sábado, 4 de agosto de 2012

Estudante desenvolve sistema para cegos usarem touchscreen dos tablets

por: 
Sistema cria teclado e menus a partir do local onde o usuário posiciona suas mãos. Áudio também é utilizado para ajudar posicionamento.



O que você faz em suas férias? Viaja? Ou gosta de ficar em casa, vendo TV? Adam Duran prefere inventar! O estudante americano transformou um tablet comum em um teclado touchscreen para deficientes visuais e que se adapta aos diferentes tamanhos de dedos.
O jovem executou o projeto no Centro de Pesquisas de Computação da Universidade de Stanford, nos EUA. Durante as férias de verão americanas (que aconteceram de julho a setembro), Adam e seus professores, Sohan Dharmaraja e Adrian Lew, resolveram dar mais acessibilidade aos deficientes, já que um computador específico para a função custa em torno de US$6 mil (cerca de R$10,5 mil), segundo o site Engadget.
Além do custo, o modo de uso do digitador surpreende. Ao tocar a tela com os dedos, o aplicativo identifica e posiciona as 8 teclas embaixo dos dedos, não importando o tamanho nem a distância deles. Ao digitar, o app acompanha as letras ou palavras, falando ou soletrando em voz alta.
Para acessar o menu, basta chacoalhar o tablet. Nas funções e submenus, o usuário tem que passar o dedo sobre a tela e esperar a voz dizer em que item ele está, tirando o dedo para selecionar a opção desejada.
Veja abaixo um vídeo de Adam explicando sua invenção:






































Fonte: http://www.deficienteciente.com.br



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Cientista diz: Em vinte anos seremos imortais


Ray Kurzweil, um cientista de renome mundial e autor de The Singularity Is Near , acha que o mundo tal como a conhecemos será irreconhecível dentro de 20 anos.
Uma das mudanças que ele pensa que é possível: cientistas podem finalmente quebrar a imortalidade.

"Eu e muitos outros cientistas agora acreditamos que em cerca de 20 anos, teremos os meios para reprogramar software dos nossos corpos da idade da pedra, para que possamos parar, em seguida, reverso, o envelhecimento", ele escreve em O Sol . "Então, a nanotecnologia vai deixar-nos viver para sempre. Em última análise, nanobots vai substituir células do sangue e fazer o seu trabalho de milhares de vezes mais eficaz."

Kurzweil, cujos fãs incluem Bill Gates e Bill Clinton, faz uma série de outras reivindicações substanciais, tais como os seres humanos são capazes de substituir todos os órgãos em falência com artificiais. Ele diz que vai ser capaz de mergulhar durante horas sem oxigênio, e escrever livros inteiros em poucos minutos graças a nanotecnologia avançada.

Ah, o sexo virtual também será comum no futuro não tão distante.
Absurdo que soam Kurzweil proclamações derivam do fato de que o progresso tecnológico está crescendo a uma taxa exponencial.
"Computador tecnologia e nosso entendimento de genes - os programas do nosso corpo de software - estão acelerando a uma velocidade incrível ", escreve ele. Sua teoria da Lei de Retorno Acelerando, sugere que haverá um outro "bilhões de vezes" aumento da tecnologia ao longo do próximo quarto de século.


Crescimento exponencial do progresso tecnológico ". (Clique para ampliar)


"Na realidade, o tempo necessário para a tecnologia para dobrar diminui constantemente,"Kevin Inc Bailey explica . "A próxima coisa a perceber com uma curva exponencial, é que em um certo ponto o progresso em relação ao tempo, de foguetes. O aumento da tecnologia, uma vez que levou 20 anos agora tem 10, e depois 5 e depois 2.5, e, em seguida, de 1,25, e então os anos .75, e, em seguida, sobre e sobre. Kurzweil afirma que somos logo no início da subida acentuada que é característica das curvas exponenciais. "

Kurzweil acha que estamos apenas começando a explorar a inteligência artificial pode trazer possibilidades, e os avanços só vai ficar mais selvagem. Nós já estamos a usá-lo em pequenas formas para nos ajudar a aterrar aviões e realizar pesquisas sobre o Google .

"Essas tecnologias não deve parecer em tudo fantasioso", diz Kurzweil. "Nossos telefones agora realizar tarefas que não teria sonhado há 20 anos. Quando eu era um estudante em 1965, 7 milhões R custo minha universidade do computador e só foi enorme."
Kurzweil conclui: "Nós podemos olhar para a frente a um mundo onde os seres humanos tornam-se cyborgs, com membros artificiais e órgãos."
Postado por Arquivos Fatais Fonte: http://deficientesunidos.blogspot.com.br
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SUPER HUMANOS




Quem são os super humanos? Ao meu ver,todo ser humano capaz de enfrentar a vida,por mais difícil que seja,com força de vontade, e sem medo de errar,é um verdadeiro super humano.Quantas e quantas famílias,passam fome,são humilhadas,e ganham uma miséria pra sustentar um monte de filhos? Mesmo assim conseguem sorrir...O verdadeiro super humano,não tem medo de cair,se for preciso, ele enfrenta o quer for pra ser feliz.


Os super humanos estão por toda parte,são os gordos que tentam ir ao cinema e não conseguem sentar em uma cadeira.São os negros,que se formam e se tornam doutores,e mesmo assim são tratados muitas vezes com desprezo e desconfiança. São os idosos ,que  são obrigados a escutar "seu velho"a toda hora,como se fossem lixos.
E os deficientes? Chamados muitas vezes de "aleijados",são os que não andam,não ouvem,não falam,não escutam e os que não enxergam,todos super humanos!!


Já ouvi muitas vezes ,algumas pessoas falarem,que sou um exemplo,por fazer tudo sozinha,cuidar da casa e da minha família..Mas não me vejo como tal,tem muitos deficientes fazendo muito mais,trabalhando,estudando,praticando esporte,se formando grandes profissionais,lutando por todos aqueles que não podem,seja por medo ou por alguma limitação.Mas o ser humano,as vezes não sabe o que é limitação,e vai muito mais além...Não queremos ser super humanos,apenas felizes..Vencedores da idade e das dificuldades...Somos frágeis,não queremos saber quanto nos resta, apenas vivemos um dia que cada vez,e isso nos basta...





 

 

 
ESSE SÃO ALGUNS SUPER HUMANOS,EXISTEM MUITO MAIS...

POR 

Fonte:http://aldreylaufer.blogspot.com.br



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Gratuitidade do transporte escolar para os alunos com necessidades educativas especiais

por 

Decreto-Lei n.º 176/2012, recentemente publicado, que regula o regime de matrícula e de frequência no âmbito da escolaridade obrigatória das crianças e dos jovens com idades compreendidas entre os 6 e os 18 anos e estabelece medidas que devem ser adotadas no âmbito dos percursos escolares dos alunos para prevenir o insucesso e o abandono escolares, introduz alterações ao normativo relativo à transferência para os municípios das novas competências em matéria de organização, financiamento e controle de funcionamento dos transportes escolares (Decreto-Lei n.º 299/94, alterado pela Lei n.º 13/2006 e pelos Decretos-Leis n.º 7/2003186/2008 e 29-A/2011).

Assim, segundo a alteração, o transporte escolar é gratuito até ao final do 3.º ciclo do ensino básico, para os estudantes menores (...), bem como para os estudantes com necessidades educativas especiais que frequentam o ensino básico e secundário (cf. art.º 15º do Decreto-lei n.º 176/2012).


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Idosos e deficientes em casa: mais cuidados com a acessibilidade.

Artigo do blog 'Gaz'.
da Redação
Quando falamos em acessibilidade lembramos somente de cadeirantes ou portadores de necessidades especiais. Mas, isso também tem a ver com facilitar o acesso aos equipamentos para idosos, para pessoas com um problema físico eventual (um membro engessado ou com talas). 
Seguindo uma dica de minha prima e arquiteta Elenara Stein Leitão em seu blog Arquitetando Ideias, indico alguns cuidados que devemos ter quando os habitantes de uma residência vão envelhecendo. Algumas adaptações, principalmente em áreas molhadas devem começar a ser planejadas.

Por exemplo, os banheiros devem começar a ser modificados para se tornar mais seguros e práticos. Então devemos pensar em instalar dispositivos que tornem mais fácil a movimentação e assim reduzir o risco de tombos e acidentes.
Algumas dicas de adaptação:
Colocação de barras de apoio ao lado do vaso sanitário.
Usar uma barra de apoio em frente ao vaso, no caso de banheiros estreitos, permite que a pessoa possa se apoiar para levantar.


Usar tapetes antiderrapantes.
Eliminar ou suavizar barreiras e degraus nos boxes.


Usar barras de apoio no box e bancos para o banho.
Existem modelos fixos ou móveis, a escolha vai depender de sua necessidade.


Usar duchas com desviador no chuveiro.
Se for possível registros monocomandos do lado de abertura da porta do box.


Não usar chaves no banheiro.


Fonte:Gaz



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Implante para Epilepsia

por Lak Lobato

Recentemente, por intermédio de uma amiga, soube que existia um implante indicado para pessoas com epilepsia. Confesso que, como boa parte da população, sou bastante leiga sobre esse assunto, mas como usuária de outro tipo de implante (o coclear) confesso que fiquei curiosíssima para saber a respeito desse dispositivo.
Como acredito que ninguém é mais indicado do que um usuário – mesmo um médico especialista sabe muito, mas não sente na pele, então sempre prefiro saber certas coisas sob a ótica de um usuário/paciente – resolvi entrevistar Eduardo Caminada Junior, que usa o VNS desde 2007 e conta um pouco sobre a epilepsia e o dispositivo e ainda cuida de um site dedicado ao tema, o Viva com Epilepsia.
  • Olá, Eduardo, fale um pouco de você. Qual sua idade, de onde você é, o que você faz?
Falar a meu respeito não é a coisa mais simples, mas vamos lá. Meu nome é Eduardo Caminada Junior, 40 anos, natural de SP capital, sou bacharel e licenciado em Matemática pela Universidade Mackenzie, tenho especialidade em Estatística e trabalho atualmente prestando serviços como estatístico para de forma terceirizada.
  • Explique um pouco sobre a epilepsia, que muita gente desconhece o que é, exatamente.
Outra pergunta complexa existe várias formas de entender a epilepsia, depende de cada um, bem claramente falando a epilepsia é uma desordem do sistema nervoso e de pessoa para pessoa o tipo de crise causado pela manifestação dessa desordem pode ser diferente. Em aproximadamente 70 a 80% dos casos o tratamento medicamentoso é o suficiente para controle total dessas crises.
  •  Há quanto tempo você convive com a epilepsia? Quais os tratamentos que já fez, para melhorar a sua qualidade de vida?
Eu tenho epilepsia refratária, aquela que atinge a menor parte dos pacientes onde o tratamento medicamentoso não é o suficiente para o controle das crises, desde os 3 anos de idade. Eu já tomei todos os tipos de medicamentos de forma única e também associados uns aos outros e infelizmente não controlei as crises dessa forma, fiz exames para realizar o tratamento cirúrgico convencional, mas no meu caso torna-se inviável já que tenho uma lesão congênita no lobo parietal esquerdo profunda e para extrair essa lesão poderia adquirir sequelas que mudariam muito a minha qualidade de vida, desde 2007 uso um estimulador de nervo vago (VNS) que me beneficia muito reduzindo em mais de 90% a quantidade de crises que apresentava anteriormente, principalmente as crises que tinha durante o sono, o que muito me incomodava.
  • O que é o VNS?
O VNS é um estimulador de nervo vago, como um marca passo implantado abaixo da clavícula que envia impulsos elétricos ao cérebro intermitentemente através de um eletrodo envolto ao nervo vago. É uma terapia geralmente associada ao uso de medicamentos.
  • Quais as mudanças que você constatou, após usar esse dispositivo?
Diminuição sensível e significativa no número de crises e melhora na qualidade de vida com mais disposição para poder realizar as tarefas “normais” do dia a dia.
  • Como você ficou sabendo do VNS?
Fiquei sabendo do VNS através de uma pesquisa com material que falava sobre o assunto e discussão posterior com a médica neuro-clínica que cuida do meu caso.
  • Você sabe dizer se o SUS e os convênios cobrem a colocação do VNS e eventuais gastos pós-implante (se houverem)?
Atualmente sei que tanto o SUS quanto os planos de saúde, depois de solicitação feita pelo médico com relatório e dados prévios do paciente acabam permitindo o implante parapacientes que têm características para o uso.
  • Como obter mais informações a respeito do VNS?
Caso queira acesse na minha página na internet http://www.vivacomepilepsia.org/conteudo/terapia.htm  e se necessitarem de informações sobre como é o tratamento, tempo, resultados pessoais, estou a disposição pelo email viva@vivacomepilepsia.org

Lak Lobato
Escritora, publicitária, fotógrafa, blogueira, poeta e bebedora de café nas horas vagas (ou não), Lak Lobato nasceu no Rio e se converteu à Paulicéia ainda criança. Deficiente auditiva desde os 10 anos, usuária do implante coclear e chegadissima em vasculhar o mundo sonoro e maluca pelo barulhinho de latas de refrigerante!
Autora dos blogs:
http://desculpenaoouvi.laklobato.com
http://decafeuentendo.com.br

Contato: contato@laklobato.com

http://laklobato.com

Fonte:http://acessototalrevista.org    

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MDS financia pesquisa sobre pessoas com deficiência na escola

Recursos custearão preenchimento pelos municípios de questionário sobre barreiras ao acesso e permanência em sala de aula.


Imagem Internet
Brasília, 30 – Crianças e adolescentes com deficiência que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) desde 2011 passarão por pesquisa sobre a permanência ou não na escola. O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) vai repassar recursos para que os municípios preencham questionário com os beneficiários, identificando as barreiras ao acesso e à permanência nas instituições de ensino. Atualmente, dos 455 mil beneficiários do programa com até 18 anos, 68% estão na escola. O MDS publicou na sexta-feira (27) portaria que estabelece critérios para concessão das verbas.


Podem receber recursos do MDS os 1,9 mil municípios que aderiram ao programa BPC na Escola. Os governos locais recebem R$ 40 por questionário respondido e inserido nos sistemas do ministério. A verba se destina ao custeio da pesquisa. Devem responder ao questionário apenas os beneficiários novos. Devido à legislação eleitoral, os repasses só poderão ocorrer após o pleito municipal.


Desde o fim de 2008, os municípios que aderiram ao programa estão fazendo pesquisa domiciliar para verificar as principais dificuldades dos beneficiários em se matricular na escola e permanecer nela. A coordenadora-geral da Gestão de Beneficiários do MDS, Elyria Bonetti Credidio, explica que os resultados preliminares da primeira adesão ao programa – até 2010 – apontavam como barreiras a falta de cuidadores que acompanhassem os alunos e a carência de equipamentos.


Ainda este ano, o MDS deve divulgar o resultado desta primeira fase, a partir do estudo de uma consultoria que analisou os questionários por tamanho de município. “Identificadas as dificuldades, os gestores municipais têm de desenvolver ações intersetoriais para superá-las”, informa Elyria.


O BPC é um benefício individual, não vitalício e intransferível, que assegura a transferência mensal de um salário mínimo a idosos, com 65 anos ou mais, e a pessoas com deficiência, de qualquer idade, com impedimentos de longo prazo, de natureza física, mental, intelectual ou sensorial. Para receber o benefício, a renda mensal familiar per capita deve ser inferior a um quarto do salário mínimo.


O BPC na Escola visa garantir condições para o desenvolvimento da autonomia, participação social e emancipação de crianças e adolescentes com deficiência, estimulando a inserção deles no ambiente escolar. Elyria explica que, por estarem em situação de vulnerabilidade social, eles precisam do apoio do Estado para entrar e permanecer na escola, tendo garantido o direito à educação.


Fonte: MDS - 30/07/2012 - http://www.promenino.org.br - Imagem Internet



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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Crianças surdas: no mundo silencioso da fantasia

criança surdaComo todas, as crianças surdas adoram o faz-de-conta. Isso ajuda no desenvolvimento
A fantasia é fundamental para a criança entender a realidade que a cerca. Para quem não ouve nem fala, o faz-de-conta representa muito mais: a integração no mundo das brincadeiras das crianças comuns, sem deficiência. A pedagoga Daniele Nunes Henrique Silva pesquisou o assunto, publicado no livro Como Brincam as Crianças Surdas, da Editora Plexus. Em seu trabalho, ela ressalta a importância de se conhecer a língua dos sinais para entrar na fantasia com os amiguinhos e se igualar a eles no desenvolvimento intelectual.
O que a levou a pesquisar as brincadeiras das crianças surdas?
No curso de graduação, na Unicamp, comecei a estudar as brincadeiras de faz-de-conta de crianças em orfanato, interessada em saber que papéis elas gostavam de interpretar. Minha professora na época estudava as crianças surdas, percebendo que elas brincavam muito com situações que as faziam sair da condição de surdas, como atender telefone e ouvir rádio. Fiquei interessadíssima e resolvi fazer minha tese de mestrado aprofundando esse tema, com base nas seguintes questões: Como a criança surda utiliza a língua dos sinais nas brincadeiras? Como encena os papéis sociais? Que relação tem essa escolha com a linguagem?
O que você descobriu?
A pressão do mundo ouvinte é grande sobre a criança surda e ela quer entendê-lo. Uma das formas de fazer isso é brincando, e quando conhece a língua brasileira dos sinais, esse universo da brincadeira fica mais amplo. Ela pode explicar para o amigo o que está representando na brincadeira ou do que pretende brincar. Pode pegar uma cobra de pano, por exemplo, e indicar para a outra criança que aquilo virou uma moto. Esse ato de brincar com as idéias é essencial no desenvolvimento infantil. Para a criança surda que não domina a linguagem dos sinais, a brincadeira fica difícil porque ela não consegue passar sua idéia para o outro. Como ela diz para o parceiro que estão brincando de dirigir?
A brincadeira dessa criança precisa ser adaptada?
Não, a criança com surdez brinca da mesma forma que as outras. A diferença está na maneira de se comunicar. Por meio da palavra, ambas entram no mundo do faz-de-conta. No caso da criança surda, os sinais são a palavra. Quanto mais cedo ela aprender essa linguagem, melhor para seu desenvolvimento. Porque ela terá maior condição de representar o mundo e de se expressar sobre ele. Essa é a base de todo raciocínio da criança e o fundamento de todo pensamento simbólico, abstrato e representativo.
O que chamou mais a atenção nas brincadeiras dessas crianças?
A criança surda organiza a brincadeira de um jeito diferente, porque utiliza as mãos para tudo, fazer sinais, gestos e compor expressões corporais. E tem de representar com muita rapidez para o colega entender, entrar no enredo e não desistir da brincadeira. Se ela não sabe a língua dos sinais, a brincadeira não se desenvolve tanto quanto no faz-de-conta da criança ouvinte, que recheia sua fantasia com muitos diálogos e representações. Outro aspecto é que o faz-de-conta começa quando a criança aprende a falar. Por volta dos 2 anos todas têm essa capacidade. No caso da criança com surdez, é quando ela começa a se expressar por sinais. Daí a importância de os pais detectarem o problema cedo e usarem a linguagem dos sinais com o filho o quanto antes. A criança que ouve participa do mundo muito antes de falar. A mesma coisa precisa ocorrer com o deficiente auditivo. Ele precisa estar inserido no universo da sua língua muito antes de começar a falar.
Que dicas você poderia dar de como brincar com a criança surda?
É ela que nos ensina a brincar. Muitos me perguntam se tem um brinquedo específico para surdos. Os brinquedos são iguais para todo mundo. Não se pode discriminar brinquedos, a sociedade já está por demais discriminada. Se for pensar assim, daqui a pouco vai ter brinquedo para branco, negro, índio, chinês. Não é preciso ensinar uma criança a brincar. No caso do deficiente auditivo, é só dar a ele ferramentas para se comunicar, para que ele faça fluir sua imaginação.
Dá para ensinar a língua dos sinais na brincadeira?
Esse aprendizado deve funcionar igual ao da fala para a criança ouvinte. Não a ensinamos a falar. No cotidiano, com a convivência com os pais, suas atividades são marcadas pela fala. Deve ser assim com a criança surda. O neurologista Oliver Sacks escreveu sobre isso num livro, descrevendo um lugar nos Estados Unidos, a ilha de Martha’s Vineyard, no estado de Massachusetts, onde a maioria dos habitantes é surda. Ele diz que quando se chega lá você é o diferente, porque é o ouvinte e todos se comunicam por sinais. E o desenvolvimento das pessoas é igual ao de qualquer ouvinte. É isso que os pais de crianças surdas têm de entender, o quanto é importante aprenderem a língua dos sinais, como se fossem surdos também, para transmiti-la ao filho. “Os pais da criança surda precisam aprender a língua dos sinais para ensiná-la ao filho o mais cedo possível. Isso faz diferença nas suas brincadeiras “
Como Brincam as Crianças Surdas Daniele Nunes Henrique Silva – Editora Plexus (11) 3865-9890
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Após negligência médica, que custou a amputação dos membros de uma garota, família californiana recebeu US$ 10 milhões

Ryan Jeffers comemora os progressos de sua filha Malyia Jeffers após a fisioterapia no Hospital de Crianças “Shriners” em Sacramento (Foto 7 News: AAP).
Ryan Jeffers comemora os progressos de sua filha Malyia Jeffers após a fisioterapia no Hospital de Crianças “Shriners” em Sacramento (Foto 7 News: AAP).
A família de uma criança da Califórnia cujos pés, mão esquerda e parte da mão direita foram amputados por causa de um longo atraso na sala de emergência de um hospital na Califórnia, EUA, aceitou o acordo de receber US$ 10 milhões  do hospital.
Malyia Jeffers tinha dois anos quando seus pais a levaram ao Hospital Metodista da cidade de Sacramento, Califórnia,  com febre, manchas na pele e fraqueza. De acordo com documentos judiciais, foi dito a família para esperar.
“Enquanto na sala de espera, Malyia ficava mais doente e mais fraca”, de acordo com a queixa apresentada na Corte Superior de Sacramento. Os pais de Malyia repetidamente pediram e imploraram aos funcionários do hospital para tratar a sua filha.
A família esperou por cinco horas para que Malyia fosse vista pela primeira vez por um médico, diz o documento.
Ryan Jeffers e Leah Yang viram sua filha ficar cada vez mais fraca. Viram os hematomas em seu corpo aumentando, afetando as pernas, braços e rosto. Eles estavam com medo de que ela iria morrer na sala de espera.
Malyia e seu pai Ryan Jeffers, antes da triste história
Malyia e seu pai Ryan Jeffers, antes da triste história
Malyia então foi levada para o Hospital da Universidade de Stanford Lucile Packard. Os médicos descobriram que as bactérias Streptococcus, invadiram seu sangue e órgãos, e precisaram fazer as amputações.
Documentos judiciais mostram que a maior parte do dinheiro será colocado numa conta bancária que irá proporcionar US$16.932 dólares por mês, até que Malya complete 18 anos.
O acordo que os pais fizeram com o hospital Metodista está entre maiores casos de negligência médica da história da Califórnia, de acordo com os advogados.
“O que podemos dizer é que Malyia tem um novo conjunto de pernas artificiais e ela está andando” disse Collins. “Não era dessa forma que queríamos, mas fomos capazes de resolver o caso.”
Malyia passou mais de três meses na Universidade de Stanford antes de ser internada em outro hospital em Sacramento.
Ela ainda está passando por terapia e vai precisar de medicamentos caros, próteses personalizadas, roupas especiais e cadeiras de rodas para o resto de sua vida.
Malyia se olhando no espelho durante sua fisioterapia com a pediatra e terapeuta Amanda McAloon.
Malyia se olhando no espelho durante sua fisioterapia com a pediatra e terapeuta Amanda McAloon.
Fonte:http://au.news.yahoo.com
Tradução Livre realizada pelo Blog Deficiente Ciente
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Criança com "Ossos de vidro" consegue ajuda e fará cirurgia no Hospital Estadual da Criança

Davi Luca Casaes Silva será acompanhado pelo médico ortopedista Vladimir Pires, que atende no Hospital Estadual da Criança (HEC).



menino Davi Luca Casaes Silva, de dois anosque sofre de osteogêneseimperfeitaconhecida como ossos de vidro (doença rara caracterizada pelafragilidade ósseaserá acompanhado pelo médico ortopedista VladimirPiresque atende no Hospital Estadual da Criança (HEC) em Feira de Santana, onde fará ainda a cirurgia das pernas.
Após a divulgação da matéria no programa e no site, a diretora técnica do Hospital Estadual da CriançaEdilma Reis,informou que será feita a transferência do tratamento para o HEC.
“Nosso objeto é justamente essetrazer para  tratamentos de doençasraraspara que as mães e seus filhos não precisem ir para salvadorvamos agendar para a próxima semana a consulta da criança com aortopedia do nosso hospital e vermos o momento certo da cirurgia”afirmou.
médico ortopedista, Vladimir Piresexplicou que a osteogêneseimperfeita é uma patologia rara que se baseia em uma alteração genéticado colágeno na formação do ossodando uma fragilidade óssea onde opaciente tem uma tendência a ter fraturas e alteração no desenvolvimento.
De acordo com eleexistem vários tipos de osteogênese e dependendo decada casoé feito o procedimento de tratamento“Essa cirurgia é umacorreçãopois as fraturas causam deformações nas pernas ou braçosmasnão é uma cirurgia complicada”disse.

Agradecimento
Ao saber da notícia, a mãe de Davi Luca, Dionir Oliveira, esteve na redaçãodo site Acorda Cidade para agradecer pela divulgação do caso.

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