sábado, 15 de setembro de 2012

MCTI brasileiro financia projectos tecnológicos de acessibilidade

por Lerparaver
                                                                                                         Imagem Internet                              

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) do Brasil apresentou hoje, em parceria com a Financiadora de Estudos e Projectos (Finep),uma linha de crédito para projectos de inovação em tecnologia de acessibilidade para pessoas com necessidades especiais.
A linha de crédito, no valor de mais de 35 milhões de euros, foi apresentada no Rio de Janeiro, pelo secretário da Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social do MCTI, Eliezer Pacheco.
Este financiamento será concedido a projectos com valores entre os 395 mil euros e os 7,8 milhões de euros, sendo que a participação da Finep cobrirá até 90 por cento das despesas das empresas.
Próteses robóticas, impressoras de braille, leitores autónomos de texto, dispositivos auxiliares de locomoção, entre outros, serão alguns dos exemplos de projectos apoiados.
O ganho de competitividade nesses segmentos envolve conhecimentos baseados em microeletrónica, nanotecnologia, novos materiais, robótica, computação, desenho industrial e neurociência, entre outras áreas, além de depender de uma relação estreita entre o sector produtivo e a academia.
O Programa de Inovação em Tecnologia Assistiva do Brasil foi lançado pela Finep, como parte integrante do Plano Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência – Viver sem Limite -, com um investimento de 59 milhões de euros, até 2014.
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O enterro do "Não Consigo".



                                      'NÃO CONSIGO'

Esta história foi contada por Chick Moorman, e aconteceu numa escola primária do estado de Michigan, Estados Unidos.
Ele era supervisor e incentivador dos treinamentos que ali eram realizados e um diaviveu uma experiência muito instrutiva, conforme ele mesmo narrou:
Tomei um lugar vazio no fundo da sala e assisti.
Todos os alunos estavam trabalhando numa tarefa, preenchendo uma folha de caderno com idéias e pensamentos.
Uma aluna de dez anos, mais próxima de mim, estava enchendo a folha de "não consigos".
"Não consigo chutar a bola de futebol além da segunda base."
"Não consigo fazer divisões longas com mais de três números."
"Não consigo fazer com que a Debbie goste de mim."
Caminhei pela sala e notei que todos estavam escrevendo o que não conseguiam fazer.
"Não consigo fazer dez flexões."
"Não consigo comer um biscoito só."
A esta altura, a atividade despertara minha curiosidade, e decidi verificar com a professora o que estava acontecendo e percebi que ela também estava ocupada escrevendo uma lista de "não consigo”.
Frustrado em meus esforços em determinar porque os alunos estavam trabalhando com negativas, em vez de escrever frases positivas, voltei para o meu lugar e continuei minhas observações.
Os estudantes escreveram por mais dez minutos.
A maioria encheu sua página.
Alguns começaram outra.
Depois de algum tempo os alunos foram instruídos a dobrar as folhas ao meio e colocá-las numa caixa de sapatos, vazia, que estava sobre a mesa da professora.
Quando todos os alunos haviam colocado as folhas na caixa, Donna acrescentou as suas, tampou a caixa, colocou-a embaixo do braço e saiu pela porta do corredor.
Os alunos a seguiram.
E eu segui os alunos.
Logo à frente a professora entrou na sala dozelador e saiu com uma pá.
Depois seguiu para o pátio da escola, conduzindo os alunos até o canto mais distante do playground.
Ali começaram a cavar.
Iam enterrar seus "não consigo"!
Quando a escavação terminou, a caixa de "não consigo" foi depositada no fundo e rapidamente coberta com terra.
Trinta e uma crianças de dez e onze anos permaneceram de pé, em torno da sepultura recém cavada.
Donna então proferiu louvores.
"Amigos, estamos hoje aqui reunidos para honrar a memória do ‘não consigo’.
Enquanto esteve conosco aqui na Terra, ele tocou as vidas de todos nós, de alguns mais do que de outros.
Seu nome, infelizmente, foi mencionado em cada instituição pública, escolas, prefeituras, assembléias legislativas e até mesmo na casa branca.
Providenciamos um local para o seu descanso final e uma lápide que contém seu epitáfio.
Ele vive na memória de seus irmãos e irmãs ‘eu consigo’, ‘eu vou’ e ‘eu vou imediatamente’.
Que ‘não consigo’ possa descansar em paz e que todos os presentes possam retomar suas vidas e ir em frente na sua ausência.
Assim seja!"
Ao escutar as orações entendi que aqueles alunos jamais esqueceriam a lição.
A atividade era simbólica: uma metáfora da vida.
O "não consigo" estava enterrado para sempre.
Logo após, a sábia professora encaminhou os alunos de volta à classe e promoveu umafesta.
Como parte da celebração, Donna recortou uma grande lápide de papelão e escreveu as palavras "não consigo" no topo, "descanse em paz" no centro, e a data embaixo.
A lápide de papel ficou pendurada na sala de aula de Donna durante o resto do ano.
Nas raras ocasiões em que um aluno se esquecia e dizia "não consigo",
Donna simplesmente apontava o cartaz descanse em paz.
O aluno então se lembrava que "não consigo" estava morto e reformulava a frase.
Eu não era aluno de Donna.
Ela era minha aluna.
Ainda assim, naquele dia aprendi uma lição duradoura com ela.
Agora, anos depois, sempre que ouço a frase "não consigo", vejo imagens daquele funeral da quarta série.
Como os alunos, eu também me lembro de que "não consigo" está morto.
                                                                       Texto do Momento Espírita
Comentário
Ao ler esta mensagem me veio a mente a lembrança do dia do meu acidente; lembranças não muito agradáveis.
Acidente esse que veio a me deixar tetraplégico e todo o desenrolar para a minha reabilitação.
Quem poderia imaginar que uma queda de bicicleta poderia ocasionar um traumatismo raqueo medular, o qual me deixou tetraplégico.
Quando tomei noção e consciência da minha situação a primeira pergunta que me veio a mente foi: porque isso foi acontecer comigo?
Ao mesmo tempo senti uma revolta e frustração imensa pelo acontecido, que a raiva e o ódio tomou conta de mim, a ponto de não raciocinar.
Com o decorrer do tempo e muita fisioterapia, passava se dias, meses e anos e nenhum resultado expressivo conseguia visualizar; passei a me desestimular perdendo a vontade de viver e me reabilitar.
Foi onde comecei a pensar para que tanto esforço se não consigo me movimentar, me sentindo o pior ser humano do mundo, me auto-apiedando vendo que não iria chegar a lugar algum.
Isso ocorreu por um bom tempo; mas de repente depois de muito pensar comigo mesmo, resolvi enfrentar a fisioterapia novamente com coragem, força de vontade, perseverança e fé em Deus, que ia vencer.
Passado um tempo consegui com muito esforço pequenos progressos, que na realidade pra mim eram enormes vitórias; foi onde vi que o melhor era aceitar a nova realidade e conviver com as minhas limitações; um recomeço muito difícil, mas não impossível de realizar.
Fiz igual a professora e as crianças da mensagem, peguei o meu não consigo e o enterrei; tendo sempre em mente eu vou conseguir vencer.
Engraçado o mais incrível é que depois que aceitei a minha nova realidade de vida, tudo a minha volta passou a fluir bem; a ponto de surpreender os médicos que me acompanhavam no tratamento da reabilitação.
E hoje em dia faço coisas que jamais eu pensaria que iria fazer após o acidente; tudo graças a fé em Deus, na força de vontade, na coragem e na minha perseverança em querer vencer.
Temos mais mesmo que pegar nossos medos, insegurança, desânimo e não consigo fazer-lhes o enterro; e deixar despertar a força de vontade, coragem, perseverança e a fé em Deus que podemos conseguir chegar a vitória.
                                                                                       José de Souza    

Onde há vida, esperança, solidariedade, equilíbrio, harmonia, fraternidade, união e amor.
A paz se encontra em nossos corações e almas porque somos filhos de Deus.
Para Ele não existem as diferenças somos todos iguais.


Fonte:http://superaaoomaiordesafio.blogspot.com.br


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Dilma diz que aumentará apoio a esporte paralímpico

                                                                Imagem Internet
A presidente Dilma Rousseff exaltou a participação do Brasil nos Jogos Paralímpicos de Londres e, pouco depois do apagar da pira no Estádio Olímpico de Londres, emitiu um comunicado oficial parabenizando os competidores do País. Orgulhosa, a chefe de Estado prometeu estender o apoio aos atletas que disputam o esporte adaptado.

O Brasil encerrou neste domingo a participação na Paralimpíada com o melhor desempenho da história do desporto brasileiro (em relação a número de medalhas). Foram 21 ouros, 14 pratas e oito bronzes, totalizando 43 pódios no total e a sétima colocação no quadro de medalhas.

"Quero cumprimentar os valorosos atletas que representaram o Brasil nos Jogos Paralímpicos de Londres", iniciou Dilma em seu comunicado. "Graças à sua força, garra e capacidade de superar limites, alcançamos uma inédita sétima colocação, com a conquista de 43 medalhas", listou.

A presidente ainda citou vitórias marcantes do Brasil em Londres, como o triunfo de Tito Sena na maratona neste domingo, os seis ouros do nadador Daniel Dias e o pódio perfeito das brasileiras Terezinha Guilhermina, Jerusa Santos e Jhulia Santos nos 100 m da classe T11 (para atletas com deficiência visual).

Dilma aproveitou para prometer que aumentará o incentivo a atletas paralímpicos, visando aos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016. "O governo brasileiro intensificará o apoio a seus atletas para que um número cada vez maior deles tenha condições de treinar e se dedicar ao esporte", concluiu.

Confira a carta da presidente:

Em nome de todos os brasileiros, quero cumprimentar os valorosos atletas que representaram o Brasil nos Jogos Paralímpicos de Londres, encerrados neste domingo. Graças à sua força, garra e capacidade de superar limites, alcançamos uma inédita sétima colocação, com a conquista de 43 medalhas - 21 de ouro, 14 de prata e 8 de bronze.

A vitória inédita de Tito Sena, na maratona na manhã de hoje; as 6 medalhas de ouro do nadador Daniel Dias; e o pódio triplo brasileiro nos 100 metros rasos com Terezinha Guilhermina, Jerusa Santos e Jhulia Karol são algumas das conquistas que nos orgulharam em Londres.

Importante dizer, porém, que cada um dos nossos atletas paralímpicos que estão em Londres, tendo conquistado ou não medalhas, representa uma história pessoal de luta e superação, exemplo para toda a nossa Nação.

É também com imensa satisfação que vejo nessa Paralimpíada os frutos do suporte do governo brasileiro aos nossos esportistas por meio do Bolsa Atleta. O programa apoia 156 dos 182 atletas da nossa delegação, muitos deles voltando de Londres vitoriosos com suas medalhas. O governo brasileiro intensificará o apoio a seus atletas para que um número cada vez maior deles tenha condições de treinar e se dedicar ao esporte.

Nós nos orgulhamos de todos vocês, atletas brasileiros nos Jogos Paraolímpicos.

Fonte: http://www.jb.com.br - Imagem Internet


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Portadores de deficiência não vão pagar por adaptações em residências do Minha Casa, Minha Vida

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A acessibilidade pode se tornar obrigatória no Programa Minha Casa, Minha Vida, de habitação popular. A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) aprovou nesta terça-feira (14) o Projeto de Lei do Senado 650/11, que obriga as construtoras a atender às demandas de acessibilidade de portadores de deficiências beneficiárias do programa habitacional do governo.

A proposta determina que, além dos 3% de unidades imobiliárias que devem ser entregues já adaptadas para idosos ou pessoas com deficiência, as construtoras devem arcar com os custos de adaptação de outras unidades sempre que houver demandas por parte de beneficiários idosos ou com deficiência.

De autoria do senador Humberto Costa (PT-PE), o PLS 650/2011 teve voto favorável do relator, senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF).

- Embora a lei vigente já destine 3% dos imóveis construído no Programa Minha Casa, Minha Vida, não parece justo que uma vez comercializada as unidades acessíveis, os idosos ou portadores de deficiência tenham de arcar pessoalmente com os custos das adaptações necessárias para moradia - explicou o relator.

Rollemberg lembrou que, segundo o IBGE, pelo menos 10% da população brasileira apresenta algum tipo de deficiência. Mesmo assim, o senador acredita que não será grande o número de unidades a serem adaptadas além dos 3% previstos na lei. Aprovada na CDR, a proposta segue agora para análise da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) em caráter terminativo.

Fonte:http://pdsul.blogspot.com.br  - Imagem Internet


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Ceará está entre os três estados com maior índice de pessoas com deficiência do país


O Ceará está entre os três estados brasileiros com o maior percentual de pessoas que apresentam algum tipo de deficiência.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 27,7% da população cearense, aproximadamente 2,3 milhões de pessoas, apresentam limitações motora, visual, auditiva ou psicológica.

O dado foi divulgado nesta sexta-feira (27)  com base no censo populacional de 2010.
Os maiores percentuais foram encontrados nos estados do Rio Grande do Norte (27,8%) e Paraíba (27,8%).  Já os estados de Roraima (21,2%), Santa Catarina (21,3%) e Mato Grosso do Sul (21,5%) apresentam as menores incidências.

No Brasil, 45,6 milhões de pessoas possuem algum tipo de deficiência investigada, o que representa 23,9% do país.

Dos oito milhões e meio de habitantes que residem no Ceará, 1,8 milhão de pessoas disseram apresentar deficiências visuais. Outras 526 mil mostraram dificuldade auditiva, enquanto que 628 mil tinham problemas motores e 125 mil apresentaram problemas mentais. Ainda de acordo com o estudo do IBGE, 6,1 milhões não tinham nenhuma dessas deficiências.


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Acessibilidade passa despercebido pelos candidatos à prefeito

É comum ver pelas ruas da cidade, cadeirantes dividindo o espaço com carros. Uma luta profundamente desigual.
da Redação

                                                                                                                                  Imagem Internet


I 
Até o momento os candidatos a prefeito e vice de Erechim não fizeram qualquer alusão a acessibilidade para deficientes físicos, visuais e auditivos. Algumas ações já foram feitas em Erechim, mas são muito tímidas as mudanças. Como um deficiente físico pode subir as escadas da prefeitura? A Câmara de Vereadores colocou um elevador. Vagas de estacionamento foram criadas, mas a cidade esconde várias armadilhas, que para quem não sofre de nenhuma deficiência nem percebe. É comum ver pelas ruas da cidade, cadeirantes dividindo o espaço com carros. Uma luta profundamente desigual.
II 
Existe uma certa dúvida, preconceito e desconhecimento sobre o que de fato é acessibilidade. Se você pensa que trata-se somente de pensar nas pessoas deficientes, está muito enganado. O conceito de acessibilidade vai muito além de se preocupar com as deficiências em si, mas trata de todo um processo para dar acesso.
III
Segundo o Decreto nº 5.296 de 2 de dezembro de 2004, acessibilidade está relacionada em fornecer condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida.
IV 
No mesmo documento, barreiras são definidas como qualquer entrave ou obstáculo que limite ou impeça o acesso, a liberdade de movimento, a circulação com segurança e a possibilidade de as pessoas se comunicarem ou terem acesso à informação.
V
Imagine como seria a vida de pessoas com deficiência se não tivéssemos departamentos responsáveis pela acessibilidade na arquitetura e do urbanismo de nossa cidade, pois em locais onde há escada também deve haver rampa de acesso, o posicionamento de postes, árvores e telefones públicos, deve ser bem pensado para que não causem danos a pessoas com deficiência visual. Mas Erechim carece de uma atenção especial neste quesito.
VI 
Acessibilidade significa não apenas permitir que pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão do uso destes por todas as parcelas presentes em uma determinada população.
VII
Podemos concluir então, que Acessibilidade é tornar as coisas acessíveis para qualquer pessoa com algum tipo de limitação temporária ou permanente.
VIII 
Acessibilidade é a forma de facilitar a aproximação das pessoas em locais com determinado objetivo, ou seja, o direito de ir e vir de qualquer cidadão. (Constituição Federal Brasileira de 1988, art. 5º, inc. XV). Todos têm direito a utilização dos espaços da Cidade, das construções privadas e públicas, ao transporte, livre de qualquer obstáculo que nos limite, com toda autonomia e segurança. Por que hoje se ouve e se fala tanto, sobre o assunto? Parece novidade, mas não é. De acordo com os dados fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mais de 25 milhões de brasileiros apresentam algum tipo de deficiência.
IX 
Embora seja comumente relegado a esse público um papel passivo, parece que é chegado o momento de ocupar o espaço de forma ativa, o lugar mais elevado na sociedade moderna: o consumidor, o usuário, o torcedor, o que paga impostos e têm direitos.
X 
As pessoas devem ter direitos, deveres e acessos. O que se coloca em xeque é o termo igualdade e na realidade, o mais importante é o respeito às diferenças pessoais, não significa que devemos nivelar as personalidades de cada um. Muito pelo contrário, não se ganha uma efetiva igualdade sem que tenhamos as condições distintas de cidadãos. Ao se reconhecer as diversidades e suas necessidades próprias, estamos permitindo suas livres escolhas e a igualdade de oportunidades, chegando definitivamente a uma sociedade mais justa, exercendo seu papel de pluralidade inclusiva, baseada nos direitos humanos.
XI 
As barreiras arquitetônicas são impostas por projetos equivocados, e também por execuções inadequadas, por falta de conhecimento, de manutenção e principalmente fiscalização, do projetado e efetivamente executado.
XII 
A falta de conhecimento da sociedade que a todos envolve, reforça ainda mais os critérios de acessibilidade. Não apenas como atendimento a legislação vigente, mas como a necessidade de direitos iguais ao uso dos equipamentos urbanos, aos acessos de espaços públicos.
XIII 
O leigo não conhece a flexibilidade do uso, os espaços mínimos, a dimensão, a interação entre eles e quem sabedor é, continua abdicando desta oportunidade. Quem anda por uma calçada ou faz compras em um supermercado, ou aquele que vai assistir a um jogo de futebol num estádio, não é necessariamente uma pessoa com deficiência. Pode ser uma pessoa obesa, uma mais idosa, uma senhora grávida...pode ser você. Precisamos compreender o conceito de restrições de mobilidade, valorizando as diferenças entre os indivíduos que compõe a sociedade. As áreas que envolvem uma edificação devem ser integradas, possibilitando acesso amparado de condições mínimas de uso com dignidade e respeito ao próximo.
XIV 
Mas, é ai que surge uma pergunta que muitas vezes é respondida de forma incorreta e incompleta: “Para você, quem é que se beneficia com a Acessibilidade?“Todos! Afinal, um mundo acessível é um lugar mais justo e igual. É um mundo que respeita as diferenças existentes entre as pessoas para se locomoverem e se comunicarem. É um mundo que garante que essas são premissas básicas para toda e qualquer sociedade. Mas afinal, o que você tem a ver com isso?
XV
Você já pensou sobre o assunto? Já reparou como são as calçadas da sua rua, o shopping que freqüenta, o supermercado que faz as compras? E no seu condomínio? No seu local de trabalho? Na sua escola ou universidade? Como são as condições de Acessibilidade? Você estaciona em vagas reservadas para Pessoas com Deficiência? Respeita a prioridade de Pessoas com Deficiência, idosos e gestantes na fila do banco? Você, dono de empresa, contrata pessoas com deficiência? A sua empresa está preparada para receber os funcionários com deficiência? E os clientes? Você, que tem uma loja, pensa na Acessibilidade na hora de organizar o espaço e dispor os produtos? Você, Arquiteto ou Engenheiro, conhece e respeita as Normas Brasileiras de Acessibilidade na hora de realizar um projeto? Se a resposta para qualquer uma dessas perguntas é não, então você tem que repensar o seu entendimento e conceito sobre Acessibilidade!
XVI 
A ACESSIBILIDADE diz respeito a TODOS NÓS. Em resumo, existe lei, há a consciência delas e até mesmo o reconhecimento e o apreço por estes indivíduos. O que falta é tornar prático o discurso de acessibilidade como direito a todos os seres humanos.


Fonte: http://jornalboavista.com.br/   -  Imagem Internet


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Campinas: Jogos de inclusão reúnem 740 deficientes, jovens e adultos

O JEMA e JEMEJA têm como filosofia a “Special Olympics’, em que o nível de habilidade será o fator mais importante nas divisões dos grupos de alunos e/ou equipes que participarão dos jogos.
da Redação
                                                             Imagem Internet

A Secretaria Municipal de Educação (SME), por meio do Departamento Pedagógico irá realizar nesta segunda-feira, dia 17 de setembro, a abertura do II JEMA (Jogos Escolares Municipais Adaptados) e II JEMEJA (Jogos Escolares Municipais da Educação de Jovens e Adultos – EJA). Os jogos acontecem na Faculdade de Educação Física (FAEFI) da PUC Campinas. Ao todo, 740 alunos da rede municipal de ensino irão participar do evento esportivo, que mais do que a competição, visa a integração e a inclusão social.
Os Jogos, que serão realizados nos dias 17 e 18 de setembro, fazem parte do calendário escolar e são promovidos por meio do programa Arte e Movimento, que reúne diversos projetos ligados às áreas de arte e educação física nas escolas municipais.

Segundo Maria Lúcia Bachiega, coordenadora do programa Arte e Movimento, o JEMA colabora para que todas as pessoas com deficiência sejam aceitas e respeitadas pela sociedade como cidadãos. “Com as atividades relacionadas à educação física, os participantes acabam desenvolvendo melhorias na qualidade das atividades esportivas. Sem contar na formação integrada no caso da inclusão ao aluno não deficiente que ajuda seu colega deficiente”, diz a coordenadora.

Já o JEMEJA visa proporcionar aos alunos do EJA a oportunidade de vivenciar atividades esportivas e lúdicas, com integração entre os alunos das diversas unidades escolares da SME, de acordo com Maria Lúcia Bachiega.

JEMA 
O JEMA objetiva a integração de jovens com deficiência por meio de atividades, jogos e brincadeiras sem caráter competitivo. Serão 23 escolas da rede municipal participando das atividades que contarão com a participação de 53 professores auxiliando os 218 alunos deficientes, sendo destes 20 cadeirantes. Os jogos serão estruturados de modo que os alunos participem com colegas de similar nível de habilidade. O evento começa às 9h.

As modalidades serão: atletismo, tênis de mesa, futsal e ginástica rítmica. Na modalidade de atletismo, os inscritos poderão participar de até duas provas, sendo uma de pista e/ou uma de campo. Na pista, realizarão uma caminhada assistida de 10 metros, caminhada de 25 metros e uma corrida de 50 metros rasos. Já as provas de campo serão: arremesso de pelota, salto em distância sem corrida e salto em distância.

Nas quatro modalidades, os competidores poderão contar com parceiros auxiliares. No total serão 189 parceiros/ajudantes que são colegas de sala de aula dos atletas especiais. A condição para ser um aluno parceiro é não ter participado dos JEM (Jogos Escolares Municipais) e ser capaz de interpretar e aplicar a filosofia dos jogos, sabendo da importância da sua participação como colaborador e facilitador do empenho e desempenho dos colegas participantes.

JEMEJA 
Sete escolas irão participar do Jogos Escolares Municipais do EJA, com 165 alunos no dia 17 e 168 no dia 18 de setembro. Os jogos acontecem das 19h30 às 21h30 na FAEFI/ PUC.

As modalidades serão: ginástica rítmica, tênis de mesa e o torneio de futsal. Nas modalidades de tênis de mesa e ginástica rítmica o objetivo é a participação dos inscritos e não a competição. Como no JEMA, os participantes do JEMEJA também terão parceiros/ajudantes.
No futsal, que será realizado com a configuração de competição, as equipes são formadas por alunos e parceiros que apresentam o mesmo nível de habilidade, de no mínimo 3 e no máximo 8 participantes, visando garantir a oportunidade justa de competição.

Fonte:  Sua Cidade Imagem Internet

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Estacionar em vaga de deficiente ou idoso poderá ser infração gravíssima

Caso se verifique, a multa será de R$ 191,54 e haverá a suspensão do direito de dirigir pelo prazo de seis meses.
da Redação

                                                                                Imagem Internet
A Câmara analisa proposta que torna infração gravíssima o estacionamento indevido em vagas reservadas para pessoas com deficiência ou idosos, com multa de R$ 191,54 e suspensão do direito de dirigir pelo prazo de seis meses.

A medida está prevista no Projeto de Lei 3800/12, do deputado Reguffe (PDT-DF). Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97) não estabelece punição específica para essa infração. Determina genericamente que o estacionamento em desacordo com a sinalização é considerado infração leve, cuja multa é de R$ 53,20.

Além de a multa ser maior, a infração gravíssima representa sete pontos na habilitação do motorista. No caso de infração leve, são apenas três pontos.

Para o deputado Reguffe, a proposta, se for aprovada, deverá diminuir os casos de desrespeito às vagas de deficientes físicos e idosos. “Além de possuir caráter coercitivo e punitivo, o projeto pretende contribuir para a conscientização da população brasileira de que o ato de dirigir com prudência e responsabilidade reflete-se também no respeito aos demais cidadãos condutores de veículos, especialmente aqueles que já possuem dificuldades para exercer esse ato”, afirmou.

Tramitação
A proposta, que tramita de forma conclusiva, será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte:  Agência Câmara   Imagem Internet

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Pesquisadores usam células-tronco para tratar surdez

Pesquisadores britânicos anunciaram nesta quarta-feira ter alcançado um grande avanço no tratamento da surdez, ao usar pela primeira vez células-tronco para restabelecer a audição de animais.
James Gallagher BBC News

                        Especialistas esperam que pesquisa abra caminho para tratamento semelhante em humanos

Os autores de um estudo publicado na revistaNature dizem que conseguiram recuperar parcialmente a audição de roedores, ao reconstruir os nervos do ouvido que transmitem os sons para o cérebro.

Os cientistas avaliam que o mesmo resultado em humanos permitiria que alguém incapaz de ouvir o barulho de um congestionamento consiga escutar uma conversa normal.
No entanto, os pesquisadores admitem que aplicar o tratamento em seres humanos ainda é um projeto distante.
Para ouvir rádio ou conversar com um amigo, as pessoas precisam que seus ouvidos convertam as ondas sonoras no ar em sinais elétricos que podem ser compreendidos pelo cérebro.
Esse processo ocorre dentro do ouvido interno, onde as vibrações movem cílios minúsculos - e esse movimento cria um sinal elétrico.
No entanto, em cerca de uma em cada dez pessoas com surdez profunda, as células nervosas que deveriam captar o sinal não funcionam corretamente. É como derrubar o bastão na primeira passagem de uma prova de revezamento.

Células com defeito

Neurônios derivados de células-tronco injetados no ouvido de roedores
Mistura química foi acrescentada a células-tronco para recriar neurônios no ouvido interno
O objetivo dos pesquisadores da Universidade de Sheffield era substituir as células nervosas com defeito, chamadas neurônios do gânglio espiral.
O grupo de cientistas utilizou células-tronco de um embrião humano, que são capazes de se desenvolver em outros tipos de células do corpo humano - de nervos à pele, passando por músculos e rins, entre outros.
Uma mistura química foi acrescentada às células-tronco para convertê-las em células parecidas com os neurônios do gânglio espiral. Em seguida, elas foram cuidadosamente injetadas no ouvido interno de 18 roedores surdos.
Após dez semanas, a audição dos roedores melhorou. Em cerca de 45% dos animais testados, a capacidade de audição foi restaurada ao final do estudo.
"Isso significaria passar de tão surdo que você não pode ouvir um caminhão na rua a um nível em que você pode ouvir uma conversa", diz o cientista Marcelo Rivolta.
"Não é uma cura completa", acrescenta. "Você não conseguirá ouvir um sussurro, mas certamente será capaz de manter um diálogo em uma sala."
Cerca de um terço dos roedores respondeu muito bem ao tratamento e alguns recuperaram 90% da audição - apenas menos de um terço não apresentou reação.

Esperança

Os roedores usados na pesquisa foram gerbilos, animais capazes de ouvir uma variedade de sons semelhante à ouvida pelos humanos e diferente da dos camundongos - que escutam sons mais agudos.
Os cientistas detectaram a melhora na audição ao medir as ondas cerebrais dos animais. Os roedores foram testados por apenas dez semanas - se o tratamento for aplicado em humanos, o efeito precisará ser observado durante um período muito maior.
O estudo também deve reacender a polêmica sobre a segurança e a ética de tratamentos com células-tronco.
"É um grande momento, realmente um importante avanço", avalia o cientista Dave Moore, diretor do Conselho de Pesquisa Médica do Instituto de Pesquisa sobre Audição, em Nottingham.
O especialista alerta, no entanto, para os desafios de aplicar o tratamento em humanos.
"O maior problema é realmente chegar à parte do ouvido interno em que isso pode funcionar", afirmou Moore à BBC. "É extremamente pequeno e muito difícil de alcançar. Esse seria um feito realmente formidável."
"A pesquisa é incrivelmente encorajadora e nos dá uma esperança real de que será possível corrigir a verdadeira causa de alguns tipos de perda da audição no futuro", diz o pesquisador Ralph Holme, chefe de pesquisas biomédicas da organização beneficente Action on Hearing Loss.
"Para milhões de pessoas que têm a qualidade de suas vidas prejudicada pela perda de audição, já não era sem tempo", acrescenta Holme.

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Órgãos públicos não garantem mobilidade para deficientes brasileiros

Despachar uma encomenda nos Correios, pagar uma conta na Caixa Econômica ou tirar uma certidão na Receita Federal pode parecer tarefa simples, mas não para os deficientes brasileiros.
Renata Mariz
                                                                                 Imagem Internet
Despachar uma encomenda nos Correios, pagar uma conta na Caixa Econômica ou tirar uma certidão na Receita Federal pode parecer tarefa simples, mas não para os deficientes brasileiros. Auditoria do Tribunal de Contas da União revelou que os prédios públicos dos seis órgãos que mais atendem a população pessoalmente no país não oferecem acessibilidade como determinam leis, portarias e decretos. Passaram pelo pente-fino 11.069 unidades de atendimento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e Defensoria Pública da União (DPU), além da Caixa Econômica, Empresa de Correios e Telégrafos e Receita Federal.

O principal problema verificado diz respeito à sinalização para deficientes visuais, que representam 35 milhões de pessoas. O contingente total de brasileiros com alguma deficiência é de 45 milhões, dos quais 13,1 milhões têm limitações em nível avançado. O piso tátil direcional, por exemplo, com textura diferenciada que serve para guiar quem não enxerga, só está presente em 50% das entradas dos locais. No Ministério do Trabalho, não chega a 4%. Com o melhor índice, a Caixa disponibiliza a ferramenta em 67,5% da agências. Apesar da importância, o item está presente apenas em 66% dos postos de atendimento.

Fonte:Correio Braziliense  - Imagem Internet


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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Pais vão às ruas por R$ 120 mil para pagar cirurgia da filha em São Carlos

Menina de 10 anos utiliza duas bombas infusoras para poder se alimentar.
Família já arrecadou R$ 50 mil do total que precisa para operação em SP.

Fabio Rodrigues Do G1 São Carlos e Araraquara

   Gislaine pede ajuda no trânsito da cidade para conseguir operar a filha (Foto: Fabio Rodrigues/G1)
Os familiares de uma menina de 10 anos decidiram ir às ruas de São Carlos (SP) para fazer ‘pedágios’ com o objetivo de arrecadar dinheiro para pagar a cirurgia da filha na próxima segunda-feira (17), no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Desde o nascimento, a pequena Caliane Boni Roque da Silva não consegue se alimentar pela boca, somente com o uso de duas bombas infusoras. O custo aproximado da operação é de R$ 120 mil.
O plano de saúde da criança cobre os gastos com a alimentação especial, algo em torno de R$ 5 mil mensais, mas se recusa a pagar o valor da operação. Os advogados da família tentam reverter a situação.
A mãe da menina, a projetista Gislaine Clara Boni, de 30 anos, diz que a filha foi vítima de um erro médico quando tinha três dias de vida. Diagnosticada com hérnia de hiato, a bebê passou por um procedimento cirúrgico que não deu certo. Desde então ela convive com as sequelas.
Desesperada com a situação, a mãe utilizou as redes sociais para conseguir ajuda. O apelo atingiu um grande número de pessoas que se sensibilizaram com o caso. Até a noite desta quarta-feira (12), a campanha iniciada pela família há cerca de um mês juntou R$ 50 mil.
O pedágio
Com faixas, panfletos e camisetas, um grupo formado por 30 pessoas aborda motoristas nos cruzamentos, explica a situação da menina e pede qualquer quantia para contribuir com a operação. O valor arrecadado praticamente dobrou em uma semana, quando os pais e amigos da menina foram às ruas da cidade realizar os ‘pedágios', que ocorrem  sempre a partir das 18h30.
A vendedora Rose Volante, de 40 anos, era uma das que estavam no cruzamento das avenidas São Carlos e Doutor Carlos Botelho, na noite desta quinta. “É muito gratificante estar aqui, me doando, eu faço isso de coração. Até as crianças se sensibilizam com a situação”, disse ela, acompanhada do filho Bruno Volante, de 11 anos, que também trabalhava como voluntário.


Caliane precisa de duas bombas infusoras para conseguir se alimentar (Foto: Fabio Rodrigues/G1)Caliane precisa de duas bombas infusoras para
poder se alimentar (Foto: Arquivo pessoal)
Solidariedade
O pai de Caliane, o autônomo Emerson Filipin, de 35 anos, disse ao G1 que muita gente da cidade tem se sensibilizado com a situação de saúde da filha dele e que por isso tem ajudado como pode a levantar fundos para a cirurgia.
“É muito gratificante ver esse lado humano das pessoas e as manifestações de carinho por todos os lados. Somente hoje [ontem], um empresário doou R$ 2 mil. Em algumas empresas os funcionários passam listas e cada um contribui como pode”, explica. Na cidade vizinha de Ibaté (SP), a população também se mobilizou.
Segundo Filipin, com a repercussão do caso, as pessoas passaram a acreditar que não se trata de um golpe. Com isso, uma empresa chegou a oferecer gratuitamente à família sete busdoor pedindo doação, que foram inseridos nos veículos do transporte coletivo do município.
Justiça
Advogados que assumiram a causa lutam na Justiça para que o plano de saúde da criança cubra todas as despesas com a cirurgia. A menina de 10 anos será operada pelo especialista em cirurgia pediátrica João Gilberto Maksoud. Ela passará por uma esôfago-coloplastia e correção do trânsito intestinal.
Sem condições, a mãe da menina afirma ser inviável arcar com o valor cobrado pelo hospital. Segundo ela, a diária do apartamento custa R$ 890, a diária da UTI é de R$ 2, 5 mil e a hora do centro cirúrgico R$ 875.
“Quando eles me falaram o valor, eu quase pirei. Só que eu não tive escolha, o médico só atende lá. Ele disse que acredita que tudo vai dar certo, mas se houver algum problema e a minha filha precisar de mais dias na UTI tudo pode mudar. O médico falou que não vai deixar de pedir uma medicação que tem um alto valor se isso for salvar a vida da minha filha, então afirmou que tenho que ter dinheiro para arcar com essa despesa também. É por isso que tem muita gente me ajudando”, relatou a mãe.
Caso consiga a intervenção da Justiça e não precise utilizar o dinheiro, a mãe da menina pretende doar o valor arrecadado para outra criança que precise de ajuda e que não tenha condições. “Faremos isso em comum acordo com os empresários que nos ajudaram e de uma forma transparente para toda a população”, afirmou Boni.
Contribuições
Interessados em contribuir para a cirurgia da menina podem doar qualquer valor por meio de uma conta criada na Caixa Econômica Federal. A agência é 3855, operação 013, Conta Poupança Solidária 30-1. CPF: 394.791.928-02. O telefone para mais informações é (16) 9185-0019.
A vendedora Rose Volante foi à rua como voluntária para ajudar na arrecadação (Foto: Fabio Rodrigues/G1)A vendedora Rose Volante foi à rua como voluntária para ajudar na arrecadação (Foto: Fabio Rodrigues/G1)




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