sábado, 25 de agosto de 2012

Africano cruza metade da África em cadeira de rodas em campanha por recursos



O veterinário queniano Zackary Kimotho está atravessando mais de 3 mil quilômetros na África em uma campanha para arrecadar recursos para um centro especializado em lesões na coluna.
Há oito anos, ele levou um tiro durante um assalto violento e ficou paraplégico. A África Central não tem centros especializados em lesões na coluna. Seu objetivo é arrecadar o equivalente a mais de R$ 6 milhões para construir em Nairóbi o primeiro centro do tipo.
Até agora, ele chegou apenas à fronteira do Quênia com a Tanzânia, onde conversou com um repórter da BBC. Ele ainda tem pela frente mais de três mil quilômetros.
Zackary Kimotho

Fonte: http://www.bbc.co.uk/  - http://www.deficienteciente.com.br
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Casos incríveis de superação proporcionados pela tecnologia

Às vezes, esquecemos que tecnologia é mais do que Internet, gadgets e games. Ultimamente, um dos avanços mais interessantes tem acontecido na área das próteses e implementos tecnológicos para ajudar na melhoria de vida dos portadores de necessidades especiais. Pensando nisso, o TechTudo criou uma lista com os casos de superação mais interessantes proporcionados por essa mistura de ciência e tecnologia.
Chloe Holmes





















Chloe Holmes é uma menina inglesa de 15 anos que, após contrair uma septicemia estreptocócica (infecção sanguínea causada por bactérias), perdeu todos os dedos da mão esquerda e quase todos da mão direita, restando somente o polegar e metade do indicador. O problema ocorreu quando ela tinha apenas três anos. Agora, após a realização do implante da mão biônica, feita sob medida, a menina está aprendendo a usá-la na realização das tarefas diárias.
O modelo de prótese é construído pela empresa escocesa Touch Bionics e a principal característica do equipamento é o controle das ações realizado por impulsos elétricos, que partem das terminações nervosas do braço do usuário, o que proporciona um comando e uma execução das ações mais refinadas.


Matthew James
 
Matthew James, um inglês que nasceu sem a mão esquerda, vinha guardando dinheiro, juntamente com sua família, para adquirir uma prótese. Depois de um longo tempo tentando arrecadar a quantia necessária – cerca de R$ 98 mil – ele decidiu escrever para Ross Brawn, chefe da equipe Mercedes de Fórmula 1, pedindo um patrocínio.

Na carta, James ainda ofereceu um espaço no mecanismo para que a empresa estampasse sua marca. A equipe não aceitou a proposta da logomarca, mas doou o equipamento para o garoto. Agora, James está se adaptando ao uso dos comandos da prótese, a mesma usada por Chloe.


Tarcísio Henrique Muniz Chaves
O Brasil também tem seus casos de superação pela tecnologia. O maranhense Tarcísio Henrique Muniz Chaves, atualmente com 40 anos, recuperou a audição após quase sete anos de total silêncio. O microempresário perdeu a capacidade de ouvir em um acidente de carro, no qual sofreu uma forte pancada na cabeça. A audição foi restaurada após uma cirurgia de implante cóclear, amplamente conhecido como ouvido biônico.

O equipamento funciona realizando a transformação das ondas sonoras em estímulos elétricos, substituindo totalmente o ouvido de pessoas que tem surdez total ou quase total. Dessa forma, é o aparelho que estimula diretamente o nervo auditivo por meio de pequenos eletrodos inseridos dentro da cóclea.

Depois desse processo, o nervo leva estes sinais para o cérebro. Um dado interessante, no caso de Tarcísio, é que todo o procedimento cirúrgico, equipamento e tratamento foi custeado integralmente pelo SUS dentro do Programa de Tratamento Fora do Domicílio (TFD).

Matthew Newbury
 
Matthew Newbury, de 30 anos, redescobriu as possibilidades de movimentar-se de forma quase natural. Ele é o primeiro britânico a adquirir uma perna biônica Genius. O rapaz perdeu a perna esquerda em um acidente de moto em 1997, e somente agora, após quase 15 anos, ele pôde recuperar a naturalidade dos movimentos.
Com a perna nova, Newburry está livre para praticar esportes e subir escadas, tudo de forma confortável e tranquila. A precisão nos movimentos realizados pela prótese biônica é tão grande que o rapaz chega a afirmar que a Genius funciona melhor que sua perna direita, também avariada no acidente.
A prótese é produzida pela empresa alemã Otto Bock Healthcare e seu diferencial está no avançado sistema de computação combinado com sensores de movimento e velocidade que ajudam na detecção de pequenas mudanças no padrão de caminhar do usuário. Porém, essa tecnologia tem um custo: £ 50 mil, aproximadamente R$ 150 mil.

Seiji Uchida
Na sequência, vem o japonês Seiji, de 49 anos. Uchida não anda desde os 21 anos, quando sofreu um acidente de carro. Agora, poderá realizar um de seus sonhos: escalar e caminhar pelas trilhas das ilhas rochosas de Mont Saint Michel, na França.

 


A aventura será possível graças ao Hybrid Assistive Limb (HAL), um exoesqueleto movido a bateria, que será utilizado para carregar Uchida pelas trilhas e pela escalada. O projeto foi desenvolvido pelo professor Yoshiyuki Sankai da Universidade Tsukuba e a concepção inicial era auxiliar idosos com dificuldades motoras. Futuramente, além de servir para carregar pessoas com necessidades especiais, poderá ser usado como uma maneira de locomoção para estas pessoas.

Stephen Hawking
 


O físico inglês Stephen Hawking 
 é portador de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) – doença neurodegenerativa caracterizada pela morte dos neurônios motores –, que foi diagnosticada aos 21 anos. Hawking é um grande físico e matemático da era moderna e, à medida que sua doença foi avançando, mais necessária tornou-se a presença da ajuda tecnológica.

Ele usa tecnologia desde a fala, originada por seu sintetizador de voz que fica ligado a um computador comandado por meio de movimentos que realiza com sua bochecha até a locomoção de sua cadeira. E esses fatores possibilitam a Hawking, ainda hoje, dividir seu conhecimento por meio de aulas e livros.

Oscar Pistorius
 
Por último, o emblemático para-atleta sul-africano. O esportista nasceu com hemimelia fibular tipo 2 – ausência total da fíbula – o que gerou a necessidade da amputação das duas pernas, abaixo do joelho, aos 11 meses de idade.

No entanto, Pistorius – com auxílio de próteses – sempre foi um atleta ativo. Foi jogador de pólo aquático, tênis de campo e rúgbi. Após sofrer uma lesão no joelho, jogando rúgbi, foi aconselhado a abandonar a prática desse esporte e dedicar-se a outra categoria. Pistorius escolheu o atletismo. Desde então, o atleta vem quebrando diversas marcas do para-atletismo e, atualmente, detém todos os recordes para-olimpícos das categorias que disputa, as provas de 100 m, 200 m e 400 m.

Em 2007, Pistorius foi convidado a participar do meeting de atletismo de Roma, um evento para atletas não portadores de necessidades especiais. Após sua participação, muito foi falado sobre suas próteses Cheetah Flex-Foot de fibra de carbono, fabricadas pela Ossur.

Após muita discussão e averiguação por parte da Associação Internacional da Federação de Atletismo (IAAF), sobre a dúvida se as próteses davam ou não vantagem ao atleta, ele foi absolvido e sua participação em eventos para atletas sem necessidades especiais foi aceita. Recentemente, Pistorius alcançou o índice olímpico para 2012. E reafirmou, mais uma vez, sua icônica frase: “Não há nada que os atletas normais façam que eu não possa fazer”.

Fonte: http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2012/02/casos-incriveis-de-superacao-proporcionados-pela-tecnologia.html - http://queremosacessibilidade.blogspot.com.br


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Próteses e órteses terão taxas especiais de financiamento

Nova lista de produtos de tecnologia assistiva está prevista para setembro, e deve aumentar de 30 para mais de dois mil itens.


A edição 2012 da Feira Reabilitação, realizada pela HOSPITALAR entre 15 e 17 deste mês, rendeu bons frutos para as pessoas com deficiência que necessitam de produtos de tecnologia assistiva, como próteses e órteses, por exemplo. 

Após encontros e pedidos ao Governo Federal, a proposta da Associação Brasileira de Ortopedia Técnica (Abotec) para ampliação da lista de produtos de tecnologia assistiva, dentro do Plano Viver Sem Limites, foi aceita pela Secretaria da Pessoa com Deficiência, e já estará valendo a partir de setembro. Com a alteração, o número de equipamentos com taxas especiais subsidiadas pelo Banco do Brasil passará de 30 para mais de dois mil itens. Além disso, durante a feira foi oficializada a realização do I Congresso Abotec-ISPO-Brasil de Órteses, Próteses e Reabilitação, que acontecerá em 2013 junto com a Reabilitação, em São Paulo.

Na nova lista de produtos de tecnologia assistiva estarão incluídas órteses e próteses ortopédicas que, segundo estimativas da Abotec, são usados por aproximadamente metade da população de 45 milhões de pessoas, que possuem algum tipo de deficiência no Brasil. As taxas de juros são de 0,44% ao mês para produtos até R$ 5 mil, e 0,64% para equipamentos acima desse montante. “Achamos importante o entendimento do Governo Federal às sugestões da Abotec para que fossem atendidos também essa parcela significativa de pessoas com deficiência nos país. Essa é uma grande etapa vencida, mas ainda temos de fazer pelo setor e pelos nossos pacientes”, afirma Joaquim Cunha, presidente da associação.

De acordo com o assessor da Secretaria Nacional de Promoção  dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Fernando Ribeiro, esta integração entre as associações e empresas e o Governo serão fundamentais para o benefício da população que precisa de incentivos para produtos com tecnologia assistiva. “Vemos de maneira significativa essa parceria entre a indústria e o poder público. Os resultados disso ajudarão desde o setor produtivo, com aumento na escala de mercado e demandas dos seus produtos, até o paciente que terá mais opções de onde comprar, atendendo ao mesmo tempo, mais diversidades”, analisa.

I Congresso ABOTEC – ISPO-Brasil de Órteses, Próteses e Reabilitação
Durante a feira, a ABOTEC e ISPO-Brasil lançaram oficialmente o I Congresso ABOTEC ISPO-Brasil de Órteses, Próteses e Reabilitação, evento que contará com a presença de especialistas internacionais e será realizado juntamente com a Reabilitação 2013, no Parque do Anhembi entre os dias 30 de julho e 1º de agosto. Para a presidente fundadora da Reabilitação, Waleska Santos, a realização do congresso dará uma contribuição importante para a feira. “As portas da reabilitação estão abertas para Abotec e a ISPO-Brasil. Sem dúvidas, o setor com um todo será o maior beneficiado com a integração desses dois grandes eventos. Estamos felizes de honrados de termos sido os escolhidos para essa junção”, explica.

Uma das maiores lideranças no Brasil, nos últimos 30 anos, pelos direitos das pessoas com deficiência, a deputada estadual de São Paulo, Célia Leão, parabenizou no evento as ações da Abotec em prol dessa parcela da população. “A associação tem sido cúmplice desse momento de evolução e interação das pessoas com deficiência na sociedade. Produtos de tecnologia assistiva não são como sapatos, eles precisam ser feitos especialmente para aquele paciente e acompanhar a suas mudanças físicas. E é impossível reabilitar bem alguém, se não houver produtos que dê condições para nos colocarmos como iguais e buscamos as mesmas oportunidades”, conta.

Aproximação com o Governo Federal
Durante o painel de Observatório de Tecnologia Assitiva, realizada na Feira Reabilitação, a ABOTEC foi convidada juntamente com a Abteca (Associação Brasileira de Tecnologia Assistiva) e a Abridef (Associação Brasileira das Indústrias e Revendedores de Produtos e Serviços para Pessoas com Deficiência) para auxiliarem o Ministério da Saúde no programa de capacitação e implementação de Centros de Referência, que deve implantar em todo o país 60 oficinas ortopédicas e formar cerca de 660 profissionais da área. “Deixo aqui oficializado o meu convite para que as associações nos auxiliem na implementação desse plano”, enfatizou Eduardo Jorge, diretor do Departamento do Complexo Industrial e Inovação em Saúde Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos Ministério da Saúde.

Fonte:http://fezago.blogspot.com.br/


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Lei assegura direitos aos acompanhantes

Teatros e cinemas terão de se adaptar à nova norma.
Redação Jornal Coletivo

                                           Já está em vigor a lei que garante os direitos aos acompanhantes em eventos culturais


Os acompanhantes de pessoas com algum tipo de deficiência no Distrito Federal serão beneficiados com a Lei nº 4.917, sancionada pelo governador em exercício do DF, Tadeu Filippelli. A norma institui medidas de auxílio à pessoa com deficiência e garante o acesso e acomodação de acompanhantes em teatros, cinemas e outros locais que apresentam eventos culturais. O ato foi publicado no Diário Oficial do DF de ontem, e entra em vigor em 90 dias.

A lei assegura também que, havendo preço promocional de entrada para pessoa com deficiência, o benefício deverá ser estendido ao acompanhante, além de estabelecer a clareza na visualização dos lugares distribuídos em conformidade com a legislação. “Esse decreto veio atender a um antigo pleito da pessoa com necessidade especial”, comemorou o subsecretário de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, César Pessoa de Melo.


Segundo o subsecretário, essa lei é bastante positiva. “A lei assegura os direitos do cidadão, mas ainda não é a resolução dos problemas”. Melo revelou que a Secretaria de Justiça (Sejus) planeja construir um espaço cultural com todas as soluções de acessibilidade. “Temos um projeto que abriga técnicas de linguagem como Libras, audiodescrição, legendas em tempo real, além dos recursos físicos”, antecipou. No DF existem 500 mil pessoas com algum tipo de deficiência, sendo 22% da população local.



A lei assegura os direitos do cidadão, mas ainda não é a resolução dos problemas”.

Subsecretário de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, César Pessoa de Melo


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Será reforçado atendimento a deficientes em situação de dependência

Parceria entre Secretaria Estadual da Família e Desenvolvimento Social e Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome vai melhorar as condições de vida de pessoas com deficiência em situação de dependência.
Isto será feito através de projetos-piloto que serão implementados em diversas regiões do Paraná.
As ações fazem parte do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Viver sem Limite.
Inicialmente, o governo do Paraná vai investi quatrocentos e vinte mil reais no empreendimento assistencial.
O programa prevê, nesta primeira etapa, a instalação de uma Residência Inclusiva em Ponta Grossa e duas em Cascavel.
Elas disponibilizam atendimento integral a jovens e adultos com deficiências e sem condições de sustento ou em situação de abandono ou de violação de direitos à vida.
Curitiba vai ganhar um Centro-Dia, que é um espaço para atendimento multidisciplinar às pessoas com deficiência em situação de dependência.

Fonte:http://www.guaranoticias.com.br/noticia.php?c=2&m=11535

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Brasileiros criam painel interativo para deficientes físicos com o Kinect

Sistema identifica pessoas que perderam membros e cadeirantes.
Usuários podem usar comandos de voz em português para navegar na web.
Gustavo Petró Do G1, em São Paulo

      Sistema usa o Kinect, fazendo com que o acessório identifique deficientes físicos que perderam parte dos membros (Foto: Divulgação/FIT)


O Kinect, acessório para Xbox 360 e PC que reconhece os movimentos do jogador, é muito usado em games e dispensa o uso de joystick. Desde o lançamento do aparelho no final de 2010, desenvolvedores "hackearam" o dispositivo para usá-lo com outras funcionalidades, o que fez a Microsoft lançar um kit de desenvolvimento aberto para que o Kinect fosse utilizado para outras finalidades.

Finalidades estas que o FIT - Instituto de Tecnologia, de Sorocaba, no interior de São Paulo, percebeu que poderia aplicar ao Kinect para melhorar a interação de deficientes físicos com a tecnologia. "Criamos um painel interativo em que qualquer pessoa, com deficiência física ou não, pudesse interagir", disse ao G1 o analista de sistemas do FIT Maurício Oliveira, responsável pelo projeto que demandou dois meses de trabalho e foi concretizado há três semanas. "Exploramos a questão da deficiência como fator de inclusão, mas o mesmo aplicativo permite que pessoas sem deficiência possam usá-lo".


Foi desenvolvido um painel interativo em que cadeirantes ou quem perdeu parte dos braços possa usar e interagir, acessando informação. O aplicativo usado apresenta um mapa do mundo, no qual os usuários navegam pelos continentes utilizando os braços e obtêm informações sobre 60 países.

O sistema também reconhece comandos de voz em português - no Kinect para o Xbox 360, o idioma ainda não foi lançado oficialmente, embora na feira E3, a Microsoft tenha dito que uma atualização traria comandos de voz em português nos próximos meses.


"Mais do que um game, queríamos fazer algo com propostas mais nobres. Já que o Kinect reconhece braços e cabeça do jogador, ele poderia rastrear qualquer outra parte do corpo", explica. "Foi um trabalho de programação e de estudo das características da deficiência física da pessoa. Vimos que é fácil controlar o sistema pelo Kinect com o braço, mas é mais complicado para quem tem apenas parte dele e, por isso, tivemos que calibrar o sistema".

Segundo Oliveira, o FIT tem mais de 200 pessoas com deficiência física, que ajudaram a criar o sistema.



Usos da invenção
De acordo com Oliveira, não existe um único propósito do que pode ser feito. O programa pode ser construído do zero para qualquer finalidade. "O potencial [dele] é forte", afirma. Ele exemplifica, dizendo que lojas podem usar o sistema para criar uma vitrine virtual que pode ser utilizada por qualquer pessoa.


Ainda, Oliveira acredita que o Kinect pode ser usado na área da educação. "As crianças, por iniciativa própria, podem usar e brincar, assimilando conteúdo que só conseguiriam aprender ou gravar do modo tradicional".
O potencial na área médica também é destacado. "Muitas empresas têm usado o Kinect na fisioterapia. Procuramos criar aplicações para atender esta área".


Deficientes visuais
O sistema criado pela FIT também permite que deficientes visuais utilizem o sistema. Por meio de comandos de voz, eles podem navegar na internet. "Ele sabe o que há na tela por meio de uma narração dinâmica. O sistema pode até ler uma notícia para a pessoa".


O sistema, por meio do Kinect, reconhece cadeirantes e comandos de voz em português (Foto: Divulgação/FIT)
O sistema, por meio do Kinect, reconhece cadeirantes e comandos de voz em português (Foto: Divulgação/FIT)


Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2012/08/brasileiros-criam-painel-interativo-para-deficientes-fisicos-com-o-kinect.html


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Projeto isenta pessoa com deficiência de tarifa de embarque

O Projeto de Lei 3641/12, do deputado Junji Abe (PSD-SP), concede isenção de tarifa de embarque em voos domésticos a pessoas com deficiência.
Notícias / Câm. dos Deputado

Projeto isenta pessoa com deficiência de tarifa de embarque

O Projeto de Lei 3641/12, do deputado Junji Abe (PSD-SP), concede isenção de tarifa de embarque em voos domésticos a pessoas com deficiência. Para o deputado, uma vez que normalmente esses cidadãos têm gastos maiores que os demais com, por exemplo, despesas médicas, “não é justo que recebam o mesmo tratamento quanto ao pagamento de tarifas aéreas, especialmente, quando utilizam a aviação a trabalho”.
A tarifa de embarque é fixada em função da categoria do aeroporto e da natureza da viagem (doméstica ou internacional) e cobrada antes do embarque do passageiro. Ela remunera a prestação dos serviços e a utilização de instalações e facilidades existentes nos terminais de passageiros, com vistas ao embarque, desembarque, orientação, conforto e segurança dos usuários.
Junji Abe afirma ainda que após a Constituição de 1988, as pessoas com deficiência são vistas de forma mais participativa no mercado de trabalho. “Contudo, apesar de toda mobilização do Estado e da sociedade, existem ainda entraves dificultando a vida dessas pessoas, como a cobrança de tarifa de embarque”, sustenta.
Tramitação
A proposição foi apensada ao PL 4638/09 e está sujeita à apreciação do Plenário. Regime de tramitação: Prioridade



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Paralimpíadas: Brasil é o país que mais conquistou o direito de participar de esportes coletivos

Os Jogos Paralímpicos de Londres vão ocorrer de 29 de agosto a 9 de setembro. Dos nove esportes coletivos, o Brasil estará presente em sete.


O Brasil é o país que mais conquistou o direito de participar dos Jogos Paralímpicos de Londres nos esportes coletivos. Atrás apenas da Inglaterra, anfitriã dos Jogos, que tem direito a representantes competindo em todas as modalidades, o Brasil é o país que mais participará de esportes coletivos.
Os Jogos Paralímpicos de Londres vão ocorrer de 29 de agosto a 9 de setembro. Dos nove esportes coletivos, o Brasil estará presente em sete. As modalidades do Fut5, Fut7, goalball masculino e feminino, basquete em cadeira de rodas feminino e volei sentado masculino e feminino terão equipes brasileiras em busca do lugar mais alto do pódio. Apenas o rugby e o basquete em cadeira de rodas masculino não serão representados.
O Presidente do CPBSite externo., Andrew Parsons, destacou que o fato demostra o alto nível e a força do esporte paralímpico brasileiro, além de ser fruto de um planejamento técnico realizado a longo prazo.
“Não buscamos apenas o ganho de medalhas, mas também o crescimento e consolidação do esporte adaptado no país. Estamos no caminho certo. O Brasil é forte candidato a vitória em quase todos os esportes coletivos. Bicampeão mundial e paralímpico no futebol de 5 para cegos, a Seleção é uma das potências da modalidade, além de favorita ao ouro. No volei, a equipe masculina tem reais chances de medalhas e as meninas conquistaram pela primeira vez o direito de participar de uma Paralimpíada. O goalball fez bonito no Parapan. Os meninos conquistaram o ouro e as meninas levaram a prata, perdendo para os Estados Unidos, atuais campeões paralímpicos. Nosso Fut 7 sempre briga por pódio e tem boas chances”, analisou Parsons.
As conquistas das vagas vão ao encontro com o cenário previsto pelo planejamento técnico do CPB, que analisou o crescimento do Brasil no cenário paralímpico de 1992 até hoje. Em relação às conquistas de medalhas de ouro, o Brasil teve um crescimento de 433%, nos últimos Jogos.
O Diretor do Departamento Técnico, Edilson Alves, avalia que a forte presença brasileira nos Jogos de Londres foi um dos objetivos já alcançados pelo Comitê. “Ao classificarmos sete das nove vagas, percebemos que o planejamento vem sendo bem executado e isso é uma prova que estamos caminhando em direção a nossa meta: ficar entre as dez maiores potências paradesportivas do planeta,” comentou Edilson.

Confira as modalidades e os países classificados:
FUT5
Brasil, China, França, Espanha, Grã-Bretanha, Argentina, Irã, Turquia.
FUT 7Ucrânia, Brasil, Irã, Grã-Bretanha, Rússia, Holanda, Argentina, EUA.
GOALBALL
Homens: Finlândia, Turquia, Bélgica, Canadá, Lituânia, China, Irã, Suécia, Argélia, Brasil, Grã-Bretanha, Coréia.
Mulheres: Canadá, EUA, Suécia, China, Finlândia, Grã-Bretanha, Dinamarca, Austrália, Japão, Brasil.
BASQUETE EM CADEIRA DE RODAS
Homens: África do Sul, Grã-Bretanha, Alemanha, Espanha, Polônia, Turquia, Itália, Japão, Austrália, Canadá, EUA, Colômbia.
Mulheres: Alemanha, Holanda, Grã-Bretanha, França, Austrália, China, EUA, Canadá, Brasil, México.
RUGBY
Bélgica, Suécia, França, Grã-Bretanha, Canadá, EUA, Austrália, Japão.
VÔLEI SENTADO Homens: o Irã, Bósnia e Herzegovina, Egito, Grã-Bretanha, Rússia, Brasil, Ruanda, Alemanha, Marrocos, China.
Mulheres: China, EUA, Ucrânia, Grã-Bretanha, Países Baixos, Eslovénia, Brasil, Japão.


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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Regras para contratação de pessoas com deficiência mudou no país

Instrução Normativa nº 98 vai uniformizar os procedimentos adotados pela fiscalização do Ministério do Trabalho.
Procedimentos de fiscalização para inclusão de pessoas com deficiência e beneficiários da Previdência Social reabilitados no mercado de trabalho são atualizados
Procedimentos de fiscalização para inclusão de pessoas com deficiência e beneficiários da Previdência Social reabilitados no mercado de trabalho são atualizados
Os procedimentos de fiscalização para inclusão de pessoas com deficiência e beneficiários da Previdência Social reabilitados no mercado de trabalho foram atualizados. A Instrução Normativa nº 98, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi publicada no Diário Oficial da União da última quinta-feira (16) e, além de regulamentar de forma objetiva, também uniformiza os procedimentos adotados pela fiscalização do Ministério.
A nova instrução é mais um passo na evolução da qualidade da fiscalização, pois detalha os procedimentos que devem ser seguidos pelos auditores fiscais do trabalho, afirma a secretária de Inspeção do Trabalho do MTE, Vera Albuquerque.
“A uniformidade de procedimentos, o incentivo à qualificação de pessoas com deficiência e a regulamentação do procedimento especial de fiscalização vão estimular a contratação correta da pessoa com deficiência e sua completa integração no ambiente de trabalho, com ganhos significativos para os trabalhadores, para as empresas e para toda a sociedade”, afirmou Vera.
Segundo a nova regulamentação, os auditores do trabalho deverão participar do processo de captação da pessoa com deficiência no mercado de trabalho, de sua contratação, da adaptação no novo ambiente e do eventual desligamento. Os fiscais também terão o dever de incentivar as empresas a promoverem a qualificação das pessoas com deficiência contratadas, em reuniões locais com a presença dos empregadores e entidades qualificadoras.
A caracterização da pessoa com deficiência, a regulamentação da centralização das ações entre as Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego (SRTE), e a previsão das formas de combate às práticas discriminatórias também foram especificadas pela instrução normativa.
Contratações
As contratações de pessoas com deficiência sob a fiscalização do ministério aumentam a cada ano. Os dados mostram que, em 2009 foram inseridos 26.449 profissionais no mercado de trabalho, somente com a intermediação do Ministério. Já no ano de 2010, os auditores do trabalho formalizaram a contratação de 28.752 pessoas com deficiência; e no ano passado, em 2011, este número aumentou 19,62%, chegando a 34.395 pessoas em todo o País.
Lei de Cotas
As ações de fiscalização visam cumprir o que estabelece a Lei nº 8.213, de Julho de 1991, conhecida como Lei de Cotas, que estabelece que as empresas com mais de 100 empregados são obrigadas a preencher entre dois a cinco por cento de seus quadros de funcionários com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras de deficiência.
Viver sem Limites
O balanço do primeiro semestre de 2012 do plano Viver sem Limites, divulgado na última quinta-feira (16), mostra que o Brasil atingiu a meta para o ano na oferta de vagas pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), com 20 mil vagas de educação profissional e tecnológica para deficientes.
O objetivo do plano é garantir o acesso à educação, inclusão social, atenção à saúde e acessibilidade a pessoas com deficiência, e oferecer 150 mil vagas de cursos de qualificação para esse segmento até 2014. Atualmente, 45 milhões de pessoas declaram possuir algum tipo de deficiência no País, segundo o Censo IBGE/2010.
O Viver Sem Limites foi lançado em novembro de 2011 e reúne ações de 15 ministérios, com investimentos da ordem de R$ 7,7 bilhões até 2014 e coordenação da Secretaria de Direitos Humanos (SDH). Oito estados já aderiram ao plano e outros dezoito mantêm negociações. Nas próximas semanas são esperadas as adesões de Pernambuco, Sergipe e Paraíba.
Assista o vídeo:
Fonte: http://www.brasil.gov.br/http://www.deficienteciente.com.br


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Chinês que perdeu as mãos constrói próteses feitas de sucata para si mesmo



Há oito anos, Sun Jifa foi vítima de uma explosão de bomba caseira. E isso custou bem caro: o chinês de 51 anos perdeu parte de seus dois braços no acidente. Depois de quase uma década de tentativas de conserto, Jifa finalmente ganhou um novo par de braços – que ele mesmo construiu. Isso mesmo. Ele conseguiu construir um par de mãos feitas de metal que conseguem segurar objetos graças a uma série de fios e polias que ficam dentro delas.
Ele contou ao Daily Mail que tinha construído a bomba caseira para usar na pesca. A intenção era jogar a bomba na água para que os peixes ‘pulassem’ para fora, mas ela acabou explodindo prematuramente. Como não tinha recursos para bancar as próteses e precisava ajudar a família no trabalho da fazenda, Jifa decidiu desenvolver suas próprias mãos biônicas. “Eu controlo minhas mãos com movimentos dos meus cotovelos e assim posso trabalhar, amar e me alimentar normalmente, como qualquer outra pessoa”, diz.
Sun Jifa
A prótese ainda é pesada demais, o que torna cansativo usá-la por muito tempo. Além disso, fica extremamente quente ou gelada, nos extremos do inverno e do verão. Porém, Jifa pretende continuar desenvolvendo os protótipos para ajudar também outras pessoas que sofreram mutilações. “Eu fiz as próteses a partir de sucatas. Não há necessidade de pagar uma fortuna aos hospitais por isso”, afirma.
Sun Jifa
Imagens: Daily Mail
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Você namoraria uma pessoa com deficiência?


Casal de namorados (ele cadeirante e ela sem deficiência)
Caro leitor,

Na última enquete do blog http://www.deficienteciente.com.br levantamos a seguinte questão:
Namoraria uma pessoa: com deficiência auditiva; com deficiência visual; tetraplégica; sem deficiência; independente do tipo de deficiência, caso me apaixonasse ou com deficiência intelectual?
Participaram dessa pesquisa 1.141 pessoas.
E os resultados foram os seguintes: 716 pessoas responderam que namorariam uma pessoa independente do tipo de deficiência, caso se apaixonasse; enquanto 99 namorariam uma pessoa sem deficiência; 96 prefeririam namorar uma pessoa com deficiência auditiva; 85 optaram por pessoa com paraplegia; 60 por pessoa amputada; 56 namorariam uma pessoa com deficiência visual; 19 escolheram pessoa tetraplégica e 11 pessoas namorariam uma pessoa com deficiência intelectual.
A enquete teve como objetivo ter uma noção de como a sociedade encara um namoro com uma pessoa com deficiência. E pelo visto os resultados foram muito bons, visto que vivemos em uma sociedade contemporânea onde há um crescente interesse no alcance do corpo perfeito e cada vez mais mulheres e homens se submetem a torturados esforços para obtê-los. De acordo com o pesquisador Jean-Paul Aron: “… o fim do século XXI inventou um narcisismo coletivo, uma estética insólita do amor de si. A beleza institui-se como prática corrente, pior, ela consagrou-se como condição fundamental para as relações sociais. Banalizada, estereotipada, ela invade o quotidiano através da televisão, do cinema, da mídia, explodindo num todo o corpo nu, na maioria das vezes ou em pedaços, pernas, costas, seios e nádegas. Nas praias, nas ruas, nos estádios ou nas salas de ginástica, a beleza exerce uma DITADURA permanente humilhando e afetando OS QUE NÃO SE DOBRAM AO SEU IMPÉRIO. Quem não atende os padrões de beleza exigidos pela sociedade torna-se mais visível e menos aceitável.” Isso é algo muito sério, pois devemos ser o que realmente somos, e não o que “querem” que sejamos. Somos seres únicos e cada um tem seu valor.
Precisamos nos valorizar e derrubar esse padrão de beleza exigido pela sociedade.  Precisamos aceitar o outro como ele é, e buscar na outra pessoa algo em que nos transforme num ser humano melhor. Isso é ter atitude, é saber o que quer, ter amor próprio, autoconfiança…
Segundo a pesquisadora Drª Maria do Socorro Correia Lima, “… não podemos restringir desvios estéticos apenas às pessoas com deficiência, na verdade todos estão sujeitos a alterações, desproporções, imperfeições e desfigurações, independentemente do sujeito ser considerado normal ou desviante” porque não existe ser humano perfeito! Qualquer pessoa está sujeita a implacável e desmedida cobrança da sociedade.
Como dizia Voltaire, “se o homem fosse perfeito, seria Deus”.
Vera Garcia
Veja:

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