sábado, 1 de setembro de 2012

Paraolímpicos revelam histórias de guerras, doenças e violência

A tenista pernambucana Natália Mayara, de 18 anos, teve uma adaptação diferente à deficiência física. Ela perdeu as duas pernas ao ser atropelada, na calçada, por um ônibus coletivo, aos dois anos. "Para mim foi mais fácil, porque eu já aprendi a andar de prótese e cadeira, nunca tive a experiência de andar", disse à BBC Brasil. BBC


Boa parte dos paratletas brasileiros em Londres 2012 foi vítima de acidentes de trânsito. Em 2000, a costureira Cláudia Santos atravessava a rodovia Raposo Tavares, em São Paulo, ao sair do trabalho, quando foi atropelada. Ela perdeu a perna direita imediatamente. Hoje, aos 35 anos, é campeã mundial de remo e está disputando sua segunda Paraolimpíada BBC



O remador Nick Beighton é um dos seis veteranos da guerra do Afeganistão que estão na equipe britânica nos Jogos. Ele perdeu ambas as pernas ao pisar em um explosivo improvisado feito por militantes talebãs em Helmand. "Todo mundo tem a sua maneira de lidar com a recuperação, mas para mim, o esporte foi vital", disse à BBC o remador de 30 anos. PA

Foi o investimento financeiro direto da primeira-dama da Geórgia, Sandra Roelofs, que fez com que Nika Tvauri pudesse ir à sua primeira competição internacional de natação, em 2011. Ele perdeu a visão e 90% da mão direita aos 16 anos, quando pegou nas mãos uma antiga mina, que encontrou perto de sua casa, no subúrbio de Tiblisi. BBC

Ao contrário dos veteranos britânicos, os cinco soldados que fazem parte da equipe de atletismo do Sri Lanka reclamam de falta de incentivo financeiro para participar de competições internacionais, apesar dos bons resultados. "Eu tenho que comprar todo o equipamento, roupas, sapatos e tudo o mais do meu salário", afirma o corredor UDP Pradeep Sanjaya, quinto melhor do mundo nos 400m de atletas com deficiências de coordenação e controle muscular. BBC

O conflito entre as forças do governo e os Tigres Tâmeis, que oficialmente durou 26 anos, deixou cerca de 70 mil mortos, segundo dados oficiais. "O único equipamento que eu tenho para treinar é minha bengala", disse à BBC saltador PA Lal Pushpakumara, quarto melhor atleta paraolímpico do mundo nos 200m. Ele perdeu a perna esquerda em 2008, ao ser atingido pela explosão de uma mina terrestre plantada pelo grupo separatista Tigres da Liberação do Tamil Eelam. BBC

A violência urbana na Colômbia fez pelo menos quarto vítimas no time paraolímpico de basquete de cadeira de rodas, que se classificou pela primeira vez na história para os Jogos. Freddy Rodríguez foi atingido por uma bala perdida na coluna aos 8 anos de idade, quando vivia na cidade de Florença, em Caquetá, na Amazônia colombiana. BBC

William Pulido, de 34 anos, ficou paraplégico aos 15 anos ao ser baleado em uma briga na rua, em Bogotá. Como no caso da maioria de seus colegas, ele passou a jogar basquete em cadeira de rodas durante o processo de reabilitação, como atividade terapêutica. "O esporte é o eixo fundamental de toda a minha vida. Graças a ele me reabilitei, estudei e segui adiante", disse Pulido à BBC Mundo, serviço em espanhol da BBC. BBC

Dominique Bizimana, de Ruanda, acumula as funções de jogador do time de vôlei sentado e presidente do comitê paraolímpico do país desde 2004. Aos 16 anos, Bizimana foi recrutado como soldado da FPR (Frente Patriótica de Ruanda) e perdeu a perna esquerda durante a guerra civil no país, que deixou pelo menos 800 mil mortos em três anos. "Depois que perdi a perna, eu consegui voltar para a escola. Terminei o ensino secundário com 21 anos e entrei na universidade", contou à BBC Brasil. BBC

O atleta conta que os para-atletas do país não tinham apoio oficial até 2004. Antes disso, eles dependiam das ONGs que atuam no país com vítimas do conflito. Depois da participação de um atleta ruandense em Sydney 2000, o comitê conseguiu classificar mais atletas nas olimpíadas seguintes. Em Londres, a delegação paraolímpica de Ruanda tem 14 atletas em três esportes. BBC

O atleta paquistanês Mudassar Baig teve a perna direita diminuída em relação à esquerda por causa da poliomielite, que adquiriu quando criança. Aos 33 anos, é um dos quatro atletas do país a participar dos Jogos, competindo nos 200m e 400m. "Eu sempre quis correr como os outros garotos, mas minha deficiência não permitia. Eu prometi a mim mesmo que um dia eu correria e venceria e esse dia chegará em Londres", afirmou ao jornal "Pakistan Today" AP
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Brasileiro sem pés é convidado para treinar com o Barcelona

Aos 11 anos, Gabriel Muniz chamou a atenção dos dirigentes do clube espanhol e vai viajar para conhecer seu ídolo, Lionel Messi.



São Paulo – Ainda não há futebol de campo nos Jogos Paralímpicos atuais, mas, se depender de um brasileiro de 11 anos de idade, essa modalidade deve ter um espaço garantido na competição futuramente. O menino Gabriel Muniz nasceu sem os pés, mas isso não o impediu de praticar o esporte e ter grande habilidade com a bola.


Depois de aparecer em um programa de TV, ele ganhou fama e foi convidado para visitar o FCBarcelona Camp do Rio de Janeiro, a “colônia de férias” do clube no Brasil. Lá, ele mostrou seu talento, foi visto pelos dirigentes da equipe e recebeu outro convite, ainda mais especial: viajar para a Espanha para treinar e conhecer seu maior ídolo, o argentino Lionel Messi.

O reconhecimento não veio apenas devido à deficiência, mas sim pela qualidade de sua atuação durante as partidas. Em entrevista divulgada em veículos nacionais e internacionais, o professor e o melhor amigo de Gabriel atestam sua competência e garantem que seus dribles, passes e gols são dignos de craque. Sua visita a Barcelona está marcada para o final de setembro, quando mostrará, mais uma vez, toda a habilidade que revela durante as aulas de educação física na escola. 


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Equoterapia pode estimular a fala e a atenção de crianças autistas



Você já ouviu falar em equoterapia? É um tipo de tratamento realizado com pessoas deficientes ou com necessidades especiais que utiliza o cavalo para promover o desenvolvimento físico e psicológico. O método já é antigo, mas uma pesquisa publicada recentemente apontou uma hipótese para explicar os benefícios da equoterapia para crianças autistas.

Um estudo recente realizado em uma clínica de tratamento para crianças com necessidades especiais no Reino Unido, a Special Horses for Special Children, sugere que os movimentos realizados pelo corpo da criança enquanto ela está sobre o cavalo aliviam a tensão na parte do cérebro que afeta a fala e a visão. Com isso, o sangue na região flui melhor e, portanto, a atividade neural da região melhora significativamente. Além da fala, o humor e a atenção da criança também são beneficiados. “Crianças autistas têm muita tensão na base do crânio e nas membranas do cérebro e isso impede o fluxo regular de hormônios, como a ocitocina, responsável pelo bem-estar, e essencial para a sociabilidade”, afirmou a cientista Fiona Dann, uma das responsáveis pela pesquisa.

Segundo Luciane Padovani, terapeuta ocupacional que trabalha há 15 anos com crianças autistas, a equoterapia trabalha não só a parte motora e postural, mas também a afetividade. As sessões duram cerca de 30 minutos e envolvem uma equipe multidisciplinar, que, dependendo das necessidades da criança, pode incluir psicólogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e fisioterapeutas. “Em cima do cavalo é mais fácil conseguir uma interação, o contato olho a olho com a criança. Trabalhamos bastante o tato também. É uma terapia muito rica”, afirma Luciane.

Para Antônio Carlos de Farias, neurologista infantil do Hospital Pequeno Príncipe (PR), a equoterapia é um ótimo coadjuvante no tratamento de crianças autistas. Ele explica que os cinco sentidos são comprometidos nesses pacientes, mas, ao entrar em contato com o cavalo, eles trabalham o toque, o senso de equilíbrio e ainda são levados a interagir com os profissionais e focar a atenção em suas instruções. Mas um alerta: antes de seguir com o tratamento, é preciso avaliar se a criança está se adaptando bem à atividade.

A analista de marketing Cristiane Poklikucha, 37 anos, só tem elogios para a técnica. Seu filho, agora com 8 anos, tem autismo e já faz equoterapia há um ano e meio. Inicialmente, ela ficou na dúvida se seria o tratamento mais adequado, uma vez que ele não tinha muitos problemas motores. “Mas ele gostava de animais, então eu resolvi tentar. Ele já havia feito fono no consultório, sem muito resultado, mas, quando passou a fazer o tratamento em cima do cavalo, a diferença foi grande. Ele presta muito mais atenção nos profissionais quando está montando”, conta a mãe. A melhora foi nítida também em casa. “Ele ficou mais atento, carinhoso e começou a fazer mais contato visual”, conta a mãe.

E as outras crianças? 
O benefício que os cavalos trazem para autistas são bem específicos, mas a interação com esse animal pode ser valiosa para qualquer criança. Por vários motivos. Segundo Rebeca Rehder, fisioterapeuta e funcionária da Escola de Equitação do Clube Hípico de Santo Amaro, em São Paulo, o contato da criança com o animal estimula a liberação de endorfina, proporciona a ela estar em um ambiente diferente e é também uma atividade lúdica que desenvolve a coordenação e o equilíbrio.

Fonte: Por Marcela Bourroul - Revista Crescer - http://creativeideias.blogspot.com.br


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Cientistas australianos implantam primeiro olho biônico


Sydney - Cientistas australianos anunciaram nesta quinta-feira a implantação bem-sucedida do primeiro protótipo de olho biônico, descrevendo a façanha como um enorme avanço para os deficientes visuais.  
O Bionic Vision Australia (BVA), um consórcio financiado pelo governo, informou ter implantado cirurgicamente o "protótipo preliminar" de um olho robótico em uma mulher com perda hereditária da visão provocada por retinose pigmentar degenerativa.

olho pré-biônico", o minúsculo aparelho com 24 eletrodos foi colocado sobre a retina de Dianne Ashworth e enviou impulsos elétricos para estimular as células nervosas de seus olhos.

Os cientistas ligaram o equipamento em seu laboratório no mês passado, depois que Ashworth se recuperou completamente da cirurgia, e ela descreveu a experiência como incrível. 
"Eu não sabia o que esperar, mas de repente, eu consegui ver um pequeno flash. Foi incrível", afirmou, em um comunicado. 
"A cada estímulo, surgia uma forma diferente diante dos meus olhos", acrescentou.
Penny Allen, o cirurgião que implantou o dispositivo, o descreveu como "o primeiro do mundo". 
O dispositivo de Ashworth só funciona quando está conectado dentro do laboratório e o presidente do BVA, David Penington, disse que seria usado para explorar como as imagens são "construídas" pelo cérebro e pelo olho. 
Dados do dispositivo alimentarão um "processador de visão" que permitirá aos médicos determinar exatamente o que Ashworth vê quando a retina dela for submetida a vários níveis de estímulo.

"A equipe procura consistência de formas, brilho, tamanho e localização de flashes para determinar como o cérebro interpreta esta informação", explicou Rob Shepherd, diretor do Instituto de Biônica, que também participou da pesquisa. 
Os cientistas agora trabalham para desenvolver um dispositivo de "visão ampla" com 98 eletrodos, que dará aos usuários a habilidade de perceber objetos grandes, como prédios e carros, e outro de "alta acuidade", ou seja, grande capacidade de perceber sombras e formas dos objetos, com 1.024 eletrodos. 
Espera-se que os pacientes com o dispositivo de alta acuidade sejam capazes de reconhecer rostos e ler impressos grandes. Segundo o BVA, será adequado para pessoas com retinose pigmentar e degeneração macular relacionada com a idade.
Penington explicou que os resultados iniciais de Ashworth "atenderam às nossas melhores expectativas, dando-nos a confiança de que, com desenvolvimentos futuros, possamos alcançar uma visão competente". 
"O próximo grande passo será quando começarmos os implantes de dispositivos completos", afirmou

Fonte: http://deficientealerta.blogspot.com.br


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Representante da ONU recomenda órgão independente para direitos humanos no Brasil


O Representante Regional para América do Sul do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), Amerigo Incalcaterra, sugeriu hoje (30) que o Brasil estabeleça uma instituição de Estado independente para supervisionar a situação dos direitos humanos no país.
A proposta foi uma reação à fala da Ministra da Secretaria Nacional de Direitos Humanos do Brasil, Maria do Rosário Nunes, durante a abertura do Primeiro Encontro Internacional sobre Planos de Ação em Direitos Humanos, no Rio de Janeiro. Ela sugeriu a criação de Relatores Independentes Internos, para que o país fortaleça a soberania na condução e no ajuste de suas políticas sociais e de direitos.
“Essa é uma proposta que levantamos para debate com o Representante Regional. Acho que é possível trabalharmos cada vez mais para fortalecermos a ouvidoria de direitos humanos com essa espécie de Relatoria interna”.
Incalcaterra considerou válida a proposta da Ministra e elogiou o fato do país já ter histórico de planejamento no campo dos diteiros humanos, com a terceira edição do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH 3). Mas enfatizou a necessidade de o Brasil trabalhar por uma instituição que exerça uma fiscalização permanente e constante.
“Pensamos que o Brasil deveria estar iniciando um processo de identificar não apenas relatores, mas, principalmente, uma instituição independente e autônoma que possa serombudsman [espécie de defensor dos povos e instituições de direitos humanos]. A maior parte dos países da região conta com um ombudsman. Isto é o que o Brasil precisa formar: ter uma estrutura de Estado independente e autônoma (…) que possa fazer uma supervisão constante e permanente da evolução dos direitos humanos no país”, disse Incalcaterra.
O Primeiro Encontro, realização conjunta do ACNUDH com o Governo do Distrito Federal do México e o Estado do Rio de Janeiro, ocorre até amanhã (31) no auditório do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.
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ONU celebra abertura dos Jogos Paraolímpicos de Londres 2012 como símbolo da inclusão


A maior edição dos Jogos Paraolímpicos será aberta hoje (29), em Londres, com mais de 4.200 atletas vindos de 166 países competindo em 21 modalidades esportivas. Do ponto de vista das Nações Unidas, os jogos oferecem uma grande oportunidade para continuar avançando na inclusão e no empoderamento de pessoas com deficiência ou incapacidade, dentro e através do esporte.
“Para as Nações Unidas, os esforços do Movimento Paraolímpico são de grande importância, tendo em vista promover a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, especialmente a referência ao esporte devido às infinitas possibilidades que ele oferece para a inclusão e aceitação de diversidade”. Essa é a mensagem do Secretário-Geral para a inauguração do Mural Paraolímpico, que aconteceu ontem (28) na Vila Olímpica, em Londres, Reino Unido.
A mensagem foi entregue pelo Assessor Especial do Escritório das Nações Unidas sobre Esporte para o Desenvolvimento e a Paz (UNOSDP), Wilfried Lemke, que aproveitou a ocasião para lembrar que ”o acesso a esporte,  atividade física e lazer é um direito fundamental para todos”.
A Convenção da ONU é o primeiro instrumento de vinculação legal internacional que trata dos direitos das pessoas com deficiência. A Convenção e seu Protocolo Facultativo foram adotados em 13 de dezembro de 2006 e entraram em vigor em 3 de maio de 2008. Desde então, já foi assinado por 153 países e ratificado por 119.
Os Jogos Paraolímpicos de 2012 são parte dos maiores eventos esportivos do mundo atualmente. “Os atletas paraolímpicos alcançam performances notáveis e têm a chance, a cada dois anos, de brilhar sob os holofotes e mostrar ao mundo do que são capazes”, disse Lemke. “Os atletas paraolímpicos são realizadores da mudança real e modelos, no sentido de que muito contribuem para mudar os estereótipos e a forma como, por vezes, olhamos para as pessoas com deficiência, assim como a forma como eles olham para si mesmos”, acrescenta. “O esporte é um equalizador maravilhoso e uma ferramenta muito eficiente para garantir a inclusão. Certamente, pode colocar todos em um campo de jogo nivelado. ”
Desde a preparação para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Inverno de Turim, em 2006, a Resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas “Construir um mundo pacífico e melhor através do esporte e do ideal olímpico”, que institui a Trégua Olímpica, também foi incorporada aos Jogos Paraolímpicos. Em 17 de outubro de 2011, em Nova York, todos os 193 Estados-Membros da ONU copatrocinaram uma resolução da Assembleia Geral pedindo o respeito à Trégua, individual e coletivamente, durante todo o período que começou com o início dos Jogos da XXX Olimpíada, em 27 de julho, e termina com o encerramento do XIV Jogos Paraolímpicos, em 9 de setembro de 2012.
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Judô repete Olimpíadas e garante a primeira medalha para o Brasil

Michele Ferreira conquista bronze na categoria até 52kg em Londres. Machucada, francesa não conseguiu entrar no tatame para a disputa.
Por Cahê Mota Especial para o GLOBOESPORTE.COM, em Londres

Michele teve que se recuperar após derrota naprimeira luta 
(Foto: Fernando Maia / CPB)
Assim como nos Jogos Olímpicos, com Felipe Kitadai e, depois, Sarah Menezes, a primeira medalha do Brasil nas Paralimpíadas de Londres chegou pelo judô. Michele Ferreira conquistou o bronze no tatame da Arena Excel, na categoria -52kg. 
A brasileira passou por altos e baixos na competição, mas contou com a sorte na última luta. A francesa Sandrine Martinet, machucada, não conseguiu voltar à competição para a disputa do bronze.
Michele não começou bem sua campanha em Londres. Logo na primeira luta perdeu por yuko para a russa Alesia Stepaniuk. Na repescagem, conseguiu lançar Kilic Gulhan, da Turquia, ao chão por duas vezes e ganhou com dois wazaris de vantagem.
O bronze chegou após a desistência de Sandrine Martinet, que havia se machucado na semifinal, contra a ucraniana Nataliya Nikolaychyk. Ela lesionou a perna esquerda e passou todo o combate chorando. Deixou a arena logo depois.

Conquista 'estranha' consolida retorno após gravidez 
Apesar de a adversária já nem estar mais no Excel, Michele não foi avisada de que já tinha garantido a medalha por antecipação. Ainda na adrenalina pela vitória na repescagem, a sul-mato-grossense controlou o nervosismo, fez todo aquecimento e, já no tatame, foi pega de surpresa.


Paralimpíadas judô Michele Ferreira pódio (Foto: Getty Images)Michele (terceira da esq. para dir.) ganhou o primeiro bronze do Brasil nos Jogos (Foto: Getty Images)

Foi uma coisa muito estranha. Nunca passei por isso. Ainda estou meio assim: “O que houve?”. Fiz uma luta (a primeira) muito difícil, de cinco minutos, e perdi. Aí, no final eu ganho a medalha sem nem lutar. Ninguém me avisou nada. Fui até pertinho de entrar no tatame sem saber.

Corri, me preparei, aqueci, disse para meu técnico que estava nervosa. Fiquei o tempo todo pensando que ia lutarO bronze que “caiu no colo” coroou um ciclo olímpico curto e marcado pela superação, mas não por conta da deficiência visual. Também terceiro lugar nos Jogos de Pequim-2008, a judoca ficou dois anos longe dos tatames para dar a luz a filha Emily, hoje com três anos.

Com a carreira restabelecida, Michele voltou a competir internacionalmente somente no ano passado e o quinto lugar no Mundial da Turquia por pouco não a deixou fora dos Jogos de Londres. A vaga foi conquistada somente com o ouro no Parapan de Guadalajara-2011.

Voltar foi a etapa mais difícil, mais até do que começar. Quando começamos, estamos aprendendo. Depois, é mais complicado recuperar o que perdeu, voltar a parte física. Na gravidez eu engordei uns 18 quilos. Recebi muito apoio do meu técnico neste período. Ele confiou em mim. Dedico a medalha a ele e a minha filha.

Karla perde bronze
A outra judoca brasileira em ação, Karla Ferreira teve um início de dia diferente de Michele. Com uma vitória sobre a chinesa, Xiaoli Huang, por um yuko, já pelas quartas de final, a atleta do Flamengo que por duas vezes ficou com a prata em Jogos Paralímpicos - Pequim e Atenas - teve a oportunidade de chegar em mais uma final, mas caiu por dois yukos a um diante de Kai-Lin Lee, de Taiwan.


                      Karla Ferreira não conseguiu conquistar sua terceira medalha em Paralimpíadas (Foto: Fernando Maia / CPB)

Antes uma das favoritas para conquistar o ouro, Karla teria que se recuperar para brigar pelo bronze. Mas, com uma tática de luta que não encaixou contra Victoria Potapova, da Rússia, a brasileira acabou derrotada após sofrer um yuko faltando pouco mais de dois minutos para o final do confronto.

Pela categoria -66kg, Magno Marques também lutaria neste primeiro dia de competição, mas foi considerado inelegível pelo Comitê Paralímpico Internacional e não pôde participar.
 

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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

IGREJA ACESSÍVEL É TEMA DO 6º ENCONTRO FRATERNIDADE E PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Organizado pela Pastoral da Pessoa com Deficiência da Arquidiocese de São Paulo, evento será no sábado, 29 de setembro, no Colégio Espírito Santo.

Imagem Internet

A acessibilidade nas igrejas da Arquidiocese de São Paulo será amplamente debatida no 6º Enconfrater - Encontro Fraternidade e Pessoas com Deficiência, que acontece no sábado, 29 de setembro, no Colégio Espírito Santo, próximo ao metrô Tatuapé. Promovido pela Pastoral da Pessoa com Deficiência da Arquidiocese de São Paulo, o encontro deverá reunir cerca de 250 pessoas com e sem deficiência, marcando o lançamento do Projeto Igreja Acessível - PIA. "Este ano estamos nos voltamos para a inclusão da pessoa com deficiência dentro da Igreja Católica, porque entendemos que devemos fazer o nosso próprio dever de casa", afirma Antonio Carlos "Tuca" Munhoz, coordenador da Pastoral.

O PIA está estruturado em quatro pilares, com o objetivo de criar uma cultura de inclusão e de acolhimento para as pessoas com deficiência nas igrejas e em outros espaços físicos e de comunicação da Arquidiocese de São Paulo: propiciar condições de participação de pessoas com deficiência na vida eclesial (durante as missas, sacramentos e nas relações comunitárias); sensibilizar e envolver a comunidade da igreja para a inclusão e participação das pessoas com deficiência nas igrejas; eliminar as barreiras físicas, de comunicação e atitudinais que impedem ou dificultam a presença e a participação das pessoas com deficiência nas paróquias e comunidades; e afirmar os valores evangélicos que devem orientar o relacionamento entre todas as pessoas. "A acessibilidade é um tema pertinente à teologia. O encontro fraternal humano pleno somente acontece quando existem condições de acesso uns aos outros, aos espaços, aos ambientes, à comunicação e à informação", ressalta Tuca.

Gestos concretos, Igreja Acessível.
O programa de ações do PIA prevê uma série de seis "gestos concretos", com meta de implementação até 2018: instalação de banheiros acessíveis em, pelo menos, 20 paróquias; projetos de comunicação acessível nas missas (com audiodescrição, Braille e LIBRAS) também no mínimo de 20 paróquias; oferta, pelas editoras católicas, de publicações em formato digital acessível para pessoas com deficiência visual; acessibilidade para pessoas com deficiência visual em todos os sites católicos ligados à Arquidiocese de São Paulo; fortalecimento e ampliação da catequese junto às pessoas com deficiência com a capacitação dos catequistas para a educação religiosa inclusiva; e a criação de 10 núcleos de Emprego Apoiado na Arquidiocese de São Paulo, para a inclusão de pessoas com deficiências severas (múltiplas e intelectuais) nos ambientes de trabalho da própria Arquidiocese. "Sabemos que as mudanças não ocorrem de um dia para outro, principalmente numa cidade como São Paulo, que tem mais de 400 paróquias. Mas precisamos começar. Se conseguirmos implantar este projeto em 20 paróquias em cinco anos ficará muito mais fácil alcançar as demais", diz o coordenador da Pastoral.

O 6º Enconfrater terá um dia inteiro de atividades. A parte da manhã é reservada para a apresentação do Projeto Igreja Acessível e dos subprojetos que o compõem, como o Emprego Apoiado e Banheiros Acessíveis. Após o almoço, serão debatidos temas como Comunicação Acessível para pessoas com deficiência visual e auditiva e catequese inclusiva. Haverá ainda apresentações artísticas e culturais. A mesa de abertura deverá ter a presença de Dom Odilo Pedro Scherer, Cardeal Metropolitano de São Paulo, Dom Milton Kenan Júnior e Dom Edmar Perón (Bispos Auxiliares de São Paulo). A apresentação do Projeto terá mediação do padre Geraldo Labarrére Nascimento, Assessor Eclesial da Pastoral das Pessoas com Deficiência.

Sobre os Encontros Fraternidade e Pessoas com Deficiência
Todos os anos, desde 2007, a Pastoral das Pessoas com Deficiência realiza um grande Encontro anual, com a presença média de 200 pessoas, onde são debatidos temas importantes para assegurar os direitos das pessoas com deficiência. São temas pertinentes com a inclusão das pessoas com deficiência, o papel delas como protagonistas desse processo e os deveres e responsabilidades da sociedade e do Estado brasileiro nesse processo. Saiba mais no site www.pessoascomdeficiencia.org

Serviço
6º EnconFrater - Encontro Fraternidade e Pessoas com Deficiência
Data: 29 de Setembro de 2012
Horário: A partir das 9 h
Local: Colégio Espírito Santo
End.: Rua Tuiuti, 1442, próximo ao Metrô Tatuapé, ao lado do Shopping Boulevard

Fonte: Portal Nacional SEGS -Imagem Internet

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Deficiente físico recorre à polícia por falta de acessibilidade em ônibus


A dificuldade de deficientes físicos em usarem o transporte público em Campinas (SP) e região causa reclamação e revolta de quem precisa do serviço.
O aposentado Wellington Willian Nascimento recorreu à polícia de Vinhedo (SP) para fazer denúncias contra a empresa Rápido Luxo. 
Na quarta-feira (1), ele não conseguiu entrar em um ônibus porque, segundo o motorista, a plataforma da rodoviária estava quebrada. 

Ele alega que também foi desrespeitado pelo cobrador do coletivo, que se recusou a ajudá-lo a embarcar no veículo. O caso foi comunicado à polícia no dia do ocorrido.
Este foi o terceiro boletim de ocorrência que ele registrou sobre o problema contra a empresa e os funcionários. Em outro caso, o aposentado caiu da cadeira de rodas porque o motorista não colocou o cinto de segurança corretamente.
Em outra situação, ele ficou preso dentro do coletivo por duas horas e meia porque o elevador quebrou no meio da viagem. Wellington Willian Nascimento reclama que, apesar das denúncias, até o momento nada foi feito para que a empresa fosse punida. A Rápido Luxo confirmou que o elevador do veículo apresentou um problema e informou que vai recolher o coletivo para manutenção o mais rápido possível.
O aposentado não é o único que encontra dificuldades no transporte coletivo. A aposentada Roseli Piantoni é cadeirante há 12 anos. Ela tem um problema de saúde que lentamente foi comprometendo a musculatura. Pela dificuldade para andar, ela precisa usar uma cadeira de rodas para se locomover. Ela conta que usar o sistema de transporte público diariamente é um sofrimento. A equipe da EPTV flagrou motoristas de ônibus 
se recusando a parar no ponto.A falta de estrutura dos coletivos é mais um obstáculo. O coletivo que parou não tinha elevador, apesar de estar com o adesivo com o símbolo de veículo adaptado. Somente após 30 minutos no ponto, ela conseguiu embarcar.

Outro lado
Sobre os ônibus flagrados na reportagem, a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), que é responsável pela gestão do transporte na cidade, informou que na sexta-feira (3) fará a fiscalização das linhas. Caso sejam encontradas irregularidades, a empresa será notificada e um processo administrativo pode ser aberto para punir os responsáveis.
Já a Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano (Transurc) admitiu que foi um erro grave dos motoristas e que os ônibus deveriam ter parado. De qualquer maneira, a assessoria de imprensa garantiu que os profissionais estão sendo contatados para serem orientados sobre as paradas. Caso o problema volte a acontecer, eles serão punidos.
 
Acessibilidade inclusivaO Programa de Acessibilidade Inclusiva (PAI) oferece serviço de transporte para deficientes em Campinas. 
É preciso fazer um agendamento, mas os usuários reclamam da dificuldade em solicitar o transporte a os constantes atrasos . O PAI conta com 25 vans e dois ônibus adaptados entre as 6h30 e 23h30 de segunda a sexta-feira. Nos sábados, domingos e feriados, o horário vai das 7h30 às 18h30. O agendamento da viagem é feito pelo  0800 600 1517 .


Cadeirante aguarda em ponto de ônibus por coletivo adaptado (Foto: Reprodução EPTV)


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BPC Trabalho dá oportunidade de inclusão a pessoas com deficiência


Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) pretende coordenar visitas a 100 mil pessoas com deficiência que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC), até 2014, oferecendo a elas a chance de se qualificar para o mundo do trabalho. Essa é uma das principais metas do BPC Trabalho, direcionado a cerca de 900 mil beneficiários com idades entre 16 e 45 anos em todo o país. 

O programa foi instituído em 2 de agosto e integra as ações do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Viver sem Limite.

A proposta do BPC Trabalho é quebrar o paradigma de que pessoas com deficiência são incapazes de trabalhar. “Hoje, o foco mudou: não é a pessoa que é incapaz de trabalhar, mas o mercado que não está preparado para recebê-la. E cabe ao Estado atuar para identificar e eliminar as barreiras que impedem o acesso ao trabalho”, explica Elyria Credidio, coordenadora-geral de Acompanhamento dos Beneficiários do Departamento de Benefícios Assistenciais. Além do MDS, o BPC Trabalho envolve ainda os ministérios da Educação (MEC) e do Trabalho e Emprego (MTE) e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

A ação divide-se em duas etapas: a primeira, de responsabilidade do MDS, prevê visitas domiciliares, que serão feitas pelas equipes do Sistema Único de Assistência Social (Suas). O objetivo é fazer um diagnóstico social dos beneficiários e de suas famílias, captar suas demandas específicas, encaminhá-las às políticas setoriais capazes de resolvê-las e sensibilizá-las sobre a oferta de qualificação profissional. “Nessa fase, deixamos claro que participar dos cursos e trabalhar não é uma condição, mas uma opção, e que, ao fazer os cursos, as pessoas não perdem o benefício”, explica Elyria.

A partir dessa primeira abordagem, os beneficiários interessados na qualificação são encaminhados a vagas em cursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) criadas no âmbito do Plano Viver Sem Limite. Entre as metas do plano está a criação de 150 mil vagas nesses cursos específicos pelo MEC, e a previsão de que, durante toda a qualificação, as pessoas com deficiência tenham acompanhamento de núcleos de apoio nos Institutos Federais de Educação e em outras instituições que ministrem cursos do Pronatec. O encaminhamento ao mercado de trabalho após os cursos será responsabilidade do MTE.
 
Projeto-piloto – O BPC Trabalho começou a ser elaborado em 2010, com a implantação de uma experiência piloto nos municípios de São Paulo e Santo André. No ano passado, foi ampliado para outras sete capitais brasileiras: Belém, Fortaleza, Teresina, João Pessoa, Recife, Campo Grande e Porto Alegre. Em setembro, o MDS fará um balanço dos resultados do projeto-piloto e dos ajustes necessários para a nacionalização do BPC Trabalho. Inicialmente, o foco serão as capitais e os municípios de grande porte, que já tenham estrutura para oferecer cursos e vagas de trabalho.

Elyria avalia que o trabalho dos profissionais de assistência social na abordagem domiciliar dos beneficiários e de suas famílias permite resultado melhor do que campanhas em meios de comunicação. “Primeiro porque são pessoas que já têm a segurança da renda mensal e que, em geral, não costumam procurar essa qualificação. 

Segundo porque é preciso deixar claro como devem proceder para ter acesso aos cursos e o que acontece se arranjarem emprego”, diz. “Muitos receiam perder o benefício, mas, na verdade, ele fica apenas suspenso quando a pessoa comunica ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que está trabalhando. Se ela perder o emprego, volta a receber o BPC sem necessidade de novo registro.”

A garantia de retorno ao BPC se ampara em recentes mudanças na Lei Orgânica da Assistência Social (Loas). Além disso, as pessoas com deficiência podem ser contratadas como aprendizes, independentemente da idade. Caso isso ocorra, elas podem acumular o salário e o BPC por um período de até dois anos.
 
BPC tem quase 3,7 milhões de beneficiários

O BPC garante a transferência mensal de um salário mínimo ao idoso, com idade de 65 anos ou mais, e à pessoa com deficiência, de qualquer idade,com impedimentos de longo prazo, de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, que, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas. O programa é gerido pelo MDS e pago pelo INSS, comrecursos do Fundo Nacional de Assistência Social. Hoje, o BPC tem quase 3,7 milhões de beneficiários, dos quais 1,9 milhão são pessoas comdeficiência. Por mês, o pagamento do benefício representa investimento de R$ 2,3 bilhões.


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