigor. As estações de metrô e trem são equipadas com elevadores que facilitam o deslocamento das pessoas com mobilidade reduzida. A cidade ainda possui a maior rede hoteleira adaptada, com 511 quartos.

Rio de Janeiro: algumas atrações da cidade estão bem adaptadas para receber os turistas com mobilidade reduzida. Na Lagoa Rodrigo de Freitas, existe um pedalinho motorizado disponível. No Pão-de-açúcar, há elevadores-plataforma que dão acesso às bilheterias e a área de embarque, onde há prioridade para pessoas com deficiência. O Jardim Botânico conta com um jardim sensorial, onde os visitantes têm seus olhos vendados e são guiados por pessoas com deficiência visual em um mini-labirinto, onde terão contato com texturas e odores de diversas plantas.

Fortaleza: na cidade, existe estrutura para atender o visitante com deficiência, porém, em alguns passeios públicos, as pessoas podem enfrentar dificuldades. Um dos principais destinos, o Beach Park, conta com uma boa estrutura de segurança para os visitantes. No Aqua Park, que faz parte do complexo, os visitantes encontram coletes salva-vidas e carrinhos para os que possuem mobilidade reduzida. Os deficientes visuais poderão pedir cardápios em braile. Hotel disponibiliza instalações adaptadas e banheiros com barras de apoio.

Curitiba: quando o assunto é infraestrutura pública, a cidade de Curitiba torna-se a mais preparada para seus moradores e visitantes. Na cidade, os ônibus adaptados são quase totalidade e o Jardim Botânico, um dos pontos turísticos mais visitados, possui o Jardim das Sensações, com trajeto sensorial constituído de uma pista ladeada por sementeiras com legendas em Braille, que oferece a oportunidade de ver, tocar e apreciar o perfume de espécies botânicas, bem como de simular ambientações de floresta.

Ilha Bela: a ilha localizada no litoral paulista possui uma boa infraestrutura para os deficientes que procuram por aventura. Por meio de projetos do governo do estado, algumas praias como a do Perequê, Sino e Praia Grande possuem cadeiras anfíbias, que são aquelas que facilitam a chegada dos deficientes ao mar. A Pedra do Sino, um dos pontos turísticos da cidade, pode ser visitada por todos. Rampas de acesso e uma passarela podem ser usadas. A Praia do Julião conta com rampas de acesso para cadeirantes e banheiros adaptados. Ainda, tanto a rede hoteleira como bares e restaurantes da cidade estão preparados para receber deficientes visuais e disponibilizam cardápios e informações em braile, além de acomodações especiais.

Chapada do Guimarães: a 64 km de Cuiabá, na Chapada do Guimarães, está o Vale da Benção. Em 2011, foi inaugurada a primeira trilha feita para deficientes visuais, no Espaço Turístico Chapada Aventura. A trilha possui cordões e sinalização tátil de onde o visitante pode conhecer um pouco sobre as 32 espécies nativas catalogadas em braile. Pousadas da região contam com adaptação para cadeirantes e cardápios em braile.

Brotas: no interior de São Paulo, a cidade é conhecida por ser um destino de aventuras. Os passeios funcionam normalmente e as operações são idênticas quando existe algum deficiente nelas, o que muda são alguns procedimentos operacionais. Monitores de várias operadoras receberam treinamentos para conduzir os turistas com deficiências. O rafting pode ser praticado por todos, já o rapel só não é indicado para os deficientes visuais. O lugar ainda conta com adaptações para arvorismo e tirolesa.


sexta-feira, 20 de julho de 2012

Implante ocular inovador devolve visão de imediato


Um implante ocular revolucionário tem potencial para devolver, de imediato e com grande simplicidade, a visão a pessoas cegas. A inovação, denominada Bio Retina, é implantada sob anestesia local e oferece ao paciente a capacidade de ver a preto e branco como num monitor de computador.

Para já ainda é um protótipo, mas a empresa Nano-Retina, que está a desenvolver o implante, adianta que os ensaios clínicos poderão começar já no próximo ano.

De acordo com o jornal Daily Mail, o dispositivo em questão foi especificamente concebido para doentes que sofram de degeneração macular - um problema que causa perda da visão central - relacionada com o envelhecimento, bem como de glaucoma e cataratas.

Citada pelo diário britânico, a companhia explica que este incorpora vários minúsculos componentes do tamanho da unha de uma criança. 

"A implantação do dispositivo demora 30 minutos, requerendo apenas anestesia local, uma pequena incisão e a sua 'colagem' à retina danificada", esclarece a empresa. Depois do procedimento, a visão é recuperada instantaneamente, sendo o tempo de recuperação de cerca de uma semana. 

Este sistema surge como algo revolucionário porque, atualmente, todos os que estão a ser estudados "exigem anestesia geral e uma operação de seis horas para implantar cirurgicamente peças de 'hardware' no olho, ligando-as entre si, ou para inserir um implante ligado a um fio que passa através do crânio do paciente", conclui a Nano-Retina.

Desenvolvidas pernas robóticas que imitam caminhar humano

A matéria abaixo foi extraída do site português Público“.

                                                                  O robô que imita o caminhar humano (DR)



Uma perna a seguir à outra. É este o conselho máximo que se pode dar a alguém para aprender a andar. Parece fácil, mas é um movimento bastante complexo. Basta olhar para a forma como os robôs humanóides caminham para se dar valor à naturalidade da passada humana. Mas uma equipa de cientistas da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, construiu pernas robóticas que imitam, da forma mais real possível, o caminhar humano.
As pernas têm ligações que funcionam como os músculos e tendões, e caminham comandadas pelo mesmo tipo de controlo nervoso que rege o nosso andar, apesar de ainda não se equilibrarem sozinhas. O trabalho científico está explicado num artigo na revista Journal of Neural Engineering. Segundo os autores, esta invenção pode ajudar a compreender como é que os bebés aprendem a andar e como se poderá tratar pessoas com lesões na espinal medula.
A equipa publicou um vídeo onde se pode ver as pernas a funcionarem.
A marcha humana é controlada pelo padrão motor central (GPC): uma região que fica na parte lombar da espinal medula, gera o ritmo da caminhada e reage à interacção do corpo com o ambiente quando, por exemplo, o pé atinge uma superfície (o chão). Desta forma, as pessoas conseguem caminhar sem pensar nisso.
O robô construído por Theresa Klein e Anthony Lewis tem uma forma simples deste GPC. Imita os neurónios que lançam o ritmo da caminhada e tem vários sensores que determinam a força que as pernas têm de fazer quando atingem uma superfície.
Cada perna do robô, que termina numa anca, tem um joelho e um tornozelo movidos por nove músculos, que produzem o movimento. Cada músculo robótico tem um sensor que modela o tendão da perna humana, sentindo a tensão do músculo quando este se contrai e enviando sinais da força que é necessário exercer e onde.
“Fomos capazes de produzir uma marcha, sem equilíbrio, que imitou a caminhada humana com apenas um padrão central parcial, que controla as ancas e um conjunto de reflexos que controlam os membros inferiores”, explicou Theresa Klein, em comunicado.
Os cientistas explicam que este tipo de reflexo pode estar na origem do movimento muito simples que os bebés fazem, quando ainda não conseguem andar, mas dão passadas se forem colocados numa passadeira.
Para a equipa, além do óbvio salto tecnológico na forma como os robôs podem caminhar, este trabalho pode ajudar a compreender como ocorre a marcha humana e o que acontece durante a recuperação de pessoas que ficaram com a capacidade de andar comprometida devido a lesões na espinal medula.
Assista o vídeo:


Fonte:http://www.deficienteciente.com.br

Câmera fotográfica transforma imagens em palavras


O sonho de colocarmos computadores executando as nossas tarefas do dia-a-dia vem desde "antigamente". Rosie, a doméstica dos Jetsons, por exemplo, foi desenhada nos anos 60. Hoje temos no mercado, robôs que limpam o chão, aspiram sujeira de edifícios e até piscinas E, claro, monstrinhos graduados que pilotam jipinhos na superfície de Marte.

Mas há ainda algumas tarefas humanas que, por mais que avance a tecnologia, os avanços são muito pequenos como, por exemplo, a visão. Os robôs são capazes de reconhecer o fundo do olho humano e compará-lo com milhares de outros instataneamente. Mas são incapazes de entender o significado das imagens.

Se a montanha não vai a Maomé Matt Richardson inventou uma câmera que ao invés de imagens produz a descrição da imagem em texto. Matt é aluno do lendário ITP- Interactive Telecommunications Program- núcleo de estudos de arte, comunicação e tecnologia da New York University (é um departamento fantástico que vale a pena ser conhecido por interessados no assunto, estive por lá no final dos anos 80, recomendo!.

   A Câmera Descritiva funciona assim: você mira o objeto, aperta o botão e inicia um tipo curioso de processamento da imagem. A luz amarela acesa indica que o arquivo está sendo enviado para a Amazon - sim, o site da maior loja virtual do mundo - para ser processado por trabalhadores (humanos) da Amazon Mechanical Turk API, um projeto ficou em fase piloto até 2011 e agora está a pleno vapor. Trata-se de funcionários virtuais que vão ver a imagem e devolver a tradução dela em palavras, uma espécie de legenda da foto. Tal processo leva de 3 a 6 minutos e Matt paga US$ 1,25 por cada foto-legenda! Então, a luz verde se acende e aí a própria câmera imprime um papelzinho com a descrição da foto.

   O que talvez nem mesmo Matt tenha percebido é que uma ótima evolução para seu projeto seria acrescentar uma descrição em áudio para as fotografias. Assim ele devolveria a milhões de pessoas com dificuldades visuais o acesso a um mundo onde imagem é tudo, ou quase tudo.

Nadador Daniel Dias é escolhido como porta-bandeira do Brasil nos Jogos Paralímpicos

Dias tem 24 anos e é dono de nove medalhas paralímpicas – quatro de outro, quatro de prata e uma de bronze –, além de ser recordista mundial nas provas de 100m e 200m livre, 100m costas e 200m medley na classe S5. Em 2009, ele recebeu o Prêmio Laureus, o “Oscar do Esporte”.


O nadador Daniel DiasSite externo. será o porta-bandeira do Brasil na abertura dos Jogos Paralímpicos-2012Site externo.. A cerimônia será realizada no dia 29 de agosto, no Estádio Olímpico de Londres.

Dias tem 24 anos e é dono de nove medalhas paralímpicas – quatro de outro, quatro de prata e uma de bronze –, além de ser recordista mundial nas provas de 100m e 200m livre, 100m costas e 200m medley na classe S5. Em 2009, ele recebeu o Prêmio Laureus, o “Oscar do Esporte”.

“Confesso que a ficha ainda não caiu, mas estou extremamente honrado em poder representar o povo brasileiro, meus 181 amigos e companheiros de Paralimpíada, e, em especial, toda a comunidade de pessoas com deficiência do Brasil. Só posso dizer que é com grande prazer que vou carregar essa bandeira”, disse o atleta.

Andrews Parsons, presidente do Comitê Paralímpico BrasileiroSite externo., justificou a escolha por Dias ao afirmar que o nadador “sintetiza bem os quatro valores do Movimento Paralímpico Internacional: coração determinação, inspiração e igualdade”.